Linguagem C

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Ai credo!
Ana, sobre C

C traiu o movimento programador, véio!
Dado Dollabela sobre C

Ué... Cadê o mouse?
Delpheiro sobre C

Como é que eu limpo a tela mesmo?
n00b sobre C

Passa um pano molhado!
Carla Perez sobre n00b

C trata os tipos de dados do jeito que meus clientes me tratam.
Puta sobre C

╓▀▒╂┲▅▧█╪╪╙╙▊▓▓
Programador sobre o suporte de C a i18N

Está incompleto!!! Não é C!!! É Cebolinha!!! Cebolinha!!!
Maurício de Souza sobre C

Seus brutos.
Emo Programmer sobre C

Se não existisse C hoje estaríamos programando em Obol, Pasal, BASI!
Dennis Ritchie sobre C

Cê... cê... cê cê re le cê cê
Mamonas Assassinas sobre C

1. sm Terceira letra do alfabeto, consoante 2. num Como algarismo romano, equivale a 100 3. Terceiro numa série indicada pelas letras do alfabeto
Dicionário sobre C

Em que lugar do código eu coloco as exceções?
Programadora Java estagiária sobre C

Quer dizer então que aquilo era um ponteiro, e não o operador aritmético de multiplicação? Ai meu Jisuius! Eu sabia que ia dar merda!
Programador VB sobre C

Lexograficamente falando, é de total verossimilhança que um programa escrito em Linguagem C devolva o controle ao sistema operacional, ao término de sua execução, nos dando a impressão de que não foi executado. Mas existem formas de burlar tais eventos, uma delas é usando a função getche()...
Professor POG universitário metido a sabichão sobre C

O que esse cara quis dizer?
Aluno universitário sobre professor POG universitário sobre C

Oh My God! O buffer está cheio de lixo, e o garbage colector não funciona. Oh My God!
Programador Java Emo sobre C

É C de Cilada, Bino!
Pedro sobre C

Professor, então quer dizer que eu posso escrever long long long long long ... long int?
Aluno universitário após uma aula de tipos de dados sobre C


C é uma linguagem de desprogramação inventada por Bill Gates, em 1337 antes de Cristo, com o objetivo de produzir bugs mais fodidos e falhas de segurança mais ferrenhas em futuros vírus de computador sistemas operacionais de marketing. A previsão de que C daria origem a linguagens mais chulas e com mais possibilidades de furos de segurança foi feita pelo Mestre Yoda. No entanto, o culpado pela suruba que ocorreu entre C, Java e Delphi, gerando a pseudo-linguagem C#, foi Linus Torvalds.

O resultado da Linguagem C, Valeeeeu Bill!!!
O resultado da Linguagem C, Valeeeeu Bill!!!

Tabela de conteúdo

[editar] Princípio

No dia 16 de abril de 1972, veio o McGyver e construiu a linguagem usando uma garrafa quebrada, 2 fios elétricos e um telefone sem fio. Fim.

[editar] A nova Linguagem

Veja um exemplo típico de Hello world C:

#include <conio.h>
#include <stdio.h>
main() {
    printf("Hello, world!");
    getch();
}

No entanto, esse código apresenta problemas de portabilidade por causa da função getche. Assim, programadores mais experientes pedantes recomendam que se troque o seguinte:

getch();

pelo seguinte:

system("pause"); //comando do DOS
ou system("pause>>NULL");  //faz a mesma coisa só que joga a mensagem num arquivo nulo

Outra variação do uso da função getch() é:

#include <conio.h>
#include <stdio.h>
main(){
    printf("Hello world!");
    getche(); //parecido com getch(), mas com efeitos narcóticos mais aterradores


[editar] Falhas de segurança

C é a linguagem de desprogramação preferida dos hackers, lammers, pessoas que não conseguem pegar ninguém e fabricantes de anti-spyware. É estatisticamente comprovado que um desprograma escrito em C tem 73,48% de chances de ser ilegível e 44,88% de chance de conter um ou mais furos de segurança (existe também uma chance de 3,14159% de que o desprograma faça uso da biblioteca indexada pelo Vaticano conio.h).

A linguagem C foi muito utilizada no sistema operacional vírus Windows. A maioria das vulnerabilidades tinha como causa os seguintes problemas:

  • Buffer overflow
  • Internal Stack Overflow error
  • Buffer overrun
  • Buffer underrun
  • Buffer rape
  • Desconhecimento da função free() por parte dos desprogramadores
  • Uso exagerado da função malloc() por parte dos desprogramadores
  • A biblioteca conio.h
  • A dificuldade em manipular strings
  • Retornar endereços de variáveis locais em funções que retornam chars automaticamente promovidos para ints por meio de funções que recebem argumentos variádicos com macros pertencentes ao padrão C99
  • A dualidade ponteiro/vetor. De acordo com o princípio da incerteza, se você sabe o endereço de memória contido num ponteiro, você não sabe o tamanho do vetor equivalente; se você sabe o tamanho do vetor, você não sabe o endereço de memória sem convertê-lo antes num ponteiro (o que automaticamente faz com que você deixe de saber o tamanho do vetor)
  • O desprogramador e a mula do usuário final
  • Falta de café

Estudos apontam que o uso de coleta de lixo (garbage collector) eliminaria todos esses problemas, mas alguns desprogramadores temem que isso eliminaria (coletaria) a própria linguagem. A própria Boiorland realizou algumas experiências nesse sentido, mas falhou miseravelmente. Felizmente, o coletor de lixo implementado pela Boiorland recolheu apenas o compilador (que, inacreditavelmente, fedia mais que a própria linguagem), mantendo a linguagem intacta.

[editar] Homossexualismo

Em 1969, o comitê XJ.24 aprovou um novo padrão da lingugem, batizado C ÂNSIA, que insere atributos homossexuais na linguagem, sendo o maior deles o operador de excitamento ++. Um exemplo de como o operador de excitamento é utilizado de forma suspeita é o seguinte:

i = i++;

Nesse exemplo, o desprogramador tenta aplicar o operador de excitamento ++ ao objeto i e inseri-lo no seu próprio objeto, causando comportamento indefinido.

i = ++i; //Exemplo de operador de excitamento sendo aplicado ao objeto (Uiii...)

Mas o código C preferido dos programadores de EMOticons ainda é o seguinte:

#include <stdio.h>

fuck_my(int x) {
  printf("Oooohh!\n");
}

int main(){
  int _ = 1;
  int C=8;
  if (C==8) fuck_my(_|_);
  return 0;
}

Apesar disso, a linguagem de desprogramação C é considerada uma linguagem de macho, pois ainda mantém as aparências usando linguagem chula e de baixo-nível. Estatísticas confiáveis indicam que 24% dos desprogramadores de C são paulistas e que todos eles utilizam o padrão ÂNSIA. Portanto, viz-a-viz, ergo, subentende-se que C é uma linguagem segura para sua masculinidade se, e somente se, você evitar o ÂNSIA. (Não ser paulista é irrelevante, pois, se você é paulista, já é gay por definição)

[editar] C no Windows

Desprogramadores C que usam Windows não conseguem dar um passo sem a salvadora-de-empregos-onipotente biblioteca windows.h. Até mesmo para se criar o método main é necessário tal avançadíssimo recurso criado, patentiado, registrado e castrado pela Microsoft. Vejamos como típico desprogramador C de Windows começa um programa:

#include <windows.h>
#include <conio.h>
int WINAPI WinMain(HINSTANCE hInstance, HINSTANCE hPrevInstance,
LPSTR lpCmdLine, int nCmdShow) {
   MessageBox(NULL, "Adeus, mundo cruel!\n", "Mensagem", MB_OK);
   getche();
   return 0;
}

[editar] Futuro

Apesar de todas as críticas e softwares furados, a comunidade gay dos desprogramadores não aceita que a linguagem C seja abandonada. Considerando-se que a alternativa é desprogramar em linguagens C-dislike-pioradas (tais como C++), linguagens naturalmente afrescalhadas (como Java) ou ainda pseudo-linguagens (como BASIC e Delphi), talvez seja melhor deixar a bosta quieta.

Apesar disso, atualmente está em desenvolvimento um novo padrão da linguagem C. O novo padrão irá acrescentar novas funcionalidades àquilo que ninguém sabe como funciona e todo mundo acha que não precisa. Rumores indicam que o novo padrão será chamado Cc-Z~ (pronuncia-se "Cecê-zão") em homenagem aos nerds que já trabalham há meses no seu desenvolvimento sem tomar banhos.

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