Lonja de la Seda

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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A Lonja de la Seda (português: Bolsa de Seda), que não tinha nada a ver com uma bolsa de seda, é uma grande construção na cidade de Valência, Espanha; sendo uma das velharias obras mais conhecidas da cidade, e um patrimônio mundial.

Mesmo com tantas coisas boas ditas sobre ela, o lugar não tem nada de especial, sendo apenas um local onde os comerciantes (camelôs e traficantes) se reúnem para comercializar seus produtos de ótima qualidade a preços baixíssimos para a população que não tem condições de comprar um produto original, mas caro.

História[editar]

O salão onde se concentravam os comerciantes ilegais.

A Lonja de la Seda foi construída quando o prefeito de Valência estava muito eufórico com a vida e decidiu fazer alguma coisa que preste. Na época Valência lucrava muito com o comércio paralelo de produtos falsificados contrabandeados como CDs e outras coisas.

O mercado afro-descendente em Valência crescia a um ritmo muito alto, e o prefeito teve a ideia de fazer uma construção onde os comerciantes se concentrariam, organizando o comércio. Como o prefeito estava num momento muito feliz, ele destinou muito dinheiro para as obras.

E o que era para ser um simples local para concentrar o comércio virou um prédio gigante. A arquitetura da obra foi plagiada copiada inspirada em outros lugares com a mesma função. Depois de décadas para terminar todos os detalhes que serviam para que o prédio ficasse mais caro, a Lonja de la Seda ficou pronta.

Inicialmente não tinha esse nome, sendo chamado de "conjunto de lojas". Mas na época a seda chinesa chegou na Espanha e fez muito sucesso. E aí veio a ideia do local se especializar apenas no comércio de seda. A seda chega a valer mais do que barras de ouro naquele tempo, sendo um produto que garantia muito lucro.

A seda contrabandeada da China entrava ilegalmente na Espanha sem pagar impostos. No país, o produto ia para os camelôs, que vendiam os tecidos a preços baixíssimos (eles não pagam impostos). Assim, os comerciantes lucravam muito. A Lonja de la Seda fechou quando o governo espanhol descobriu as irregularidades do produto e expulsou os camelôs do local. Hoje a Bolsa está desocupada, servindo para atrair turistas que querem conhecer a história do comércio ilegal espanhol.