José de Alencar

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Ladraompce.jpg José de Alencar é um ladrão.

Este artigo é sobre alguém em que votamos de 4 em 4 anos.
Se ele ainda não lhe roubou, vai roubar.

Guarde bem sua carteira antes de ler este artigo.

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BandeiradoCeará.jpg EITA PAU!

Pense num artigo mó limpeza, que vêi de jegue diretin do Ceará, bixin. Se tu frescá cum ele, maxo véi, o Beco da poeira tôdin vai arrombá o teu boga, seu fí de quenga!

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MONTEIRÃO .jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficou boa quando morreu de tuberculose.

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Cquote1.png Com ele eu aprendi a tudo sobre ser um bom politico. Cquote2.png
Fernando Henrique Cardoso sobre José de Alencar

Cquote1.png Eu também, bom nem tanto. Cquote2.png
Lula sobre citação acima

José de Alencar é mais um desses políticos filósofos e jornalistas da era antiga do Brasil, ou seja, era um ladrão esperto.

Vida e obra[editar]

O próprio, em carne, osso e barba.
Após entrar na política, José de Alencar perdeu os cabelos, mas continuou com a sua característica barba.

Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza antes da porradaria entre eles para se fundirem em um só. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846 e de ladronização political (sim existia essa escola no passado para quem desejava ser um bom político na era imperial). Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance com muita sacanagem u não, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros, óbvio.

José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista, com direito até existir putas e cornos em suas histórias: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade pra foder com todas as indias em sua tribo.

Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 ingressou na política, como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império para sempre). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. Mas antes em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda, pois era necessário ter no minimo uns 50 anos para ocupar esses cargos de velhacos da zeelite.

O seu fim[editar]

Em 1872 se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca totalmente confirmada, seria na verdade filho de Machado de Assis após um exame de DNA no Ratinho (ou não), dando respaldo para o romance Dom Casmurro. Viajou para a Europa em 1877, para tentar um tratamento médico, porém não teve sucesso, se fudendo com isso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza em que a família Alencar vivia, pois como um político das antigas, a riqueza era apenas para quem trabalhva e o resto que se foda.

Ver também[editar]