Juan Domingo Perón

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Hitler1.jpg ESTE ARTIGO TRATA DE REPRESSÃO E DITADURA

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Google sobre Juan Domingo Perón

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Google sobre Juan Domingo Perón
Cquote1.png Perón, Perón, que grande sos! Cquote2.png
Evita Perón sobre certas qualidades do marido
Cquote1.png Era um presidente amplamente apoiado pelas massas, mesmo roubando um monte. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Juan Domingo Perón
Cquote1.png Don't cry for mi Juancitoooo! Cquote2.png
Eva Perón sobre o dia em que chifrou Juan Domingo Perón

Juan Plácido Domingo Perón é um ex-ditador presidente argentino, que governou o país em trocentas oportunidades, e que se tornou conhecido pelo seu carisma, e, sobretudo, por ter sido casado com a Madonna Evita Perón, linda senhorita e pulsante ativista sexual social.

Infância e adolescência[editar]

Juan nasceu na cidade argentina de Colonia Bicha, em 1895. Nos primeiros anos de vida, agia como uma criança comum, brincando, jogando bola, divertindo-se sadiamente com os primos, entre outras atividades infantis corriqueiras. Porém, logo ao ingressar no ensino fundamental, comprovou ser um excelente orador, possuindo um grande poder de persuasão. Dessa forma, conseguia muitas coisas com os coleguinhas, como lanches na hora do recreio, vantagens nas brincadeiras, o direito de escolher os times no futebol, colas durante as provas, e outro tipo de cola das coleguinhas.

Perón e uma puta sua esposa.

Já no ensino médio, engajou-se fortemente na militância estudantil. Em 1918, participou do movimento universitário em Córdoba, que garantiu a independência e a gratuidade nas universidades públicas, mesmo com o fato de ter ido até lá apenas pelo vinho Contudo, neste mesmo ano, viu-se obrigado à ingressar nas fileiras militares.

Vida militar e início na política[editar]

No exército, Perón ascendeu meteoricamente. Em apenas cinco anos de caserna, já era um general. Em 1930, fez parte do grupo de viados que derrubou, através de um golpe, o presidente Hypólito Yrigoyen, dando início à chamada Década Infame na Argentina. Contudo, por ser ainda muito jovem, é deixado de fora da cúpula governamental. Ao passar dos anos, foi crescendo perante a opinião pública, mas ainda não era capaz de ascender à presidência. Notou que lhe faltava algo, a fim de lhe dar uma sólida imagem de líder de massas. Certo dia, em um de seus costumeiros passeios aos bordéis de La Recoleta, Juan viu uma bela loira se esfregando com qualquer um perambulando por ali, e resolve aproximar-se. Aquela moça chamava-se Madonna Maria Eva Duarte, que, depois de alguns milhares de pesos e meses depois, viria a se tornar Evita Perón, a amada esposa e bondosa primeira-dama dos argentinos.

Presidência[editar]

Em 1945, finalmente Perón consegue chegar à presidência. Como a sua velha e esclerosada professora de História já deve ter dito umas cinquenta vezes, e você não ouviu porque estava ocupado no banheiro, a gestão peronista assumiu caráter populista, ou seja, paga-pau de pobre. Porém, todos os atos do primeiro governo podem ser resumidos à simpatia doentia da primeira-dama, que passava os dias pegando crianças ranhentas no colo, desfilar em um trem pelas cidades argentinas e cantar e dançar na Casa Rosada, até morrer de cansaço.

Perón, dando um autógrafo para Getúlio Vargas.

Em 1952, havia sido reeleito, porém, em 1955, sentiu o gosto do próprio veneno: um golpe militar o derruba. Após passar alguns anos pescando e bebendo, o general decide que precisa voltar à vida pública para ganhar mais dinheiro, pois sente que o seu povo está clamando por ele. Antes disso, Juan, que estava solteirão, mas ainda tinha fogo (ou não), decide casar-se de novo, com Isabela Martínez, uma moça do interior portenho, que seduz o velho presidente. Casados, em 1973, ele disputa novamente as eleições e vence. Contudo, não consegue nem esquentar o sillón de Rivadavia, morrendo, em 1974.

Primeira noite de amor entre Perón e Evita...

As causas do falecimento são desconhecidas. Uma das explicações diz que o velho Perón, riverplatense doente, resolveu ir assistir um joguinho do seu time do coração, e, logicamente, ficou decepcionado com o que viu e não resistiu. Outra, mais paupável, aponta pura e simplesmente para as dificuldades inerentes da idade avançada, em termos sexuais. Dizem as más línguas que Isabelita era deveras fogosa e instável, e isso realmente faz sentido, dada a quantidade de desequilíbrios hormonais demostrados por ela quando assumiu o cargo deixado pelo marido, perdido, em 1976, no milésimo quinto golpe militar ocorrido no país.

Influência doentia de Perón na atualidade[editar]

Mesmo morto há mais de trinta anos, Perón segue norteando as merdas as decisões e condutas políticas na Argentina. O Partido Justicialista, versão hermana do PMDB, congrega gente de todas as correntes de pensamento geralmente voltado para o arrombo dos cofres públicos político. Enfim, o chamado peronismo bomba no cenário eleitoral argentino. Cristina Kirchner, atual presidente, se diz peronista, muito embora siga mais fielmente a filosofia de vida da Victoria's Secret do que qualquer outra coisa.

Ver também[editar]

Precedido por
Edelmiro Julián Farrell
MenemMaradona.jpg
Parasita na Casa Rosada

1946 - 1955
Sucedido por
José Domingo Molina Gómez
Precedido por
Raúl Alberto Lastiri
MenemMaradona.jpg
Parasita na Casa Rosada

1973 - 1974
Sucedido por
Isabelita Perón