Lars Ulrich

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Lars Ulrich toca bateria!

E é o ódio dos vizinhos.

Bate forte o tambor, eu quero tic tic tic tá.

Você quis dizer: Billy Crystal.
Google sobre Lars Ulrich
Lars Ulrich em seu encontro com o ex-baixista do Nirvana Krist Novoselic
Lars Ulrich em seu encontro com o ex-baixista do Nirvana Krist Novoselic

O Jim Carrey tem inveja das caretas desse cara.
Crítico idiota sobre Lars Ulrich
Fui eu que dei aulas de bateria pra esse mané.
Steven "Popcorn" Adler, baterista falido, sobre Lars Ulrich
Bate forte o tamboor...
Extinta (graças a Deus) banda Carrapicho sobre Lars Ulrich
Toque aí / toque aí / seu tambooor / seu tambooor...
Música baiana idiota sobre Lars Ulrich
O anão másculo dos meus sonhos...
Leão Lobo
Ainda chego lá.
Igor Cavalera sobre Lars Ulrich
Então senta a baqueta nessa porra!
Capitão Nascimento sobre Lars Ulrich
Uma vez eu usei aquilo que ele usa pra bater naquela lata pra comer sushi. Achei até estranho o gosto de suor da comida.
Carla Perez sobre baquetas

Larisvaldo Lodovico Ultrarich, mais conhecido como Lars Ulrich, foi um conhecido membro da banda Olodum, mas como ninguém gostava dele tentou se ajeitar em uma outra banda, uma bandinha chinfrim chamada Metallica. Seu sobrenome não é por acaso: desde que decidiu dar uma pegadinha na baqueta ficou putamilionário. É o filho único de Lodovico Ulrich e Cacilda Filomena Ulrich, pai católico, mãe umbandista e avós palmeirenses.

[editar] Como surgiu essa praga?

Lars nasceu no bairro italiano do Bexiga, em São Paulo. Muito novinho já era considerado uma má influência para seus colegas na escola. Colocar uma almofada de pum para que a professora se assentasse em cima era careta para ele. Em vez disso colocava um consolo de trinta centímetros que arrasava com o fiofó da véia e lhe arrancava as pregas todas. Se seus colegas, na hora do ócio, brincavam de atirar pedaços de papel com um canudinho, Lars preferia brincar com um spray de pimenta que roubara de um policial otário e coquetéis molotov que estraçalhavam os vasos dos banheiros das garotas e os pobres cuzinhos daquelas infelizes que se assentavam neles na hora de mijar. Se seus amigos gostavam de ir assistir rinhas de galos, Lars promovia seus próprios espetáculos: chamava toda a turminha para ver ele soltando um gato fodido e pestiado, jogar a vodca que roubara do pai em cima dele, colocar um pouco em sua própria boca, espirrar e acender o esqueiro debaixo, cuspindo fogo no gatinho e ver a criatura queimando viva. "Esse ninguém mais vai cheirar", disse, rindo igual ao Joe Higashi. Às vezes, dependendo da crueldade, ria até mais cabuloso que a voz tenebrosa do Mortal Kombat. E botar um sapo para fumar até o coitado explodir o deixava entediado. Em vez disso preferia explodir os amigos e vazar-lhes a cabeça com tiros de escopeta.

Antes que a polícia descobrisse que tinham um assassino serial de gatinhos e pessoas em casa (e também para se protegerem dessa peste), os pais resolveram interná-lo em um colégio superlinha-dura numa região desértica do Colorado, nos EUA, desses onde a diretora punia os devassos com uma enorme palmatória e instrumentos similares e muitas chapuletadas na bunda até sangrar. Mesmo esse internato não o deteve e tomava litros e litros de cerveja durante o recreio às escondidas, conseguindo obter a mercadoria com um traficante das redondezas, visto que cerveja naquele deserto era proibida. Teve de mostrar a bunda em classe para a diretora bater muitas vezes por culpa dos seus
Lars Ulrich, o jovem cereal killer que a polícia não conseguiu agarrar
Lars Ulrich, o jovem cereal killer que a polícia não conseguiu agarrar
porres. Uma vez, porém, resolveu vingar-se da megera. Foi às escondidas ao gabinete dela e urinou no seu chá. Lars, que era um megabebum, tinha a urina com um teor alcoólico altíssimo, além de conter fortes indícios de outras substâncias de que era dependente. A diretora desavisada bebeu inocentemente seu costumeiro chá. De súbito, deu a louca na velha e ela começou a tirar a roupa e sair correndo pelos corredores. Depois de feito o alvoroço, foram encontrá-la no telhado da escola, completamente pelada, dançando a Macarena. Lars, como parte da vingança, subiu de encontro a ela, amarrou-lhe o corpo e a colocou de quatro e, com o mesmo instrumento de castigo que ela usava para dar nele porradas na bunda na frente dos colegas, ele começou a açoitar a bundona da véia pentelhuda até virar dois tomates vermelhos. Depois do feito, Lars foi expulso e a diretora, envergonhada, foi para um convento e virou freira.

Voltando ao Brasil, Lars foi viver com um pai-de-santo no morro do Turano, no Rio de Janeiro. Ali foi quando teve seu primeiro contato com instrumentos de percussão, pois o pai-de-santo, que se chamava Pai Tropi, lhe ensinou a tocar bongô, para lhe auxiliar em suas cerimônias de macumba. Lars, nos anos seguintes, como já não estudava, passou a dedicar-se em tempo integral a tocar o instrumento.

[editar] O grande encontro com as baquetas

Sem melhor alternativa em mente, voltou para os Estados Unidos. Naqueles dias estava ocorrendo o primeiro festival Woodstock, e ele resolveu aproveitar. Ali conheceu um certo Michael McKagan, um alcoólatra desmesurado, que a todo instante dizia que preferia ser chamado de Duff, Duff Mckagan, e tomaram um porre enquanto assistiam ao Jimi Hendrix. Matt Groening, que passava ali por perto, pelado como quase 97% dos presentes ao festival e bebendo uma Budweiser, logo imaginou que "Duff" poderia ser um bom nome para uma cerveja. Tentou criar uma cervejaria com esse nome, mas o produto não foi bem aceito. Em vez disso foi criar desenhos animados, e poucas décadas depois vieram Os Simpsons, onde a cerveja Duff aparece apenas como produto fictício.

Durante o show de Hendrix, Duff e Lars, mesmo altamente chapados, ouviram um tumulto de pessoas que diziam que havia um peludo que estava inconsciente por causa do álcool "e outras dependências". Por sorte o peludo não era Tony Ramos, mas sim um tal James "Beer" Hetfield. Disseram que o homem precisava de uma respiração boca-a-boca e Lars logo se prontificou, debruçando-se sobre o King Kong inconsciente, mesmo que ele estivesse pelado e deitado na merda do chão de Woodstock. E de pau duro, ressalte-se. Depois de ressuscitado, James deu-lhe um abraço de gorila e o chamou para beberem uma juntos.

Após o festival James perguntou se ele não gostaria de ficar na sua casa. Dentre outras coisas, James disse que queria formar uma banda e, sabendo que Lars era tocador de tambor, perguntou se ele não gostaria de conhecer as baquetas. Recebendo-as das mãos do novo amigo, perguntou: "Para que preciso de um par de "hashis"? Eu odeio comida japonesa, já fui intoxicado por um peixe do Mar do Japão." Mas James logo lhe mostrou qual era sua real finalidade. E quando o viu tocando em uma bateria fulêra que tinha em casa, Lars teve um orgasmo e melou a cueca. Foi amor à primeira vista. Começou a tocar sem parar, dia e noite. Chegou ao ponto de andar pelas ruas sacudindo as mãos dias inteiros.

James Hetfield lhe apresentou seu amigo. No dia em que isso aconteceu, James e Lars chegaram na casa de Cliff e ele estava tocando baixo, sacudindo a cabeça de cima para baixo repetidamente e sem parar. "Ei amigo, esse é o Lars. Ele pode entrar pra banda e tocar bateria?". Um segundo depois, olhando pro seu amigo, James voltou-se para Lars e disse de novo: "Pronto, rebento. Você já tá na banda."

Mas James ainda queria um outro guitarrista. Achava-se incompetente demais para fazer solos, mas para todos dava a desculpa de que já que ia cantar não poderia fazer esse outro serviço tão difícil. Lars, então, teve uma ideia: "Na minha ida pra África, achei um mendigo por lá que foi muito bom comigo; me pediu apenas cinco centavos. Nenhum outro fez isso por mim, todo mundo já vinha pedindo déi real. A gente podia jogar uma guitarra na mão desse cara e ver o que ele faz com ela." James, chapado como sempre, soltou um arrotaço e falou: "Legal." Gastaram uma nota para ir para a África e encontrar o indigente, mas no fim o encontraram cheirando um gatinho no Cabo das Tormentas. O nome do nêgo era Kirk Hammett. Ali mesmo deram pra ele uma guitarra e esperaram para ver o que acontecia. Sob efeito do alucinógeno, Kirk começou a fazer um som estranhíssimo, mas os três aprovaram. Rapidamente começaram a ensaiar e a fazer shows. Lars, com as baquetas nas mãos, jamais teve vontade de atirar fogo em um gato ou dar um tiro de escopeta em um amigo novamente.

Este artigo trata de uma personalidade fatalmente odiada!
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