Laranjal do Jari

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Município de Laranjal do Seu Jair
"O Laranjal que a gente quer"
Bandeira de Laranjal do Jari.png
Bandeira
Aniversário 17 de dezembro
Fundação 17 de dezembro de 1987
Gentílico laranja-jariense
Lema Pelo menos temos uma bandeira
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Laranjal do Seu Jair
Estado link={{{3}}} Amapá
Mesorregião Matagal do Amapá
Microrregião Favelas de Mazagão
Municípios limítrofes Vitória do Jari, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari, Mazagão, Almeirim
Distância até a capital 275m quilômetros
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Tupi-guarani
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima clima equatorial
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Laranja? Cquote2.png
Google sobre Laranjal do Jari
Cquote1.png Experimente também: Bode-expiatório Cquote2.png
Sugestão do Google para Laranjal do Jari
Cquote1.png Chupa que é de uva Laranja! Cquote2.png
Laranjalense sobre Laranjal do Jari
Cquote1.png Cadê as laranjeiras? Cquote2.png
Qualquer um sobre Laranjal do Jari

Laranjal do Jari é uma suposta cidade localizada no sudoeste do estado do Amapá (se você não tem a mínima ideia sobre pontos cardeais, compre uma bússola ou vá estudar geografia para conhecer ao menos a "Rosa dos Ventos"), é o maior município do já não tão grande pequeno citado Estado. Mesmo com o seu tamanho absurdo de mais de oito mil quilômetros quadrados, se comparado com a capital, Macapá, ou com os outros municípios, ainda é o terceiro mais ocupado (perdendo para capital e seu plágio mal talhado Santana), pelo fato de que somente uma pequena parte dele foi destinada a ocupação de seres ditos humanos, pois, além das fronteiras da não movimentada sede de Laranjal do Jari, encontra-se o maior refúgio da vida silvestre do MUNDO (sim, do mundo), quase intocada pelo homem. Trata-se do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (pelo menos tendo a maior reserva de floresta do mundo, o Amapá pode se orgulhar de ter - Ou não, já que isso acaba sendo um entrave para a expansão do estado)

Ela tem uma bandeira e um brasão, coisa muito rara em todo o Estado, em que somente a da capital é conhecida.

Vitória do Jari fazia parte dela até um tempo atrás, mas de tanta vergonha resolveu se emancipar e virar uma favela município exclusivo.

Apesar do nome de Laranjal, o local sequer tem uma laranjeira, para a vergonha da população que não sabe qual o motivo do nome de seu município.

Laranjal do Jari ainda sonha em ter uma estrutura tão boa quanto a de Monte Dourado (bom, sonhar não custa nada mesmo).

História[editar]

Não que houvesse uma necessidade extrema e imprescindível para a criação do município de Laranjal do Jari por que não tinha mesmo nenhum motivo lógico mesmo mas ela acabou sendo uma mão na roda para os trabalhadores nordestinos (sempre é eles que migram, afinal) que vinham no começo da colonização parar nessas bandas para tirar leite do pau das seringueiras que lá tinham, afim de fazer seringas a bendita borracha que apagam os erros de nossas horríveis caligrafias. Chegando nesse deserto de árvores, é claro que eles tinham de dar (ui!) de encontro com vários tribos indígenas, mas, em nome do progresso, houve a dizimação expulsão dos verdadeiros donos da terra para que fosse fixada as primeiras colônias de exploração da borracha. Entre o nordestino que mais se destacou por essas bandas foi a figura de José Júlio de Andrade, um cearense cabeça chata que se tornou o maior latifundiário do mundo (pelo visto, Laranjal do Jari gosta de ser reconhecida por ter as maiores coisas do mundo).

Tal cearence filho da puta conseguiu tudo o que tinha como todo bom nordestino "cabra ômi", de uma forma ilegal e passando a perna em todo mundo, virando um latifundiário de respeito, através de expropriação de terras. Com tal poder ele mandava e desmandava na pequena Vila extrativista de leite de pau, podendo até mesmo ter o direito sobre a vida e a morte de qualquer cabra que por alí morasse (quase um Deus na terra). Porém, como muito poder assim chama logo a atenção de alguém mais poderoso, Zezinho José acabou sendo vítima da revolta Tenentista brasileira, o que obrigou a vender os seus milhares de ectares de terras para os padeiros do outro lado do Oceano Atlântico, que, ao final do círculo vicioso de quem é que possui as terras do Amapá, acabou indo parar nas garras mãos do gringo Daniel Ludwig, um mega milionário no ramo do pergaminho papiro papel, que via no novo território comprado baratamente a chance de enriquecer ainda muito mais (como sempre, a ganancia gira o mundo).

Geografia[editar]

Vista aérea de Laranjal do Jari, nada de muito especial afinal, é só uma favela sobre as águas.

Contando atualmente com muito um pouco mais de 40.000 habitantes (segundo dados do IBGE, que provavelmente nem sequer foi lá contar, somente estimou os dados como sempre faz), Laranjal do Jari cresceu sendo usada por Daniel Ludwig, que desejava derrubar todas as árvores que aqui existiam (pelo visto ele não tinha nenhuma consciência ambiental, ou nunca tinha ouvido falar me Efeito Estufa, ou Aquecimento Global) para a plantação de "Gmelina", uma planta muito utilizada para a fabricação de celulose que, se você nunca ouviu falar por ser um burro, é a matéria-prima para a fabricação do papel. Tal ideia mirabolante dele ficou conhecida como Projeto Jari Florestal (ou somente "Projeto Jari", para aqueles que precisam desse assunto para o Vestibular), mas não visava somente isso. A parte florestal destruída, também seria usada para a construção de pastos para os benditos bovinos e suínos (mais agressão à natureza, como podemos ver), além para a plantação de arroz para os japoneses, tudo para a exportação (ou você acha que eles venderiam tudo para Macapá?).

É quando você vai se aproximando da cidade que vai vendo a desgraça que ela é na verdade.

Porém, somente a plantação de árvores acabou rendendo alguma grana no final, sendo que a plantação e os animais acabaram levando um feno dos diabos, para a tristeza (principalmente do bolso) de Daniel Ludwig. O Projeto Jari ainda englobava, além de Laranjal, a outra porção do Rio Jarí que ficava do lado do Pará, banda conhecida como Monte Dourado. E foi exatamente desse lado (infelizmente) que realmente se viu alguma mudança boa com a instalação do Projeto. Os trabalhadores e técnicos (ou seja, os que vinham de fora para trabalhar lá) do Projeto Jari ficavam morando em casas construídas pelo próprio Projeto em Monte Dourado. Eram conjuntos habitacionais bem evoluídos, que contavam com toda uma padronização de Primeiro Mundo. Agora, a "peãozada", que realmente pegava no pesado no Projeto, ficavam do lado que era Laranjal, sendo que eles que tinham que construir as suas moradias que, como toda organização feita por pobres, acabou saindo uma porcaria e Laranjal do Jarí acabou sendo tomada por favelas sobre pontes (já que ficavam às margens do Rio Jari) conhecidas como palafitas.

Com o feno total que o projeto acabou levando no final, Monte Dourado continuou com toda a sua estrutura do antigo Projeto, se dando bem, já que contava com uma estrutura Mara!, se comparada até mesmo com a capital Macapá; e Laranjal continuou na mesma merda que estava, ficando ainda pior com o tempo. Atualmente, em toda época de chuva, Laranjal do Jari alaga completamente, ficando embaixo d'água tanto quanto Atlântida, quando foi afundada por Poseidon. Já nos dias de calor, o local fica tão seco, mas tão seco que as casas, feitas de madeiras daquelas bem toscas, acabam pegando fogo com a quentura e, como as casas ficam próximas umas das outras (afinal, é uma favela sobre as águas) acaba se tornando um "Deus nos Acuda" durante essas épocas, já que o fogo que pega em uma, acaba sendo passada para a outra quase que automaticamente (mesmo assim o pessoal ainda insiste em ficar morando por aquelas bandas e naquele aperto, bom aviso de que aquilo não dá certo é mais o que não falta).

Lazer[editar]

Apesar de pobre pacata (tirando os assaltos, as facadas e tiroteios nas festas populares e a prostituição de menores), Laranjal do Jari ainda apresenta algumas diversões bem legais para um local sem nada de interessante, mas, caso você queira realmente se divertir, não custa nada atravessar o Rio Jarí e dar uma volta por Monte Dourado, com certeza lá é bem melhor do que Laranjal. Vejamos as diversãos dos laranjenses laranjalenses:

Laranjal do Jari, nos seus dias mais movimentados de verão, acaba pegando fogo (literalmente falando).
  • EXPOVALEJARI: É uma expofeira realizada uma vez a cada dez ano, que conta com um pequeno parque de diversões, vendas de animais com chifres (como o teu pai e a tua mãe), praça de alimentação e show com bandas desconhecidas nacionais, como: Banda Calypso e... bom... acho que é só!;
  • Cachoeira do Santo Antônio: É a cachoeira que serve de limite entre o Amapá e o Pará mas que, nos finais de semana, serve como único um dos destinos para os laranjas laranjalenses que querem aproveitar o sol para pegar um bronzeado. É o único local bonito de todo o município (e nem venha me desmentir);
  • A Rua do Xirizal: Ponto de Refúgio pra todo tipo de gente, desde crianças que gostam de se prostituir pra arranjar um troco pra cheirar cola, fumar merla e etc... Até os Padres que curtem essas crianças noiadas
  • Reserva Extrativista do Rio Caraji: Quer conhecer um local habitado por povos realmente primitivos no Brasil? Visite essa reserva extrativista, sem dúvida é uma inesquecível viajem no tempo, onde você pode conhecer como os nossos ancestrais se viravam sem internet, celular, chapinha ou mesmo uma simples televisão. Depois de conhecê-la, dê graças a Deus pela sua conexão discada.

Nessa reserva podemos encontrar, o irmão mais velho de Dercy Gonçalvez, o esconderijo de Binladem e a parte perdida de tesouro de Paulo Maluff.

Fora as diversões acima citadas, Laranjal do Jari também é muito conhecida por seus puteiros, em que "quase" nenhuma das putas pagas tem alguma DST.

v d e h
NOVA SARNEYLÂNDIA AMAPÁ
Bandeira do Amapá.png