Júnior

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Futebolista chaves22.JPG Este artigo é sobre um futebolista

Ele é caneleiro, vive levando cacetadas e é melhor que o Busquets!
Se você torce pra esse perna de pau analfabeto, o problema é seu.

Veja outros futebolistas aqui.

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Leovegildo Lins da Gama Júnior
Leovegildo Lins da Gama Júnior
Ele e seu sensacional e brega bigodinho
Informações pessoais
Nome completo Leovegildo Lins da Gama Júnior
Data de nasc. 29 de junho de 1956
Local de nasc. João Pessoa, link={{{3}}} Paraíba, Bandeira do Brasil Brasil
Nacionalidade Brasileiro
Altura 1,72
Peso 80kg
tanto faz, ele vai acertar mesmo
Apelido Capacete e Maestro
Informações profissionais
Posição Qualquer uma
de preferência, lateral-esquerdo
Clubes de juventude
1971-1974 Flamengo
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1974-1984
1984-1987
1987-1989
1989-1993
Flamengo;
Torino;
Pescara;
Flamengo.
jogos (golos)

Cquote1.png Saudades... Cquote2.png
Flamenguista sobre Júnior
Cquote1.png Que porra de nome feio do caralho! Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre o 1º nome dele
Cquote1.png gAnNhoOuU tUUdDuUhH rOoBbAaDdUuHhH!!!11!onze! Cquote2.png
Torcedor do <insira o nome de um time que não o Flamengo aqui> sobre Júnior
Cquote1.png Esse Filho-da-puta nos custou a copa! Cquote2.png
Torcedor do <insira o nome de um time que não o Flamengo aqui> sobre a Copa de 82 por vários motivos
Cquote1.png Maninho! Cquote2.png
Bengalelê Motumbo sobre Júnior
Cquote1.png Tem alguma coisa que esse cara não faça? Cquote2.png
Você sobre Júnior ser boleiro, cantor e escritor
Cquote1.png O bigode é feio, mas, pelo menos joga em time grande! Cquote2.png
Maria Chuteira dos anos 80 sobre Júnior

LEOVEGILDO LINS DA GAMA JÚNIOR, ou só JUNIOR, já que Leovegildo é um nome feio pra caralho, é um boleiro que joga futebol parido em 29 de junho de 1956, em João Pessoa na Paraíba, ou seja, um legítimo Cabra da Peste. É o lateral daquele time que ganhou tudo nos anos 80 com o Flamengo, e que, segundo emos e coloridos, foi tudo roubado, por acreditarem em viadagens conspirações em torno da Libertadores de 81, acreditam em Papeletas Amarelas, que, segundo experts, é o maior choro de perdedor da história do futebol. Se destaca pela semelhança (pelo menos de rosto, pois meu machismo orgulhoso não me permite saber se ele os “Países Baixos” são parecidos também) com Bengalelê Motumbo, e por ter tentado a carreira musical cantando a música “Voa, Canarinho Voa” considerada música Asa Negra oficial da Seleção. Em 1986, 1990, 1998, 2006 e 2010, essa música tocou em alguns lugares e nas rádios nas vésperas de jogos contra a França em 86, 98 e 2006, Argentina em 1990 e Holanda em 2010. Um baita jogador, mas, afundou a seleção com o poder da música, o usando para o mal. E ainda trampa de escritor, mas isso é esquecido por aqueles que falam que todo o flamenguista é analfabeto. Apelidado de “Capacete” por seguir uma tendência de nordestino: ter uma cabeça imensa. E ainda passou a carreira toda com um bigodinho ridículo. É um legítimo paraíba.

Infância Cabra da Peste:[editar]

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Leovegildo Lins da Gama Júnior.

Como todo Nordestino que se preze, Júnior foi treinado muito cedo pra ser mais um cabra-macho, pois viviam numa época homofóbica e, assim, gays não eram bem-vindos no Nordeste. Jogava futebol por lá, e chamou a atenção de um olheiro do Flamengo que estava disfarçado de Cangaçeiro por lá, já que foi convocado pra atuar numa peça interpretando um. Assim, o convenceu pra se mudar pra um Rio de Janeiro sob censura, assim, não sabia nada sobre o estado onde iria jogar, e muito menos o que era Flamengo (sendo lembrado pelo olheiro que emos e coloridos gostam de chamar o time de “Framengu”, “Framengo”, “Flavela” e “Flamerda”. Comçou a jogar, e a surpreender os cariocas com sua semelhança facial com Bengalelê Motumbo, o que atraiu a atenção mais cedo que de costume e como manda a tradição das Marias Chuteira, imaginando que os “Países Baixos” também era parecido. Em 1974, tentando impor ordem na casa, promovem quase todo o time de base pro time de cima. Ele foi junto.

No Flamengo:[editar]

Não é difícil de achá-lo

Querendo economizar dinheiro pro Centenada Centenário em 1995, começando a fazer com 21 anos de antecedência, os dirigentes do Flamengo resolvem subir todos os jogadores da base pra ver no que dava. Em 1976, jogou os Jogos Olímpicos de 76. E, como manda a tradição da Seleção, não ganhou o ouro. Após 4 anos sem nada acontecer no Flamengo, Júnior resolve fazer algo produtivo e ajuda o Flamengo a ser campeão Carioca. Se fosse jogador da atualidade, seria chamado de “O Motorzinho Júnior” pelo Téo José, como ele faz com o Léo Moura. Assim, como o motor do time que é, corria pra caralho pra ajudar o time. Em 1981, fez parte do Dream Team do futebol brasileiro, ganhando tudo (roubado, segundo a escória da humanidade). No ano seguinte, joga a Copa de 82 na Espanha, teve a sorte de conseguir espanholas a rodo, e inventa de ser cantor, gravando um álbum com o principal Hit “Voa Canarinho Voa”, estreando nas rádios do mundo inteiro na véspera do jogo contra a Itália. Como a merda deu no que deu, essa música virou sinônimo de asa negra, sendo que todos sabem que essa música tocou em algum ligar no Brasil após as eliminações nas copas e que, como cantor, o Júnior era um excelente jogador, um dos melhores. De maestro, só tinha o apelido. De volta ao Brasil, o povo começa a culpar os jogadores do Flamengo pela eliminação na copa, tradição que segue até hoje. Se o garoto que leva água pros jogadores numa competição for do Flamengo, a culpa será dele. Após o título no Brasileirão de 83, o Flamengo resolve fazer um dinheiro pra se preparar pro Centenada Centenário, faltavam 12 anos pra chegar, e vendeu o Junior pro Torino, bem longe das Famiglias. Na verdade, foi expulso do Brasil porque a música “Voa Canarinho Voa” foi banida das rádios e, após julgamento, decidiu-se pelo exílio de seu autor.

Na Itália, Cazzo![editar]

Mah Che Cazzo!

Chegando lá, Junior foi ovacionado pelos italianos, que credita o sucesso da seleção local na última Copa pelo hit dele, ganhando uma versão em italiano: “Vola Canarino Vola” (assim mesmo, no italiano “embromazione”), e vai jogar o campeonato Italiano. O coração doía sempre que enfrentava a Udinese, pois seu miguxo Zico estava lá, assim, sendo o único jogador da Itália toda que não aderiu a Temporada de Caça ao Zico, por isso, foi expulso do Torino, mas arranjou uma vaga no Pescara, onde aprendeu a pescar e aceitou participar do projeto sem sucesso que foi a Temporada de Caça ao Maradona, pois jogaria a Copa de 86, e queria um rival a menos. Lá no México, Júnior jogou a Copa, mas, os franceses criaram um Mash-Up chamado “Voyage Canarinho Voyage”, entre Voyage, Voyage do Desireless com seu único hit e que fez dele um One-Hit Wonder, sendo mixada pelo Daft Punk, e estreando na véspera do jogo contra a França. Isso também serviu de asa negra, e, como resultado, a seleção foi eliminada, “Voyage, Voyage” pegou o 1º ligar das paradas francesas no ano, o Mash-Up pegou 2º lugar, “Voa Canarinho Voa” o 3º lugar e o Daft Punk ficou famoso. Passou mais 2 anos lá e, atendeu o pedido da diretoria do Flamengo, assim como todos os que não traíram o movimento indo pro Vasco, já que, pra ser campeão, aceitaram a humilhação de contratar alguns jogadores do arquirrival multicampeão e que estavam perdidos no futebol.

A Volta e o Fim:[editar]

Humilhando Renato Gaúcho por ter saído do Flamengo. Em 1995, se vingou

Júnior foi contratado pra ser o líder do time e o pedófilo coordenador da base, pois procuravam alguns jogadores pro Centenada Centenário, faltavam 6 anos. Mais o motorzinho já estava envelhecendo, ficando caquético e sentindo os calores da menopausa masculina, mas, ainda sim foi suficiente pra ajudar o time a ser campeão do Brasileirão de 92 e ser enrabado pelos Bamibis de Telê na Libertadores de 93, assim se aposentando aos pedaços.

Vida Após o Futebol:[editar]

Atendendo a milhares de pedidos, ele não se entregou a carreira musical, mas sim a carreira literária, escrevendo Minha Paixão Pelo Futebol, que, nada mais é do que vender o produto. Foi a fila do INSS e viu outros recém-aposentados e iniciou um time de Bitch Beach Soccer, onde continuou a carreira no futebol, de outra maneira, mas, continuando de outra maneira. Boleiro é assim mesmo, se aposenta, mas sempre tem que jogar futebol. Ta no biótipo. Também trampou de treinador, treinando o Corinthians, onde conseguiu a incrível campanha de: 3 jogos, 3 derrotas, as 3 por 3X0, e sendo o treinador com passagem mais curta num time na história do futebol. Atualmente, está usando mal a sua sabedoria, comentando futebol na Grôbu. Pensando bem, trabalhar na Globo é menos humilhante do que cantar sem saber e ter composto um hino asa-negra...



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