Líbano

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Bin Laden. Embaixo do turbante ele guarda a primeira dentadura de Dercy
"Vai tomar no cú", em sânscrito !!
Brimo, este artigo é árabe!
Portanto, este artigo louva Alá e come esfiha, sem dar ré no kibe. Ele gosta de mulher coberta e não gosta de ser confundido com turcos nem judeus.
Se você ofender o Islamismo, entrar no harém dos outros, bagunçar este artigo ou disser que a diferença entre árabes e judeus é a mesma que entre Japoneses e Chineses corre sério risco de ficar sem petróleo.
Ou até se você não concordar que a barba do Osama é a mais sexy do mundo .


●الجمهورية اللبنانية
●Habib Lebanon
●Líbano

Lebanesean flag.png Lebcoatofarms.png
Bandeira Brasão
Lema: Todos pela Pátria, a Glória, a Bandeira e o Petróleo
Hino: Festa da Colheita
LocationLebanon.png
Capital Beirute
Maior Cidade Brutus
Língua Árabe, libanês
Tipo de Governo República semi-pacífica
Rei Suleiman
Heróis Nacionais Abdul Alhazred
Independência Não ocorreu
Moeda Kala$hnikov
Religião Culto ao Hezbollah
População Desconhecida
Área Desértica (0% de água)
Analfabetismo Alto%
PIB per Capita 1 cent USD/hab.
IDH 0.0015
Fuso Horário Meridiano de Darkwich
Clima Desértico
Site do Governo Não tem Internet



Líbano é um lugar frio do Oriente Médio. País muito pacífico e hospitaleiro, onde não há analfabetismo, não há guerras e vive cheio de muçulmanos.

[editar] História

Transporte libanês.

Fundado nos anos 1920 pelos franceses, após a dissolução do Império Otomano, como (mais um) estado artificial criado pelas potências que haviam derrotado os turcos na Primeira Guerra Mundial, mais especificamente Inglaterra e França; os libaneses, cristãos, judeus, vândalos, beduínos e muçulmanos de várias correntes estranhamente não perceberam os "novos" tempos e continuaram a se entender como se nada tivesse mudado. Prosperaram assim sem guerras internas, evoluindo no que de melhor os brimus sabem fazer (além de guerras claro), que é a Arte do Comércio, tanto que até o começo da década de 1970 o Líbano ficou conhecido como a Suíça ou Pérola do Oriente.

No entanto, tamanha prosperidade atraiu muita inveja; mal tinham obtido a independência da França, no final dos anos 1950 os americanos já desembarcavam por lá só pra mostrarem que eram os fodões do pedaço. A URSS não gostou e começou a armar a Síria, que por sua vez aceitou esta "generosa e desinteressada" oferta já que também não estava gostando nem um pouquinho daquela prosperidade toda num pedaço de terra ali do lado que eles já achavam deles. Israel também não estava curtindo muito aquela única democracia verdadeira na região, título que eles gostavam de bater papo mas na verdade era dos Libaneses e assim começaram a dar a "ideia" para os cristãos do líbano de que seria besteira continuar a dividir tudo aquilo com os muçulmanos, que o bom mesmo era fazer como eles e tomar tudo só pra si. Os Palestinos por sua vez, fodidos e mal pagos, quando foram despejados (mais uma vez) em 1970, dessa vez por justa causa da Jordânia, viram a oportunidade de fincar pé naquele paraíso.

Assim, no começo dos anos 1970, apoiados respectivamente por seus patrocinadores (URSS & EUA) e tendo preparado e convencido cada um o seu lado, Síria e Israel decidiram que já 'tava mais do que na hora dar uma lição naquele "mal exemplo" de brimu, "ovelha negra" da família que não queria saber de guerra e mostrar pro mundo que, como diria Falcão: "Dinheiro não é tudo mas é 100%", que: "mais Vale meio Líbano fodido na mão do que um inteiro, independente Voando" e que naquele espacinho apertado do Oriente MéRdio: "um Estado artificial é pouco, dois é bom mas 3... ah, é demais".

A merda, formalmente conhecida como "Guerra civil do Líbano" começou em 1975 e terminou oficialmente em 1990, com eventuais recomeços, tendo na prática fodido com o país e forçado o exílio de centenas de milhares de Libaneses que (conhecidos pelos brimus da região como viadinhos e sapatinhas que não gostam de guerrear) se espalharam pelo mundo tentando arranjar coisa melhor pra fazer na vida do que ficar na mesma briga de sempre.

[editar] Economia

Sua principal atividade econômica é o turismo, onde se destacam os turistas sírios e israelenses: Geralmente pilotos e soldados. Gostam tanto destes turistas, que num golpe de marketing, impediram em 2006 que dois turistas israelenses saissem de lá - o que causou um aumento significativo no influxo de turistas israelenses nos meses seguintes. Sua principal importação é a de cedros, bombas, Katiusha e Rifles AK - 47. Suas principais exportações também são compostas pelos itens anteriores. Com a invasão turística por Israel em 2006, a demanda de AK - 47 subiu assustadoramente. Por não dar conta do recado, foi necessário mandar alguns foguetes para o norte de Israel e destruir algumas vilas israelenses, para compensar o fluxo. Mais ou menos na mesma época os turistas Sírios indignados por terem sidos convidados a se retirarem do País pela absoluta falta de pagamento de seus créditos estourados ...estouraram o chefe do lujinha Libanesa em protesto.

Outra grande fonte de renda nacional é a cobrança de royalties dos telejornais estrangeiros que mostram imagens belíssimas do país e de seus pacíficos locais.

Não esquecer da importante contribuição deste país para a América Latina tendo exportado vários ladrões políticos para esta região, de que são exemplos Paulo Maluf ou Carlos Slim.

[editar] Ver também

v  d  e h
الجمهورية اللبنانية

Lebanesean flag.png



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