Livro de ABC

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
20100203221304!5 wikipedia-2-550x550.jpg


Escrito e revisado por Pasquale Cipro Neto no banheiro, o Livro de ABC é a mais completa obra para ensinar as crianças como se deve roubar gasolina soletrar as importantes três primeiras letras do alfabeto. Apesar de conter um conhecimento valioso, que poderia ajudar as criancinhas a realizarem os seus sonhos de trabalhar como lixeiro, pedreiro, e afins, este livro nunca foi publicado oficialmente, por falta de investimentos por parte dos poderes público, privado e jedi. A única pessoa que contém uma edição desta obra em sua coleção é o Pica-Pau, que utiliza o que aprendeu neste livro para roubar gasolina ensinar frentistas como soletrar.

Criação[editar]

Bozo estampa a capa da primeira e última edição deste livro.

Prof. Pasquale estava em sua casa, lendo a Desciclopédia e quase tendo um infarto com tantos erros de português e de concordância escrotos. Percebendo que alguma coisa deveria ser feita, ele começou a escrever uma complexa obra, de uma página, cuja intenção era mostrar para a população brasileira analfabeta (cerca de 99,9%) que a língua portuguesa é simples, e que não é muito difícil de ser escrita, principalmente depois que caíram a trema e algumas acentuações inúteis.

Pasquale pensou em escrever o livro de maneira técnica, porém, se a grande maioria do povo não sabe nem o que significa a palavra "técnica", quando mais entender um texto escrito desta forma. Outro detalhe que deveria ser levado em conta é que ninguém gosta de ler, com exceção de alguns nerds cabaços, então, o livro não deveria ter mais do que uma linha. Após muito raciocinar no banheiro, com direito até à pose imitando a estátua O Pensador, Pasquale encontrou a frase perfeita, que ensinaria toda a população de maneira prática e eficaz, que consiste em:

A é de árvore que dá maçã com que se faz uma torta. B é biscoito que leva manteiga. C é de camisa e encha logo esse tanque!

Após escrever esta frase, Pasquale completou o seu livro, e mandou-o para a análise na sua editora de confiança. Porém, o sujeito que deveria fazer a avaliação confundiu-se, pensou que aquele papel avulso era apenas lixo, e usou-o para limpar a bunda, já que ele tinha esquecido de comprar papel higiênico e estava com uma caganeira das bravas. Com isso, acabou o sonho de Pasquale, que ficou apenas com uma pequena cópia da folha original em sua estante, que mais tarde seria afanada pelo Pica-Pau.

O Afanador de Gasolina[editar]

Após ler o livro de uma página e entender a complexidade das letras A, B e C, Pica-Pau resolveu guardar aquela obra no porta-luvas de seu carro, para futura referência. Depois disso, ele seguiu sua vida normalmente, comprando Delícia Gelada, passando a perna em urubus e apropriando-se de minas de ouro de tolo alheias.

Certo dia, enquanto rodava pelas estradas de Santos, Pica-Pau percebeu que o tanque de seu Chevette estava quase vazio, e ele estava sem grana para reabastecer. Para resolver esse pequeno problema, Pica-Pau resolveu fazer uma troca com o frentista do único posto num raio de 124 quilômetros: Como o sujeito era analfabeto, Pica-Pau ofereceu-lhe o conhecimento contido no seu Livro de ABC, em troca de uma enchida completa do tanque. O frentista achou a proposta interessante, e fez a leitura do livro em rede nacional, na Rede Record, no episódio O Afanador de Gasolina:

A é de árvore que dá maçã com que se faz uma torta. B é biscoito que leva manteiga. C é de camisa e encha logo esse tanque!

Após esta leitura, que fez milhões de pessoas rirem, chorarem e se emocionarem, o frentista ficou comovido, tão comovido que pegou uma daquelas marretas gigantes e desceu a mamona no carro do Pica-Pau, que foi parar lá no Rio Branco, Acre. Depois deste acontecimento, Pica-Pau resolveu não mais compartilhar o valioso conhecimento do Livro de ABC com os ignorantes ingratos, pois não vale a pena.