Ladainha (Minas Gerais)

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A entrada de Ladainha... Você é um turista? Boa sorte... Você vai precisar... E muita.

Ladainha é um terreno baldio mineiro que é extremamente inútil para o seu estado, pois não produz pães-de-queijo em abundância, até porque os poucos moradores de Ladainha preferem muito mais ficar o dia todo apenas coçando o saco e ouvindo as músicas do Zezé di Camargo & Luciano do que fazer alguma coisa realmente útil para todos... Enfim, mesmo sendo completamente rejeitado pelo governo de Minas Gerais, Ladainha continua tentando conseguir o seu lugarzinho ao Sol.

História[editar]

A única coisa boa em Ladainha... Êita, trem bão dimais da conta, sô!! (isso se você for macho, o que eu duvido muito).

Diferentemente da grande maioria das outras cidadezinhas roceiras de Minas Gerais, Ladainha não era em seus primórdios uma aldeia indígena que servia como abrigo para todos os indígenas que queriam ficar o dia todo apenas fumandio uns bons baseados enquanto ouviam uma musiquinha do Bob Marley através de sinais de fumaça. Na verdade, Ladainha surgiu por conta de uma doação de sesmaria que algum doido fez para Jacinto Leite Aquino Rego Mendes, que era um velhinho ranzinza que guardava uma escopeta em sua sala, pois tinha sido um soldados sobrevivente da Guerra do Paraguai, guerra esta que o governo brasileiro tinha começado porque queria que pos falsificadores paraguaios pagassem impostos, assim como faziam os donos das grandes empresas nacionais capitalistas exploradoras de pobres e indefesos cubanos.

Apesar de ter conseguido um bom terreno para morar, Jacinto Leite Aquino Rego Mendes não teve muito interesse em desenvolver a região. E para dizer a verdade, ele foi bem esperto, pois sabia que não viveria o suficiente para colher os frutos de seu trabalho. Então, Jacinto começou a viver da mesma forma que o Eustácio, aquele outro velhinho rabungento que aparece no desenho alucinógeno Coragem, o Cão Covarde, que vive um pouco depois do fim do mundo.

Porém, isso não duraria por muito tempo. Alguns anos depois, Jacinto finalmente foi sentar no colo do capeta, e deixou o terreno para os seus herdeiros, que eram Tomás Turbando Pinto e Paula Tejando Dias. Como esses dois são grandes empreendedores, eles resolveram começar a construção de uma grandiosa estrada de barro, que ligaria a casa do caralho com o cu do mundo, e passaria bem pelo meio de Ladainha. Eles chamaram essa estradinha de Ladainha Falamuito, em homenagem ao grande treinador futebolísticco Tite, que já treinava equipes mineiras quando o futebol ainda era jogado com bola de couro de dinossauro.

Alguns anos depois, mais precisamente em 1900 e guaraná com rolha, alguns protestantes do MST chegaram na região, e resolveram que iriam montar os seus barracos por lá mesmo, afinal, era melhor morar bem próximo do fim do mundo do que não morar em lugar nenhum. Como pobre tem parente que não acaba mais, aos poucos, a parentada dos primeiros invasores do terreno foram chegando, e foram montando cada vez mais barracos em Ladainha, até que virou a bagunça e a desordem que é hoje.

Atualmente, Ladainha continua sendo uma cidadezinha pacata e tranquila, sendo que a coisa mais agitada que acontece na cidade (se é que podemos chamar de agitada) são algumas brigas com facas que os moradores promovem todas as sextas-feiras à meia-noite,. provavelmente em homenagem ao Jason Voorhees.

Economia[editar]

A moderníssima infra-estrutura de Ladainha, que faz inveja até mesmo para as auto-estradas estadunidenses.

Para movimentar a economia de Ladainha (Minas Gerais), os moradores da cidade tentam desesperadamente (sem sucesso) exportar mato (única coisa que existe em abundância na cidade) para os outros estados brasileiros. Como exportar mato simples não dá certo, Ladainha (Minas Gerais) consegue manter a sua economia ativa apenas exportando a sua mata virgem, que é muito apreciada pelos cafetões, que as usam para enfeitar os seus puteiros.

Lazer[editar]

A única coisa realmente agradável de se fazer em Ladainha (Minas Gerais) é explorar as matas virgens da cidade, que, de acordo com alguns turistas que o fizeram, é muito prazeroso e interessante. Para os senhores de mais de 70 anos, que não aguentam mais fazer esse tipo de exploração, até porque os seus facões enferrujados não cortam mais nem grama rala, resta apenas disputar partidas de xadrez na praça central da cidade.

Turismo[editar]

Todos os anos, muitos turistas chegam em Ladainha, querendo aproveitar-se das maravilhas da cidade, que são... Bem, nenhuma, mas como a cidade fica longe de qualquer coisa, é excelente para os caloteiros descansarem sem ter que se preocupar com os cobradores, principalmente os de aluguel.