Juruti

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Juruti é uma cidade amazonense que por algum desvio do destino acabou indo parar sob domínio do estado do Tapajós, embora este seja reclamado pelo Pará, e no meio dessa confusão toda ninguém repassa nenhuma verba para essa miserável cidade.

História[editar]

Área nobre da cidade.

Apenas uma cidade que surgiu na beira do rio Amazonas durante a exploração da Amazônia. Todos os índios que lá viviam foram exterminados para que os portugueses pudessem tranquilamente levar o pau-brasil embora. Tal extermínio foi alguns séculos depois compensado com a criação de uma festa que obriga todos na cidade a se vestirem como índio em todo final de julho.

Geografia[editar]

Situado à margem direita do Rio Amazonas, numa área de 8 milhões de km², a 848 Parsecs (Cada Parsec equivale a 3,26156 anos-luz) da capital, Belém. A sede municipal tem as seguintes coordenadas geográficas: 02° 09’09”WTF e 56° 05’42”OMG Tudu meiu filhu dus urubus.

A flora nessa cidade é de tamanha importância, se não fosse as queimadas que ocorrem diariamente ao longo da Rodovia Juruti - Beneficiamento, não haveria trabalho para os bombeiros.

O lago do Jará é sem dúvida um exemplo de beleza, menos para aqueles moradores do Curumucuri pois eles sabem que cagam naquela água.

Outro lugar importante de Juruti é o Balneário da Ponte (nome dado por um dos pensadores e patronos da cidade, Sr. Toba, O Sábio, que após décadas na busca pela inspiração deu esse nome criativo devido ao fato de haver uma ponte atravessando tal córrego, prova de sua grande sabedoria e criatividade), este é o lugar onde os jurutienses se reúnem para beber, fazer orgias, e se no fim do dia não der briga, voltarem pra casa com vida.

Mas o que realmente se destaca na paisagem é o imponente Rio Amazonas, este rio que é de encher os olhos a quem o vê de longe, até ver um tolete de cocô boiando quando chega mais perto.

População[editar]

O município de Juruti possui uma população estimada de (38.000 - 37.990)/2 habitantes (um mix de 3 mocorongos e 2 manauaras). Mas somado aos 100.000 [urubu]]s que sobrevoam a cidade, chega à um total de 100.005 habitantes. Sem falar do lixão no km 4 na beira da rodovia, embelezado por Urubús que disputam a pista com veículos e exala perfume de flores.

Transportes[editar]

Para chegar a Juruti só partindo de Santarém, são necessárias 12 horas de viagem por via fluvial (canoa), se não der prego ou ainda 30 minutos por via aérea (teco-teco) e 4 horas de ônibus (pula-pula). De Belém são 40 dias de navio e 1 hora de para-pente. Com isso, você chega na segunda curva do vento, então você pega o trem da ALCOA, depois de 2 horas você finalmente chega à Juruti todo sujo de poeira de bauxita.

Juruti, dispõe de um amplo aeroporto, recém construído, forrado por uma mistura de saibro, bauxita e tabatinga, obra da Prefeitura Popular, sendo que este belo empreendimento é usado para vôos em aeronaves sucatas movidas à motor de fusca altamente confortáveis e seguras (este voo é para aqueles que tem culhão).

Ninguém entende o trânsito de Juruti, todas as ruas são consideradas pelos habitantes de mão dupla, sendo que todas são pintadas de branco. Motos e bicicletas atravessam constantemente as ruas à 1000 km por hora. Cachorros, galinhas, jacarés e urubus fazem parte do trânsito maluco de Juruti. Motoqueiros loucos e embriagados que acabam de sair da "ponte" vem se atropelando um com o outro até terem a sorte de chegar no seu barraco. Que por sinal, a moto (Honda PoP é claro) tem que ser bem barrulhenta, para avisar com antecedência a sua chegada, para dar tempo da mulherada avisar o "Ricardão" a pular a janela, sem que o marido veja.

Cultura[editar]

Juruti é uma das cidades de folclore mais rico da região norte, possuindo as suas próprias entidades, todas frutos da imaginação fértil de seus habitantes que não tem mais nada para fazer da vida. Algumas lendas jurutienses são listadas abaixo:

  • A bica do Sítio - Local onde as pipiras donzelas de Juruti tomam banho debaixo da caixa d'água, de calcinha, biquíni ou sem nada mesmo.
  • Jacaré Sadan - Segundo pescadores sinceros do lago do Jará, contam que é um réptil de 25657765³ km de comprimento, cem vezes maior que o famoso Aligator do filme de Steven Spielberg.
  • Caderudo da Madrugada - Cuidado!!! É um elemento de altíssima periculosidade que ronda nas madrugadas de Juruti, atua somente depois da meia noite, vive faminto em busca da primeira caça.
  • As louras do pé de Cajú - Segundo relatos de moradores, em determinado terreno situado no bairro do Maracanã, haviam dois pés de caju que eram visitados por amantes casais, rege a lenda de que em uma noite duas louras viram seus namorados fudendo, comendo o toba paquerando outras mulheres, as louras enraivecidas evaporaram-se e uniram-se aos dois cajueiros. Nas noites de luar ouvem-se os gritos de pedidos para serem enrabadas libertadas dos cajueiros.
  • Caveirão da Rodovia - Elemento violento, pós-graduado em GTA (Grand Theft Auto), que nas madrugadas de Juruti, sai sem dó e piedade atropelando tudo à sua frente, principalmente os Fiat Mille.

Turismo[editar]

Duas gostosas vestidas de guardiãs-tribais para o festival da cidade, porque é assim que todos acham que os índios se vestem.

Juruti é conhecida por sua versão genérica do Festival de Parintins, o Festribal, onde índias nuas dançam, pulam, gozam e gritam durante os "Festribais". Todo o festival em si é desprezível e ninguém se interessa para o que está acontecendo, o que os turistas aguardam ansiosos são as apresentações das guardiãs-tribais, índias guerreiras e porta estandartes que são um tipo raríssimo de mulheres gostosas (égua, e que gostosas) existentes naquela região carente de mulher bonita.

O Festribal celebra a rivalidade entre as tribos Mundurukus e Muirapinimas, hoje semi-extintas, mas que rogaram uma praga determinando que todos se vestissem de índio pelo menos uma vez por ano senão uma terrível maldição assolaria a cidade. Por via das dúvidas, todos se vestem como papagaios, araras, tucanos, perus e pavãos (porque é assim que o homem moderno vê o que é índio) e vão para o tribódromo ficar pulando e gritando seminus (porque é isso que acham que os índios fazem). Tal evento só não atrai tantos turistas porque a maioria está num festival de verdade em Parintins.