Jogos de aventura

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Jogos de aventura gosta de aventurar-se!

Este artigo é sobre alguém que vive perambulando por todo canto, fugindo de perigos com a adrenalina a flor da pele.

Faça como Jogos de aventura e saia se balançando nos cipós!
Indy2.jpg

Jogos de aventura (os adventure games) são definitivamente o gênero mais sem graça possível de jogos de videogame, onde nada acontece e tudo é sem graça, onde não é possível pular, socar inimigos, nem mesmo correr, só andar lentamente numa variedade ínfima de cenários fazendo as mesmas coisas e apreciando uma historinha bem água com açúcar. São jogos que sempre dispensam o foco no gameplay e não apresentam qualquer desafio de jogabilidade, inimgos para matar ou coisas realmente divertidas que deveriam ser um gameplay, só havendo foco na história, sendo sempre filmes interativos, que geralmente possuem roteiros similares a fanfics, tanto que jogos com história realmente boa e emocionante, ninguém considera jogo de aventura, como The Last of Us, enquanto joguinhos de história mela-cueca geralmente são enquadrados como jogos de aventura, como Life Is Strange.

Game design[editar]

Um típico cenário de adventure game, poluído e cheio de treco para coletar e pessoas para dialogar.

Um jogo de aventura é definido assim não pela presença necessariamente de alguma aventura (o que é irônico), mas pela ausência de ação (Portanto o jogo não pode ser considerado um ação-aventura). Os jogos de aventura possuem um foco em seu enredo, e a jogabilidade sempre consiste em apenas clicar nas coisas do cenário e interagir com as mesmas, pegando-as, abocanhando-as, falando com elas. Neste ponto percebemos que todo personagem desse tipo de jogo é autista, pois sempre estão falando sozinhos. Para tornar estes jogos bem fluentes, todos cenários desse tipo de jogo parecem uma favela, pois não há qualquer organização e os itens a serem coletados estão sempre por aí jogados, como frascos de detergente, latinhas, ripas de madeira, chicletes, pentes, pés-de-cabra, saleiros, vibradores, pintos de borracha, sacolas, playboy da Tiazinha, caveiras e todo lixo imaginável estão ali ao alcance para serem coletados e utilizados de alguma maneira bizarra.

Há sempre puzzles direcionados a crianças menores de 8 anos de idade que possuam déficit de atenção, pois é basicamente pegar alguma coisa do cenário para usar em outra coisa no cenário. Pessoas com QI abaixo de 10 geralmente ficam presos nesse tipo de jogo sem conseguir avançar e desistem.

Outro fator presente nesse tipo de jogo é a árvore de diálogo, onde a interação com os NPCs do jogo oferecem mais de uma opção de resposta diferente que pode influenciar no desenrolar do enredo. Este é definitivamente o grande aspecto que atrai o pequeno nicho de fãs do gênero de adventure games, pois é o mais próximo que o jogador solitário fã desse tipo de jogo chegará de uma interação social e as vezes até de um romance.

História[editar]

Os jogos de aventura surgiram como uma adaptação de gamebooks para computadores, os denominados "jogos de texto", que eram uma espécie de joguinho de RPG porém desprovidos de qualquer coisa divertida, apenas textos e mais textos, sendo o jogo pioneiro de 1970, o Colossal Cave Adventure, que quase nem pode ser considerado um jogo, mais parece apenas um código de MS-DOS esperando parta ser utilizado. O primeiro jogo mais ou menos decente foi o Mystery House, que na verdade ninguém tem paciência tem jogar se tiver alguma namorada(o)

Foi na década de 90 que a LucasArts dominou o mercado de adventure games, pois percebeu como esse tipo de jogo era imbecil, então decidiu colocar muito humor e se auto-escrachar. Assim vieram os primeiros point and click, um subg~enero de jogo de aventura onde o personagem fica parado num cenário e o jogador deve clicar nas coisas (bem retardado assim mesmo).

Todavia, nos anos 2000, com a chegada de jogos realmente divertidos, como God of War, The Legend of Zelda, Battlefield, Resident Evil 4, Uncharted e uma grande variedade de jogos com coisas realmente legais a se fazer, como explodir a cabeça dos outros, estripar os inimigos, pular de penhascos, implodir prédios, os jogos de aventura entraram num grande declínio e desapareceram completamente.

O gênero foi ressurgir somente em 2004 com a criação da empresa Telltale Games. As primeiras tentativas foram fracassos sem precedentes, e ainda não se sabe como uma empresa não faliu lançando porcarias como Telltale Texas Hold'em, Back to the Future: The Game e Jurassic Park: The Game. O único sucesso foi o jogo do The Walking Dead lançado só em 2012, então um monte de empresas decidiram lançar adventure games que mais parecem jogos indies. A Quantic Dream foi a única empresa que lançou alguns jogos de adventure que não parecessem indies, mas Heavy Rain e Beyond: Two Souls são mais sem graças do que o pior filme de romance em cartaz nos cinemas em semana de dia dos namorados.