Massively multiplayer online role-playing game

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Virtualgame.jpg Massively multiplayer online role-playing game se trata de um jogo virtual (game)

Enquanto você lê, Alguém vê mais uma calcinha em Soul Calibur.

 

Cquote1.png Mamãe Mama O Rapaz Peludo Gordo Cquote2.png
Sua mãe sobre MMORPG
Cquote1.png Você quis dizer: Habbo Hotel Cquote2.png
Google sobre Massively multiplayer online role-playing game
Cquote1.png Experimente também: Vida social Cquote2.png
Sugestão do Google para Massively multiplayer online role-playing game
Cquote1.png Isso é coisa do demônio! Cquote2.png
Evngélico sobre jogador de MMORPG
Cquote1.png Já matei ele. Cquote2.png
Jogador sobre citação acima
Cquote1.png Não dá pra pausar jogo online, mãe! Cquote2.png
Todo jogador sobre suas mães chamando para almoçar
Cquote1.png Eu quero 1k de pão, por favor. Cquote2.png
Nerd viciado em MMORPG na padaria
Cquote1.png Você vai me dar atenção ou vai ficar aí jogando esse negocinho colorido? Ou você larga essa bosta ou eu termino com você! Cquote2.png
Minha ex-namorada sobre mim
Cquote1.png V> Dark Helmet From Hell +10, 200kk, PM ME Cquote2.png
Spam no chat de comércio
Cquote1.png Oi, gato Cquote2.png
"Mulher" no MMORPG falando com você

Uma reunião de nerds noobs em algum MMORPG coreano aí.

MMORPG é a sigla para Many Men Online Role Playing as Girls (Muitos Homens Online Fingindo Ser Mulheres), e nada mais é do que o RPG jogado online, ou seja, com milhões de outros nerds e virgens como você e chance triplicada de formar viciados que não tomam banho e não almoçam com a mãe. Hoje em dia, é visto como um caça-níquel eficiente, já que o cara é tão viciado nessa merda que não vê problema em pagar vinte dólares em uma armadura um pouquinho mais forte no jogo. É a maior causa de términos de relacionamento e a baixa taxa de natalidade em países como Japão, onde os adolescentes preferem se casar com personagens de videogame e anime.

É um nicho muito estudado por psiquiatras e médicos. A jogatina dá o mesmo efeito no cérebro que a cocaína, além de causar atrofiamento do cérebro, pau torto, vista estragada e, principalmente, obesidade. Muitos jogadores desse gênero são virgens e fracassados, que não possuem vida social e apanharam da mãe na infância. Em casos mais graves do vício, o cérebro do jogador diminui tanto a ponto de poder ser espirrado para fora, mas este raramente se dá conta por estar sempre ocupado jogando. Quando vê, vendeu o carro, a TV, o sofá e até a própria mãe para sustentar o vício no jogo e ostentar sua armadura divina +20. Por outro lado, se os MMORPGS forem jogados moderadamente, fornecem diversão saudável, mas isso é impossível. Com o advento da internet ADSL, o número de viciados está aumentando, e as empresas, faturando às custas dos gordinhos.

Sobre[editar]

A versão dos satanistas da Wikipedia falam que o MMORPG surgiu nos anos 90, mas a verdade é que o gênero nasceu na pré-história, com o lançamento de Tibia pelos primeiros primatas nerds numa ferramenta chamada Paint. Evidências disso são as pinturas rupestres, conhecidas como as quests (aventuras) do jogo. No universo medieval (na época, futurista) em que ele se passa, o jogador entra na pele de um bonequinho de roupas coloridas que atira flechas pelo cu e lança borrões na tela, conhecidos como magias; além de negociar, matar outros jogadores e caçar ratos. Isso, claro, quando o servidor vagabundo da empresa não trava, ocasionando o famigerado lag e monitores quebrados.

Um jogador com sérios danos cerebrais causados por um MMORPG.

A principal intenção dos MMORPGs, pelo menos em teoria, é unir os nerds para que eles possam ter pelo menos uma tentativa de se socializar, já que não saem de casa nem para dar beijo na mãe quando ela volta do trabalho. Por isso, os jogos criaram o sistema de party, onde os jogadores organizam surubas grupos para enfrentar os monstros em dungeons, mapas cheios de monstros demoníacos onde se ganha experiência, dinheiro e atestado de virgindade. Alguns nerds são menos introvertidos e criam uma conferência no Skype, mas sempre acaba em alguém xingando alguém porque morreu logo na primeira porrada.

Alguns jogos se resumem em matar bichos, falar com NPCs, matar mais bichos, falar com mais NPCs, e assim vai até o nível máximo, como World of Warcraft, muito conhecido no meio nerd, enquanto outros tentam (tentam) resgatar o espírito do D&D, com possibilidade de modificar os atributos, seguir caminhos e matar vários bichinhos diferentes sem necessidade de quest, como Ragnarök Online, e outros te obrigam a pagar para jogar ou para ser um pouco decente no jogo, como os dois citados e 99% dos MMORPGS, onde você paga até vinte dólares para ter uma espadinha mais forte e colorida ou uma porra de uma casa que não serve para nada. Outros são focados no PvP, onde o nerd mais rico e virgem ganha as batalhas repletas de efeitos que pifam seu computador porque você usa a porra de um Celeron.

Classes e Raças[editar]

Classes são quase sempre a mesma merda: um carinha de espada, um carinha que solta raios coloridos e um que é capacho de todo mundo no grupo que fica curando e dando buffs (magias que aumentam ataque, defesa e inteligência). Pode-se criar homens e mulheres, mas é comum homens criarem personagens mulheres para chupinhar itens de graça dos noobs otários (e também para bater punheta e para suprir a falta de mulheres reais em suas vidas, ou, menos comum, transtorno de personalidade). São os chamados shemale. Alguns jogos se diferenciam nas classes, mas geralmente beirando pro ridículo, à exemplo do Tibia, onde você pode criar um paladino que joga lanças e flechas pelo cu nos monstros.

Sobre raças, alguns jogos como World of Warcraft criam elfos negros, zumbis, anões, orcs e, claro, humanos para coexistirem no mundinho virtual. Ou seja, qualquer nerd fã de Senhor dos Anéis se apaixona, mesmo todos parecendo massinha de modelar. Outros jogos plagiaram esse sistema de raças e alguns criaram coisas ridículas, como vampirinhos, lobinhos e bichos fofinhos de nome que ninguém consegue falar.

Equipamentos[editar]

Acredite se quiser, isso dá mais proteção do que uma armadura completa +10. Tô vendo essa mão aí, seu punheteiro!

São várias as possibilidades de deixar seu personagem mais gay fortinho. Armaduras de nomes tão grandes quanto o peso de sua mãe, espadas lendárias, acessórios coloridos que você paga com dinheiro real que não tem nenhuma utilidade senão a de enfeitar seu personagem e fazer os outros nerds pagarem pau pra você... Uma característica dos MMORPGs é que um roupão rosa tem mais poder do que uma armadura de metal toda fechada, e para a alegria dos punheteiros, isso acontece com biquínis e salas coladinhas (ver imagem ao lado). Cores identificam o equipamento como sendo comum (você dropa de qualquer bicho ou compra de um NPC), raro, muito raro e de cash, quando é uma arminha comprada em dólar que na verdade só tem uma aparência diferente. A raridade de um item também é identificada pelo nome que recebe, algo como Poderosíssimo Vibrador Dourado dos Imortais Dragões de Gelo vale muito mais do que uma Espada Longa, por exemplo.

Sistema de PvP[editar]

Aqui é onde a porrada come solta, onde o nerd pode descontar toda sua fúria daquele valentão da escola que pega as menininhas gostosas. Geralmente o sistema de matança é uma bela bosta, super desequilibrado e ganha quem deu mais dinheiro para a empresa do jogo. O Tibia foi inovador no quesito PvP, ao implementar morangos coloridos na cabeça do personagem que mostram que ele matou alguém. Seu incrível sistema de peidos pixelados é ruim, feio, ultrapassado e sem sentido, mas o nerd está tão viciado naquilo que nem se importa.

Isso é normal no mundo dos MMORPGs, e ainda tem viciado que paga em dinheiro real para ter uma arminha mais forte.

Game Masters[editar]

Figuras raras nos MMORPGs e quase tão nerds quanto os jogadores viciados, os Game Masters (ou GMs) supostamente possuem a tarefa de pegar engraçadinhos trapaceando no jogo, ajudar os novatos e recolher feedback sobre bugs no jogo. Supostamente, claro. Não dão a mínima para o jogo e não respondem ninguém nos fóruns oficiais, e seu salário é pago com o dinheiro que você usou naquela espadinha brilhante azul que joga glitter nos monstros.

Montarias[editar]

Alguns jogos adicionaram o sistema de montaria, onde você pode adotar uma mula pra te acompanhar onde você for. Serve pra porra nenhuma, é só pra decorar mesmo, e o pior é que tem gente que paga centenas de reais para ter a porra de uma tartaruguinha. Em alguns casos o bicho te dá alguns buffs, como velocidade, status ou a inveja dos nerds pobres para inflar seu ego.

O problema do vício[editar]

Além dos sintomas ditos no começo desse artigo, pode causar raiva, depressão, estresse, gasto excessivo de dinheiro com pixels e isolamento do convívio social. O nerd viciado também mente, por exemplo: Pai, me dá grana pra comprar salgadinho? e acaba por juntar o dinheiro e gastar tudo com uma porcaria de espada brilhante que é um pouquinho mais forte das que vendem em qualquer NPC do jogo.

É assustador, mas é um mercado que Sílvio Santos e Roberto Justus pretendem explorar pelos MMORPGS se tratarem de um caça-niqueis fabuloso. Sílvio pretende fazer um MMORPG baseado no reality show A Casa dos Artistas, onde haveria as raças Gostosa e Tarado, e então o personagem poderia evoluir atributos como Encher o Saco, Pagar de Vítima, Falar Putaria, etc. Já Justus aposta em uma abordagem mais direta de seu programa, O Aprendiz. O game seria chamado O Noob, e ele seria o único GM. E também o único jogador, já que todo mundo seria demitido.

Carência e virgindade em MMORPG[editar]

A triste história de um nerd com hormônios a flor da pele. Ignore os erros de português, isso é algo tão normal em MMORPGs que virou um idioma próprio.

Como é de ciência geral, todos os nerds que jogam MMORPG são virgens. Alguns estão num estágio máximo da carência, chegando a frequentar evento de anime e faltar na escola para assistir Naruto, e assim continuarão até que os puteiros comecem a aceitar dinheiro de otaku. O número de nerds jogadores que acham que vão perder a virgindade só aumenta, graças aos shemales que dominam os mundinhos virtuais. Mestre Yoda afirma: "Mulher, nerds nunca comerão, porque nerd impotente é. Só bater punheta nerd saber, então mulher inútil é."

Mulheres nos MMORPGs[editar]

Sim, você não leu errado! Existem mulheres nesses joguinhos do capeta, e não são somente as que tem pinto. Elas até que fazem algum esforço para transar com um nerdinho e falar sobre aquela arma foda que dropou do boss na caverna de fogo, mas mulher não dá exp.

Elfas gostosas e jogadoras de World of Warcraft.


Alguns jogos[editar]

São vários os jogos de RPG, mesmo que todos tenham o mesmo objetivo de matar monstros, upar e gastar rios de dinheiro:

Ver também[editar]