Luciano Hang

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Papel-ricos2.jpg Montreal estava um tédio!

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Vamos, meu bem, estamos atrasados pro nosso cruzeiro!

Luci... ops, "Capitão Brasil" ao lado de seu jato, pois não consegue contrariar a Física e sair voando sozinho.

Cquote1.svg Você quis dizer: Professor X? Cquote2.svg
Google sobre Luciano Hang
Cquote1.png Experimente também: Quimioterapia Cquote2.png
Sugestão do Google para Luciano Hang
Cquote1.svg ...É você, Satanás? Cquote2.svg
Bruxa do 71 sobre Luciano Hang.
Cquote1.svg Chaves, já te disse que não é assim que se chamam os anciões! Cquote2.svg
Seu Madruga sobre Luciano Hang.

Luciano Hang (Brusque, 11 de outubro de 1900 a.C.), cujo verdadeiro nome é Véio da Havan, de maneira análoga ao Johnny Sins (que se chama Careca da Brazzers), e autoproclamado "Capitão Brasil", é um rico empresário, palestrante e coach, além de conhecido enchedor de saco, sonegador de impostos, usuário de cocaína, lambe-saco do Bolsonaro, caloteiro, devedor crônico do BNDES e incontáveis outros trejeitos criminosos, um para cada de seus incontáveis anos vividos. Como se já não bastasse tudo isso, ele também adora aparecer em sua plena forma física de chassi de grilo[1], ou se vestindo de super-herói quando quer atenção do público ou simplesmente não tem o que fazer, pois como é rico e coach, não trabalha.

Sua longa história[editar]

Primórdios[editar]

Uma rara aparição de Luciano Hang na HQ do Miranha Comunista. Fonte: Twitter do Louro José.

Luciano começou como um reles operário de uma fábrica de algo que nem ele próprio sabia o que era, o que fazia, quais eram seus ideais sexta, no Globo Repórter e o escambau. Assim como a maioria dos trabalhadores dos Tempos Modernos, vivia sob um regime de trabalho escravo, ou seja, sempre com um chicote batendo nas costas e as mãos mais calejadas que pé de cigano. Certo dia, ao fumar um baseado na hora do almoço, finalmente se tocou de que não tinha como virar um milionário trabalhando[2] e, enquanto ia pra casa se tremendo mais que vara verde com estresse pós-traumático, caiu numa espécie de desilusão e choro desenfreado[3]. Ele resolveu fazer diferente, já começando pelo caminho pro trabalho: sem querer querendo, Luciano pegou uma estrada muito errada e foi parar em Goiânia, onde chegou morto de fome. Sem ter o que comer, engoliu uma banana fluorescente contaminada com césio-137, o que traria drásticas reviravoltas em sua vida daqui pra frente.

A primeira delas foi uma série de mutações: algumas afetaram suas capacidades cognitivas, negativa e positivamente, como a perda do senso de ridículo, e o ganho da malandragem que a Cássia Eller tanto pedia a Deus, enquanto outras lhe deram super poderes... Aliás, só faltou um, o super peido de véio, senão também conseguiria voar sem usar jatinho. Dessa forma, assim como Eike Batista, Luciano conseguiu vender o próprio cabelo, que caiu graças à banana fluorescente. Tendo alcançado êxito como empreendedor do ramo de vendas decorrentes do câncer e ficando mais rico, Luciano finalmente virou seu próprio patrão e pôde mandar sua antiga vida de operário pra casa do caralho.

Consequências da banana[editar]

Após saber que poderia ter morrido ao comer a banana de césio e ser enterrado num caixão de chumbo cabuloso, o Véio da Havan cogitou adquirir também o super poder da imortalidade, então fez o teste supremo: tentou chupar o próprio pau. Como ele sobreviveu, é evidente que a tentativa deu ruim, no entanto, ele soltou uma bufa e a cheirou por acidente. Humilde como ele só, ele adorou o aroma de ostra estragada produzido por seu trago intestinal, sem perceber que não era o típico super peido que exalava, senão teria a cabeça desintegrada, mas sim um peido mental, que o fez cumprir a tradicional profecia da queima de estoque. Ou seja, ele (o patrão) ficou maluco, por conta disso achou que era preciso a sociedade saber sobre seu super poder[4] e partiu rumo aos Estados Unidos para mostrá-lo, pois lá ficava uma cidade onde quase todos os habitantes também curtiam cheirar a própria bufa: San Francisco. E também porque era ano sabático.

Entretanto, um pequenino desastre levou o avião a fazer um pouso forçado em Metropolis[5]. Felizmente, Superman salvou geral e ninguém ficou ferido, mas quando avistou o Véio da Havan, o homem de aço não hesitou em tentar descer-lhe o cacete, confundindo-o com Lex Luthor. Luciano só conseguiu escapar porque tinha consigo, além de muita sorte, uma estatueta de kryptonita da Estátua da Liberdade, a qual viria a se multiplicar por aí sem qualquer explicação razoável. O êxito em sobreviver à investida transformou sua pequena e radioativa lembrancinha em um símbolo de sorte, obsessão e extravagância, sempre presentes na sua futura rede de lojas.

Voltando ao Brasil[editar]

Sobreviver ao Superman também rendeu um novo trabalho bem promissor a Luciano: modelo para um novo vilão da Marvel, chamado Abutre. Como Luciano não sabia voar, nem mesmo usando seu super peido após comer uma pimenta, e ainda não tinha o próprio jatinho, ele não foi muito bom com esse negócio de "sair avoado pra cima", tendo inclusive muitas críticas, resultando num rendimento patético. Pra piorar, ele foi confundido com um imigrante ilegal pela Força Aérea durante um dos "voos", sendo quase enforcado no interrogatório após um oficial ter dito Cquote1.svg Hang this guy! Cquote2.svg. Essa é a origem do sobrenome Hang e do amor abusivo pelo seu jatinho.

Infelizmente para o Véio, antes que algum advogado casca grossa pudesse resolver esse mal-entendido escabroso, já que Luciano não parecia ser imigrante, tendo inclusive a mesma cara de qualquer velha racista caipira e viciada em asinhas do Texas, ele já tinha sido deportado para as montanhas de Mordor, quase pelado e com um anão do lado. Ao voltar para o Brasil, Luciano supostamente foi escalado como jogador de futebol pelo time do Culto da Galinha Preta, porém tal rumor foi desconfirmado pela cúpula do clube, dado que, desde aquela época, ele já não tinha pique pra correr tanto tempo em campo. Isso é outra coisa que Luciano tem em comum com o Professor Xavier.

Criação da Havan e teorias da conspiração[editar]

Luciano vendendo cachorro quente em Florianópolis - 1986 (colorida).

Luciano só conseguiu escapar de Mordor graças a um velho amigo chamado Satanás, que o salvou de ser morto por um Nazgûl rapper bizarríssimo armado com uma espada de ouro grafitada com os dizeres YO IMMA BITCH NIGGA no idioma de Mordor, a qual por pouco encontrou diretamente o seu rim. Satanás e o Véio da Havan, então, roubaram a espada de ouro, junto com uma corrente também de ouro (rapper, né gente?) e a venderam no mercado negro, usando o dinheiro pra comprar uma van de cachorro-quente, que Luciano batizou de HAVAN, em homenagem ao seu sobrenome, e pra reformar o apartamento do tinhoso, onde mataram a saudade, ato esse que ganhou uma dramatização protagonizada por Paulo Guina e Danilo Gentili.

Sua empresa de cachorro-quente bombou no Brasil, mas faliu pouco tempo depois do sucesso, graças aos impostos, forçando Luciano a transformá-la em uma lujinha de quinquilharias. Graças à sonegação, Luciano pôde trocar as tranqueiras que vendia por roupas finas, veículos e outros produtos que você só compra quando tem que dar presente de casamento, como batedeiras, petisqueiras e jogos de talheres, virando um dos mais ricos da América Latina 154 anos depois, atrás apenas de Silvio Santos e Zé Carioca.

Pouco se sabe sobre o porquê de Luciano não ter alterado seu sobrenome "Havan", visto que ele remete a Havana, a capital de Cuba. Uma hipótese seria de que, como o Véio da Havan é ancião, ele esteve lá antes da Revolução Cubana, provavelmente pra encher a cara de Mojito.

Durante a corrida presidencial de 2018, Cabo Daciolo afirmou abertamente que sairia derrubando tudo que é estátua das lojas da Havan, se fosse eleito. Se fosse... O que será que Luciano fez para que o ungido do Senhor tivesse menos votos que Geraldo Alckmin?

E o "H" no meio do peito do "Capitão Brasil"? Seria de "Hang"? De "Havan"? Ou simplesmente de "Haja Paciência"? Não perca, sexta, no Globo Repórter.

Outras ocupações[editar]

Além de vendedor de sacolão, Luciano Hang se ocupa nas horas vagas sendo:

  • Alfaiate de grifes famosas em um futuro distante.
  • Dublê do Professor Xavier.
  • Dublê do Lanterna Verde.
  • Dublê do Zé Carioca.
  • Sósia do Jeff Bezos em inúmeras paródias do mesmo ao redor do Brasil
  • Dublê de algum serial killer em filmes de terror.
  • O próprio Gollum da série O Senhor dos Anéis.
  • Escultor de Estátuas da Liberdade. Costuma falar que "ainda não estão uma Brastemp, mas estão bonitinhas", embora o público prefira tacar fogo nelas porque assustam as criancinhas.
  • Poeteiro, tendo já publicado versos com os seguintes títulos: Lula na cadeia, eu com o pé na areia, Melhor que o verão, é o Lula na prisão, Lula enjaulado é o Brasil acordado, Lula cachaceiro devolve meu dinheiro, entre muitos outros sobre seu grande amigo o Mulalau, quando ambos eram penitenciários.
  • Fabricante de tinta verde, com a qual tinge as suas cuecas.

Riqueza[editar]

Em termos de quanto foi declarado, a riqueza de Luciano Hang é estimada em aproximadamente 35 milhões de reais e um centavo furado. Tudo isso se deve as suas mais aplicadas artimanhas de sonegação de impostos, trabalho escravo e tráfico de drogas pesadas como cocaína, metanfetamina, sais de banho e air fryers de segunda mão. Rumores alegam que ele já foi mais rico no passado, nos tempos em que o Brasil ainda era mato, e a Rainha Elizabeth, sua paixão juvenil.

Notas e referências[editar]

  1. Pode até ser visto correndo com uma bandeira do Brasil por aí.
  2. Naquela época ele nem tinha salário mesmo...
  3. O nome científico disso é Epifania pindaibensis.
  4. 5 palavras seguidas começadas por S e duas rimando, nossa senhora...
  5. Um jato de porra atingiu os motores, o tesão aumentava enquanto o piloto batia punheta e o trem tava feio!