Joaquim Felício

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Gnome-searchtool blue.png Joaquim Felício é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Esse artigo é um ponto turístico da cidade.

Sciences de la terre.svg.png
Cquote1.png É aqui que pediram uma pizza? Cquote2.png
Entregador de pizza de Joaquim Felício

Cquote1.png SIM! Foi aqui mesmo! Poderia entrar,por favor? Cquote2.png
Prefeito da cidade sobre a pizza
Cquote1.png Desculpe, mas o banheiro é muito pequeno para mim... Cquote2.png
Entregador sobre a prefeitura de Joaquim Felício

Joaquim Felício é uma cidade de Minas Gerais que fica no fim do mundo não mostrado no filme do "Piratas do Caribe". É em Joaquim Felício que é produzida a maior quantidade de esterco e cocô humano do mundo. Toda essa merda é convertida em músicas funks que são tocadas diariamente nas rádios de Belo Horizonte.

Assim a cidade se mantém em pé... Por enquanto até ele terem que vender os próprios corpos para aumentar o PIB.

Fundação[editar]

Joaquim Felício e seu monumento mais bem-conservado.

Quando dois fazendeiros malucos se mudaram para a região, começaram a plantar cana de açúcar para conseguirem abrir a primeira loja de "cocaína" do Paraguai de Minas Gerais. Sim, a cana de açúcar seria a cocaína disfarçada.

Dessa maneira, as pessoas visitavam as fazendas frequentemente, vendendo açúcar no lugar de cocaína, o lugar ciou grande o suficiente para pessoas começarem a virar consumidores fiéis e aos poucos criando uma humilde vila.

Os fazendeiros burgueses fundaram o primeiro banheiro da região em 1920. E nessa mesma época, deram o nome da cidade para "garganta do Cruzeiro". Quando viram que o nome não fazia o menor sentido, mudaram o nome mais uma vez, chamando "piroca de Minas". Mesmo assim estava muito macho para servir de nome para uma cidade de Minas Gerais. Aí mudaram o nome para Joaquim Felício, que era um "ilustríssimo" doutor da região e foi homenageado dessa maneira.

A cidade está tentando mudar o nome mais uma vez, só que ao contrário de antigamente, hoje existe uma maravilha chamada burocracia que faz você assinar vários documentos inúteis para vender um rim e trocar o nome da cidade.

Cidade[editar]

A cidade supostamente teria uma pizzaria. Mas quando um atentado terrorista feito por imigrantes ingleses aconteceu na cidade, nunca mais se ouviu falar de "massa italiana" na região, fazendo que surgisse até uma espécie de "chiclete" que em Minas se chama "pão de queijo".

A cidade não é um conglomerado, sendo assim, não se sabe onde termina e onde acaba. Só se sabe que é minúscula.

Outro problema da cidade é que 95% das pessoas vivem na zona rural. Mas se a maioria mora na zona rural, existe zona urbana em cidade de 4000 habitantes? Provavelmente não.

O único monumento histórico que sobrou de lá foi a única estação de trem construída em 1900 e Guaraná com Rolha que está caindo aos pedaços e é usado como abrigo para mendigos e humoristas refugiados como Rafinha Bastos.

Ver também[editar]