Lei do Aprendiz

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Di Menór Aprendiz é uma forma moderna de adquirir mão de obra escrava e barata, com a desculpa de tirar pequenos marginais das ruas — o que acaba sendo bem verdade. A lei foi regulamentada em 2005, pelo desgoverno Lula e sendo aprovada bem antes, no ano do Furacão 2000, pelo desgoverno FHC. Trata-se de um programa que visa desestimular adolescentes e jovens a entrarem no mercado de trabalho, pois visa ensiná-los robótica pela prática da repetição. Participam desse programa criancinhas com 14 anos até retardados com 21 anos que ainda acham de são crianças.

Do que se trata[editar]

Marca usada por parceiros do programa.

O trabalho de menores de 18 anos é regulamentado há muito tempo no Brasil pelo tráfico de drogas e pela marginalização em geral, mas o governo brasileiro só começo a pensar nisso no fim do século XX e mesmo assim, nem é bem um trabalho. O governo pensou em unir o que há de mais "rígido" na CLT e no ECA — se é que existe alguma coisa rigida nessas normas legislativas — e criar uma forma de tirar possíveis marginais das ruas. Deu certo no início, mas depois esfriou e tudo voltou a ser como antes da terra de Guilherme Arantes.

Apesar do menor ter que estar estudando e passar por todo aquele processo seletivo insuportável, o programa de Menor Aprendiz, como é conhecido o projeto que leva aos jovens a se prostituírem no mercado de trabalho, é considerado mais um curso fuleiro como aqueles que a Microlins ou o próprio governo federal oferece, do que um estágio ou emprego de fato. Os estudantes passam 4h subindo e descendo escadas servindo de Motoboy no interior da empresa e outras duas horas sentado numa cadeira dura de alguma entidade que oferece esse tipo de "oportunidade". O di menor ainda pode prorrogar esse prazo por mais um ano, totalizando no máximo dois anos na mesma empresa, ou até completar 21 anos, o que na maioria das vezes acontece, pois além das empresas nunca promoverem ninguém, o estudante ainda não consegue colocação no mercado de trabalho, a não ser que o estágio dele seja em algum órgão federal em Brasília, pois ali sim chove oportunidades.

Quando os projetos de estagiários passa em algum processo seletivo para trabalhar em algum cabiçal público que contrate de dois em dois meses, os estudantes se acomodam em fazer basicamente a mesma coisa, deixar de atender telefonemas quando for secretário ou queimar todo o expediente do estágio jogando conversa fora com os concursados acomodados, tentando garantir uma vaguinha por indicação (ser mais um dos milhões de comissionados).

Entidades participantes[editar]

As instituições participantes do programa como o CIEE, IEL e o IF oferecem cursos e estágios ruins e de baixa qualificação e remuneração, fazendo o estudante perder um ou dois anos da vida dele aprendendo praticamente nada.

As empresas em questão mais atrapalham do que ajudam. Então ao pequeno exemplar de vagabundo é sugerido procurar as empresas pessoalmente ou através do "Trabalhe Conosco" que dá no mesmo e o melhor de tudo é que ninguém fica vendendo seus dados como número de CPF, endereço e RG no mercado afro para alguma operadora de cartão de crédito. Também é sugerido ao futuro projeto de estagiário não criar cadastro em supostas agências de fundo de quintal, sob o risco de ela fechar no dia seguinte e o menor infeliz ter que arcar com a consequência pelo resto de sua vida.

Veja também[editar]