Lita Ford

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Lita Ford é uma ex-gostosa
Ela já inspirou muitas homenagens, mas foi o tempo quem realmente a comeu.

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As Raízes[editar]

Nascida Carmelita Rossanna del Bairro Ford, foi apelidada de Lita desde que rebelou-se contra suas raízes hispânicas, aos cinco anos de idade. Filha de Lisa Rosanna Simpson e Henry Ford, desde cedo cantava os maiores hits dos conjuntos musicais The Supremes e Carpenters em cima da cama, com a escova de cabelo servindo de microfone.

O Início - A Primeira Guitarra[editar]

Litinha e sua primeira guitarra de papelão, posando para o álbum da família. "Olha papai, faz som!"

...a gente nunca esquece.

Carm... Lita ganhou sua primeira guitarra aos 11 anos de idade, após pescar o peixinho rosa do tanque de areia de uma festa beneficente. Sua família frequentava todo e qualquer tipo de arraial mexicano, e Lita sempre ganhava algo na pescaria ou no tiro ao alvo: fosse uma pulseirinha furreca, fosse uma máscara para usar em 31 de outubro ou mesmo uma incrível guitarra. Litinha prontamente se interessou pelo instrumento, afinal, "o que é de graça tá valendo".

Primeiros Convites - O Talento Reconhecido[editar]

E então, algum tempo depois do iniciação de Litinha na guitarra elétrica, o acaso a levou definitivamente para o rock and roll. Um empresário do ramo musical, em visita à fronteira do México com os Estados Unidos para tratar de negócios mistos com Henry, pai de Lita, viu na loirinha um talento especial. Lita Loirinha, porém, recusou o convite de apresentadora infantil. Seu cargo seria substituído, cerca de uma década depois, pela dupla Eliana & Melocoton. Litinha, no fundo, sabia que estava fazendo a coisa certa: assim como veio Eliana, veio também Angélica e Xuxa, em emissoras diferentes e não necessariamente nessa ordem. O futuro de Litinha estava em outra área. Estava com sua guitarra.

As Fugitivas[editar]

Litinha percebeu então que em casa, com seus pais semi-repressores, catando lixo e procurando emprego em mansões como a dos Bracho, ela nunca realizaria seu sonho. Fugiu de casa. Começou o pesadelo de seus pais a procura de Carmelitinha.

Mas começou também a realização do sonho de Lita: num pub estadunidense, ela encontra mais quatro garotas fugitivas, e, de brinde, um empresário que propôs a formação de uma banda adolescente proto-punk-metal.

As garotas eram:

- Cherie Currie, que mais tarde não conseguiria fugir do clichê de escrever um livro sobre sua vida com as drogas, livro este que ninguém compraria, a não ser dois ou três críticos que não perdem oportunidades de meter pau;

- Joan Jett, que porteriormente ficaria conhecida pelo seu hit "I love rock N roll", regravado por Britney Spears, e pelo outro hit, "Bad Reputation", trilha sonora de algum filme de besteirol americano. E só;

- Jackie Fox, que posteriormente tentaria o rótulo de groupie permanente, como fez Pamela Anderson (a diferença: Pam o fez com sucesso);

- Sandy West, que sumiu e ninguém liga.

Elas incluíram Lita na banda batizada de The Runaways, num surto de criatividade.


O Fim dos Anos 70[editar]

Porém nem tudo são flores, e já em 1979 a banda se dissolveu na soda. Não porque uma das integrantes morreu, nem porque uma das integrantes abusava do ácido, como uma banda normal. Mas sim porque a TPM de cinco garotas deixou o empresário louco e ele acabou com a festa da uva. "Lita Ford" começava então sua carreira solo, lançando o disco Out For Blood em 1983. O segundo disco, "Dancin' on the edge" saiu no ano seguinte. A essa altura, Lita já tinha diversas guitarras diferentes além daquela que ganhou num nebuloso 1969, numa pescaria de arraial beneficente. Em 1985, foi indicada ao Grammy Latino pela melhor performance feminina do rock n roll, junto com outras cantoras latinas como Wendy O. Williams ("aquela que mostrou os peitos com cones antes da Madonna"), Pia Zadora ("aquela que era atriz"), Thalia ("a do bairro") e J. Lo ("a do bloco").

Os Amores[editar]

"Arre, acho que faltou spray na franja"

Talvez o mais relevante seja Nikki Seiss, baixista da banda Mötel Crü. Ela ensinou Nikki a arrepiar os cabelos da forma mais poodle-afeminado possível e incluiu os quepes na vida dele. Isso tudo além do incrível bom humor que injetou na vida de Seiss.

"Depois dos blow jobs, o Ni chegava com o maior bom humor no estúdio" - diz Vicente Neil, vocalista do Mötel Crü e dançador da chicken-dance nas horas vagas.

"Dizem que a Lita praticava em bananas pra dar o melhor de si pro Ni. Ô cara de sorte" - diz Mick Marte, guitarrista.

(Tommy Lee não deu seu depoimento porque estava na prisão na época da entrevista, socializando com rappers e escrevendo ideias para seu mais recente e espetacular trabalho, "Tommy goes to college", um drama sobre o analfabetismo de um ninfomaníaco.)

Além de Nikki, houve também o romance com Tony Iommi, guitarrista descendente de japoneses semi-desdedado do Black Sabbath. Dizem que chegaram a trocar alianças, as Lita vendeu a que ele deu pra ela após o fim do tenebroso romance. Teve também Chris Holmes, da banda W.A.S.P. (Why does my Ass Still Pump), com quem foi casada por um ano. (Vai entender.) E Joe Lynn, vocalista do Rainbow, que, para surpresa geral, não é adepto do rainbowlifestyle e realmente comeu a Lita Ford.


Atualmente, tem dois filhos e é casada com Jim Gillette, da banda Nitro e filho do grande inventor da lâmina de barbear (qualquer semelhança não é mera coincidência, folks). Ele também já fez parte da banda que apoiava a salvação das baleias árticas, Tuff.

Seus dois filhos serão herdeiros não só da companhia do vovô Ford, como também da do papai.

Se herdarem o talento da mommy serão abençoados em excesso.

Discografia[editar]

Estou Fora Pelo Sangue - 1983 Dançando no Limite - 1984 Litxxa - 1988 Stiletto - 1990 Curvas Perigosas 1991 The Best Of Litchinha - 1992 Preto - 1995 Maiores Hits - 1999 Maiores Hits Ao Vivo - 2000 Platina e Ouro - The Best Of Litica - 2004


Links Relacionados[editar]

Rock, Loiras, Mulher, Guitarra, Poodle, Pamela Anderson, Joan Jett, Bananas

Ligações externas[editar]

Lita Ford no whiplash.net [1]

Lita Ford na wikipedia.org [2]