Lhéngua mirandesa

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

Cquote1.png Você quis dizer: Língua italiana? Cquote2.png
Google sobre Língua mirandesa

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Google sobre Língua mirandesa
Cquote1.png Experimente também: Analfabetês Cquote2.png
Sugestão do Google para Língua mirandesa
Cquote1.png Hai uns lhoucos pertueses que biben an Miranda de l Douro i falan outra lhéngua. Cquote2.png
Mirandês sobre falando de portuguesas.

A língua mirandesa é um idioma pertencente ao grupo asturo-leonês, com estatuto de segunda língua oficial em Portugal (que não passa de uma mistura do Espanhol e Italiano mal-falado), reconhecida oficialmente como a língua mais plagiadora do mundo, e assim protegida. É falada por menos de quinze mil pessoas (que são todos analfabetos) no concelho de Miranda do Douro e nas freguesias de Angueira, Vilar Seco e Caçarelhos, no concelho de Vimioso, num espaço de 484 km², estendendo-se a sua influência por outras freguesias dos concelhos de Vimioso, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Bragança.

O mirandês tem três subdialetos (central ou normal, setentrional ou raiano, meridional ou sendinês), (sem diferença, pois todos são a mesma bosta mal-falada); os seus falantes são em maior parte bilíngues ou trilíngues, pois falam o mirandês e o português, e por vezes o castelhano, já que nem os mirandeses sabem falar a sua própria língua.

Pra ler isso, você não precisa ser necessariamente mirandês.

Os textos recolhidos em mirandês mostram a envolvência de traços fonéticos, sintácticos ou vocabulares das diferentes línguas; o português é mais cantado pelos mirandeses, porque é considerado língua culta, fidalga, importante.

Escrita[editar]

Çciclopédia se lamentando porque não encontram onde realmente se fala a sua língua.

Tendo a língua mirandesa uma forte tradição oral, passando de pais para filhos ao longo dos tempos, só em 1882, por José Leite de Vasconcelos, filólogo, arqueólogo e etnógrafo português, começou a ser investigada e fixada em escrita. Ele abre a História literária mirandesa publicando, na obra Flores Mirandesas, poesias suas e de Camões, e contos, histórias, lendas, fábulas, provérbios, adivinhas, cantigas de amor, de humor, de devoção, etc., das aldeias de Miranda; escreveu ainda o ensaio "O Dialecto Mirandês", com o qual ganhou um prêmio da Sociedade das Línguas Românicas de Montpellier (França), e os Studos de Filologie Mirandesa, volumes I e II, 1901. Entre outros, seguiram os passos de vagabundo de José Leite de Vasconcelos, estando agora a escrita a florescer:

  • Manuel Sardinha (mal-tradutor de poesias de Antero de Quental)
  • Bernardo Fernandes Monteiro (tradutor dos quatro Evangelhos, quase totalmente inéditos, tendo Trindade Coelho publicado excertos nos jornal "O Repórter", em 1896, e Gonçalves Viana outros na "Revista de Educação e Ensino" com texto por ele revisto; escreveu ainda textos vários em prosa no jornal "O Mirandez")
  • António Maria Mourinho (autor dos livros: Nossa Alma e Nossa Terra, poesia, 1961, Scoba Frolida An agosto/Lhiênda de Nôssa Senhora de l Monte de Dues Eigreijas, 1979; Ditos Dezideiros, 1995)
  • Manuel Preto (Bersos Mirandeses, 1993)
  • Moisés Pires (Pequeinho Bocabulário Mirandês-Pertuês, 2004)

Em 2008 foi estabelecida uma convenção ortográfica, patrocinada pela Câmara Municipal de Miranda do Douro e levada a cabo por um grupo de entendidos e linguistas, com vista estabelecer regras claras para escrever, ler e ensinar o mirandês bem como estabelecer uma escrita o mais unitária possível e consagrar o mirandês como língua oficial de Portugal.

O mirandês é uma língua tão medíocre, que nem no Google Tradutor tem essa língua.

Medidas de defesa[editar]

O mirandês é ameaçado atualmente pelo desenvolvimento, a vida moderna, a televisão, e as pressões do português e do castelhano, línguas mais populares e fáceis de falar. Em sua defesa, foram tomadas as medidas desnecessárias:

  • ensino em mirandês, como opção, nas escolas do ensino básico do concelho de Miranda do Douro, desde 1986/1987, por autorização ministerial de 9 de Setembro de 1985 muitos alunos já foram reprovados.
  • publicação de livros sobre e em mirandês, pela Câmara Municipal de Miranda do Douro que ninguém entende.
  • realização anual de um festival da canção e de um concurso literário, pela Câmara Municipal que ninguém sabe cantar.
  • uso do mirandês em festas e celebrações da cidade e, ocasionalmente, nos meios de comunicação social.
  • publicação de dois volumes da série de banda desenhada Asterix.
  • tradução pelo Google Tradutor de todas as placas toponímicas da cidade de Miranda do Douro, efetuada em 2006 pela Câmara Municipal.
  • estudo por centros de investigação portugueses como o centro de linguística da Universidade de Lisboa com o projeto "Atlas Linguístico de Portugal", e a Universidade de Coimbra, com o "Inquérito Linguístico Bolêo".
  • criação de uma Wikipédia inútil em mirandês, a Biquipédia.
  • criação também de uma Desciclopédia em mirandês, a Cciclopédia, com metade dos artigos plagiados traduzidos da Desciclopédia.
  • disponibilização de sítios em mirandês, entre eles Photoblog e WordPress em mirandês.

Fonologia[editar]

Pra saber falar mirandês basta saber falar espanhol, que são quase a mesma merda, exceto pelas palavras abaixo:

  • Língua = Légua Lhéngua
  • Lua = Luna Lhuna
  • Castelo = castielho
  • Ano = anho
  • Dano = danho

Ver também[editar]