Macaíba

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Macaíba é um distante bairro de Natal e o quarto maior da capital (atrás apenas de Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e Alecrim), é para fins estatísticos considerado um município próprio, também renegado pela capital pelo fato de ser lar de criminosos e esconderijo dos mesmos. Quando aparece nos noticiários, é sempre para falar de alguma tragédia que aconteceu por lá.

História[editar]

Por falta de interesse de historiadores, que não veem motivo em pesquisar ou conhecer as origens de um bairro tão inútil, pouco ou quase nada se sabe sobre a história deste lugar, apenas uma vaga informação de que os portugueses construíram uns casebres ali no ano de 1632.

Memorial das vítimas do massacre de 1645, com a estátua de um maconheiro genérico em memória das vítimas.

Fato é que a criminalidade no município sempre foi muito alta, basta uma rápida pesquisa sobre Macaíba pela internet e o que mais encontramos é noticiário de assassinatos por bala, e fato que isso não é de hoje, pois os holandeses que nunca gostaram do local, frequentemente invadiam ali e matavam todos, sempre mantendo os níveis de criminalidade inacreditavelmente altos.

O nome Macaíba foi adotado com a independência do município, em 1855, em referência a uma pequena fruta fedida que dava aos montes no território e disfarçavam o cheiro do esgoto a céu aberto que cortava toda a aldeia.

É até hoje considerado um dos piores lugares de se viver, tão ruim que de seu território já fizeram questão de se desmembrar São Paulo do Potengi, São Gonçalo do Amarante e São Tomé.

Cultura[editar]

Numa cidade de pobres onde forró parece ser o único estilo musical existente, cultura parece ser algo difícil de se ver por lá. Uma lenda que merece ser mencionada conta a história de um antigo fazendeiro local que tinha uma filha que era a rapariga da região e dava mole para todo mundo de graça. Um dia este fazendeiro flagrou a filha com um escravo negão, e revoltado por não possuir uma genital de tamanho viril como daquele negão, o fazendeiro decidiu matá-lo, mas sua filha estava tão apaixonada na vara do nego, que se atirou na frente e morreu. Esta história resume os costumes locais, onde os pais de família são em sua maioria cornos e as filhas vagabundas poligâmicas.

Turismo[editar]

Não há absolutamente nada de mais nessa cidade, especialmente tendo Natal mil vezes melhor para se visitar. O único ponto que é mais ou menos turístico é um casebre chamado Solar Ferreiro Torto, onde tem a estátua de um maconheiro genérico, em homenagem a um massacre de maconheiros que aconteceu por ali no século XVII.