José Porras

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar
Feio002.jpg Este artigo é sobre algo ou alguém com falta de beleza!

Não nos responsabilizaremos por qualquer dano em sua visão ou vontade de continuar a viver.
Pode conter imagens perturbadoras de pessoas ou lugares feios.

PQP.gif Este artigo é IMORAL!

Você deve estar achando que este artigo é uma afronta, uma pouca vergonha, uma baixaria... FODA-SE!!! Vai fazer algo que preste e não foda minha paciência!!

José Espermas
José Porras.jpg
Foto 3x4 da identidade
Apelidos Porrinhas
Nascimento 8 de Novembro de 1970
Alajuela
Nacionalidade Bandeira da Costa Rica Costa Rica
Altura 1,84
Peso Perdeu uns dois quilos depois da gloriosa da madrugada
Posição Goleiro-linha
Tem dois
Clubes Carmelita
Estilo de Jogo Sair do gol de uma maneira gozada
Gols Ele é o caralho de um goleiro, não faz gol, mas toma um monte

Cquote1.svg PORRAS, PORRAS! Cquote2.svg
Treinador após vê-lo fazer alguma cagada
Cquote1.svg O “Pórras” Cquote2.svg
Locutores brasileiros pronunciando o nome desse goleiro
Cquote1.svg O “Pourrês” Cquote2.svg
Alex Escobar pronunciando o nome desse goleiro
Cquote1.svg É Porras, Porras! Cquote2.svg
Rock Bola na Copa de 2006 defendendo o goleiro por não ter o nome pronunciado corretamente pelos locutores com medo da mesquinha Sociedade Conservadora
Cquote1.svg Tamo junto! Cquote2.svg
Lauri Porra sobre José Porras
Cquote1.svg Ah, vá a merda, Porras! Cquote2.svg
Luiz Carlos Alborghetti após a eliminação da Costa Rica da Copa de 2006
Cquote1.svg É feio, mas, tá valendo! Cquote2.svg
Maria Chuteira sobre José Porras
Cquote1.svg Faz jus ao sobrenome! Cquote2.svg
Você sobre a feiúra da Porras do Porras

JOSÉ FRANCISCO PORRAS HIDALGO, ou só JOSÉ PORRAS, é um ex-jogador nascido em 8 de novembro de 1970, em Alajuela, lá na Costa Rica, é o grande fundador do Santíssimo Quarteto Dos Boleiros Derrubadores de Locutores Brasileiros, junto com o marrento argentino Milton Caraglio, o carcamano italiano Salvatore Bocchetti e aquele que é seu sucessor, o cara que vai honrar seu legado, até porque tratar-se-á de goleiros: o polonês Lukasz Merda, que fazem com que hajam muitas demissões na nossa imprensa, e ainda lançando a unidade feminina, com as espanholas Ana Buceta e Veronica Boquete. Chegou a ser sondado pra jogar em times no Brasil, mas, a mídia, liderada pela Rede Globo, vetou sua entrada aqui, assim, não podendo jogar o Brasileirão.

Infância de Porras[editar]

A história de Porras começa quando as Porras do pai do Porras, o Sr. Porrão, um homem influente no ramo de bancos de esperma, entram na mulher dele, a dona Porrona, sua ex-secretária, após uma noite sórdida de sexo animal e escatológico, e, depois de 9 meses, ele nasce, já causando constrangimento na sociedade por causa do sobrenome e o brasão mais renegado da Costa Rica, sempre por causa dos retardados da seita criminal chamada Sociedade Conservadora, mas, ainda sim, seu jeitinho de ser fez com que ele ganhasse muitos amigos, mas, estava condenado a uma vida de raiva e preconceito por causa de seu nome. Então, um colega lhe mostra narração do Galvão Bueno, do GP da África do Sul de 1983, e, viu um nicho naquilo ao perceber que era muito fácil zoá-lo: começa a sonhar em ser piloto, só pra sacanear o Galvão, tocando o terror de forma bem simples e nada intimidadora, mas, seus sonhos acabam, já que existia menos que nada sobre Automobilismo no país, e a família não tinha tanto dinheiro pra sair do país e ir a um grande pólo no esporte pra bancar seu sonho, o deixando desolado, e tendo que aceitar a vidinha de merda que ele já admitiu viver. Só que a vida, a caixinha de surpresas que é, o surpreende: um brasileiro que passava férias no país a procura do pai dele, pra fazer uma parceria com ele no ramo de bancos de esperma, sabe de sua história e vai procurá-lo, e fala que Galvão não narra só corridas, mas também, futebol, um esporte mais acessível, e isso dá um novo ânimo a ele, e, como ele já jogava futebol com os colegas, era só se trancar numa escolinha e ir jogando até ter uma chance de jogar na Copa Alajuela de Fútbol Júnior e dali ir pro time profissional.

Carreira de Porras[editar]

Porras no pau (sem duplo sentido)
Fazendo o dele e mostrando que não é só mais um sobrenome polêmico

Como ele frangou na final da Copa Alajuela de Fútbol Júnior e, com a população usando isso pra pedir que a prefeitura expulsasse sua família da cidade. Eles estavam desabrigados, e cogitavam entrar nos Esteites a nado, assim como todos os imigrantes desesperados espertinhos, mas, enquanto cursavam natação pra conseguirem fazer o percurso, ganham uma 2ª chance na vida após um homem de Heredia leva o Porras ao Herediano pra finalmente poder iniciar a carreira numa cidade que não tinha preconceitos, era ao contrário: são os preconceituosos que apanham por lá do nada, onde, em 4 anos fez o dele e sobrevivendo, mas, durando pouco por lá. Só uns 4 anos. Assim, ounindo o sino pequenino, sino de Belém, vai pro Belen, onde durou menos ainda. Ele só queria uma chance de terseu trabalho reconhecido no mundo pra sacanear o Galvão Bueno na narração dos seus jogos, mas, tava brabo arranjar espaço num time grande, e dali pra seleção pra, enfim chegar a uma copa e ao futebol brasileiro.

Um jogador muito popular entre as crianças

Seu próximo time foi o Puntarenas, um time numa bela cidade, uma nova vida e seguindo o caminho ao seu sonho, mas, sua vida lá durou muito pouco: após um jogo onde ele tropeçou e caiu na boca de um rival, o locutor manda um sensacional: Cquote1.svg E Porras cai na boca do jogador Cquote2.svg, causando sua demissão imediata do canal, e, pra não ficar falido e afundado em dívidas, resolve montar um grupo de extermínio, que, pra trabalho de demonstração e divulgação pra mídia, resolve iniciar as atividades com a família do jogador, mas eles conseguiram fugir e a credibilidade do grupo passa a ser questionada, mas, pelo menos ele ficou famoso com o seu trabalho. Após ser reconhecido, o governador de Alajuela, vendo que a cidade precisava de ídolos, perdoa a família dele e investe na volta dele pra cidade, mas, pra jogar no Primo Pobre já que ele era persona non grata no Alajuelense, por causa do seu desempenho na “La Copita”, então, vai jogar no Carmelita, e no seu estádio com a incomensurável capacidade de 2000 pessoas, e também iniciando um revezamento infinito com o Saprissa, o único time famoso de lá, onde, na sua 2ª passagem por lá, após uma 2ª passagem pelo Carmelita (entendeu? Nem eu!), conseguiu ser convocado pra Seleção, e justamente pra jogar na Copa América, ou seja, certeza de Brasil e Galvão a tiracolo, mas, a campanha foi tão vergonhosa que eles nem conseguiram enfrentar a seleção brasileira, mas, pelo menos ele virou jogador de seleção. Em 2005, já começando a ficar velho, lidera o Saprissa pra ir ao Mundial de Clubes no Japão, onde foi muito bem, só ficando atrás de Bambis e dos Beatles, ganhando o respeito de humoristas radialistas cariocas e fica mundialmente conhecido como “O Goleiro Gozado”, ao contrário de jogadores normais, que são famosos jovens e anônimos em fim de carreira, com ele foi ao contrário. Em 2006, ele finalmente vai a uma copa do Mundo, na Alemanha. Certeza de comer muito salsichão, chucrutes e fraüleins, e finalmente realiza seu sonho de jogar num jogo narrado pelo Galvão. E ainda por cima o de abertura, ou seja, 100% de chance de ele narrar o jogo, pra festa de Alajuela, onde ele é ídolo. O dia do jogo chegou, o telão tava ligado na Globo e, era só ver o boleiro sacanear.

Ele não falava Porras, ele pronunciava “Póras”, pra desespero do país, e pra piorar, o goleiro sofreu boicote da imprensa brasileira por motivos óbvios, os repórteres brasileiros que lá estava descobriram e deram o furo (sem duplo sentido) de reportagem que anunciava o suicídio do pai dele, a carta dizia que ele estava enojado da imprensa brasileira e muito triste com o “carinho” que o jogador recebia no país do futebol, e, só não rolou guerra porque os presidentes dos países eram amigos e sempre se encontravam pra beber no litoral do país. Sem sucesso na missão de trollar os tupiniquins, ele foi levando a vida até surgir um novo goleiro que honrasse sua luta e seu legado, e viu em Lukasz Merda a esperança de ferrar a imprensa brasileira nas narrações. Fim de missão e de carreira. Atualmente, ele lidera uma ONG que ajuda esportistas com nomes controversos a não se sentirem mal por serem boicotados pela Imprensa por causa de seus sobrenomes, é o CEO dos bancos de esperma geridos pelo seu pai no passado e tem contatos com Lauri Porra, do Stratovarius, pra fazer com que a banda toque e monte escolas de música em Alajuela, iniciando uma parceria onde ele, em troca, vai ensinar jovens boleiros finlandeses a jogarem futebol, montando escolinhas pela Finlândia.