Jurema (quadrinhos)

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Jurema (ou Juju) em uma visita a cidade!

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Jurema sobre Papa-Capim

Apresentação[editar]

Filha de algum índio com alguma outra índia (ou não), Jurema é a curumim principal (se não a única curumim mulher da tribo, haja visto que não se vê mais nenhuma naquelas bandas) do grupo de personagens secundários das histórias da Turma do Papa-Capim, uma turminha da pesada, que arranja altas confusões dentro de uma floresta para fazer rir o caro leitos dos quadrinhos, em confusões que até Deus duvida. Nascida de parto normal, assim como todos os índios (ou você acha que índio também faz cesariana e passa por um pré-natal?), por incrível que pareça, é filha única, morando em uma oca humilde, mais muito confortável, junto com os seus pais e um macaquinho de estimação sem nenhum nome, haja visto que ele é imaginário e coisas imaginárias "non eczistem" e, por isso, não há nenhum nome bem definido. Como uma mulher comum, sempre é vítima em todas as historinha das Turma do Papa-Capim, sendo que, na maioria das vezes, o seu salvamento sempre tem que ser feito pelo próprio protagonista Come-Mato Papa-Capim.

Jurema Perfil[editar]

Jurema, um amor de pessoa!

Dona de um temperamento histérico frágil e muito sensível, Jurema sempre foi um amor de pessoa desde os primódios de sua vidinha de merda, assim como todo índio pelo menos deveria ser em todo o seu âmbito de pureza que os iluministas chamavam de "bom selvagem" ou coisa do tipo, não estudo história há muito tempo. Protetora da mata e de todos os bichos que lá habitam, ama cada um de um modo diferente, mas não que isso tenha haver com zoofilia ou algo parecido, falo em amor de cuidados e carinhos especiais (ou não, aquela carinha de tonta pode enganar muita gente). Dentre todos os animais que mais ama e gosta de molestar brincar está o índio Papa-Capim, um simples curumim que nada tem de especial (não voa, não sabe nadar direito e, muito menos, é um bom caçador), mas que conseguiu fazer o coração da indiazinha bater mais forte. Apesar de nunca ter aparecido uma cena explícita do relacionamento de ambos, pode-se deduzir que o amor que um sente pelo outro é correspondido, ou será que estou enganado?

Apesar de gostar de frequentar a contra-gosto a Tribo do Rio, Jurema não é totalmente excelente feliz, pois está sempre esperançosa de que, um dia, sua aldeia se modernize tanto quanto a cidade é moderna, com suas luzes, e o caralho a quatro. Vários episódios (quando davam a oportunidade da garota aparecer) já mostraram a sua indignação com relação à Idade da Pedra em que a sua tribo vive, enquanto a sociedade dos caraíbas está sempre afrente de tudo. Durante uma visita de brancos à tribo, acabou ganhando de presente de um deles um velho e antiquado walkman (sim, ela ganhou essa jeringonça do tempo da minha avó de presente). Maravilhada com toda aquela tecnologia (WTF?), ficou imaginando como é que seriam as coisas se tudo alí pela vila fosse tão high tech quanto aquela caixinha falante. Papa-Capim, mais tradicionalista e apegado à terra, não gostou porra nenhuma nenhum pouco do fato dela estar sendo chantageada tecnologicamente pelo homem branco, pois, assim, é mais um índio que deixa os seus costumes para seguir a uma "outra tribo".

Papa x Juju[editar]

Jurema no dia em que resolveu lutar de verdade contra o homem branco opressor.

Assim como muitos personagens que acabam esquecidos com o tempo pela sua extrema falta de importância na trama uso em alguns gibis (em suma, uma verdadeira geladeira dos quadrinhos, que é bem pior do que a geladeira dos artistas da Globo), Jurema sofre com uma grave crise de identidade, haja visto que, dependendo do autor dos episódios da Turma do Papa-Capim, ela pode acabar tendo o seu nome alterado a qualquer momento (sabe como é, com o tempo todo mundo esquece as coisas), podendo variar desde Jurema até Jaci (sim, o mesmo nome da Deusa da Lua Greco-Romana dos índios). Por esses "causos", não é de me surpreender que ela esteja sempre magoada e chorando pelos cantos. Usando somente uma arazóia saia coberta de penas e o cabelo no mesmo formato do da Princesa Leia, foi desse modo que Jurema (que é o seu nome correto) acabou conquistando o índio mais preocupado com o nome meio ambiente do que o Robô Ed, sendo que, quanto mais ela tenta se libertar das correntes que a prendem a sua tribo jurássica, mais Papa-Capim a assegura para que ela não se afaste dalí, botando medo na menina.

Sempre tentando passar a ideia de que o homem que comanda tudo sendo que é verdade mesmo (como exemplo de um total machista), Papa-Capim avisa para ela dos perigos que ela corre ao tentar propagar ideias dos homens brancos, ou mesmo de se chegar perto deles. Jurema, porém, é mais abusada ousada, não se importando e sempre tendo mais curiosidades do que todos (talvez por isso seja mais inteligente do que qualquer curumim da sua idade). Sabendo que quem se pinta em sua tribo são somente os homens, ela enfim conheceu um dia uma caraíba que lhe mostrou que, no mundo dos citadinos, quem se pinta são as mulheres, para ficar mais bonitas e atraentes para os machos de sua cidade. Aproveitando-se da curiosidade da garota, a mulher a pinta toda, passando desde um simples batom até um blush. Jurema fica bem mais gostosinha, recebendo um destaque maior do que qualquer uma da tribo. Ao vê-la daquele modo, Papa quase tem um treco (ui!), dizendo que ela estava burlando as regras da tribo, em que somente homens podem se pintar. Sempre educada, ela pede gentilmente que ele tome Noku, pois o que ela somente queria era se pintar como uma caraíba e nada demais (bem feito pra ele).

Ver também[editar]