Lagarto (Sergipe)

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Município de Calango
"Terra dos Comedores de Jacas"
Bandeira de Lagarto.png
Bandeira
Fundação Algum dia de 1698
Gentílico lagartixenses ou calanguenses lagartenses
Lema Não deixe pra fofocar amanhã o que você pode fofocar hoje.
Apelidos Lagartixa do Agreste
Prefeito(a) Não está preso, pode confiar
Localização
Localização de Calango
Estado link={{{3}}} Sergipe
Mesorregião Meio do Sergipe
Microrregião Lagarto+Riachão
Região metropolitana Aracaju e suas Favelas
Municípios limítrofes Simão Dias, Riachão do Dantas, Boquim, Salgado, Itaporanga d'Ajuda, Campo do Brito, São Domingos, Macambira e Pedra Mole
Distância até a capital 75 km
Características geográficas
Área 969,226 km²
População 100 mil miseráveis hab. 2014
Idioma Lagartês
Densidade baixa hab./km²
Altitude 15 metros
Clima árido mas nem tanto
Fuso horário UTC -3
Indicadores
IDH Pior que Aracaju IBGE/2014
PIB R$ Pior que Aracaju IBGE/2014
PIB per capita R$ Pior que Aracaju IBGE/2014

Lagarto (ou Calango) é só mais uma dentre tantas cidades de Sergipe de nome imbecil que existem por aí. Apesar de tal nome nada convencional e agradável, é mesmo assim uma das maiores cidades de seu estado, não que seja grandes coisas, mas tem mais de 100.000 pessoas que são consideradas calanguenses ou lagartixenses, sendo difícil compreender como alguém pode sentir orgulho de algo desse tipo.

História[editar]

Lagarto foi a terceira cidade a ser criada na Capitania de Sergipe, fato que ocorreu em 1596, quando após uma rifa pessoas ganharam terrenos de grileiros no meio do nada. Chegando no local ermo, encontraram apenas lagartixas, e ali se estabeleceram, batizando a localidade de Calango, cujo nome foi sendo modificado depois na medida que o próprio dialeto foi se modernizando. Sabe-se que devido ao fato dos primeiros habitantes comerem muito calango assado, devido à sua abundância, foram todos vítimas de um grave surto de varíola estomacal, o que obrigou a primeira de muitas migrações que ainda viriam a acontecer.

Lagarto detém o recordo brasileiro de número de povoados em seu território, totalizando 108, número cabalístico do número de capetas existentes no Inferno. O motivo de existir tantos povoados é que no século XVII o povo da região ainda praticava o nomadismo, devido à precariedade natural de seu povo e falta de conhecimentos gerais, mas como eram todos baianos (o estado de Sergipe ainda não havia sido inventado) tinham preguiça demais de se deslocar sem parar, e iam ficando pelo caminho, dando origem a muitos povoados.

No século XVIII alguns fazendeiros finalmente organizaram a bagunça que estava a região, colocaram as universidades isoladas na beira da estrada, os puteiros do outro lado, as plantações de tabaco tudo num mesmo lugar, e tal nível impressionante de organização fez com que em 1880 passasse a ser considerada uma cidade.

Economia[editar]

Lagarto é uma das cidades mais desenvolvidas de Sergipe, porém isso não constitui qualquer vantagem, pois basta ser bem mais ou menos que você será a melhor coisa nesse estado subdesenvolvido. A cidade tem portanto sua economia baseada no cultivo de tabaco, e se orgulha em saber que milhares de pessoas contraem câncer de pulmão e tem uma morte horrível por causa deles, sendo esta talvez uma forma de Lagarto ser pelo menos lembrada mesmo que indiretamente.

O grande motor da economia da cidade, porém, é o intenso comércio de frivolidades. Numa tentativa desesperada de ser uma cidade grande, a população de Lagarto tem ao seu dispor um shopping com lojas que só vendem porcarias desnecessárias.

Ou seja, se você não é dono de loja, político, filho de rico ou funcionário da prefeitura, você está fodido se morar aqui.

Política[editar]

A política da cidade é uma palhaçada, de quatro em quatro anos o povo varia entre um grupo político e outro, denominados de bole-bole e saramandaia, cada um fica quatro anos na prefeitura, ambos enchendo os bolsos e empregando os grandes amigos e o povo sendo enganado, como sempre.

População[editar]

A população de Lagarto é mista, sendo composta de tabareis que falam palavras completamente erradas a habitantes que acham que são ricos e se comportam como ricos, mas na verdade comem farinha seca com ovo.

O Censo Lógico mostra, que 99,9% da população reside na zona rural, já a zona urbana não existe. A população masculina é de 10,00%, a feminina é de 15,00% e a LGBTQ contempla 75%. Possui 33.532 domicílios divididos em ruas extremamente apertadas, escuras e perigosas.

Se você acha o nome Lagarto ruim, ainda não conheceu os mais de 100 povoados que compõem o município. Os mais esdrúxulos são Colônia Treze, Açuzinho, Brejo, Urubu Grande, Boa Vista do Urubu, Boieiro, Mariquita de Baixo, Mariquita de Cima, Curralinho, Campo do Crioulo, Saco do Tigre, Saco Redondo, Várzea dos Cágados, Brejo, Moita Redonda, Tapera do Saco, Barro Vermelho e tantos nomes imbecis.

Saúde[editar]

Conta atualmente com o Hospital Regional de Lagarto que só serve para por no soro e aguardar uma ambulância para a capital, atendendo parte da população da região centro-oeste do estado e de cidades da Bahia próximas à divisa. Já o Hospital Nossa Senhora da Conceição está em eterna reforma e serve como cabide de empregos.

Educação[editar]

Lagarto orgulha-se do fato de que teoricamente é berço de diversos intelectuais, embora nenhum seja sequer estadualmente conhecido, muito menos nacionalmente. O motivo de tal boato é a existência de uma Universidade Federal de Sergipe bem no centro da cidade, algo que só existe ali porque além de Aracaju, onde mais que poderia ter um campus senão ali? É por falta de opção mesmo, e não por qualquer suposta tradição em intelectualidade, afinal se a cidade fosse mesmo lar de pessoas inteligentes, metade não estaria mais ali e outra metade teria transformado o município em algo bom.

As escolas de Lagarto destroem a cultura e incentivam muito a baixaria, todo ano a Secretaria Municipal de Educação e Cultura organiza o que deveria ser o tradicional Desfile Cívico-Militar de Lagarto, onde participam escolas da Rede Pública e Particular. O desfile parece mais uma parada gay misturada com o carnaval de Salvador, onde vários travestis, transexuais e homossexuais arrasam e desfilam com roupas carnavalescas similares as dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, além de acontecer também a terrível Marcha dos Excluídos, que constantemente fazem críticas utilizando a semi-nudês e baixaria extrema para se expressar.

Idioma[editar]

Em Lagarto não se fala o Português (Brasil), a língua oficial dessa terra é o Lagartês (variante do Sergipcio). Abaixo serão listadas algumas palavras em Lagartês traduzidas para o Português, respectivamente:

  • Petxo = Peito
  • Otxo = Oito
  • Otxenta e otxo = Oitenta e oito
  • Mulé = Mulher
  • Muié = Mulher
  • Fio = Filho
  • Fia = Filha
  • Otxenta real = Oitenta reais
  • Homi = Homem
  • ié? = Sério?
  • Nois vai = Nós vamos
  • Apois = Pois
  • Aio = Alho
  • Retaiada = Retalhada
  • Zóio = Olho
  • Zuvido = Ouvido
  • Zureia = Orelha
  • Mio = Milho
  • Respetxar = Respeitar
  • Mangando = Zoando

Cabrunco[editar]

A gíria cabrunco é popular em Sergipe e se originou de uma doença chamada Carbúnculo Sintomático, que dá em animais, como cavalo, boi, etc. Cabrunco é usado para tudo, desde uma expressão de espanto, quanto para definir uma qualidade, um xingamento, uma interjeição, um elogio, entre outros. O termo cabrunco ainda pode ser substituído por "lito", "canso" ou "cancro".

Exemplos:

  • "Ei seu fi do cabrunco! Venha aqui que eu vou lhe pegar!" (xingamento)
  • "Pra quê cabrunco tu quer colocar uma banana na feijoada?" (interjeição)
  • "Aquele cabrunco já entregou o documento nos correios?"'"' (qualidade)
  • "Ele morreu mesmo? Ow cabrunco!" (espanto)

Turismo[editar]

Letreiro da cidade com a famosa escultura da lagartixa reumática com câimbra, símbolo da cidade.

Não há pontos turísticos em Lagarto, apenas o monumento do letreiro da cidade onde o visitante pode avistar a escultura da famosa lagartixa manca reumática com câimbra e se deliciar e divertir com o fato de uma cidade se submeter a ter um nome tão idiota e ainda erguer um monumento de lagartixa na sua entrada.

Há ainda muitas festividades folclóricas, todas sempre bem idiotas e ridículas e repleta de gente que possui uma felicidade inexplicável em estar fazendo algo idiota sob um calor de matar. Para assistir tais apresentações de sei lá o que, teoricamente muitos turistas visitam Lagarto. Existe também a maldita Silibrina, uma guerra/evento em que um bando de retardados se encontram para jogar espadas e outros fogos, uns nos outros, em uma data próxima do São João. A única festividade anual que existe na cidade é a Vaquejada, com bandas predominantemente de forró, arrocha ou demais ritmos ruins. Para irem até essa festa, os lagartixas compram todas as peças de roupas novas (de meia a cueca/calcinha), geralmente nas Lojas Habito (CARO) e dividem para 24 vezes no cartão.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Diego Costa? Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Diego Costa, o primeiro lagartixa Espanhol famoso da história da cidade.
Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Gurita Santos? Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Gurita, a digital influencer mais famosa da cidade.
Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Vaquejada? Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de vaquejada de Lagarto, a única festa anual da cidade.
Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Arrocha? Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de ritmo deplorável em evidencia na cidade.