Lagoa Santa (Goiás)

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Turista desavisado sobre Lagoa Santa

Lagoa Santa é um município goiano muito conhecido (inclusive internacionalmente) tanto pelas suas lagoas de águas termais recheadas de sucuris quanto pelo investimento mais pífio em infra-estrutura que uma cidade turística já viu no mundo.

Possui uma mini-rivalidade com o bairro dissidente de São João do Aporé, só que nada substancial, mais para tentar fingir-se de importante o bastante para ter uma cidade rival, porque não há muito o que se fazer por lá.

História[editar]

A cidade foi criada como um pequeno vilarejo isolado (o que é até hoje) em 1950, quando um grupo de hippies afirmou que as águas do Rio Aporé eram medicinais, pois nela haviam baixas concentrações de coliformes fecais dos habitantes de Cassilândia, o que garantia propriedades curandeiras e charlatônicas às águas.

O lugar era tão longe de tudo, que em 1997 fizeram o favor de emancipá-lo como município desmembrando-o de Itajá que agradeceu por isto.

Geografia[editar]

O famoso brejo Thermas, onde turistas vão mergulhar no meio de algas mutantes.

Não precisa de muitas explicações. Localiza-se há uns poucos metros da fronteira com Mato Grosso do Sul, portanto o cheiro de lama é sensível, e tem menos habitantes que qualquer lugar conhecido, sendo ainda a única cidade turística que ainda tem ruas de terra sem cascalho e casas de barro socado. Tudo para preservar o meio-ambiente.

População[editar]

Se não fosse o turismo esta cidade seria (como se já não fosse) apenas um maldito vilarejo encravado no meio do mato. Os únicos que moram lá são os poucos desventurados que trabalham no Balneário do Akira e não tem dinheiro para morar em outro lugar, além de muitas cobras, pernilongos e jacarés. Porém, em qualquer época do ano, pode-se notar o grande fluxo de piabas sul-matogrossenses que atravessam a fronteira pra desfrutar do balneário do Akira, já que na Estância da Lagoa Santa só entra turista rico e, de preferência, de fora do Brasil.

Turismo e Infraestrutura[editar]

Como já foi supracitado, Lagoa Santa tem ZERO de estrutura para receber qualquer turista, mas isso não impede o município de intitular-se destino turístico. O pretexto é a preservação do meio-ambiente, mas todo mundo sabe que o prefeito e o governo do estado aproveitam a deixa pra embolsar qualquer grana que deveria ir para a infra-estrutura da cidade. Os únicos que frequentam essa droga são os fuleiros de Mato Grosso do Sul que querem aproveitar o feriado, e turistas gringos ludibriados loucos que amam um programa de índio.