José Cid

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Cquote1.png Quem tá rindo agora, Zé? Cquote2.png
Bispo Macedo sobre José Cid

Cquote1.png No meu sotão tenho um retrato de José Cid ficando com mais cabelo... Cquote2.png
Oscar Wilde sobre José Cid
Cquote1.png Eu já me fiz umas favas com chouriço. Cquote2.png
José Cid sobre José Cid
Cquote1.png Na União Soviética, as favas com chouriço fazem VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre José Cid

Se você não sabe o que fazer, faça favas com chouriço, o meu prato favorito.

José Cid nascido (Vila Nova da Rabona, 32 de Fevereiro de 9876 a. C.) é, entre muitas outras coisas, um famoso cozinheiro português, tornado uma celebridade à escala mundial pela sua incrível receita de favas com chouriço. Também conhecido por "Elton John da Chamusca", Cid é um verdadeiro homem dos sete ofícios e um dos mais prolíficos cientistas do Mundo, tendo-se distinguido em áreas tão díspares como a meteorologia e o televangelismo. Uma das maiores descobertas cientícias de José Cid é o módulo capilar reutilizável, que ele enverga orgulhosamente na sua cabeça. Actualmente José Cid vive no seu castelo privado em Lisboa, um monumento famoso por ter sido construído em forma de José Cid gigante.

A sua vida e a sua obra, Ontem, Hoje e Amanhã[editar]

= Historiador[editar]

José Cid tirou o mestrado em História de Portugal na Universidade Do Hamburger em 1967, dissertando sobre o tema "A Lenda de El-Rei D.Sebastião". Poucos minutos depois doutorou-se, também em História de Portugal, com a tese denominada "Balada para D. Inês". Estes seus trabalhos são considerados os mais influentes textos de sempre da Humanidade, superando mesmo a Bíblia e a revista mensal do Chico Bento.


Jardinagem e Botânica[editar]

Farto das bocas que o acusavam de ser demasiado sexy para um historiador, José abandona o ensino universitário e vira as suas atenções para o cultivo de rosas. Em 1972 desenvolve um revolucionário método de cultivo em que a rosa não é criada num jardim e por isso fica mais bonita. Esta sua invenção deu-lhe ainda mais fama e fortuna, tornando-o no homem mais rico de Portugal. Claro que, em 1972 o homem mais rico de Portugal mal tinha dinheiro para comprar um pão com queijo (a manteiga ainda não tinha sido inventada). Desiludido por não ter dinheiro para mandar cantar um cego, José disfarça-se de cego e começa a cantar, dois hobbies que ainda hoje pratica.
O Castelo de José, numa colina de Lisboa

o Zé tem como seguidor um artista de karaokê natural do Porto, seu nome Pedro Abrunho Sa, que tenta imitar o zé nos seus concertos... e tornou-se o seu fã número um, passando a usar óculos de noite e de dia... numa entrevista recente à emissora "norte inkulto" abrunhosa afirma que "...só existiram mais dois vultos na musica mundial com semelhanças ao José Cid, foi o Ray Charles e o Stevie Wonder..."

este artista inclusive tem uma canção muito conhecida que dedicou a Ray Charles antes deste morrer, chama-se "eu estou aqui..."

O Cozinheiro-Mais-Famoso-Do-Mundo[editar]

No fim da década de setenta José tem a ideia que lhe garantirá a imortalidade (imortalidade essa que por esta altura era já muito provável por causa do seu trabalho anterior): a sua esposa telefona-lhe uma tarde, às cinco e meia em ponto, dizendo que não sabe viver sem ele e não sabe o que fazer. José, sem pestanejar responde-lhe para ela fazer favas com chouriço, o seu prato favorito. A partir deste momento o Mundo mudou irreversivelmente e as favas com chouriço enlatadas da marca "José Cid" vendem cem mil milhões de triliões de unidades. José parte pelos cinco continentes dando palestras sobre como um prato de favas com chouriço é a chave para a felicidade eterna. A sua mulher, a verdadeira cozinheira do famoso prato, cai no esquecimento (como é que é mesmo o nome dela?) e despeitada por isso, divorcia-se de José. Para tentar salvar o casamento José ainda manda despejar um camião com seis toneladas de favas com chouriço na casa da esposa, mas Maria (seria Maria? ou Vânia?) nunca mais é vista e a relação acaba.


Metereologista em Nova Iorque[editar]

Desiludido com o fim da sua relação com Telma (Sara? Joana?) José ruma aos Estados Unidos no início da década de oitenta onde se torna metereologista. Portugal segue apaixonado os seus relatos de neve constante em Nova Iorque enquanto sofre a maior seca de sempre, pois fez sol em Portugal durante 10 anos seguidos.


O regresso a Portugal, música e sofrimento[editar]

Depois da dura recuperação nos Estados Unidos, José Cid regressa ao país que o viu nascer onde mais uma vez muda de profissão. Por esta altura os discos que José havia gravado como hobby eram conhecidos do grande público mas nunca lhe deram sucesso comparável ao que teve nas suas outras ocupações. À questão feita por um jornalista musical "José, quando é que você faz uma música que não seja uma merda?" José, irritado, responde com "No Dia Em que o Rei Faz Anos", uma música baseada na sua larga experiência em Aniversariologia Real. Embora este tema tenha sido o seu maior sucesso musical, foi no entanto um sucesso modesto, o público português não gostou de ver um homem da ciência associado ao mundo do espectáculo.
Ground Control to Major Cid


Astronauta e viajante no tempo[editar]

Frustrado com a morna recepção ao seu disco, Cid decide ser astronauta e viajante no tempo, algo aparentemente impossível para um ser humano normal. Mas José Cid não é um ser humano normal. A sua maior viagem foi quando visitou a zona entre Vénus e Marte no ano 11.982, dez mil anos no futuro. Regressa ao presente, e, como no futuro tinha anotado todos os números que vão sair no Totoloto, Totobola e Euro-Milhões, acumula uma imensa fortuna com a qual constrói em Lisboa um castelo em forma de José Cid gigante. Todas as semanas é ele que ganha esses sorteios, e quando ninguém ganha e há Jackpot é só porque ou ele se esqueceu de jogar ou está só no gozo a dar esperanças aos outros jogadores.


Televangelista[editar]

Fazendo uma mudança de rumo de 540 graus, José mais uma vez tenta um novo desafio, desta vez com um programa na televisão de inspiração católica, onde exorta os portugueses a amarem como Jesus Cristo amou e cenas assim. Portugal inteiro rende-se a Cid e a Jesus, transformando-se no único país do mundo com maior percentagem de católicos na população que o Vaticano. O Papa beatifica José, George Michael compra casa em Cascais e funda o José Cidismo, uma religião que segue os ensinamentos de Cid sobre Cristo.
José na bruma africana

Especialista em Macacologia[editar]

Realizado em todas as áreas profissionais que tentara, José entra em depressão e ruma a África onde estuda a vida dos macacos selvagens do Bornéu. Entre os macacologistas académicos ficou lendário o seu estudo sobre gosto dos macacos por bananas. Passa 5 anos na bruma com Jane Goodall mas, ao conhecer Sigourney Weaver apaixona-se e volta com ela para a Europa. Mais tarde dirá a Sigourney que gosta dela tanto quanto o macaco gosta de banana, mas infelizmente Sigourney conhecia mesmo um gajo chamado Macaco que ironicamente odiava bananas, e pensando que José a odeia, abandona-o.

José Cid todo sexy

Arrasado pelo desgosto amoroso, José Cid refugia-se debaixo da sua cama, onde havia previamente escondido um cacho de bananas. Questionado por seus pais onde estavam as bananas, Cid responde "Comi", mas com o eco soou "Comi, comi". Imediatamente, Cid reconhece na expressão um excelente verso para uma canção. Novo sucesso estava a um pequeno passo, a editora adorou, os fãs adoraram e José Cid inicia a tourné internacional "Hairy Monkey on Tour", aumentando a sua conta bancária em dois milhões de bananas e conquistando estupefacção e incredulidade em todo a comunidade musical. Nesse mesmo ano, José Cid ganha um Grammy na categoria "Melhores canções envolvendo macacos que gostam de bananas".

Alertado para tamanha novidade de macacos gostarem de bananas, o governo do Equador resolve exportá-las para zoológicos do mundo inteiro, o que impulsiona o PIB do país para níveis estratosféricos de meia bananeira per capita. Em gratidão e reconhecimento, as autoridades do Equador distinguem Cid com a Grã-Cruz da Ordem Chiquita.

Volta a Lisboa, felicidade enfim[editar]

José estabelece-se de novo em Lisboa onde se torna mecenas de bandas musicais de Rock Progressivo. Entusiasmado com o seu novo projecto músico-político, encontra novamente a felicidade nos braços de Elsa Raposo que se torna sua esposa fiel. Hoje em dia vivem os dois no seu castelo, e ambos lutam pelo progresso do Rock Progressivo. O Rock Progressivo defendido por José é tão Progressivo, tão Progressivo que defende ao casamento entre homossexuais e a legalização das drogas duras.

A mais famosa canção de José Cid[editar]

Vá lá, são sete e meia, amor
E tens de ir trabalhar
Acordas-me com um beijo
E um sorriso no olhar
E levantas-me da cama
Depois tiras-me o pijama
Faço a barba e dá na rádio
O Zé Cid a cantar

Apanho um autocarro
Vou a pensar em ti
Que levas os miúdos
Ao Jardim Infantil
Chego à repartição
Dou um beijo no escrivão
E nem toco a secretária
Que é tão boa...

Refrão
A Pouco e Pouco
Se constrói um grande amor
De coisas tão pequenas e banais
Basta um sorriso
Um simples olhar
Um modo de amar a dois
Um modo de amar a dois

E às cinco e meia em ponto
Telefonas-me a dizer
"Não sei viver sem ti amor não sei o que fazer"
"Faz-me favas com chouriço
O meu prato favorito"
Quando chego para jantar
Quase nem acredito

Vestiste-te de branco
Uma flor nos cabelos
Os miúdos na cama
E acendeste a fogueira
Vou ficar a vida inteira
A viver desta maneira
Eu e tu, Tu e eu
E tu e eu e tu

Refrão (2x)

Outras Canções de José Cid[editar]

  • A Rosa Que Te Dei
  • No Dia Em Que O Rei Fez Anos
  • Como o Macaco Gosta de Banana
  • O Meu Piano ( Podes Me Ver No Meu Piano... )

Ligações externas[editar]