Linguística

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Cquote1.png você quis dizer Hã? Cquote2.png
Google sobre linguística
Cquote1.png O sinhô vai fazer u que depois que termina letras? Cquote2.png
Um dado sociolinguístico colocando o linguista em contato com a realidade
Cquote1.png O sujeito e o objeto desta frase... Cquote2.png
Um linguista vira-casaca tentando não morrer de fome.
Cquote1.png A análise diacrônica do Enawaue-waue... Cquote2.png
Estudante de linguística tentando mostrar que a possível profissão dele também apresenta termos difíceis.
Cquote1.png Você conhece alguém formado em linguística e que trabalhe com linguística? Cquote2.png
Uma aluna da Fono tendo aula no IEL querendo mostrar que o curso dela tem alguma aplicabilidade no mundo
Cquote1.png O acusativo e o quantificador universal da GI... Cquote2.png
Vamô reza pra vê se esse ai num morri de fomi – novamente o dado sociolinguístico sendo analisado.
Cquote1.png ®hdvçlfeiudaohvkxzysadwropiwgkvmx. Cquote2.png
Transcrição fonética de alguma língua morta.
Cquote1.png Vai que você perde o seu rolex Cquote2.png
Assaltante utilizando-se da pragmática para roubar seu relógio
Cquote1.png Finalmente achei o assunto da minha monografia! Cquote2.png
Sua colega CDF em um momento Insight
Cquote1.png Essa disciplina é fundamental... Cquote2.png
Professor para a turma de 1º período
Cquote1.png Período que vem estude mais... Cquote2.png
Seu professor para você
Cquote1.png Desktop: Tudo - 0 e-mails - 0 arquivos - 0 histórico da web - 0 bate-papos - 0 outro Cquote2.png
Google Desktop sobre linguística

Em uma tentativa de entender o que o povo falava foi criada uma nova ciência, a da linguagem. A ideia era criar assunto para ser debatido no mundo acadêmico, já que não tinha muito o que se fazer por alí. Para tornar ainda mais científico e manter o status de intelectuais, os linguistas dividiram esta ciência em diversas partes ilusórias que só eles conheciam, escolheram nomes sem ligação nenhuma com o significado e lançaram no mundo essa ideia desregrada.

Sintaxe[editar]

É a arte de ressuscitar os mortos falantes de uma língua e estudar o percurso histórico desta língua até um determinado estágio nunca determinado. É a área de predominância dos astrólogos, ufólogos e todas as vertentes que o Ventania ajunta em São Tomé das Letras. Possui inúmeras regras para montar frases sintaticamente corretas que se colocadas em prática nos dias de hoje muita gente ia ter que ficar calada.

Morfologia[editar]

Com a ajuda dos químicos, os linguistas encontraram a menor unidade do vocábulo e a nomearam morfema. Se quer enlouquecer um estudante de morfologia peça para ele derivar palavras como: internacionalidade e inconstitucionalissimamente.

Semântica[editar]

Busca significado/sentido em tudo o que é falado. Seu estudo é necessário para compreender discursos eleitorais e narrações de partidas de futebol.

Estilística[editar]

Ramo que se preocupa com o estilo da linguagem. Curso específico frequentado por pessoas com características peculiares que possuam facilidade de observar e seguir as tendências. Mais tarde essas pessoas se tornaram estilistas, estudando o que realmente havia interesse em ter estilo.

Pragmática[editar]

Essa foi criada para facilitar a vida das pessoas que não podem falar realmente o que pensam. Geralmente políticos se utilizam da pragmática para ganhar votos de pessoas que tentam entender o que eles querem dizer.

Fonética e Fonologia[editar]

Comumente conhecida como magia negra, é a área da linguistica em que parace existir somente fantasmas e seres do além que ficam andando e assombrando o instituto. Envolve física, psicologia, neurociencias, antropologia, sociologia, matemática, biologia, química, entre outros. Normalmente, quando seus seguidores aparecem, eles estão com fones de ouvido gigantes na frente de um computador olhando com cara de louco para traços verticais azuis e pedindo para todo mundo gravar alguma coisa falada para eles poderem prosseguir seus rituais de magia negra.

Sociolinguística[editar]

Predominância de alunos das ciências sociais que esgotaram seu discurso ideológico dialético embasado na vertente da conjuntura do nada no Instituto de Ciências Humanas (IFCH) que vão parar na Sócio para terem algo mais para criticar. É a área de maior número dos mortos de fome.

Análise do Discurso - AD[editar]

Se alguém consegui definir ganha um livro do Maingueneau e do Pêcheux – teóricos da famigerada AD. Os analistas do discusos são pessoas que não conseguiram ingressar em algum curso de psicologia e ficam "analisando" a fala de outras pessoas, tentando compreender o que estaria subjacente a afirmação dada, principalmente se essa for uma piada.

Neurolinguistica[editar]

Uma coisa altamente surreal embasada na interação como forma de algo que tenho ideia nenhuma. Predominância das fonoaudiólogas que perceberam que vão morrer de fome se continuarem na área da saúde e curtiram as aulas de psicologia com embasamento em PNL (autoajuda disfarçada de ciência). O maior expoente dessa área é o Lair Ribeiro.

O Curso[editar]

Normalmente, a primeira reação das pessoas a ele é "Hã?, lingui o que?". Dura 4 anos, com um número de disciplinas que poderia folgadamente ser dado em 1 ano, mas pelo motivo que seria muito feio um curso de 1 ano, incluíram temas relacionado a linguagem, cognição,..., entre outros. Os professores e alunos deste curso tem o costume de dar outros significados para 99% dos termos aprendidos na escola, principalmente quando o professor é formado em Santa Maria. Juntamente a isso, mudam totalmente o sentido das nossas conhecidas figuras de linguagem, incorporando nestas termos como "espacialidade", "temporariedade", "experienciação", entre outros. A mais nova área desse curso consiste em discutir se língua é ou não um recipiente.

Perfil do Aluno[editar]

São pessoas sem perspectiva de vida. Geralmente pressionados pelos pais para escolherem um curso de nivel superior, optam pelo curso que mais proporcionará tempo livre para jogar truco no corredor da universidade.

Perfil do Professor[editar]

1% dos alunos que se formaram no curso resolvem dar aula para continuar com o ritual secular de aterrorizar os alunos, essas pessoas geralmente não foram criados pelos pais e/ou sofreram bullying no colégio. De aparência assustadora e fala presa costumam ter as seguintes características: prazer em rituais de tortura, interesse em obter fluência em diversas línguas (que tal o miguxês?), capacidade para desintegrar coisas e depois formar palavras de difícil compreensão, entre outras.