Lei Orçamentária Anual

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A Lei Orçamentária Anual é um mero instrumento anual de pagamento de despesas obrigatórias da máquina pública. Na teoria deveria ser um instrumento de planejamento de arrecadação e gastos para 1 ano, mas na prática é de tudo menos isso, pois a cada semana o poder legislativo modifica alguma coisa no orçamento, e no final do ano não sobrou uma vírgula sequer da LOA do início do ano.

Como funciona[editar]

Isso é o que a Lei Orçamentária Anual faz com o dinheiro público.

Como o Congresso é formado por um conjunto enorme de paus-no-cu, a LOA jamais é elaborada e entregue na data certa, e todo ano os meses de janeiro, fevereiro, março, e até abril ficam sem orçamento.

Quando finalmente o orçamento sai, na realidade nada muda, as unidades orçamentárias sempre gerem mal o financeiro a que tem direito, desperdiçam dinheiro, e ficam coçando o saco o ano inteiro, e quando chega aproximadamente 25 de dezembro olham que tem milhares de reais no orçamento ainda não utilizados, é quando o gerente dá ordens na repartição para todo mundo torrar a grana comprando milhões de folhas de papel A4, canetas, novos computadores, cadeiras, tratores, e curiosamente tudo em caráter emergencial, muitas vezes pagando antes de liquidar sem nem empenhar.

O grande objetivo da LOA é dar ênfase à finalidade do gasto e dar transparências às contas públicas. Mas há um pequeno problema. Será que alguém que mal sabe a tabuada do 8 vai saber ver um orçamento?

Elaboração[editar]

A LOA basicamente exerce uma fixação de receita, e uma estimativa de despesa.

Possui um caráter discricionário, não é financeira, ou seja, não serve para nada e todo mundo pode meter os números que quiser a hora que quiser modificando quando quiser. O orçamento público não passa de um mero capricho, na hora de realizar importa é quanto de dinheiro tem de fato que é sempre quase nenhum, já que seja lá quem faz o orçamento sempre consegue a proeza todo ano de fazer sobrar recursos em certas áreas, e faltar em outras.

Siafi[editar]

O orçamento brasileiro está inserido num grande bancos de dados que qualquer um pode ir lá e se perder naquela confusão de números, o chamado Siafi (Sistema Imprestável de Administração Fudida dos Idiotas), um sistema que todo mundo fala bem, mas que na verdade só serve para mostrar que está tudo errado nas contas.

O Siafi funciona através da funcional programática, um sistema de códigos para as contas que permite achar no sistema o gasto de 1 real em qualquer coisa.

Por exemplo, suponha que um senador esteja muito carente e peça uma puta para ser sua secretária. No orçamento, vai constar o seguinte:

Manutenção das necessidades dos agentes políticos (Programa)
  Contratação de secretária gostosa (Ação)
   40.24.PQP.24.696.1111.$$$$.3.3.90.24.99
Cquote1.png Vamos acessar o Siafi nesse computador aqui da repartição... Cquote2.png
Funcionário público

Podemos destrinchar essa informação da seguinte maneira:

Os primeiros dois números apontam em que esfera do orçamento está o gasto, no caso refere-se ao Orçamento da Filha da Putagem, cujo código é o "40". Há outros 3 orçamentos, o do roubo (10), o dos velhinhos (20), e o do Banco do Brasil e Petrobras (30).

"24" é o código do órgão (no caso, Senado).

"PQP" é o código da Unidade Orçamentária daquele órgão (no caso, gabinete do senador).

"24" é o código da função do gasto (no caso, fomentar a atividade de mulheres da vida).

"696" é o código da sub-função (no caso, secretária boazuda).

"1111" é o código do Programa (no caso, manutenção das necessidades dos agentes políticos).

"$$$$" é o código da ação do programa (no caso, contratação de secretária gostosa).

"3" diz que é uma despesa corrente.

"3" diz que é uma despesa corrente (sim, esse sistema burro tem que repetir a mesma coisa).

"90" diz que não vão dividir a puta com terceiros.

"24" é o código do elemento (no caso, a puta).

"99" é o código do sub-elemento (no caso, a puta específica, Bruninha Fogosa).