Justiniano

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Ζήτω το Βασιλεία Ῥωμαίων!!!

Este artigo é Bizantino! Ele já falou latim, é cristão ortodoxo, adora um mosaico e morre de medo dos turcos!

Venha para o Império Romano do Oriente você também!

Cquote1.pngVocê quis dizer: CésarCquote2.png
Google sobre Justiniano

Cquote1.png Feio, bobo e cara de mamão! Cquote2.png
Um dos vários chefes bárbaros derrotado por Bizâncio sobre Justiniano
Cquote1.png THIS IS CONSTANTINOPLA!!!!!!!!!!! Cquote2.png
Justiniano sobre expansão militar no Mediterrâneo
Cquote1.png A panela quis me derrubar! Cquote2.png
Justiniano sobre a Revolta de Nika
Cquote1.png Nunca serão! Cquote2.png
Justiniano sobre o domínio bárbaro nas terras do ocidente.
Cquote1.png Por qué no te callas? Cquote2.png
Justiniano sobre qualquer um que ousasse fazer oposição ao seu governo.
Cquote1.png Por qué não tem um gta sobre minha gangue!? Cquote2.png
Justiniano sobre apos ter visto a serie GTA
Cquote1.png Se acontesesse uma guerra de gangue contra a de constantinopla e Grove street a grove vai ganhar Cquote2.png
CJ sobre apos ter visto constntinopla em 1450.
Cquote1.png Caramba esse Cara é um fracote de primeira classe Cquote2.png
50cent sobre Justiniano
Cquote1.png Prefiro um cheeter FDP do que esse Imperador inutil! Cquote2.png
Historiador sobre Justiniano
Cquote1.png Cheeater tu usou uma minigum eu vi! Cquote2.png
UM cheeater fdp sobre Justiniano

Flávio Pedro Cabácio Justiniano, Justiniano I ou Justiniano, o Grandão foi um dos imperadores romanos do oriente, eleito garoto bizantino sarado de 532, além de ter sido modelo fotográfico de mosaicos. Em suma, era um grande fanfarrão, que teve a pretensão de reconstruir o Império Romano como era antes das invasões bárbaras, e, talvez, reunir as sete esferas do dragão.

A gangue de Justiniano: Constantinopla wins!

Tabela de conteúdo

[editar] Antes da fama Infância e ascensão

Lá pelos idos de 476, o sonho acabou em Roma, e o Império Romano do Ocidente esfacelou-se. A parte oriental, que tinha a cidade de Constantinopla como capital, em homenagem ao humilde imperador Constantino I, seguia firme e forte. Uns aninhos depois, em 486, nasceu aquele que viria a mudar os rumos de Bizâncio, e em uma aventura cheia de perigos e diversão, conduziu uma galerinha da pesada rumo a reconquista da parte ocidental do império. Na pequena Taurésio, o menino de origem humilde, começou a crescer na vida, a custo de muito sangue, suor e atividade sexual em troca de favores e fé. O pequeno Justiniano estudou muito, e, naturalmente, começou a galgar os degraus da hierarquia bizantina.

Quando cresceu, partiu rumo a Constantinopla, sem lenço nem documento, mas com muito carisma e nenhuma vergonha na cara. E lá chegando, foi tomar um cafezinho e encontrou um boiadeiro com quem foi falar cativou a todos com a sua brilhante oratória. Seu tio, Justino I, um ancião de 70 anos, assume como Imperador, mesmo sendo analfabeto (nota-se que isso não é algo que existe apenas nos dias de hoje...). Dizem que isso aconteceu pela bravura que ele demonstrou como chefe da guarda palaciana, mas possivelmente tenha outra explicação.

Ô minino lindo!

Como naqueles tempos o nepotismo era algo natural, ele nomeou o seu querido sobrinho como cônsul ligado ao trono, e Justiniano confirma as apostas que fizeram ao seu respeito: de que assumiria a homossexualidade que ele chegaria ao topo do poder. E isso não demorou muito. Em 523, ele casa-se com Teodora, uma ninfetinha da elite bizantina, perfeita para fazer pose como imperatriz. Além disso, ele convence Justino a adotá-lo como filho. Pouco tempo depois, o velhofoi para o lado de lá. Em 527, ele e a gostosa esposa são coroados imperador e imperatriz do Império Romano.

[editar] A revolta de Nike Nika

Nem tudo era doce nas bandas do mar de Mármara. Justiniano chegou ao poder todo marrentinho, preocupando-se em sua promoção pessoal, contratando vários designers gráficos para trabalharem na criação de uma imagem sua que pudesse fazer sucesso entre a população bizantina, e fazer os estrangeiros ficarem com ciúme. Enquanto isso, a população reclamava da miséria e dos pesados impostos, coisas supérfluas. Ou seja, a batata estava esquentando.

Naquela época, dois blocos políticos rivalizavam, os azuis, que eram grandes proprietários de terras e os caciques da igreja; e os verdes, que reuniam o restante da gentalha toda. Normalmente, o imperador partia para um dos lados, puxava bastante o saco e negava veementemente o lado contrário. Já Justiniano, que era deveras humilde, resolveu mudar isso, e mandou ambos os partidos irem plantar batatas. A mágoa foi grande, e os inimigos resolveram unir forças contra aquele playboyzinho arrogante.

O estopim da revolta foi uma inocente corrida de cavalos no hipódromo imperial. O cavalo do imperador, Pé de Pano, disputaria contra Nika, um pangaré tratado a pão de ló por alguns oposicionistas. Um mol de pessoas estavam lá, e vibravam freneticamente com cada passada dos animais. Eis que, ao final, Nika chegou primeiro, com uns 100 metros de vantagem em relação ao oponente. Contudo, Justiniano levantou a bandeira e marcou impedimento, determinando a perda dos 3 pontos a vitória de Pé de Pano. A plateia, revoltadíssima, saiu correndo loucamente, aos gritos de "Nika, Nika!!!"'. A confusão estava completa.

Justiniano achava que, por ser o Caesar, todo mundo lhe obedeceria sempre, seja qual fosse a merda que ele inventasse, mas ele viu que não era bem assim. A população, totalmente enfurecida, trucidou a guarda imperial, e dominou quase toda a cidade. O imperador amarelou, ameaçou arregar, resumindo, se borrou todo. Para ele, a única saída era abandonar o trono. Contudo, eis que surge a mão forte de Teodora. Batendo no marido, é claro.

Cquote1.png Vai pedir pra sair o caralho! Bem capaz que eu vou aceitar perder essa mordomia toda no palácio, e ter de lavar as tuas togas! Vai continuar sim!
Teodora, colocando as coisas em seu devido lugar.


Depois disso, Justiniano ordena que o General Belizário combata a população. O hipódromo é isolado e a população é massacrada. Tudo segue em seu lugar, porém sem nenhuma oposição ao governo. Prático, não é?

[editar] Relação com Teodora

Imperatriz Teodora e seus amantes. Ai de Justiniano se a desobedecesse!

Justiniano havia chegado em Constantinopla para viver junto de seu tio Justino. A vida no palácio era muito entediante, e essa situação era agravada pelo ambiente que o cercava: apenas homens. Então, devido àquela solidão interminável, ele viu-se obrigado a recorrer a serviços especializados. Assim, ele conheceu o Soddoma's, maior casa do gênero em todo o oriente mediterrâneo. Lá, o então cônsul conheceu muita gente interessante até um neto bastardo do seu bisavô. Porém, uma bela morena, transpirando volúpia, dominou a sua atenção: era Teodora.

O jovem bizantino deixou-se conquistar fulminantemente por aquela rampeira. Em 523, casaram-se, e, quando ascendem ao trono, a nova imperatriz passa a lutar pelos direitos das mulheres, especialmente de suas ex-colegas. A historiografia registra que ela teria sido a primeira bizantina a praticar o aborto, a lutar contra a pena capital em relação ao adultério e a praticar o cunilíngua. Esteve sempre ao lado de Justiniano. E por cima, por baixo e de quatro também. Ela faleceu cedo, uns 20 anos dele, provavelmente por alguma doença advinda da profissão anterior, ou de algum câncer escroto. Desde então, o imperador sentiu-se muito só, e isso influenciou diretamente na qualidade de sua gestão.

Cquote1.png Os imperadores de Roma tinham uma águia como símbolo. Eu tenho duas! MWAHAHAHAHAHAHAH! Cquote2.png
Justiniano, um homem sempre humilde.

[editar] Administração de Justiniano

Tudo o que o governante fez teve como intenção a sua autoafirmação, como político e como homem. Assim sendo, ele construiu um monte de prédios, igrejas, pontes e termas, todas com a sua carinha estampada em algum lugar. O poder imperial foi reafirmado com o lançamento, que teve uma sessão de autógrafos para mais de oito mil pessoas no hall da igreja de Santa Sofia, do Código Justiniano, um apanhado de leis que, basicamente, determinam a babação de ovo generalizada da população para com o Imperador.

Era um regime autocrático e burocrático, ou seja, você levava vários dias para comprar uma casa ou vender a sua filha como prostituta para algum reino bárbaro, e o contrato tinha uma imagem em marca d'água do imperador. Havia muita agitação no interiorrr, abafada sem pena pelas tropas imperiais. Ou seja, Justiniano deixava claro que quem mandava ali era ele.

[editar] Os mosaicos

Alguns historiadores apelidaram Justiniano de "Silvio Berlusconi" da Idade Média, devido a seus hábitos megalomaníacos, o gosto pela farra e, evidentemente, o narcisismo, ou seja, a admiração enorme por si mesmo. Prova disso é a enorme quantidade de produção artística encontrada nas cidades bizantinas em honra do imperador. Não há prédio público ou igreja da era justiniana que não tenha alguma coisa o homenageando. Cada sorriso do basileu (imperador bizantino, seu burro!) era um flash. Na verdade, um mosaico.

Caso você seja daqueles alunos que fica fazendo qualquer outra coisa que não seja prestar atenção, durante as aulas de história, saiba que esse tipo de arte consiste na produção de imagens a partir do encaixe de pedras, preciosas ou semi-preciosas, e muito ouro, a fim de representar cenas comuns na vida bizantina, bem como mostrar os elementos religiosos e sexuais, além de, é claro, louvar os governantes. Sendo assim, encontraram-se vários mosaicos que representam Justiniano e Teodora. O imperador é sempre representado com cara de mauzão, ou em companhia de seus miguxos. A relação entre ele e esses assessores ainda é bastante controversa, mas sabe-se que não era incomum que acontecessem certas coisas.

[editar] O Corpus Iuris Civilis

Blog pessoal de Justiniano

Justiniano era, definitivamente, o dono absoluto de Constantinopla, mas sentia a necessidade de tornar isso algo mais paupável. Por isso, ele ordenou que seus escravos funcionários pesquisassem as leis romanas, fizessem um ctrl c + ctrl v das partes mais interessantes e elaborassem um código de leis adaptados ao modo de vida bizantino. A fim de justificar o pagamento de um gordo salário, os juristas encarregados alegaram uma imensa dificuldade em encontrar os registros jurídicos de Roma, pois os livros estavam muito manchados de vinho, o que os deixava com um estado de conservação lastimável. A pesquisa levou dez anos, e resultou em quatro livros, a saber:

  • Código de Justiniano ou Cocodex: Reunião de todas as constituições de Roma desde o Imperador Adriano, expandida e comentada por Justiniano, e prefaciada por Clóvis, rei dos Francos;
  • Indigesto ou Pandectas: Análise jogada a jogada feita pelos melhores juristas romanos, discutindo de forma bastante minuciosa cada vírgula da lei, o que faz jus ao nome que lhe foi dado;
  • Prostitutas Institutas: Manual de instruções para a justiça plena e inequivocável. Infelizmente, durante o transporte do material, esse volume foi derrubado nas águas do Estreito de Dardanelos, e jamais foi resgatado, e nem foi possível reescrevê-lo;
  • Novelas: Alguns detalhes sórdidos da vida jurídica em Roma e Constantinopla, apenas para dar algum colorido a esse livro sem nenhuma substância. Com Camilae Pitanguius e Antonius Peludus Ramus.

[editar] Relações sexuais com a Igreja

Santa Sofia, a capelinha de Justiniano.

"Um Estado, uma Lei, uma igreja". Esse era o lema secundário de Justiniano. O primeiro era "Eu sou lindo, tesão, bonito e gostosão". O que sustentava o governo era a relação bastante próxima do soberano com os clérigos. O imperador era cruel com os inimigos, mas achava a cristandade muito kawaii. Dessa forma, quase todas as seitas pagãs, judaicas e heréticas eram perseguidas, e recebiam um tratamento infalível, que veio a inspirar, anos e anos mais tarde, a criação da Inquisição. Coisa pouca, né? Para atestar a megalomania o seu poder, manteve controle sobre todos os assuntos eclesiásticos, e, para mostrar de fato que era fodão, ordenou a reconstrução de uma capelinha mixuruca, transformando-a na Hagia Sofia, ou Catedral de Santa Sofia, que serviu como depósito para os seus milhares de mosaicos.

Teodora e Justiniano. O nome da imperatriz vem primeiro, por ter mais poder que o imperador, o que ele jamais ousou contestar, porque mulher brava é pior do que qualquer horda de bárbaros ou uma legião romana.

[editar] Roma again!

Justiniano queria remontar o Império Romano, que havia sido sodomizado pelas invasões bárbaras e pelas próprias pressões internas. Dessa forma, juntou todas as moedinhas que tinha e armou os bizantinos da melhor forma possível. Primeiramente, teve de ceder aos vizinhos persas, pagando-lhes pesados tributos para manter o território intacto. Depois disso, ele pode partir para a guerra no Mediterrâneo. Seu primeiro objetivo foi acabar com o vandalismo no mundo, atacando o reino vândalo que havia se instaurado no norte da África. Belisário, seu parceiro sexual fiel general, conquistou Cartago, a Sicília e mais uns pedacinhos de terra aqui e acolá. Porém, faltava o principal: a Itália.

Na península supracitada, o domínio era exercido pelos escrotos ostrogodos, que haviam derrubado Rômulo Augusto, um pirralho que não teve tempo para fugir e acabou tendo de segurar o pepino que era administrar uma Roma totalmente destruída. O rei desse povo bárbaro morreu, e deixou como governante uma adolescente de 15 anos. Justiniano e Belizário não esperavam que iria ser tão difícil vencê-la. As piores batalhas, sem sombra de dúvidas, aconteceram nos dias em que a guria estava na TPM, e, dessa forma, deixava os seus soldados irritados, na condição ideal para o combate. Depois de vinte anos de lutas, Roma volta para os romanos. Mas, como a cidade estava demolida demais, nem recebeu muita atenção.

Até o final de seu reinado, boa parte dos antigos domínios romanos foram retomados. Contudo, foi um esforço inútil, já que após a morte de Justiniano, tudo foi perdido. Mas pelo menos serviu para inflar o ego bizantino, visto que faltava alimento, segurança e trabalho, mas pelo menos os cidadãos tinham algum entretenimento com a expansão militar.

[editar] Tudo acaba um dia: a morte de Justiniano

Desde a morte de Teodora, o imperador havia ficado bastante deprimido. As coisas não tinham mais o mesmo gosto. Ele passava horas em seus aposentos, com as janelas fechadas, cantando músicas melancólicas, como hoje a noite não tem luar, porque eu estou sem ela, e eu vou te esperar aonde quer que eu vá, aonde quer que eu vá, te levo comigo. Nada mais tinha sentido, e os dias de Justiniano passaram a ser um triste martírio.

Em 565, sabe-se lá o porquê, morre Justiniano. O desconhecimento quanto a morte não se deve à obscuridade da mesma ou algo assim, e sim a puro desinteresse. As pessoas estavam mais preocupadas em comemorar do que em investigar alguma coisa. O enterramento, na Igreja dos Santos Apóstolos, ao lado de sua amada, teve uns cinco espectadores. Enquanto isso, no hipódromo, mais de 250 mil pessoas assistiam a shows musicais, corridas de cavalos e lutas de espada, em comemoração ao acontecido. Teve bebida liberada até a meia-noite.

[editar] Ver também (ou não)

v d e h
Grandes Personagens da História Mundial



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