Kevin Spacey

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa



Cquote1.png Meu parente. Cquote2.png
Palpatine sobre Kevin Spacey em Corrente do Bem
Cquote1.png Na União Soviética, Kevin Spacey assiste VOCÊ. Cquote2.png
Reversal Russa sobre Kevin Spacey
Cquote1.png Meu melhor amigo. Cquote2.png
Haley Joel Osment sobre Kevin Spacey
Cquote1.png Ele nasceu nas Laranjeiras do Sul, no Paraná. Cquote2.png
Carla Perez sobre Kevin Spacey
Cquote1.png É isso aí. Hoje eu vou receber ele no meu programa. Cquote2.png
Eliana sobre Kevin Spacey
Cquote1.png Você traiu sua cara, meu. Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Kevin Spacey em Corrente do bem

Percebam o grande sorriso de boca fechada: pivôs frouxos

Kevin Spacey (South Orange, NJ, EUA, 26 de julho de 1959) é um ator norte-americano, ganhador de dois Oscars e sexualmente dissimulado.

Infância[editar]

Não se sabe se a infância do ator foi o que ele descreve (normal, classe média, suburbana). O que se sabe é que Spacey tornou-se um sujeito que leva a mãe na cerimônia do Oscar e faz festinhas no leste europeu com rapazes moças semi-nuas e as vezes vai pra laranjeiras do sul comer menininhas indefesas.

Início da carreira[editar]

Começou sua carreira como ator de teatro em Nova York, no início dos anos 80. Atuou com os melhores atores e atrizes, em peças respeitadas, como Ghosts (no papel do filho sifilítico) e Longa Jornada Noite Adentro (no papel do filho alcoólatra). Na TV ficou conhecido como Mel Profitt, viciado em heroína apaixonado pela irmã, dentro da série Wise Guys.

Consolidação da carreira[editar]

Estreou no cinema assaltando a Meryl Streep, com o cabelo tingido de laranja, em A Difícil Arte de Amar. Pequenos papéis no cinema, sempre como delinquente e/ou almofadinha cafajeste, marcaram o fim dos anos 80 e começo dos 90. Em 1995, tudo mudou: encarnou o psicopata John Doe em Seven, realizando o sonho de muitos fãs de cinema: dando um fim naquela chata da Gwyneth Paltrow.

No mesmo ano fez Os Suspeitos, filme mais lembrado por seu final surpresa do que pela história toda. Ganhou uma baciada de prêmio pelos dois papéis, incluindo o Oscar de Ator Coadjuvante por Os Suspeitos, levando mamãe para a cerimônia e agradecendo tudo a ela.

Seguiram-se filmes respeitados e especulações sobre suas preferências sexuais, mesmo Spacey estando longe de ser garantia de bilheteria ou cover da Vanity Fair. Entre 1996 e 1999, fez Los Angeles - Cidade Proibida, Tempo de Matar, Hurlyburly, Meia-noite no Jardim do Bem e do Mal (onde interpretava uma bicha milionária com notável desenvoltura) e finalmente, Beleza Americana.

Esse último deu a ele a chance de interpretar seu primeiro protagonista: um quarentão entediado que se masturba no chuveiro, é castrado emocionalmente pela esposa, ignorado pela filha e aborrecido pelo patrão. Sua vida muda quando aos 42 anos, descobre a pedofilia e mela a cueca pela pseudo-vadia amiga da filha, que jura ser uma máquina sexual. É ela quem batiza o filme , porque se fosse Spacey, seria American Ugly. O filme retrata suas tentativas de seduzi-la, malhando, fumando maconha, comprando um carrão e mandando todo mundo à merda.

O papel garantiu a Spacey o status de ator magnífico, ousado e mais completo da década de 90. Ganhou o Oscar de Ator Protagonista, mas dessa vez levou uma amiga com jeito de sapa, que posava de namorada de longa data. Mesmo assim agradeceu efusivamente à mamãe.

O Oscar, no entanto, foi a desgraça do ator: em seguida fez alguns dos filmes mais chatos/bobos do cinema gringo contemporâneo: Corrente do Bem (em que tinha a cara queimada e, pior, a Helen Hunt como interesse romântico), K-Pax (desperdício de dinheiro, ponto), Chegadas e Partidas (desperdício de Cate Blanchett, Julianne Moore e dinheiro), entre outros.

Homossexualidade[editar]

Aparentemente, Spacey continua negando que é gay, mesmo com todas as fotos com outros rapazes aparecendo e mesmo ganhando cada vez mais aquela cara de bicha-velha-venenosa. Atua menos que antes, virou diretor de teatro e perdeu a aura de ator alternativo, que constratava tão bem com o heroísmo fajuto de Kevin Costner, Tom Hanks e Mel Gibson nos anos 90. Ainda espera-se que retome a ousadia dos anos 90 e garanta-se como o ator fodão de antes...

Ver também[editar]

Patrocinadores[editar]