João Alfredo

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Nota: Parte deste artigo foi escrito em língua nativa para maior compreensão. Se não entende, faça um curso de matutês.


Cquote1.png Nunca na história desse país houve uma cidade tão pequena Cquote2.png
Lula sobre João Alfredo
Cquote1.png Já bebi lá, o cão que botou pra eu beber Cquote2.png
Jeremias sobre João Alfredo

João Alfredo (no matutês: Jon Oufredo) é um inferno LGBTTTs, sendo considerada pelo IBGE como uma invisível cidade do interior de Pernambuco, fazendo parte da liga das 300.000 cidades pernambucanas com uma só rua. Em João Alfredo não se vive, sobrevive. Sua principal fonte de renda é o tráfico de drogas, por isso a "cidade" é tão feliz, tá todo mundo drogado meRmo, né?! Lúcifer, após de ser expulso do Céu, decidiu fundar uma Associação onde tudo fosse permitido, inclusive a homossexualidade. Daí decidiu se instalar em João Alfredo e perpetuar a sua espécie lá.

Nesta roça "cidade" a Segurança PúbRica é garantida, por falta do que roubar. Às vezes acontece de oR ladrão de Limoeiro assidentaRmente ir pará lá fugino da políça, porém com o tédio logo se mudam.

História[editar]

Pía, Esse é o fundadô de Jon Oufredo, ví?

A muuuitcho muuuitcho tempo atrás, ví?, o Barão de Jon Oufredo saiu de Entra Apulso, favela de Hell Cife, e foi andano em direção ao setchão. Pia, ele chegô numa cidade chamada Vila da Boa... Vila, vi? As primêira e únicas pessoa que ele encontrô lá foram as quengas sapienses, conecidas pur cobrar baratinho baratim, eles faziam uma festa de comemoração de alguma coisa, pois estavam muito felizes, vi?! Quando o Barão conseguiu estabelecer uma comunicação entendível entre esses seres, ficou admirado por tanta felicidade e resolveu apelidar a cidade de: cidade feliz. Ele trouxe um celular na mão. Quando o celular tocou, todos se espantarom com us baruím do bregueço. A Vila passou a se chamar João Alfredo. Essa história é contada para não assustar os idiotas as criancinhas um bando de retardados de 30 anos que moram em João Alfredo.

Geografia[editar]

Pra vósmecê chegá lá, ví?, é só abrir as potchera e os potchão de Limoeiro, ví?,cuidado com os gays dos toyoteiros que são capazes de te partir ao meio visse por conta de 'doi'real?! Cuspa na placa "cidade feliz" (na verdade, acho que essa placa desapareceu), (costume local) atravesse a avenidja ==> nao tem como não achar, só tem uma rua <== (Cuidado com as "galinhas", elas também são sapatonas, ví?! Bem, acho que são bi, sei lá, atualmente o desespero é tanto que elas estão pegando qualquer coisa), dobra a direitcha, e pega a esquedja, ví?! Pía: atravessa a serra e entra na casa de potchão baxo, onde tem uma lui vermeia piscano. Ví? Só num se assuste com o que ocê vai encontrar lá!

Economia[editar]

Jon Oufredo é uma cidade pubre, ou sedja, não tem du qui si sustentá. Dizem que é capital mundial da indústria moveleira (não noveleira, embora todos assistam novela por falta do que fazer a noite). É a indústria de fabricar mesas, bancos e outras coisas que ninguém dá importância enquanto tem.

Barríus[editar]

  • Catolé: Já dizia a tradição joão-alfredense: "Catolé, Catolé, Ninguém sabe onde é."
  • Asa Branca: O único lugar do mundo onde é possível encontrar urubus de Asas Brancas.
  • Serra Verde: Uma serra verde. É invisível, mas é verde.
  • Fazenda: Lugar onde tem bois e potcheras. E muitos gays.
  • Sitcho: Aldeia. (Fica perto de Catolé, onde realmente ninguém sabe onde é)
  • Rua: A rua em Jon Oufredo é a cidade inteira.
  • Av. Othamar lesgay: Único lugar do mundo onde gays e sapatas vivem em harmonia, apesar de suas diferenças...(alguns chegam a morar no mesmo barriu). É barriu porque nessa cidade só existe uma vila, pois só cabe ela. É semelhante a vila onde mora o Chaves.
  • Mato: Ponto de encontro de gays, lésbicas, travecos, zoofilos, e tudo que não presta; ou seja; a "cidade" inteira.

Cultura[editar]

A maior lenda da cidade explica o surgimento da AIDS, numa lorota que diz que e m meados de 132 a.C, os moradores de João Alfredo descobriram a orgia com a passagem de Hermanoteu por lá, eles ofereceram mary jey pra ele, como sinal de devoção e o levarao pro cruzeiro, onde cumeram ele com colher de sobremesa. Aí não prestou não, todos os habitantes dessa vila resolveram se reunir para treinar essa prática. Passando-se determidado tempo, a orgia já não tinha controle, nem tanta graça e resolveram incrementar o sexo utilizando animais, reuniram todas a suas galinhas, gatos, cachorros, vacas, macacos, cobras, muitas cobras,gansos, muitas cobras mesmo (...) Porém não imaginavam que um dentre aqueles seria o responsável por essa maldição, jutaram tdos os animais, treparu cum eles até o ano de 120 a.C... Os animais, cansados e frustrados de seram obrigados a satisfazer sexualmente, gays, putas, lesbicas, e o resto da população de João Alfredo (simpatizantes e emos), Resolveram se vingar inventando a AIDS. Foi nesse período que todos os habitantes de João Alfredo começaram a sentir os sintomas da AIDS. E o que aconteceu com os animais??? No dia seguinte resolveram se esconder na arca de Noé.

Idiomas[editar]

Devido ao altíssimo índice de analfabetismo, na cidade se fala o idioma matutês, com registros de uso do miguxês, Cabra-omês] e para alguns alfabetizados o português.

Vocábulos comuns:

  • Potcha =(Porta)
  • Potchão = (Portão)
  • Potchera = (Porteira)
  • Nói = (1ª pessoa do plural)
  • Ví? = "Visse?"
  • Pía = "Espia"
  • Moi = Muitos
  • Mundiça= Habitantes da cidade
  • Machu = (não existe naquela comunidade)
  • Femi = (idem)
  • Deus = (idem²)
  • Baitola = (gay)80% dos habitantes locais (os 20% restantes são lésbicas, raparigas bissexuais e emos)
  • LGBT = (é uma sigRa usada para designar um ser que não se adapta a nenhuma lei ou arranjo sexual definido pela mãe natureza)
  • Torá = (cortar) Obs: alguns homens toram

Turismo[editar]

Abaixo os únicos pontos turísticos da corrutela (ou a ausência deles):

  • Peda do Boi - Nunca ví nem subí, eu só ouvo falá.
  • Cachueira da Sororoca - Só da viado, num tem água o ano intero, só dá pra ir á pé, e tem que tê cuidado pá num melá os pé de mejha pelo camim. É munto frequentado pelos povo do situ, que num pode pagar moté im limuêro.
  • Barrêro de biu ferrera - Um criadô de musquito da dengui, e lugar pá trepá,cuidado cuns boi, poiquê a vaca voismicê já deve de tá é levanno.
  • Interro - Quando alguém morre é o mermo que festa!
  • Cruzeiro mermo que a morte, quando vocÊ conseguir chegar até lá, nao cai conseguir fazer mais nada. Isso se você conseguir!