Kevin Spacey

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Paulinho Rola 2.png Este artigo pode levar-te para o lado rosa da Força!

E tem um personal super musculoso!

Não o leia, exceto se você for macho, mulher ou está pintando as unhas de glitter.

Cquote1.png Meu parente. Cquote2.png
Palpatine sobre Kevin Spacey em Corrente do Bem

Cquote1.png Na União Soviética, Kevin Spacey assiste VOCÊ. Cquote2.png
Reversal Russa sobre Kevin Spacey
Cquote1.png Meu melhor amigo. Cquote2.png
Haley Joel Osment sobre Kevin Spacey
Cquote1.png Ele nasceu nas Laranjeiras do Sul, no Paraná. Cquote2.png
Carla Perez sobre Kevin Spacey
Cquote1.png É isso aí. Hoje eu vou receber ele no meu programa. Cquote2.png
Eliana sobre Kevin Spacey
Cquote1.png Você traiu sua cara, meu. Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Kevin Spacey em Corrente do bem
Cquote1.png Eu não pareço com ele! Não sou corrupto! Cquote2.png
Eduardo Cunha ao ser comparado com Francis Underwood, personagem de Kevin Spacey em House of Cards

Percebam o grande sorriso de boca fechada: pivôs frouxos

Kevin Spacey (South Orange, NJ, EUA, 26 de julho de 1959) é um ator norte-americano, ganhador de dois Oscars e ex-sexualmente dissimulado, assumindo depois que o mofo de décadas dentro do armário fez mal a ele. Hoje em dia todos o conhecem como Francis Underwood, de House of Cards

Infância[editar]

Não se sabe se a infância do ator foi o que ele descreve (normal, classe média, suburbana). O que se sabe é que Spacey tornou-se um sujeito que leva a mãe na cerimônia do Oscar e faz festinhas no leste europeu com rapazes moças semi-nuas e as vezes vai pra laranjeiras do sul comer menininhas indefesas.

Início da carreira[editar]

Começou sua carreira como ator de teatro em Nova York, no início dos anos 80. Atuou com os melhores atores e atrizes, em peças respeitadas, como Ghosts (no papel do filho sifilítico) e Longa Jornada Noite Adentro (no papel do filho alcoólatra). Na TV ficou conhecido como Mel Profitt, viciado em heroína apaixonado pela irmã, dentro da série Wise Guys.

Consolidação da carreira[editar]

Estreou no cinema assaltando a Meryl Streep, com o cabelo tingido de laranja, em A Difícil Arte de Amar. Pequenos papéis no cinema, sempre como delinquente e/ou almofadinha cafajeste, marcaram o fim dos anos 80 e começo dos 90. Em 1995, tudo mudou: encarnou o psicopata John Doe em Seven, realizando o sonho de muitos fãs de cinema: dando um fim naquela chata da Gwyneth Paltrow.

No mesmo ano fez Os Suspeitos, filme mais lembrado por seu final surpresa do que pela história toda. Ganhou uma baciada de prêmio pelos dois papéis, incluindo o Oscar de Ator Coadjuvante por Os Suspeitos, levando mamãe para a cerimônia e agradecendo tudo a ela.

Seguiram-se filmes respeitados e especulações sobre suas preferências sexuais, mesmo Spacey estando longe de ser garantia de bilheteria ou cover da Vanity Fair. Entre 1996 e 1999, fez Los Angeles - Cidade Proibida, Tempo de Matar, Hurlyburly, Meia-noite no Jardim do Bem e do Mal (onde interpretava uma bicha milionária com notável desenvoltura) e finalmente, Beleza Americana.

Esse último deu a ele a chance de interpretar seu primeiro protagonista: um quarentão entediado que se masturba no chuveiro, é castrado emocionalmente pela esposa, ignorado pela filha e aborrecido pelo patrão. Sua vida muda quando aos 42 anos, descobre a pedofilia e mela a cueca pela pseudo-vadia amiga da filha, que jura ser uma máquina sexual. É ela quem batiza o filme , porque se fosse Spacey, seria American Ugly. O filme retrata suas tentativas de seduzi-la, malhando, fumando maconha, comprando um carrão e mandando todo mundo à merda.

O papel garantiu a Spacey o status de ator magnífico, ousado e mais completo da década de 90. Ganhou o Oscar de Ator Protagonista, mas dessa vez levou uma amiga com jeito de sapa, que posava de namorada de longa data. Mesmo assim agradeceu efusivamente à mamãe.

O Oscar, no entanto, foi a desgraça do ator: em seguida fez alguns dos filmes mais chatos/bobos do cinema gringo contemporâneo: Corrente do Bem (em que tinha a cara queimada e, pior, a Helen Hunt como interesse romântico), K-Pax (desperdício de dinheiro, ponto), Chegadas e Partidas (desperdício de Cate Blanchett, Julianne Moore e dinheiro), entre outros.

House of Cards e a sexualidade[editar]

Só depois de muito tempo e uma acusaçao de assedio Spacey admitiu que é gay, mesmo que já dava pra sacar muito antes com todas as fotos com outros rapazes aparecendo e mesmo ganhando cada vez mais aquela cara de bicha-velha-venenosa. Por muito tempo atuou menos que antes, virou diretor de teatro e tinha perdido a aura de ator alternativo, que constratava tão bem com o heroísmo fajuto de Kevin Costner, Tom Hanks e Mel Gibson nos anos 90. Mas tudo isso mudou quando ele partiu para o badalado mundo das séries ao estrelar House of Cards, mais uma das 200 séries originais da Netflix, onde vive o congressista Francis Underwood, o Eduardo Cunha americano, que diferente de sua inspiração, não é preso e conseguiu virar presidente da república. A série fez tanto sucesso que aqui no Brasil já estão pensando em fazer uma versão tupiniquim: a House of Jato. Graças a esse papel Spacey conseguiu resgatar o respeito de antes e as pessoas, que antes falavam de sua sexualidade, agora falam do seu grau de maldade, pois interpretar um sujeito como Underwood não é para qualquer um...

Ver também[editar]

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