John Jacob Astor IV

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John Jacob Astor IV (13 de julho de 1864 — 15 de abril de 1912) foi um cara podre de rico que possuía "mais hotéis e arranha-céus do que qualquer país subdesenvolvido junto", além de trocentas empresas de supositórios.

Mesmo assim, hoje em dia as pessoas só lembram de Astor como mais uma das vítimas da banheira furada conhecida como Titanic onde o indivíduo era o mais papudo entre os passageiros. Contudo, preferiu morrer do que abandonar o seu cofre cheio de bufunfa.

Juventude[editar]

Astor e seu sexy coador de sopa.

Era neto de John Jacob Astor, cuja fortuna oriunda do comércio de supositórios, tornou a família Astor uma das mais ricas (e também esnobes) dos Estados Fudidos. Na juventude, começou a gerenciar as propriedades de seu pai, gastando tudo com sexo, cachaça e muita putaria.

Em 1891, Astor casou-se com Ava Lowle Willing, uma patricinha gringa. O casal teve dois filhos: William Vincent Astor, (que parece muito com o leiteiro da família, o que muitos historiadores sugerem que Ava possa ter enfeitado a testa de Astor mas não passam de boatos) e Ava Alice Muriel Astor, uma guria retardada, que provavelmente foi adotada, já que Astor era broxa. Pouco tempo depois do casamento, Astor empreendeu a construção de grandes moteis e casas de diversões noturnas pelo território americano.

Guerra Hispano-Americana[editar]

Quando a Guerra Hispano-Americana começou, Astor foi convocado contra sua vontade para servir o exército americano. Como era muito magro, fraco e inútil, Astor ofereceu uma boa quantia em dinheiro para fornecer armamentos, filmes pornográficos e algumas pingas ao batalhão dos soldados cabeça de papel e assim, ele foi bastante protegido por eles, não se envolvendo em batalhas sangrentas, não fazendo porra nenhuma e voltando sem um arranhão. Ou você esperava que um rico morresse ou voltasse ferido depois de uma guerra?Nananinanão

Divórcio e segundo casamento[editar]

Astor pegando uma novinha e dando uma volta em seu luxuoso carro.

Astor e sua mulher viviam metendo chifres um no outro e como naquela época atrasada (não muito diferente de hoje) era um "escândalo" alguém se divorciar, logo o bilionário já estava casado com Madeleine Talmage Force, uma garota de programa de 18 anos (eles namoraram antes disso, então sim, Astor era pedófilo e gostava de pegar meninhos e meninhas). Casaram em 1911 e Ava, sua ex-esposa foi num centro de Macumba rogar uma praga para que Astor morresse num naufrágio de návio, por ser chamado de chifruda.

Agora como uma cachorra mais jovem e safada, Astor tomou um viagra na lua de mel e engravidou Madeleine. Como desejavam que o filho nascesse nos Estados Unidos, o casal reservou bilhetes para o novo transatlântico "inafundável", nada menos que RMS Titanic, um navio construído por Robson Crusoé, sendo que em abril de 1912, iria realizar a sua famosa viagem inaugural e causaria uma das cagadas mais lembradas da história, que renderia um punhado de filmes anos mais tarde, os quais são muito engraçados, porém tristes.

Dando uma voltinha no Titanic[editar]

Astor a bordo do Titanic prestes a dar até o último centavo de sua fortuna para o Tio Patinhas.

Astor embarcou com sua nova mulher, ocupando quartos de primeira classe, além de um valete, uma empregada, uma enfermeira e um ornitorrinco de estimação. Astor era o homem mais rico do navio e constantemente era alvo de ladrões, trombadinhas e ou membros do MST. Contudo, a segurança do navio o protegia de toda essa gentalha.

O que ninguém sabia, era que Astor, de alguma maneira, levava todo o seu dinheiro de sua fortuna pois no Titanic encontrava-se ninguém menos que o Tio Patinhas (que já era velho nessa época) o qual possuía um rubi caríssimo que havia comprado na Rússia (antes de virar União Soviética). Outros grandes ricos que pensavam em comprar o rubi eram o Sr. Burns e Donald Trump. Nessa época, o Tio Patinhas ainda não era o pato mais rico do mundo e rejeitou a proposta de John Jacob Astor.

No meio da viagem, o Titanic bateu num Iceberg onde tinha um zumbi que perseguia o velho pato sovina e Astor acabou caindo no mar gelado. Por sorte, jogaram um bote salva-vidas e ele conseguiu voltar. E assim, Astor ficou mais tranquilo quando disseram que o Titanic era inafundável e foi tirar um cochilo.

Astor!!! Cadê você, meu filho!!!

À medida que a noite progredia, o barco começava a afundar e logo todo mundo viu que aquela banheira velha iria mesmo naufragar. A esposa, a emprega, a enfermeira de Astor conseguiram se salvar, afinal, feministas tem prioridade nos naufrágios e também salvaram o ornitorrinco. Astor por sua vez, recusou-se a abandonar o navio enquanto não buscassem o seu cofre cheio de dinheiro com o qual pensava em comprar o rubi do Tio Patinhas, caso contrário, se sobrevivesse, iria a falência e teria que trabalhar de verdade (algo que nunca fez, por causa dos luxos da riqueza).

Como não estavam nem aí para Astor, as mulheres e o ornitorrinco escaparam. Se bem que, nem se ele quisesse conseguiria escapar por causa das terríveis armadilhas do feminismo. Astor foi visto pela última vez no navio fumando um vagalume com Adolf Hitler. Meia hora mais tarde, o navio era engolido pelo oceano, se partindo em dois (alguns poucos que sobreviveram, disseram que foi divertido e até engraçado). Astor foi visto vivo pela última vez por Lex Luthor, que lhe pediu carona em seu bote. Luthor disse que tudo bem, bastava ele lhe entregar o cofre com todo o dinheiro de Astor, o qual a princípio negou, mas depois cedeu com medo de virar comida de tubarão, o que ocorreu com Frederico, o comandante do navio, que agora descansa em pança. Astor aceitou (que burro, dá zero pra ele) e Luthor foi embora, mandado ele esperar ajuda, pois esse era um trabalho para o Superman.

Alguns dias depois, encontraram o corpo de Astor no Rio Tietê e o reconheceram pelo bigodão. Os brasileiros devolveram o corpo de Astor "estranhamente" sem suas roupas, seu relógio de ouro e uma quantia considerável de dinheiro que guardava em seus bolsos. Como Astor já estava congelado e fedendo (já que caiu no Rio Tietê) o governo americano decidiu deixá-lo em um freezer por toda a eternidade para exibi-lo num museu que serve de homenagem aos grandes naufrágios da história americana, assim como os clássicos acidentes aéreos realizados por Capitão Boing e John Mirolha. Sua família entrou em falência, suas empresas quebraram e seu último filho (John Jacob Astor VI, mas deveria ser V) virou um alcoólatra pior do que o pai.

Ver também[editar]