Lawrence da Arábia (filme)

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Lawrence da Arábia
Lawrence da Arábia Que Na Verdade É da Grã-Bretanha
Lawrence ao avistar um árabe sarado desembainhando sua espada ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Bandeira do Reino Unido Reino Unido
1962 ı O suficiente pra colocar o sono em dia
Direção Algum diretor irrelevante o suficiente para não possuir uma página aqui
Elenco Pedro O'Sem Oscar & seus coleguinhas
Roteiro Também é irrelevante

Gênero Pornô Histórico

Lawrence da Arábia é um filme da Grã-Bretanha (ué???) do gênero épico/gay da época que sua avó ainda era virgem sobre um oficial loiro britânico mordedor de fronha que como toda loira, é fascinada por bingulins escuros de árabes e niggas encarregado de reunir as tribos árabes durante a Primeira Grande Guerra (põe grande nisso!) para a realização do Primeiro Grande Festival de Sadomasoquismo do Oriente Médio contra os turcos, e assim liderá-los à vitória.

Vencedor de trocentos Oscars e outros prêmios menos relevantes, é o mais bem-conceituado filme do gênero, e considerado um filme pra gente culta com muito tempo de sobra e paciência pra assistir esse treco de 200 horas onde quase NADA acontece!

Diferentemente da maioria dos porres considerados cult, Lawrence da Arábia é de fato um longo grande filme.

Personagens[editar]

Lawrence da Arábia contém alguns dos personagens mais insanos, idiotas, psicopatas e explosivos da história do cinema (Dãããã! São árabes, né?!).

Thomas Edward "Bicha Louca" Lawrence[editar]

O grande protagonista da história, considerado por muitos o Chuck Norris versão gay. Lawrence foi um arqueólogo e um militar convocado extremamente esquisito, aviadado, depressivo e carente por rola que ameaçou se matar no início do filme caso seus superiores não o concedessem um emprego sexualmente mais agitado. Um fato interessante é que apesar d'ele ser promovido a Coronel após a Revolta Árabe, ele ainda assim não se contentou e decidiu acabar com sua miséria, sendo encontrado morto no banheiro com uma motocicleta entalada no cu (nem me pergunte como), como é mostrado logo no começo do longa, que é considerado um longa porque o filme conta o grande passado do herói. Caso contrário o filme acabaria ali mesmo no funeral.

Omar Sharif Ali[editar]

O motivo de sua vovó arreganhar a calçinha assistindo este filme. Diferentemente de outros muslims, esse não é feio, barbudo e fedido, pois ele não existiu na vida real (taí a explicação). É um papel que também foi oferecido a Alain Delon em uma tentativa desesperada de Hollywood em fazer as novinhas siriricarem pensando em um muçulmano, mas de qualquer forma, Ali foi interpretado pelo galã egípcio/russo legítimo Omar Sharif.

Príncipe Faiçal[editar]

O árabe pseudointelectual com crise de meia idade sem estar na meia idade. Quando não está cortando as cabeças e mãos das inimigas, assiste aos filmes soníferos de Godard ou Kubrick em sua tenda. Tá sempre falando umas frases de efeito e chamando os outros de jovem de maneira pejorativa como se fosse muito mais velho, sendo que historicamente só era uns 4 anos mais velho que Lawrence. Sonha em reconquistar o Império Sarraceno na África e na Europa, onde criaria no sul da Espanha um harém apenas com modelos espanholas.

Auda abu Tayi[editar]

Uma mistura de Adolfinho ainda mais perturbado, com Maomé e Ladrão de Bagdá. Só se importa com a grana e a tribo miserável dele, pois segundo o mesmo, é "O Criança Esperança de Seu Povo". Foi facilmente tapeado ao concordar com o contrato de Lawrence, em que prometia prover a ele o cu uma remuneração em ouro e armamentos para compensar o fiasco da invasão de Aqaba.

Auda relutante em aceitar o acordo verídico de Lawrence, que promete pagar ao loucão 5 mil guinéus de ouro.

General Allenby[editar]

General da porra toda e possuidor de um bigodão sinistro que quem olha até pensa que é macho, é o único personagem branco relevante além de Thomas Edward. Tá sempre chamando Lawrence de extraordinário, gostosão munindo a milícia dele de armas modernas em uma tentativa desesperada de comer o vosso cu, mas nossa querida Bicha Louca, como a boa loira que é, sempre recusa, por gostar de companhias mais escuras.

Ver também[editar]

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