Kalimantan Central

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Kalimantan Central (que apesar do nome, não fica exatamente no centro) é um dos pedaços da ilha de Bornéu pertencentes à Indonésia, um lugar que basicamente não tem nada, embora seja dali que, segundo o mapa do War, parte um ferryboat que faz ligação direta com a Austrália e mantém o território vermelho da Oceania muito bem coeso.

História[editar]

Fortes indícios de que há sim civilização em Kalimantan Central.

Desde a antiguidade a reigão foi governada pelo Sultanato de Beijar, um reino de muita má fama, pois naquela região beijar nunca foi visto como um ato de carinho, mas sim de mera lascívia obscena, então ninguém queria se aproximar da região e correr o perigo de ser beijado por um desconhecido. Tudo isso foi um mal entendido, pois "bejar", no idioma local, o "javanês invertido", significa apenas "banjar", que nada mais é que o ato de bocejar no jantar, embora nada disso tenha a ver com a real origem dessa nefasta província.

Por ser só um brejo gigantesco, arrisca-se dizer o maior brejo do mundo, sem muita coisa, só uns muçulmanos que são muçulmanos apenas por falta de opção, o lugar nunca teve grandes relevância e ficou ali esquecido, tanto que a Malásia nunca nem fez questão por esse pedaço, e Sarawak (ou Norte do Kalimantan do Norte já é o suficiente para os malaios. Então fica em Kalimantan Central só um povo chamado de Dayak (ou Dá Aqui), que possuem esse nome, batizado pelos holandeses quando ali chegaram e foram cercados por desesperados mendigos pedindo esmolas falando "dá aqui".

Por muito tempo fez parte de Kalimantan do Sul, mas como o povo Dayak odeia os sulistas, porque não é só no Brasil e nos Estados Unidos que sulistas são odiados, em 1957, o então imperador Shurato III, criou Kalimantan Central ao desmembrar um enorme pedaço de pântano fétido da antiga Kalimantan do Sul, que ficou mais reduzida, apenas com as partes interessnates de Bornéu.

Geografia[editar]

Kalimantan Central não passa de vastos 153.564,5 km² de pântano inacessível. Se a Indonésia tivesse um Acre, certamente seria Kalimantan Central, porque quando você não está num pântano, está então num brejo, ou num mangue, ou numa floresta alagada rodeado de mosquitos tropicais carnívoros.

Economia[editar]

Por ser uma província atrasada e isolada da civilização e da tecnologia e dos avanços em geral, o seu povo ainda mantém tradições de 5.000 anos atrás, baseando sua economia em coisas coletáveis e encontráveis na mata, como uma planta cuja seiva pode fazer uma boa tinta, cocos e uma outra planta cuja resina é excelente para a fabricação de camisinhas caseiras.