Luiz Mott

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Luiz Mott enrabado por um bambino.
Teste para saber se você é bandido veado.

Cquote1.png Nos últimos 36 anos de prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns oito mil homens diferentes, mais que a Bruna Surfistinha. Cquote2.png
Luiz Mott sobre Bruna Surfistinha.
Cquote1.png Estudos antropológicos, acerca do comportamento das tribos em Papua-Nova Guiné e nas ilhas da Melanésia, fornecem dados que evidenciam a atividade homoerótica, com graus de diferenciação, mas pautadas num mesmo princípio: de modo geral, acreditava-se que os meninos não produziam seu esperma naturalmente, daí, surgia a necessidade de inseminá-los aos primeiros sinais de puberdade, num processo de transição da infância para vida adulta Cquote2.png
Luiz Mott sobre antropologia homoerótica.
Cquote1.png Ao término da infância, todo menino era separado da mãe e retirado da casa das mulheres para dormir na casa dos homens, cabia ao tio materno a penetração anal, pelo período aproximado de três anos, assim, o esperma seria fornecido à criança, juntamente com suas propriedades de força e coragem necessárias à vida adulta. Cquote2.png
Luiz Mott sobre antropologia homoerótica.
Cquote1.png Para os Sambia, que viviam no interior da selva de Papua-Nova Guiné, o ritual de iniciação tinha um caráter processual: a inseminação ocorria pelo sexo oral, em que, num primeiro estágio, os meninos praticavam nos homens e rapazes mais velhos. Gradualmente, havia uma inversão dos papéis, em que o menino passava ensinar a felação aos iniciados. Ao atingir a maturidade sexual, era realizada uma cerimônia, na qual, já adulto, o menino era incorporado ao grupo dos homens e tornava-se caçador. Cquote2.png
Luiz Mott sobre antropologia homoerótica.
Cquote1.png Em Papua-Nova Guiné, entre os baruia, o sexo oral entre os homens de diferentes gerações e status é uma regra social e culturalmente aceita: nesse grupo cultural existe a crença de que a energia vital é transmitida pelo esperma, assim, os homens mais novos devem e as crianças ser alimentados pelos homens mais velhos com essa energia. Cquote2.png
Luiz Mott sobre antropologia homoerótica.

Luiz Mott, professor de Direitos Humanos na Universidade Federal da Bahia, estudou literatura francesa no seminário de padres de Juiz de Fora. Formado em Ciências Sociais na Universidade Federal de Pelotas, possui mestrado na Universidade de Paris e doutorado na Universidade de Campinas. Gay desde 1924, é o Decano do Movimento Homossexual Brasileiro e torcedor do Clube Atlético Mineiro. Em 1911 fundou o Grupo Gay da Bahia e em 1969 o Clube da Beyoncé.

Fatos sobre Luiz Mott:[editar]

Troféu biba do ano da Rede Globo.
Luiz Mott atacando os meninos do pelourinho.
Exemplo de homofobia de uma mãe contra um filho uma filha.
Luiz Mott estudou literatura francesa (isso comprova que ele é gay).
Luiz Mott transformando o seu filho em uma biba diva.
Comendo o Luiz Mott.
  1. Estudou em um seminário de padres, como muitos homossexuais.
  2. Estudou francês na Universidade de Sorbonne: coisa de veado.
  3. Levou o namorado na festa de formatura na USP.
  4. Viajou para a Parada gay de São Paulo nos anos 90 para fazer uma pesquisa de campo para sua tese de doutorado em sociologia.
  5. Fundou o fã clube da Beyoncé em Salvador.
  6. É seguidor do Davey Wavey no Twitter.
  7. Curtiu a Lady Gaga no Facebook.

Crônicas escritas por Luiz Mott[editar]

Amigo, amante e companheiro[editar]

Tenho 54 anos. Na minha infância tive apenas duas pequeninas aventuras com o mesmo sexo: a primeira com um pretinho que morava na casa de minha avó, nós dois brincando de pegar no pintinho um do outro, algo do tipo segurar num objeto proibido. A outra vez, na fazenda de minha tia Prazeres, em Araçariguama, eu passando a mão na bunda do filho do dono da venda. Coisa de criança sapeca. Minha primeira transa homossexual de verdade, com ejaculação e orgasmo foi somente aos 18 anos - uma lástima, pois morro de inveja desses moleques que se iniciaram na descaração desde pequeninos Portanto, nestes últimos 36 anos que prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns 500 homens diferentes, incluindo 4 ou 5 casos prolongados, variando de 1 a 16 anos, como este meu atual relacionamento, o mais prolongado de minha vida. Que o leitor mais jovem não me julgue o rei da putaria, pois na minha época e com a minha idade, tem muito gay que teve mais de mil transas diferentes. Antes da Aids era assim. Vivo feliz com meu companheiro, e apesar de tantos anos juntos, ainda sentimos grande tesão um pelo outro, com duas ou três fodas semanais que às vezes terminam com gritos tão incontrolados de prazer, que temos de fechar as janelas da casa para não incomodar os vizinhos. Não quero nos tomar como exemplo ou modelo para ninguém, pois em questão de sexo e amor, não há receita fixa, cada casal enconrando sua melhor forma de manter viva a relação. Contudo, compartilhar experiências de vida pode ajudar os menos experientes ou iniciantes a encontrar seu próprio caminho para a felicidade. Porque, mesmo reconhecendo ser perfeitamente possível alguém viver feliz sem ter uma cara metade ao lado, nós todos, seres humanos, heterossexuais, gays, lésbicas, bissexuais, se pudéssemos escolher, a grande maioria dos solteiros ou dos que não estão namorando, no fundo, prefeririam estar vivendo um grande amor, ter um caso fixo, amar e ser amado por alguém. O que não significa necessariamente viver debaixo do mesmo teto com a pessoa amada. Nem fidelidade e monogamia exclusivas. Nem ficar todas as noites assistindo televisão juntos . Tem muitos casais que adotam esse estilo de vida, e se se sentem bem, ótimo! Mas outros, mesmo se amando perdidamente, não abrem mão do estilo de vida de solteiro: não gostam de viver juntos, preferem os bares e ambientes noturnos, costumam repetir que se os olhos não vêem, o coração não sente. Tudo bem: cada qual no seu cada qual, e se os dois estão de acordo e felizes, viva Jesus! Isto posto, vou ao essencial: seja qual for a relação sexual-afetiva que se tenha, seja do tipo mais caseiro e exclusivo, seja do tipo mais rueiro e aberto, para que uma relação seja plenamente satisfatória, duradoura e que faça a gente crescer, cada um tem ser para o outro: amigo do peito, amante apaixonado, companheiro alegre. Esta é minha receita para a felicidade. A ordem destes três ingredientes geralmente começa pelo tesão. O que move nosso olhar e interesse por alguma pessoa é o prazer, o gosto que sentimos em apreciar algum detalhe físico, seja a beleza do rosto ou do corpo, os olhos, a presença ou ausência de pelos, o volume do sexo, a bunda arrebitada, etc, etc. Portanto, para manter uma relação amorosa, o tesão está na origem e sem ele, é muito difícil conservar esse relacionamento forte e apaixonado. E sem tesão e paixão, o caso vira rotina, perde o viço, fica chato. Aí as outras pessoas passam a nos atrair cada vez mais, e fatalmente chega o dia em que aquela atração inicial se transforma em indiferença, chegando até a repulsa. Para quem não quer chegar a esta desagradável situação, o jeito é investir no erotismo, variar as posições, descobrir novos prazeres e sensações, apimentar ou adocicar o bate-cocha. E dou aqui meu depoimento de quem já transou mais de 1.600 vezes com a mesmo homem (duas vezes por semana multiplicado por 16 anos): é perfeitamente possível manter uma vida sexual ultra satisfatória (a ponto de ter de fechar as janelas para que nossos gritos e sussurros não invadam as casas dos vizinhos) , mesmo após 15 anos fodendo com a mesma pessoa. Se não fosse assim, juro por Ganimedes que tanto eu quanto Marcelo já teríamos saltado fora. O segundo ingrediente indispensável para se manter viva uma relação afetivo-sexual é a amizade. Meu amante tem de ser meu melhor amigo, meu amigo do peito, pois se for apenas bom de cama mas na hora que preciso de seu apoio, ele se manca, então, vai desculpando, mas prefiro pagar um profissional do sexo e foder gostoso, sem nutrir a ilusão e falsa expectativa que meu amante também é meu amigo. Amizade é fundamental, amizade mesmo, não só na alegria mas também na tristeza. Como diz meu Marcelo: eu mato e morro por você! E eu por ele! O terceiro atributo vital para se viver um grande amor é ser companheiro alegre um do outro. Para se viver prazerosamente junto com outro pessoa, além de tesão e amizade, tem de encontrar no outro a companhia agradável de alguém que goste de curtir junto as alegrias do dia a dia, do fim de semana. Andar de mão dada, ombro no ombro, ir ao cinema juntos, viajar, ir ao aniversário de amigos comuns, tudo isto quando compartilhado com alguém que se ama e que está alegre e feliz ao seu lado, é fonte de grande prazer e satisfação. Um amante ou amigo carrancudo junto de si é um pé no saco. Moral da história: o amor existe e é lindo, basta procurar, estar aberto, dialogar. Quem vivenciou a felicidade de encontrar numa só pessoa um amigo do peito, um amante apaixonado e um companheiro alegre - sabe muito bem que este é o bem mais precioso da vida para se guardar do lado esquerdo do peito...

Meu moleque ideal[editar]

Gosto não se discute, diz a sabedoria popular, e se assim não fosse, seríamos iguais a carneiros, todo mundo igual, sem nenhuma originalidade, gostando todos da mesma coisa. E a realidade comprova o contrário, que em matéria de gosto ou preferência sexual, nossa imaginação e desejos não têm limites. Basta entrar numa destas lojas de produtos eróticos ou folhear as páginas desta nossa querida revista, e veremos que tem gosto para tudo: os que curtem gente gorda, aqueles que preferem peludos, outras que querem sem pelo, muitos que adoram suruba, outros que sentem o maior tesão em se exibir, etc, etc. Em sexo, tudo é lindo e maravilhoso, e desde que as pessoas estejam de acordo e maiores de 18 anos segundo a lei em vigor, ninguém tem nada a ver com as preferências alheias. Cada qual no seu cada qual e fim de papo. Ou melhor, começo de papo! Considero-me um gay felizardo pois amo e sou amado por um homem maravilhoso que preenche plenamente minhas fantasias e desejos sexuais, afetivos e de companheirismo. Nos gostamos tanto um do outro que várias vezes manifestamos o desejo de morrer juntos, pois só de imaginar a tristeza e solidão do desaparecimento da outra metade, isto nos provoca enorme tristeza e medo. Ainda existem casais gays românticos em plena época do divórcio, do amor livre e do sexo descartável. Caretice para alguns, felicidade para outros. Afinal, também em questão de afeto, gosto não se discute. Analisando friamente as razões que levariam dois homens (ou duas mulheres, ou um homem e uma mulher) a viver com exclusividade uma paixão afetiva e erótica, creio que esta fidelidade poderia ser explicada quando menos por uma motivação bastante prática e mesmo oportunista: a dificuldade de encontrar um substituto melhor. Essa regra, constrangedora de ser constatada e verbalizada, parece ser universal: no dia em que a gente encontrar alguém que ofereça mais tesão, amizade e companheirismo do que a transa atual, ninguém é besta de continuar na mesmice em vez de optar pelo que promete ser muito melhor. Os que continuam fiéis a uma velha paixão só não mudam porque ainda não encontraram alguém que valha mais a pena. Ou porque não investem em novas procuras, ou porque não existe outro alguém que represente tão perfeitamente o que idealizamos como sendo nossa alma gêmea ou cara metade. No fundo, todos nós, gays (e não gays) alimentamos em nossa imaginação um tipo ideal do homem que gostaríamos de amar e ter do lado. E que nem sempre é igual à nossa paixão atual. O ideal pode ser alto e branco, o real, baixo e preto. No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um "homem" e sim um meninão. Um "efebo" do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder. Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos, já com os pentelhos do saco aparecendo, a pica taludinha, não me importava a cor: adoraria se fosse negro como aquele moleque da boca carnuda da novela Terra Nostra; amaria se fosse moreninho miniatura do Xandi; gostaria também se fosse loirinho do tipo Leonardo di Caprio. Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erostimo. Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?! Queria que esse meu príncipezinho encantado fosse apaixonado pela vida, interessado em aprender comigo tudo o que de melhor eu mesmo aprendi nestes 50 e poucos anos de caminhada. Que gostasse de me ouvir, que se encantasse com tudo que sei fazer (desde pudim de leite e construir uma estante de madeira, a cuidar do jardim e navegar na internet), querendo tudo aprender para me superar em todas minhas limitações. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho, que me fizesse massagem quando a dor na perna atacar. Honesto, carinhoso, alegre e amigo. Que me respondesse sempre ao primeiro chamado, contente de ser minha cara metade. Quero um moleque fogoso, que fique logo com a pica dura e latejando ao menor toque de minha mão. Que se contorça todo de prazer, de olho fechado, quando lambo seu caralho, devagarinho, da cabeça até o talo. Que fique com o cuzinho piscando, fisgando, se abrindo e fechando, quando massageio delicadamente seu furico. Cuzinho bem limpo, piscando na ponta do dedo molhado com um pouquinho de cuspe é das sensações mais sacanas que um homem pode sentir: o moleque querendo meu cacete, se abrindo, excitado para engolir a manjuba toda. Gostosura assim, só dois homens podem sentir! Assim é como imagino meu moleque ideal: pode ser machudinho, parrudo, metido a bofe. Pode ser levemente efeminado, manhoso, delicado. Traço os dois! Tendo pica é o que basta: grossa ou fina, grande ou pequena, torta ou reta, tanto faz. Se tiver catinguinha no sovaco, uma delícia! Se for descarado na cama e no começo da transa quiser chupar meu furico, melhor ainda. Sem pudor, sem tabu. Ah, meu menino lindo! Se você existir, se você algum dia me aparecer, que seja logo, pois quero estar ainda com tudo em cima e dar conta do recado, pois do jeito que quero te amar e que vamos foder, vou precisar de muito mocotó ou viagra para dar conta do rojão....

Fechem os ouvidos![editar]


MarcoFeliciano.png Este artigo se trata de uma personalidade mortalmente, incrivelmente e filhadaputamente odiada!
E não sai na rua para não sofrer linchamento.

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