Killzone (jogo)

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Virtualgame.jpg Killzone (jogo) é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Ryan Cooper ganha do Nate Denver.


Zona de Matá
Quilzone 1.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Guerrilla Games
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2004
Gênero Tiro
Plataformas Play 2 quebrado
Avaliação 2/10
Idade para jogar +17

Cquote1.png Pão com mortadela! Cquote2.png
Helghasts quando te avistam
Cquote1.png Alooooô! Cquote2.png
Helghasts tentando te matar sobre Killzone
Cquote1.png War... Never Changes... Ops, jogo errado Cquote2.png
Locutor de Fallout sobre Killzone

Killzone (em brasileiro, Zona de Matá) é um Black com grande taxa de queda de frames. Desenvolvido pela Guerrinha Games e lançado em 2004, é um jogo de atire em tudo que se mover em primeira pessoa, exclusivo para Play 2 quebrado, onde você encarna um grupo de quatro personagens nada carismáticos (especialmente Hakha) para defender a Terra-2 da invasão de uns nazistas espaciais chamados Helghast.

O jogo destaca-se pelas suas cutscenes cheias de leprosos sussurrando suas falas, forçando os jogadores a colocarem o volume da televisão no máximo no momento dessas historinhas.

Desenvolvimento[editar]

Killzone foi muito elogiado pelo seu alto nível gráfico e sonoplástico, apenas comparável a outras obras-primas do gênero, como o Tetris. De acordo com expectativas oficiais, este jogo era para ser "O Matador de Halo" (a franquia rival), um título para pulverizar a concorrência. Na verdade, depois de testar o título, muitos jogadores só não foram testar o Halo porque o Xbox era uma bosta mesmo, mas tinham o Black.

Jogabilidade[editar]

A Guerrilla Games apostou no desenvolvimento de uma burrice artificial para tornar os Helghast bem críveis, assim eles podem vir em bandos de 200 que não conseguem matar um mero soldado de Vekta.

Apesar de você correr o risco de ser linchado em público por fanboys de Killzone ao dizer isso, mas o fato é que a jogabilidade de Killzone é como a de um Call of Duty: Modern Warfare só que um pouco mais travada, lenta e mal renderizada. As inúmeras falha gráficas e baixa qualidade torna Black o único jogo de tiro mais ou menos aceitável de PlayStation 2.

O jogo consiste em basicamente correr, andar agachado, tomar tiro de um bando de inimigo burro, dar tiro em inimigo burro e atravessar um jogo repleto de soldados completamente imbecilizados, afinal são nazistas né e sua burrice artificial é bem crível com sua ideologia, afinal no treinamento de elite dos Helghast não há protocolo sobre como reagir a um ataque de sniper ou pistola com silenciador, e os soldados inimigos ficam igual galinhas tontas no campo de batalha sem saber o que fazem da vida. Seus amigos não ajudam, pois enquanto você atingir a marca de ter matado 1.000 Helghast, seu esquadrão inteiro reunido vai ter matado no máximo uns 5, porque a campanha do jogo não é sobre uma equipe, mas sim sobre você agindo como uma escolta para um bando de covardes que só vão ficando atrás de você.

Além do modo campanha há o modo multiplayer offline, com aqueles mesmos joguinhos básicos de sempre de capturar bandeira, dar tiro no amiguinho, essas coisas de sempre que vemos desde Turok.

Enredo[editar]

Contexto histórico[editar]

Em 2055 o planeta Terra estava para morrer, o excesso de axé music havia transformado grande parte da humanidade em seres imbecilizados que literalmente cagavam nos oceanos, e aos poucos o planeta ia se tornando completamente inabitável, ainda mais porque Youtubers teens eram quem agora ditavam as normas, regras e padrões. A sociedade virou um lixo. Numa medida desesperada, a então SpaceX foi contratada para colonizar galáxia e proporcionar um lugar de paz para humanos que não queriam mais viver no meio de um grande baile funk que havia se tornado a Terra, e esta empresa conseguiu levar a humanidade para diversos sistemas, especialmente o sistema de Alpha Centauri. A UNC (ONU das galáxias, tão inútil quanto a ONU da Terra) passou a administrar esses planetas.

O problema é que a UNC estava com gigantescas dívidas e por isso autorizou que empresas privada também explorassem planetas, deixando que a Helghan Corporation (Google) tabém trabalhasse nisso. Em 2111 Helghan explora os planetas "A" e "B" de Alpha Centauri, enriquecendo vastamente com a mineração de nióbio, o princípio ativo do Guaraná Dolly. Em 2155 a UNC está com seríssimos problemas financeiros devido a dívidas astronômicas em jogo do bicho, desde 2055 um negócio legalizado, então vendeu os dois planetas de Alpha Centauri para Helghan que deu os nome dos planetas de Helghan e Vekta, e passou a cobrar impostos altos para quem precisasse passar por ali e no ano de 2198, quando a UNC se arrependeu da venda Helghan alegou ser colônia independente.

Mas é óbvio que a UNC não aceitava essa independência, então entre os anos de 2199 e 2204 ocorreu a Primeira Guerra Extra-Solar na qual a Helghan Corporation perdeu miseravelmente, momento quando o Tratado de Versalhes foi assinado, tratado este que privou os Helghast de todos seus exércitos e todos seus chinelos - o que explica porque eles só vestem botas - e assim todos os alemães da galáxia foram condenados a viver no planeta tóxico chamado Helghan, e como que por bondade, a independência foi concedida a eles, para que vivessem naquele planeta com cheiro de peido 24 horas por dia. Além disso, a fim de evitar novos ataques, foram criados para proteger Vekta uma plataforma com um tiro laser infalível, garantido e inafundável como o Titanic.

Helghan não tinha ar, literalmente, uma gravidade pesada e bactérias no ar que transformam cada ser vivo no local em um nazista com uma voz de Darth Vader, e por 10 anos o povo local morreu, e por seleção natural sobrou apenas uma raça de não-humanos skin-heads, cujo único novo objetivo era exterminar a humanidade e se vingar da derrota humilhante da primeira guerra. Como seus pedidos de transferência daquele planeta podre foram sistematicamente negados, o povo de Helghan (os Helghast) decidiram invadir a Polônia e isto levou à Segunda Guerra Mundial no ano de 2357.

Segunda Guerra Extra-Solar[editar]

O background até que é rico para um fps, mas a campanha em si é a mesma coisa rasa de sempre de qualquer outro fps genérico que vá encontrar por aí. Toda a história fica subentendida, mas o jogo mesmo é só sobre caminhar e matar nazistas robôs que estão invadindo o seu planeta. Os Helghast decidiram focar suas forças numa invasão contra Vekta, sob o comando do terrível Mussolini Visari, e assim eles invadiram esse pobre planeta.

Agora você deve controlar quatro amigos genocidas, trabalhando para uns fanáticos chamados I.S.A., um grupo militar de carniceiros que sai atirando em todo mundo. Você deve massacrar e crivar de balas uns pobres coitados que não aguentam mais viver num planeta sem oxigênio, inescrupulosamente atirando na cabeça de todos que encontrar pela frente, aproveitando-se ainda do fato dos Helghast não terem intelecto, é um verdadeiro massacre.

Personagens[editar]

  • Jan Templar - É o protagonista genérico. O homem cis branco hétero de meia-idade segurando uma arma. Todo FPS tem um desses, Killzone não seria diferente. É aquele personagem médio e balanceado que manuseia todas armas sem se destacar em nenhuma. Fica fazendo aqueles coisas que você já imagina: Defender base, invadir base dos outros, massacrar Helghast, etc.
  • Luger - Quando um fps genérico se mete a querer variar em número de personagens, sempre vai ter aquele personagem sombrio, mascarado, meio gótico, silencioso e dono de uma sniper. Essa é a Luger, uma mulher que ainda pode usar a visão infra-vermelho para apelar na campanha e fazer os Helghast parecerem baratas tontas no campo de batalha. A sua arma secreta é virar NPC e conseguir a partir de então matar Helghasts com apenas 1 tiro, aos invés dos 20 tiros necessários quando é personagem jogável.
  • Rico Velasquez - Seguindo a tendência de qualquer FPS, depois de se criar um personagem altamente genérico e outro mais sombrio, o terceiro personagem sempre será um negão, aí entra Rico, o eterno coronel da ISA, um grandalhão sem massa encefálica que é especialista em explosivos e armas pesadas, que tem uma motivação especial em fazer nazistas sofrer, massacrando-os todos.
  • Gregor Hakha - O menos carismático de todos, controla robôs voadores.
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Killzone Logo.png