Juripiranga

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Essi artigo é cabra macho!

Aqui si fala com sutaque nordestino, si toma cachaça, si come rapadura e se podi ti furar com pexêra si tu pensá em futucá ele, visse?

Note: não se avexe em por mais coisa nessa muléstia.

Nordeste do Brasil1.png
Juripiranga Geena Serrinha
Cariris.jpg
Bandeira
45 vou votar 45...
Hino "Cuidado com as coisa"
Local Paraiba Pernambuco do Norte
Idioma Mistura de Japonês, com Tupi e Coreano.
Geografia
Clima O pior possível
Locais de referência Açudes do São Gonçalo, o Riacho que vem de Ibiranga e a Praça da priquita Cidade.
Economia Um Engenho de cana pernambucano que rege a economia da cidade, e meeiros.
Produtos exportados Escravos Auxilares de Serviços Gerais e chapéus de palha.
Política
Governo
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PSDB
Atual prefeito
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Não interessa.
Vice-prefeito
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Idem.
Mídia
Cidadãos ilustres
Crystal Clear action bookmark.svg.png
Érrr... Aaaah sim! Cidadãos ilustres...
Esporte símbolo Arremesso de pedra nos transeuntes e forasteiros, e correr dos vigias dos canaviais da Usina.
Santo local O povo se lixa pra isso...

Cquote1.png Você quis dizer: lugar nenhum? Cquote2.png
Google sobre google
Cquote1.png Menino não invoca os caboclos dentro de casa! Cquote2.png
Tua mãe sobre Juripiranga
Cquote1.png Não é um lugar que fica onde o vento faz a curva? Yo no lo conozco, señor Cquote2.png
Pica-Pau sobre Juripiranga

Prefácio[editar]

A história do município se divide em três períodos: O Período Feudal, a República Velha e a Idade Contemporânea. Você, caro noob, lerá sobre muitas coisas, e perguntará: “Poxa! Como aconteceu tudo isso na época do Brasil colônia, no império, e república velha, e nem o governo português, nem o imperial e nem o republicano interferiram?” É fácil, amigo: eles nunca souberam da existência desses ermos, e quem vivia por aqui era independente, era o Acre do Brasil nessas épocas. Essas localidades só foram descobertas graças aos satélites modernos.

’’’Guerras, fomes e pestes: A Era Feudal Serrinhense’’’[editar]

Em fins do século XVIII uma máfia uns clãs de coronéis vieram duma região denominada sertão Paraibano e aqui se instalaram. Logo organizaram uma caçada aos Índios, escravizando os machos e os pondo para as lavouras de algodão, jurubeba e mandacaru (que nenhum dos três se come, só pra matar a índiazada de fome), e puseram as fêmeas indígenas dentro de casa pra parir filhos. Logo nasceram os mamelucos que deram origem aos primeiros habitantes de Juripiranga, então Serrinha. Essa massa, por serem filhos bastardos e mestiços dos chefes da família branca, foi poupada da escravidão, mas deviam obediência e favores aos parentes brancos, centralizados na figura do Suserano.


Mas, os brancos do Pilar colonizaram a favela o feudo de Serrinha, roubando o algodão e a jurubeba da região assim como a plantação de coca, mesmo se perguntando o quê os serrinhenses comiam, pois só plantavam isso. Daí surgiu a lenda de que os serrinhenses daquela época comiam algodão com raízes de jurubeba cozidas, temperadas com massapê e refogadas com mata-pasto. Logo Pilar cresceu com a exploração de Serrinha. Mas os Serrinhenses não se fizeram de rogado: colonizaram o quilombo vizinho de Ibiranga, formado por pigmeus, escravos fugidos do Pernambuco, Judeus e homossexuais foragidos da inquisição católica. Como os ibiranguenses não produziam nada e viviam da caça de preás, coletas de frutos selvagens e folhas de catingueira, os Serrinhenses os obrigaram a vender o corpo e entregar 95% dos ganhos. Apartir daí, Juripiranga, então Serrinha, cresceu economicamente, e o dinheiro conseguido das quengas de Ibiranga cobria o déficit da exploração do Pilar.


’’’Primeira Grande Guerra Feudal do Baixo Paraíba ou Inssurreição Ibiranguense’’’[editar]

...Por terem espalhado a putaria onde passavam, Jesus Cristo mandou uma seca brava para a região. A fome e a peste de gonorréia se alastraram pelo baixo rio Paraíba e norte de Pernambuco, mandando pro saco todas as putas dos cabarés de Ibiranga, deixando a colônia sem ter com que pagar os impostos. O Senhor Feudal de Serrinha, então, instituiu arbitrariamente a Lei Sexogenária, que obrigava que todos que não pudessem trabalhar na lavoura, geralmente homens e mulheres com mais de 60 anos (daí o nome da lei) dessem o toba, os quais, considerando aquilo a gota d’água, junto à Itambé, mandaram os ibiranguenses pra puta que pariu, declarando guerra à Serrinha, sua metrópole Pilar, e sua outra colônia de viadolândia Itabaiana.

Índios prontos pra guerra.

Anos a fio foram de pedradas pra cá, pauladas pra lá, brigas de foice, lanças de pedra, flechas de osso e outros instrumentos de última geração na região. Os serrinhenses de início estavam na vantagem, pois os feridos de pedrada e os doentes de gonorreia eram tratados com sumo extra amargo de jurubeba, comiam carne de raposa, formigas saúvas torradas e pirão de algodão com Leite de Burra. Mas os Ibiranguenses atearam fogo às últimas plantações do lado inimigo que resistiu à seca. A partir daí, mortos de fome e sem jurubeba pra se tratar, os serrinhenses e seus escravos índios começaram a comer grama pela raiz. E por fim, deu-se a batalha derradeira no leito do Rio Paraíba, que estava seco. No meio das pedradas, começou a chover forte e trovejar. A cheia do rio vinha descendo, os ibiranguenses viram e fugiram, mas os serrinhenses não.


Os ibiranguenses começaram então a comemorar dançando ciranda na praça de Itabaiana, quando foi a vez deles se foderem: mal perceberam, estavam cercados de Itabainenses e jagunços do Pilar. Estes últimos se atracaram com os Ibiranguenses e depois de duas horas de cachorradas, tombaram os últimos energúmenos de Ibiranga e restarem poucos jagunços de Pilar. Nessa hora, num ato de traição, os Itabaianenses aproveitaram e foderam com a vida dos jagunços, proclamando sua independência de Pilar.

Antigo Lorde Feudal de Juripiranga.

RESULTADO: Ibiranga proclamou sua independência de serrinha, mas para ser colonizada por Itambé (situação que perdura até hoje), pois não tinha como pagar a ajuda desta última. Daí em diante, os Ibiranguenses começaram a plantar cana-caiana 20 horas por dia, 7 dias por semana, distribuindo a produção 70% para sua metrópole, 15% para Itabaiana pela bagunça que fizeram lá e 15% para Pilar, por terem destruído as lavouras de sua colônia; (esse regime continuou até a Declaração Universal dos Direitos Humanos). E por fim, Serrinha continuou dominada por Pilar, pagando o sétuplo de impostos por terem feito a metrópole entrar numa guerra sem motivo e perder uma colônia. E, além disso, perderam os escravos índios, que durante a guerra fugiram para o norte do Estado, e o organizador da insurreição Serrinhense, o Senhor Feudal, fugiu com a família para as profundas da Geena, deixando a ordem feudal abalada. Só Itabaiana se saiu bem, proclamou a independência, sem pagar a ninguém, ganhando açúcar de Ibiranga, e sem indenizar sua antiga metrópole, pois essa não tinha condições de exigir nada agora.

’’’Pós-Guerra: do Lorde Feudal aos Coronéis’’’[editar]

Depois da guerra, sem sementes de jurubeba e poucas de algodão, com a perda dos escravos e a fuga da elite feudal, o poder se subdividiu em vários coronéis (filhos bastardos do Senhor Feudal com mestiças e índias), que construíram engenhos de açúcar e escravizaram “contrataram” a massa analfabeta para trabalhar no regime do cambão e da fração da produção rural, além do extrativismo da palha de carnaúba. Funcionava assim:

  • O coronel dava um langanho de terra para uma família trabalhar; em troca, ‘’’ela só precisava’’’ dar 80% da produção ao coronel e 10% à igreja, e 10% repartiam entre os quinze rebentos do lavrador, e depois, a família tinha que trabalhar seis dias por semana e 20 horas por dia gratuitamente para o ’’’ Coroné’’’, que era quem, de fato, pagava os impostos à metrópole pelos lavradores (mas, é claro, ganhando dez vezes o que gastava).

Como se não bastasse, para aumentar a produção de sua colônia, os pilarenses escravizaram os mamelucos de Serrinha. Houve resistência, mas, pela educação e fineza dos pilarenses, que com eles era na chibata ou no tiro, os mamelucos acabaram cedendo e foram trabalhar nas lavouras de cana-caiana, algodão, coca e extração da palha de carnaúba, além do emprego de "pistoleiros do coroné". Para melhorar a situação, os chineses do Paraguai navegavam pela foz do Rio Paraíba, e chegavam à serrinha. Chegando aqui às caladas da noite, esses chineses contrabandeavam com os Serrinhenses, trocando bugigangas variadas pelo Chá de Jurubeba, algodão, manufaturados de palha de carnaúba principalmente, e comprando os escravos mamelucos, para revendê-los nas plantações de Taiwan, do Paraguai e Moçambique.

Logo, os produtos e escravos de Serrinha ficaram valorizados no mercado clandestino e atraíram investimentos estrangeiros. Banqueiros afro-africanos do Congo Belga(?), comerciantes da Coréia, magnatas da Malásia etc... alavancaram a economia serrinhense. Perdurou assim por anos, até obras do acaso causarem uma segunda guerra.

  • A proclamação da república aumentou o poder e o prestígio dos Senhores de engenho, que não queriam perde-lo de jeito nenhum.
  • Para sustentar a opulência coronelista, os coronéis ao invés de pagarem os impostos à Pilar, passaram a trocar o algodão e a jurubeba pelos vibradores penicos de porcelana e papéis higiênicos bordados à mão dos chineses. Além de Pilar contrair empréstimos sobre empréstimos com a Coréia do Norte para se protegerem militarmente contra a ameaça do Império de Pernambuco anexar sua última colônia. Para quitar as dívidas atrasadas, a Coréia ameaçava invadir a colônia serrinhense, fazendo a derrama.
  • A Coréia do Norte queria expandir seu patriotismo e comunismo em Serrinha, e para isso precisava de uma população culta, educada e esquizofrênica sadia o suficiente para absorver os valores Nazistas; a escravidão mestiça sustentada por Pilar batia de frente com o projeto Norte-Coreano, pois mantinha o povo burro, pobre e analfabeto, causando choque entre as elites de Pilar e Serrinha.
  • A igreja não aceitava a concorrência do ateísmo nazista.


  • Com o açúcar desvalorizado no mercado, a produção de algodão suplantada pelo sudeste e a prostituição sem clientela (morreram na peste), Pilar começou a foder Serrinha com o dobro de impostos, onde os serrinhenses tiveram que vender os filhos para pagar; só não deram com os burros n’água de vez porque o contrabando de chapéu de palha permitia que comprassem farinha e café para comer.
  • Itambé estava arruinada, pois todo o seu PIB estava no bolso e no cu dos pastores protestantes. Ibiranga estava crescendo com a produção de açúcar, o que reanimou o sonho da reconquista pelos Serrinhenses.
  • Pilar ameaçava fazer a derrama em Serrinha, levando tudo o que pudesse para descontar os atrasados inclusive as moças acima de 14 anos e abaixo de 22.

Sem condições de enfrentar uma guerra, um dos coronéis de maior prestígio na região(imaginem como ele conseguiu isso...), Teonas Alcunha Cavalgante tramou a solução. Ludibriando a elite de Pilar, Teonas os convenceu a incentivar a imigração para o lugar, afirmando que era terra demais para pouca gente e que os lucros cresceriam. Imediatamente criaram o boato de que em Serrinha havia terra e trabalho para todos. Vieram levas de miseráveis, ex-escravos, sertanejos, cangaceiros, índios, judeus, protestantes e prostitutas para a região.

’’’Segunda Grande Guerra Feudal do Baixo Paraíba’’’[editar]

Ao chegarem, essa mundiça se deparou com outro quadro: hectares e hectares de terra seca e maltratada, cheia de arbustos e erodida. Sem perder tempo, Teonas Alcunha, dando uma de Bia Falcão, jogou a batata quente para Pilar, atiçando uma nova insurreição. Com a união de todos os coronéis, Senhores de engenho, as oposições dos políticos das cidades vizinhas, o exército de imigrantes e apoio militar da Coréia do Norte, Serrinha declarou guerra à Pilar, Ibiranga(PE), Itambé e as demais colônias pernambucanas dessa última. Levantando um arruado de varas de Bambu em torno da aldeia, os serrinhenses enfrentavam os ibiranguenses e Cia.

Linha de frente Serrinhense durante a 2ª Guerra Feudal.

Utilizando instrumentos de última geração fornecidos e vendidos pelos Norte-Coreanos, como:

  • Lanças de marmeleiro: a 1 kg de algodão um par;
  • Dardos: custavam o dobro do peso de cada um em açúcar;
  • Arcos de junco: a um cabrito cada;
  • Flechas de cobre (privilégio de poucos): a uma arroba de algodão cada dezena;

Arcabuzes (arma de última geração usada apenas pelos coronéis que foram ao combate): custavam dez peças de escravos mamelucos, 100 kg de algodão e quatro novilhas cada;

  • Pombos Perus correios treinados gratuitamente pelos coreanos. Foram muito úteis, mas não como mensageiros, pois acabavam se perdendo no mato, mas sim porque eram envenenados, assados e deixados à toa para os inimigos comerem;

Usando de todo esse aparato, e ainda Índios farejadores rastreadores e mulas amestradas, os serrinhenses venceram Pilar nas capoeiras da zona rural. Represando o riacho que estava na cheia, os Serrinhenses inundaram ¾ de Ibiranga. Essa última não se fez de rogado e incendiou ¾ de Serrinha. Ibiranga acabou sozinha com os Serrinhenses em meio à inundação e ao incêndio, pois suas aliadas não foram idiotas o suficiente para se meterem nesse boi de fogo, além de que, a área alagada cortava o acesso dos reforços de Itambé, Caricé e Quebéc à Ibiranga. Enfim, Teonas Cavalgante à frente dos Serrinhenses travaram a batalha derradeira, conhecida como A GRANDE BATALHA DA BOCA DA MATA, cuja rua ainda hoje tem esse nome. Nela, os ibiranguenses ficaram encurralados, pois a norte, leste e nos ares (trepados nos coqueiros) estavam os inimigos, a sul o açude do Roque, e a oeste a mata pegando fogo que hoje não existe mais. Para não dar o gosto aos inimigos, os ibiranguenses marcharam para o fundo do açude e morreram afogados, dando fim à última guerrilha e ao sistema Feudal-coronelista-oligárquico na região, ou não.

Assim contam os mais velhos ibiranguenses como foi que sua Vila foi quase toda destruída, pra esconder da geração atual a vergonhosa derrota para Juripiranga.

RESULTADO: Apesar de vitoriosa, Serrinha, rebatizada de Juripiranga (do Norte-Coreano ’’’Chupin namanga’’’, que quer dizer ’’’Galo que muge’’’), não pôde recolonizar Ibiranga, pois para isso tinha de enfrentar as aliadas pernambucanas de Itambé, Caricé e Quebéc. Pilar reconheceu a derrota, e Teonas subiu na torre da igreja e gritou proclamando a independência:


“ ’’’É melhor morrer do que perder a vida!’’’ ”.

Juripiranga assinou um contrato para pagar a ajuda da Coréia do Norte com 500 toneladas de algodão (taxa que só foi paga em 50 anos ininterruptos de safra), além de exorbitante lucro que os coreanos obtiveram no comércio bélico (rever preço das armas acima), visto que dezenas de milhares foram à guerra. E todos os imigrantes que vieram para a região morreram na guerra e foram enterrados onde hoje é a praça, restando só alguns afrodescendentes para terminarem de compor o povo de Juripiranga.

’’’República Velha’’’[editar]

’’’Teonas Alcunha Cavalgante’’’[editar]

Primeiro Hokage líder de Juripiranga. Governou seu curral município com mãos de ferro e segurando um rebenque. Assinou a Abolição da Escravatura libertando os mamelucos em 30 de fevereiro de 1900 e guaraná com rolha, e todo 30 de fevereiro se faz uma grande festa para recordar a extinção da escravidão; vocês, caros Nerds, podem até pensar que não existe tal data, mas para os Juripiranguenses sim, pois seguem o antigo calendário lunar dos Incas, o que faz também a festa de S. Sebastião, que normalmente é em 20 de janeiro, passar para o fim de fevereiro nesta cidade.


Mas voltando ao assunto, Teonas fez as primeiras pavimentações no município, nas quais os calçamentos duram até hoje, praticamente intactos, ao contrário das pavimentações atuais que recebem a alcunha popular de ‘’’’Calçamentos Sorrisal’’’’, pelo motivo óbvio, o apelido diz tudo. Sobreviventes mumificados daquela época testemunham a marcante democracia que havia nos tempos de ‘’’’Sêu Teona’’’’: só pisava no engenho do próprio quem fosse seu baba-ovo, e quem levasse consigo um santinho dele no bolso. O próprio possuía uma mata em suas terras, na qual ele proibia a retirada de qualquer graveto pelos lavradores; quem fosse pego tirando lenha... não quero nem dizer... mas, é melhor considerarmos que ele foi o pioneiro da ecologia por esses ermos.... No mais, é considerado um herói do município por ter arquitetado a independência, abolido a escravatura, e foi quem iniciou o desenvolvimento (?!) na região.

População[editar]

Pouco antes da Segunda Grande Guerra Feudal do Baixo Paraíba, Juripiranga, na época governada pelo Tenente-cangaceiro Teonas Alcunha Cavalgante, resolveu abrir as portas de seu curral para imigrações. A população juripiranguense era formada até então por brancos e caboclos resultantes do cruzamento de trocentas indígenas com o Senhor Feudal. Depois disso passou a receber mulatos da zona cachaceira de Pernambuco, flagelados das secas da Paraíba e de Pernambuco, além de mais caboclos dos cafundós do agreste trazendo mais mulheres com seus eitos de filhos que perderam os pais na guerra do cangaço. A população antes disso, como já citado acima, era formada por brancos e trocentos caboclos meio-irmãos entre si e dos brancos a quem eram sujeitos, mas depois de cruzamentos e recruzamentos incestuosos entre si e mais tarde com mulatos formaram os quatro típicos tipos juripiranguenses: O cara de índio com cabelo ruim (do mulato), o branco de cabelo duro, o com cor de mulato e cara de índio(e cabelo mole)e o... caboclo! não diga!

Típico Juripiranguense, o ancestral comum deste povo.

Religião[editar]

A maioria se declara católica, mas o número de protestantes supera o de católicos praticantes, pois a maioria dos “católicos” só deixa o subúrbio para ir a uma missa uma vez por ano, na festa de S. Sebastião, e ainda assim a missa é rezada no lado de fora da igreja, fazendo com que a maioria dos juripiranguenses nunca pise em solo sagrado. Há ainda macumbeiros e benzedeiras espalhadas pelo feudo pela cidade.

Cultura[editar]

Juripiranga dança conforme a música do sudeste e é o povo mais Maria-vai-com-as-outras de Pernambuco do Norte. Hoje já não se vêem mais dança do côco, pastoril e ciranda, só as bandas de “forró” eletrônico das piores, e quando vem uma que preste, comete a gafe de cantar várias músicas que o povo não sabe. Além de vários pobres de juripiranga trabalharem seis meses no corte de cana e deixar de comer bem para dar celular aos seus pirralhos para ficar tocando funk e colocando vídeos pornôs. Nas festas juninas grupos de danças formados por todo tipo de gente, inclusive alguns gays e biscaitinhas vão dançar quadrilha e um xaxado nada a ver que se o próprio Lampião visse morreria do coração e é um ultraje ao verdadeiro xaxado, mas fazer o quê? Não tem quem faça melhor.

COSTUMES[editar]

Uma tranquila campanha política em Juripiranga.

-Roubar cana dos canaviais da Usina Olho D'água em tempo de safra pra chupar com a família;

-Roubar manga, goiaba, caju, milho, jerimum e outros gêneros alimentícios dos quintais e sítios dos outros;

-Tomar banho em açudes onde geralmente se banham cavalo e os bois deixam cair baba quando bebem água;

-Juntar água da chuva para consumo muitas vezes escorrida de telhados sujos;

-As mulheres juripiranguenses amam ficar o dia inteiro de tocaia, se revezar por turno nas calçadas e geralmente à noite se reunirem para comentar o que descobriram e observaram sobre a vida alheia, tanto que é impossível falar com alguém, ir a algum lugar ou fazer qualquer coisa em Juiripiranga sem que o povo saiba;

-Criar os filhos como se fossem galinhas, esses por sua vez se tornam rebeldes depravados e metidos a uma mistura de carioca/paulistano;

-Pegar briga e arrumar intriga até na família por causa de política, juripiranguense de partidos opostos não costumam se dar bem.

O mesmo artista japonês retratou o típico acontecimento de um encontro de juripiranguenses de partidos opostos

ECONOMIA[editar]

Como está situada na divisa com a zona açucareira de Pernambuco e próxima à da Paraíba, a massa juripiranguense vai trabalhar cortando cana em ambos os estados, bem preparados: revestidos com rudias (pano velho, pra quem não é da Paraíba), facões enferrujados bem amolados para dar o tétano em quem eles cortarem por "legítima defesa" e botas surradas que alguns usam até pra passeios. Entretanto, essa fase só ocorre de setembro a março, quando a pobreza de Juripiranga pode comer fubá com molho de piaba à vontade, e outros ainda deixam de comer pra comprar celular pros filhos (hoje, Juripiranguense que se preze tem que ter celular que tira foto, filma, grava e que tem no mínimo algum funk ou música estrangeira). Ainda de dois em dois anos, em tempo de campanha, o povo aproveita para extorquir dinheiro dos políticos e lucrar com o voto, único caso em que os políticos é que são enganados pelo povo. Primeiro chegam para algum candidato a prefeito ou a vereador, pedem de cem a duzentos reais e juram de pés juntos que vão votar neles, depois repetem a mesma história para o máximo de políticos que podem, mas dessa vez pedem sacos de fubá e cimento, milheiros de tijolos, cestas básicas etc... e quando conseguem assim ganham a vida.

Turismo[editar]

Juripiranga conta com um vasto turismo. Entre as localidades mais interessantes estão o açude da Merda "Pasta". Nele vivem seres geneticamente modificados, que se adaptaram a conviver com a constante descarga de dejetos humanos no local. O Bioma desse açude vem sendo pesquisado intensamente por ilustres cientistas, como Seu Madruga, Dr. Dollittle e Orochimaru, que crêem que nos seres vivos que sobrevivem em tais circunstâncias são capazes de extrair a cura do câncer, da Aids e ainda o aprimoramento de armas biológicas.

Há também o riacho, com proezas semelhantes à do Açude, porém é de grande importância, pois é de suas águas e dos vegetais de suas margens que é sustentada a criação de suínos e de aves no município. Estes animais também são geneticamente modificados e consumidos, o que leva a crer que num futuro próximo surgirá das margens do riacho uma nova raça humana mutante e imune ao câncer e à radiação. Juripiranga também conta com uma praça excepcional e de referência nesta zona do Estado. Grandemente arborizada, e cheia de ambientes familiares onde pessoas de todas as idades podem desfrutar (os bares), e também ricamente decorado com azulejos importados do Zimbábue.

Além da festa de São Sebastião, que de São Sebastião não tem é nada. Ultimamente esse festejo vem se tornando apenas uma festividade do mês de fevereiro, para aquecer o corpo pro carnaval. Na parte religiosa os tradicionais católicos estão todos entrando pro rebanho de Edir Macedo, Valdomiro Santiago e R.R. Soares.. Mas ainda assim, duas dúzias de gente assistem à missa, enquanto que as outras estão paquerando, ficando e ansiosas para o término da missa o mais rápido possível para andarem na procissão e verem os pontos turísticos da cidade.