Língua kituba

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Língua kituba é a forma pela qual os cidadãos de Rockall se comunicam. Como a maior parte da população mora (ou morava) em baixo d'água, os que vivem na superfície tiveram que aprender a ler as bolhas que eles liberam. Existiam 4 pessoas fluentes em kituba no mundo, das quais 2,5 já morreram. Estudiosos islandeses querem reviver a cultura rockallica ensinando kituba para as pessoas.

Como Surgiu[editar]

Após a Guerra da Hora de Dormir, vários moradores de Rockall foram exilados para o fundo do mar, onde tiveram de viver (e morrer) por 40 minutos. Tentando manter contato com a superfície, eles iam soltando o ar aos poucos para se comunicar. As pessoas que falavam kituba eram kitubananeiros, que já estão extintos devido a falarem de mais.

Conde von Smith[editar]

Ele foi o único cidadão de Rockall que ficou inteiramente fora d'água e foi a única pessoa no mundo que conseguiu falar com os kitubananeiros originais. Depois de dez minutos tentando decifrar as mensagens dos kitubananeiros, eles pararam de se comunicar e von Smith anotou tudo que ele viu em um caderno. Depois de meses de estudo, ele cunhou o nome de caderno de Kituba, nome de sua mãe (puta merda hein?!) e o enviou a Islândia. De lá, formam tomados estudos para entender melhora língua kituba.

Principais Palavras[editar]

Apenas 7 palavras foram oficialmente decifradas pelos estudiosos islandeses. São elas as seguintes:

  • Três bolhas grandes - socorro
  • Duas bolhas pequena - fudeu
  • Uma bolha pequena - ar
  • Três bolhas grandes e uma média - viado
  • Quatro bolhas médias - a gente vai morrer
  • Duas bolhas pequenas, uma bolha média e uma bolha pequena - vou morrer virgem
  • Três bolhas médias - Salva a gente seu vacilão, eu to me afogando, me tira daqui logo seu babaca
  • Uma bulha grande - P%$¨&
  • Uma bolha gigante - BOOM ou o pulmão explodiu, ainda estão em dúvida

Caso Islandês[editar]

Na Islândia, um grupo de jovens que estava se afogando pronunciou algumas palavras kitubas. Acredita-se que apenas quem está se afogando desenvolve a habilidade de falar kituba. Após a morte desses jovens, começou a ser ensinado kituba nas escolas para as crianças poderem entender o que as pessoas que estão se afogando estão dizendo, para ver se elas querem ou não ser salvas.
Menino islandês na aula de kituba. A maioria dos praticantes morre no primeiro mês.

Centros de Estudo de Kituba[editar]

Existem dois centros expexializados no estudo da língua kituba: um na costa da Islândia chamado de Centro de Estudos de Coisas Inúteis, que decifrou as palavras listadas acima, e o Centro de Kituba von Smith, no Reino da Cocada Preta. Lá, várias pessoas estão sendo submetidas a teste semi-voluntários para serem afogadas e tentar falar kituba, por enquanto só deu merda, mas futuramente pode ser que dê alguma coisa que preste.

Controvérsias[editar]

Há quem diga que a kituba é uma forma de o Diabo que Veste Prada se comunicar com os humanos. As pessoas que desenvolveram essa teoria foram internadas em centros de recuperação mental na Coreia do Norte e obrigadas a aprender o kituba. Nenhuma deles saiu ainda.