Jeanne Moreau

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Jeanne Moreau já morreu!

Foi-pro-co-lo-do-ca-pe-ta!

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Google sobre Jeanne Moreau

Jeanne Moreau (23 de janeiro de 1928 a.c. – 31 de julho de 2017 d.c.) é mais uma dessas atrizes pornográficas no Universo cinematográfico que volta e meia decide fazer bico de cantora mesmo não tendo qualquer habilidade musical, sabendo que vai vender assim mesmo só por ter seu nome estampado na capa do CD.

História[editar]

Cquote1.png Cacete, como os cobradores já foram descobrir o meu endereço? Cquote2.png
Jeanne sobre dever 14 meses de aluguel.

Filha de um dono de alambique francês e de uma dançarina do ventre britânica, teve formação de uma atriz clássica no conservatório, pela passagem pela Comédie-Française e pelo Teatro Nacional Popular (ou TNP pra resumir isso).

Ela começou como uma dançarina que se apresentou no Folies Bergère (d.1990) e Anatole-Désiré Moreau, um cafetão restaurador. O pai de Moreau era francês e sua mãe era inglesa, nativa de Lancashire, na Inglaterra e de ascendência irlandesa. O pai de Moreau era católico e sua mãe, originalmente protestante, converteu-se ao catolicismo por não querer mais pagar os dízimos para esses pastores ladrões.

Quando jovem, a família se mudou para o sul para Vichy, passando férias na aldeia ancestral de Mazirat, uma cidade de 30 casas em um vale no Allier." Mas em algum determinado ano, aeus pais se separaram permanentemente enquanto Moreau estava no conservatório e sua mãe, "depois de 24 anos difíceis na França, voltou para a Inglaterra com a irmã Jeanne, Michelle" para encontrar um marido que preste para ela.

Carreira[editar]

Jeanne teve a carreira marcada por uma série de atuações em filmes clichês de drama, romance e crime, sendo que boa parte deles só é conhecida por hipsters e nerds cinéfilos. Na verdade, essas pessoa dizem tê-los assistido. É bem provável que não passe de conversa fiada, pois é tecnicamente impossível para um ser humano assistir algum filme de Jeanne sem cair no sono nos primeiros cinco minutos de andamento do mesmo.

Os filmes que deveriam ser mais ou menos "animados" (crime e suspense) em que Jeanne atuou, são um tédio. Os filmes que já são um tédio por natureza (dramas e romances), são muito piores. Nem se você assistir uma peça teatral inglesa enquanto escuta New Age e toma suco de maracujá, você se sentiria tão entediado e sonolento como assistir a um filme da coitada. Inclusive, profissionais do ramo da medicina tem utilizado alguns filmes de Jeanne Moreau, como Ascensor para o Cadafalso, durante as operações cirúrgicas mais delicadas, uma vez que tais obras são muito mais eficazes que os anestésicos quando se quer induzir o paciente a um coma profundo e sem riscos do mesmo acordar pelas próximas 12 horas.

Apesar disso, ela foi dirigida por grandes diretores como Michelangelo Antonioni, François Truffaut, François Ozon, Louis Malle e Orson Welles, entre outros desconhecidos que possivelmente você e boa parte da população nunca ouviram falar. Em 1960, recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por sua atuação meia-boca no drama vagabundo Duas Almas em Suplício (até o título dessa droga já dá sono).

Participou em 1973 do filme Joanna Francesa de Cacá Diegues. Nesse filme, interpretou uma cafetina paulista, que mais tarde vai parar num engenho de açúcar alagoano pertencente a uma família de degenerados detestáveis. Sua voz foi dublada pela nem um pouco talentosa atriz, Fernanda Montenegro, na época que esta ainda não tinha voz de bruxa velha.

Antes de morrer, mesmo sendo uma velha caquética e estando com um pé na cova, ainda continuou fazendo filmes e teatro, trabalhando em obras como O Gebo e a Sombra, seguindo o seu padrão de atuar em tranqueiras anônimas que menos de um terço de população mundial já assistiu ou sequer ouviu falar.

Morte[editar]

Jeanne Morreau aos 89 anos, em razão de morte morrida enquanto tomava um bronze na varanda de sua casa de praia, em Calais, na França.