Macapá

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Brasao amapa.jpg
Amapá Sarney.jpg

Tarumã, tarumã... e a gente subia o rio!
Macapá é morador do Amapá mas, com certeza, nasceu no Pará!

Não fale sobre internet banda larga, pois ele não conhece isso.



Macapá
Macapaba
Bandeira Macapa AP.jpg
Bandeira
Meio do Mundo
Hino "Quem vai querer a minha Piriquita???..."
Local Esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador
Idioma Tupi-guarani
Geografia
Clima Infernal
Locais de Referencia Crateras Lunares
Economia De pobre a indigente
Produtos Exportados Bacaba
Política
Governo
Nuvola apps core.png
Bipartidário (PSB-PDT)
Atual Prefeito
Nuvola apps core.png
Clécio Luis (se escondam, mulheres!)
Vice-Prefeito
Nuvola apps core.png
Desconhecido
Mídia
Cidadãos Ilustres
Crystal Clear action bookmark.svg.png
O Mário, (lembra?)
Esporte Símbolo Futlama, nado sincronizado na rampa do Santa Inês
Santo Local São José



Cquote1.pngVocê quis dizer: O quê mesmo?Cquote2.png
Google sobre Macapá
Cquote1.pngVocê quis dizer: LuaCquote2.png
Google sobre Macapá
Cquote1.pngVocê quis dizer: InfernoCquote2.png
Google sobre Macapá
Cquote1.pngVocê quis dizer: Mini Belém do ParáCquote2.png
Google sobre Macapá
Cquote1.png Ê, manu, u médicu falô pra nois num nada nesse riu! Sai daí, macho! Cquote2.png
Macapaenses cabocos indo nadar na ressaca
Cquote1.png O quê? Cquote2.png
Macapense sobre e-mail
Cquote1.png Eu vô! Cquote2.png
Aedes aegypti sobre Macapá
Cquote1.png Num vô! Cquote2.png
Internet Banda Larga sobre Macapá
Cquote1.png No, No, No! Cquote2.png
Amy Winehouse sobre Macapá
Cquote1.png É um ótimo cenário para filmes. Cquote2.png
Diretor do filme Piratas do Caribe 3: No Fim Do Mundo sobre Macapá
Cquote1.png Inverno? Sei, sei... É quando tem lama, né!? Cquote2.png
Morador de macapá sobre Inverno
Cquote1.png Eu caio, eu caio, eu caio, senhora me aguenta senão eu caio! Cquote2.png
Ladrão de marabaixo, sobre os buracos da Sétima Avenida do Congós
Cquote1.png Na União Sovética, Macapá não sabe onde é VOCÊ!!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre inferno Macapá
Cquote1.png Vamo no L.B? Cquote2.png
idiotas adolescentes sobre Macapá
Cquote1.png Vocês querem me matar? Cquote2.png
Bear Grills sobre Macapá
Cquote1.png Só o Toddy! Cquote2.png
Cabuçu sobre Macapá
Cquote1.png É uma cidade muito linda, sabe? Uma coisa meio florestal, meio trascendental, que vai além e tem tudo isso... Ou não, né?! Cquote2.png
Caetano Veloso sobre Macapá
Cquote1.png Foi o Capi quem fez! Cquote2.png
Militante do PSB sobre Macapá



Macapá, também conhecido como lugar que é quente bagarai, fica situada "na esquina do rio mais belo com a linha do Equador", ou seja, na esquina do nada com lugar nenhum, bem próximo da puta que o pariu. Para chegar a esta cidade você passa 83 horas em um avião (de preferência da Força Aérea, com blindagem reforçada, para evitar as flechas precisas dos índios), 35 horas de canoa (só tome cuidado com os jacarés!) 55 horas pulando de árvore em árvore e mais 11 horas nadando. E quando tu chegas no aeroporto, que mais parece a Feira do Peixe do Perpétuo Socorro, tu ainda tem que ir andando para o lugar onde tu queres ir, porque os táxis caíram nos buracos e os ônibus foram assaltados pela Galera da Moto. Macapá é uma típica capital periférica de um estado periférico em uma país periférico em um continente periférico.

Tabela de conteúdo

[editar] História

Típicos habitantes de Macapá.

Macapá tem uma história magnífica, repleta de casos mal resolvidos pelos investigadores de "Arquivo X" sobre aliens e conflitos entre duas tribos indígenas rivais: os papaxotas e os akidaoanus. Tudo o que aconteceu nesse cenário fictício de nada intervém na história da cidade atualmente, já que são poucos os que realmente se interessam pelo que aconteceu no passado desse fim de mundo.

Miss Amapá 2012, considerada por muitos a Gisele Bitch tucuju.

Porém, uma lenda que mais se conhece por aqui é de um tal Cabralzinho (grande homem de 1,22 m), que libertou este povo infeliz das garras dos aliens em meados de 1997, porém contra-provas mostram que ele era mais frouxo que rabo de cara com derrame rabial, colocando por baixo a versão de seu heroísmo.

Evidências arqueológicas demonstram que a célebre frase de Cabralzinho, "ou mato ou morro", nada tinha de intrepidez: na verdade, ele quis dizer que ou se escondia no mato, ou fugia pro morro.

Durante muitos anos, a guerra entre franceses e índios em Macapá matou milhares (ou quase isso) de pessoas "inocentes". Os franceses queriam o pau que o índio tinha, o pau-brasil, mas os índios da tribo Aiapaxi queriam manter o monopólio da planta. Por fim, os índios burros foram dizimados e tiveram seus pintos arrancados pelos franceses e seus órgãos jogados aos porcos do mato.

Essa série de derrotas do povo amapaense (que dura até hoje) gerou uma desnutrição em seus moradores, o que faz com que eles parem de crescer quando completam 12 anos (no máximo) atingindo uma altura incrível de 1,20 m, mas poucos conseguem chegar a tal honra.

Macapá é a capital do Amapá que tornou-se oficialmente um Estado brasileiro em 1999 (ou 2003, não lembro). Passando assim a ser um exemplo do que não deve ser seguido é claro, um grande exemplo de esculacho a todos os demais Estados do Brasil (Exceto Acre óbvio).

[editar] Clima

Macapá em seus dias de inferno inverno, com perceptível queda de temperatura. Saia agasalhado nesses dias!

Em Macapá, há dois climas predominantes:

  • Verão (Poeira): quando são registradas temperaturas agradáveis de 45° a 75°C.
  • Inverno (Chuva e lama): quando chove o dia todo e os moradores da cidade dizem fazer frio com 30°C. Metade das pontes da cidade vão para o fundo, estragando o estoque de cocaína dos malacos.
Os macapaenses amam Sarney

[editar] Cultura

Na Cultura, Açai pra cagar preto, é a principal alimentação dos seres daquele lugar, as vestimentas de piriguetes se fazem necessaria para algumas pessoas que não tem dinheiro para o estacionamento do xopi Guardem, que é uma lojinha perto do poste que tem um cú na testa (sim falo do marco zero), ah exite também a "Elite cultural" que são grupos de penssadores cult, uns ficam ali no formigueiro que é uma rua publico privada da igreja catolica, o clã daquele lugar se chama confraria tucuju, uma casa de velho que não fazem sexo a muito tempo e que adoram um ato de pedofilia. vou nem falar do FORA DO EIXO, iuahiuhaiuahuaih... Casa de maconheiros, Agressores de mulheres que dão a buceta em prol do "movimento", movimento só se de eguinha pocotó. iuahiuah. lol.

[editar] Música Popular Amapaense

Também conhecida como MPA, é um gênero que não é nem um pouco popular em nem é música. A MPA é feito por dois ou três cantores ou grupos meia-boca para tocar em rádios pseudointelectuais que ninguém ouve, já que todos estão muito ocupados ouvindo tecnobrega ou alguma banda emo tosca. Ser cantor de MPA nem exige muito, basta não ser mudo. A afinação da voz não é necessária. Para acompanhar, tenha um violão qualquer, que pode estar afinado ou não. Ser compositor de MPA é bem simples também, basta seguir o modelo básico abaixo (segudo à risca por todos que ainda se prestam a compor uma MPA):

  • Comece com alguma frase ufanista do tipo “Macapá, minha terra amada!” ou “Capital morena, pérola do Amazonas”;
  • Mencione uma rosa branca açucena lê lê casando com uma moça morena lê lê;
  • Fale alguma coisa sobre a suposta beleza algum rio, de preferência o Araguari ou o Amazonas ou o Canal das Pedrinhas;
  • Fale alguma coisa sobre ribeirinhos tomando banho nos rios;
  • Fale alguma coisa sobre mato;
  • Fale alguma coisa sobre os animais do mato;
  • Fale alguma coisa sobre os índios do mato (de preferência, os waiãpis);
  • Fale alguma coisa sobre os pretos do mato (de preferência, do Curiaú);
  • Fale alguma coisa sobre o Marco Zero, a Fazendinha, a Ponte do Copala, a Fortaleza ou algum ponto turístico clichê;
  • Fale alguma coisa sobre alguma fruta considerada exótica no resto do país, de preferência cupuaçu, bacaba, açaí ou mari-mari;
  • Coloque tudo em ritmo de marabaixo, ou de batuque, ou de zouk love ou forró ou em qualquer ritmo dos negros do mato.

Pronto! Com esses simples passos é possível se tornar uma legítimo cantor de MPA. Só lembrando que criatividade, originalidade e talento são itens facultativos no currículo de um cantor regional.

[editar] Lendas

Outra lenda urbana diz que quando uma pessoa está prestes a morrer e sabe que vai ao Inferno, experimenta visitar Macapá antes para já se acostumar ao calor.

Existe ainda outra que fala que uma vez a cada 8 anos um "velho maldito" ou "bigodudo" vem de fora pra assombrar a vida da população, e só desaparece quando o povo amaldiçoado faz o ritual da votação de cabresto, fazendo ele retornar pro seu covil.

Outra lenda muito contada é a de que o lugar onde há menos macapaenses no Brasil é Macapá.

Outra lenda também muito famosa diz que os macapaenses nasceram todos no Afuá.


Utensílio muito usado pelos macapaenses do Perpétuo Socorro e do Marabaixo.

[editar] Pratos Típicos

Os "pratos regionais" são qualquer gororoba que já esteja "pronta pra consumo" na natureza, ou que não demande mais que 5 segundos de esforços e, no máximo, água e sal pra ficar pronta (quase como um miojo, se bem que esse macarrão ainda demora três minutos para ficar bom para consumo). Além disso, a sua culinária é toda emprestada de outras cidades (principalmente Belém) ainda assim, açaí com peixe, açaí com camarão, açaí com farinha, açaí com açúcar, açaí com tapioca, açaí com cimento, açaí com pão, açaí com ovo, açaí com açaí, açaí com maniçoba, açaí com vatapá, açaí com caruru, açaí com marmitex, açaí com salmonela, açaí com bacaba e açaí com doença de Chagas são exemplos da grande criatividade culinária local. E você pode encontrar uma barraquinha de açaí em muitos lugares, onde há uma três metros depois tem outra.

[editar] Pontos Turísticos

A Fortaleza de São José de Macapá, construída para nada! Do lado dela (abaixo) fica o LB.

- Fortaleza de São José Sarney de Macapá: Criada durante a época de José Sarney Pombalina, a Fortaleza de São José de Macapá foi a mais inútil construção feita pelos escravos, haja vista que nunca foi usada para nenhuma guerra ou coisa do tipo (ou seja, foi somente dinheiro mal empregado), levando um feno direto desde a sua criação. É o maior forte do país, mesmo assim sua importâcnia é insignificante e poucos foram os moradores do município que realmente a visitaram e disseram achá-la interessante.

- Rio Amazonas: Encante-se com suas águas barrentas que exalam um odor pútrido e beba a aguá que é considerada milagrosa por possuir o arsênio vindos dos rejeitos de manganês do Porto de Santana, um componente que segundo curandeiros tradicionais da cidade, como a Mãe Iara da Bahia, cura o câncer. Banhe-se nelas e experimente a sensação de vários componentes químicos reagindo no seu corpo, acelerando o desenvolvimento cancerígeno no seu pulmão, ou em qualquer outra área (até aonde o sol não bate).

Transporte público municipal apanhando passageiros no (CU)riaú.

- Crateras lunares: herança deixada pelos aliens que deram origem àquele povo. Não precisa ir longe pra encontrar uma. Basta acessar qualquer rua, mesmo a avenida principal da cidade (avenida FAB - que antes era pra ser pista de pouso de avião, mas nem competidores do Rally Dakar dão conta de andar na buraqueira enorme).

O Trapiche Eliezer Levy. O bondinho, como sempre está quebrado ou levando alguém em um passeio para o Acre só de ida.

- Trapiche Eliezer Levy: conhecido pelo seu comprimento e pela presença de um bondinho maldito no qual você pagava R$50,00 apenas para levá-lo para a ponta do trapiche, um lugar desconhecido por muitos nativos, nem mesmo Google Maps pode mostrar o que há no final trapiche. No dia da inauguração do bonde, foram selecionados cinco infelizes -além do condutor- para levá-los até o final do trapiche e finalmente desvendar esse mistério que perpetua por séculos e séculos. Passaram-se 13 dias após a viagem do bondinho e até então ninguém sabia se a viagem foi bem-sucedida ou não. Até que às seis horas, seis minutos e seis segundos do dia 6 de junho de 2006, o bondinho foi finalmente visto, sem qualquer danos, porém dos seis ocupantes, apenas o condutor retornou, totalmente irreconhecível. Então o bondinho do trapiche foi desativado para sempre. Até hoje muitas pessoas já tentaram chegar até o final do trapiche, mas até hoje, ninguém retornou para falar sobre o que há nesse maldito lugar. Mas se você for idiota capaz de ir até o final do trapichão e voltar vivo e em sã consciência, será construída uma estátua para homenageá-lo e assim a cidade ganhará um novo item de decoração e servirá também como um acessório multi-uso para pichadores e pombos.

- Parque do Forte ou LB: Localizada ao lado da Fortaleza de São José Sarney de Macapá, é uma das poucas áreas verdes de Macapá onde ao invés de mato tem grama, local onde são praticadas caminhadas ao meio dia para ganhar cor (ficar queimado literalmente falando com o sol de meio dia), reza a lenda este mesmo parque foi utilizado nas gravações da série de TV Teletubbies. Hoje está mais devastado do que o cerrado brasileiro, nem mesmo a grama artificial suportou o calor da cidade e as constantes andanças dos citadinos. Por ter sido um dos locais mais escolhidos pra pratica de caminhadas não houve grama que resistisse, também, com um parque do tamanho de um campo de pebolim e uma população andarilha (já que se for pra pegar ônibus o melhor é ir a pé, que dá no mesmo) não houve local que aguentasse. Ainda assim tem gente que chama o parque (que tá mais para uma praça) de lugar bonito (graças ao ótimo comercialtv de inauguração do local em que o locutor dizia "pensa num lugar bonito" para impressionar os moradores que são carentes de belos lugares) que agora é abreviado pela playboyzada de LB, que alguns tem a ideia de dizer LF 'lugar Feio'. O LB agora é point de todo tipo de tribo, onde eles se concentram (nos domingos, fugindo das igrejas) para andar, conversar, comer, andar, brincar, fazer ploc o tempo todo, andar, correr, andar, patinar (de patins mesmo) e antes que eu me esqueça, andar. É lá na parte sem iluminação que os Emos (sim, até la eles existem), Gays e todos os tipos de Marginais (Vulgo: Malacos) se encontram.

Homem Palito, exemplificando a típica foto de um Sub-Francês (ou qualquer outro turista) no Marco Zero!

- Marco Zero do Equador: Mesmo morando na cidade, é um dos poucos locais que a população frequenta, segundo o IBGE (que provavelmente está errado), estima-se que menos de 1% dos habitantes visitaram tal monumento, que divide o mundo em dois hemisférios, Norte e Sul (Mentira? É mesmo?). Turistas são os que mais frequentam, principalmente os advindos da Sub-França e tiram a "típica" foto de colocar cada pé em um hemisfério, pra colocar no Orkut e dizer que estava nos dois hemisférios ao mesmo tempo!

Mais uma obra do Governo do Estado.

- Macapá Shopping Center: Local onde todas as tribos, entre as principais: Emos, Gays (não Emos), roqueiros, indígenas, patys, nerds; se reúnem para encontar um parceiro ideal para namorador e procriar - exceto os nerds que vão apenas para jogar RPG ou Magic. Geralmente tais encontros não dão muito certo, porque até encontrar um parceiro ideal (o que é muito raro), todos já estão mais do que enjoados de andar em círculos, nesse Shopping que mais parece um mini-mercado de esquina de tão pequeno que é.

- Bar da Lora (Não está errado, é assim mesmo que eles escrevem): Um dos lugares mais frequentados para os Homens que querem aproveitar a bohemia da cidade. Funciona de segunda à segunda, é um local tranquilo e ameno, em que garotas de família e bem comportadas, satisfazem os desejos mais íntimos de todos que estiverem dispostos a pagar um pequeno dízimo em troca de seus serviços. Além de bar, também serve como pousada, para aqueles que estiverem muito cansados e resolverem dormir por lá. Somente pede-se que os frequentadores tomem cuidados com seus pertences, pois há algumas garotas que usam de má fé e adoram dar um Boa noite Cinderela aos seus clientes convidados.

- Curiaú : Um Balneário lindo e cheiroso que fica em uma área quilombola escura da cidade, bem visitado por pessoas desavisadas e que lembram que o local existe. Micróbios como coliformes fecais também se juntam ao banho no rio Fedorento escuro como os turistas e moradores da área. Curiaú é tanto balneário como esgoto para as pessoas que lá moram e trabalham em quiosques, além das manadas de búfalos que ficam Livres em chácaras e fazendas ao redor que também adoram um banho nas águas limpas. Amapá Garden Shopping Inaugurado recentemente por um empresário que quis fazer uma caridade ao povo amapaense. A sorte é de quem mora lá perto, pois fica lá na puta que pariu! Este conta com as maiores lojas do país que não tem porra nenhuma!

[editar] Bairros

Apesar de Macapá ser do tamanho de um ovo, proliferam-se por toda a cidade novos bairros, um mais fudido que o outro. Geralmente esses bairros ficam 100% dentro da ressaca, mas pouco importa se o morador do bairro tem uma casa no meio do lago fétido, contanto que ele tenha um teto sobre a sua cabeça.

Nota¹: Os bairros de Macapá são uma prova da enorme criatividade do povo, já que todos os novos bairros só fazem acrescentar um número em frente ao nome de um bairro mais antigo: Marabaixo I, Marabaixo II, Marabaixo III, Marabaixo e o caralho a IV...

Nota²: Santana, por algum motivo, não é considerado um bairro da periferia.

A famosa Fortaleza de São José Sarney, erguida pelo próprio com a verba do Governo do Território do Amapá. Fica localizada no Bairro Central, do lado do "Lugar Bonito".

Resumidamente, Macapá é organizada em torno de cinco áreas principais, uma pior que a outra: Zona Central, Zona Norte, Zona Oeste, Zona Sul e os Distritos.

[editar] Zona Central

É onde ficam os bairros mais decrépitos antigos da cidade. São eles:

  • Central: bairro feio e desordenado com lojas e mais lojas que vendem a maior variedade de artigos contrabandeados via Guiana Francesa agrupadas em uma espaço bem pequeno. Quase não se vê casas e lugares para olhar a paisagem. Com prédios pequenos feios e desgastados, como a prefeitura que mais parece uma escola municipal da periferia, é onde estão também os points mais escrotos badalados da cidade, como a Praça do Cocô Coco, o Lugar Bonito (que é tão bonito quanto o Canal da Mendonça Júnior é cheiroso) e o Trapiche, onde os reggaeiros se juntam para fumar maconha curtir um som. A Fortaleza de São José Sarney e a Casa do Artesão estão aqui. Os marginais alunos do Barão do Rio Branco são a maior ameaça à tranquilidade do bairro.
  • Trem: Na verdade não há trem nenhum nessa merda, é tudo uma fraude. Um bairro que todo mundo acha que é perto de tudo, onde deveria realmente ser o centro da cidade, mas que não é (ou não). Tranquilo nos finais de semana é lá onde as pessoas realmente vão, pois é onde ficam as principais pizzarias, cinemas e o protótipo de shopping, onde todos os adolescentes emos, gays, putas, inúteis, roqueiros, pseudoroqueiros, pseudo-fãs do Slipknot e nerds se reunem para não fazer porra nenhuma nessse shopping de meio metro quadrado. Por conta disso os ladrões aproveitam para fazerem assaltos maneirados na localidade (nada demais). É onde fica o maior point de travecos da cidade.
Macapá Shopping, um dos mais modernos do país.
  • Laguinho: Bairro considerado de preto quilombola no início, não há porra nenhuma além de uma faculdade escrota onde estudam os playboys que são tapados demais para passar na UNIFAP. Ainda assim, é perto da área central. É perigoso medianamente, onde malacos apenas assaltam em bikes roubadas de outros assaltos, que foram roubadas de outros assaltos, que foram roubadas de outros assaltos e assim vai...
  • Perpétuo Socorro: Como o nome diz, esse bairro fica em socorro perpétuo por todo o tempo. Apelidado pela playboysada de P-Help, é versão macapaense do Jurunas (Belém-PA) ou do Complexo do Alemão ou da Bed-Stuy (vide Todo Mundo Odeia o Chris). É o bairro onde toda a malacagem da cidade escolheu para assaltar viver. Depois de passar o dia vadiando e ouvindo melody, os malacos saem à noite para passar a limpa em toda a cidade, só na base da terçadada. Pelo porto entram a muamba vinda do Suriname, o crack que nossos vizinhos analfabetos paraenses não conseguiram fumar e os canos de bicicleta onde os marginais escondem o que eles conseguiram roubar dos patetas inocentes do LB.
  • Jesus de Nazaré: Só Jesus para salvar este bairro. Na verdade é um anexo do Laguinho, onde não tem nada além do aeroporto que é a esperança do povo de ir embora de vez dessa merda.Existem alguns casarões de empresários e deputados (claro!). Na baixada chamada carinhosamente de “Piçarreira”, já é tradicional os malacos fãs de AR-15, Bruno e Trio e Superpop roubarem a tua bike e furarem o teu bucho.
  • Santa Rita: existe até uma área mais xiqui nobre aí, mas a maior parte é uma bosta. Era chamado antes pelos pretos afro-descendentes de Bairro da Favela, para se ter uma ideia da catiguria do local.
Típico morador do Laguinho, sempre pronto para enfrentar a malacagem do P-Help.

[editar] Zona Norte

“Zona Norte” é como são conhecidos, pejorativamente, todos os bairros imundos e (des)urbanizados localizados depois da famigerada Ponte Sérgio Arruda, genial obra de engenheria projetada provavelmente por um arquiteto formado na UVA, faculdade essa fundada por um cearense pobre fugido do IAPEN que foi morar no Novo Horizonte. É composta pelas favelas pelas pontes pelos bairros:

  • São Lázaro: Imundície de lugar onde não há nada além da boate mais badalada da cidade, o “Haras”, local agradável onde se ouve a manifestação cultural típica do povo macapaense, o tecnobrega. Dez em cada nove cabuçus bregueiros saem de lá esfaqueados pelas disputas de gangues do P-Help e do Infraero II, mas garantem que a qualidade das aparelhaji faz valer a pena enfrentar o porradal.
  • Pantanal: Olha o nome dessa merda. Nada mais precisa ser dito.
  • Renascer: Na verdade o nome completo é "renascer para morrer de novo". Lá as crianças ganham balas e fuzis ao invés de carrinhos e bonecas. Os carros que passam por lá, geralmente, já foram assaltados 5 vezes (no mínimo) e é possível se encontrar pelas casas as famílias reunidas para comer a tradicional maniçoba com açaí e vatapá nos domingos. Os polícias que fazem a ronda daqui já foram várias vezes assaltados e acabam se aposentando aos 25 anos (porque ficam loucos depois de tantos assaltos).
  • Infraero I: Bairro habitado basicamente por foragidos do IAPEN e traficantes de crack, é onde está localizado o “muro da Infraero”, conhecido carinhosamente pelos locais como “Muro”. As pessoas que lá foram jamais voltaram.
  • Infraero II: O passatempo preferido dos moradores do Infraero II é ouvir melody e ser esfaqueado em festas de melody (em geral, no “Haras”).
  • Açaí: Localizado nos fundilhos do Infraero II, é literalmente o cu do Infraero II, que já é por si só um grandessíssimo cu.
  • Jardim Felicidade I: Não há felicidade nenhuma nesse jardim. Na verdade, o jardim é uma enorme plantação de maconha, principal produto de exportação do bairro. Como está todo mundo chapado e lezado por causa da erva santa do Bob Marley, o nível de malacagem é zero.
  • Jardim Felicidade II: É a versão piorada do Jardim Felicidade I.
  • Novo Horizonte: Foi criado pelo ex-governador Capi(roto), que num surto de megalomania resolveu chamar o local, até então sem asfalto, policiamento ou qualquer outra coisa (como hoje em dia) de Capilândia. Mas o ex-governador Waldez me rouba logo! Góes acabou com a alegria do amarelinho e mudou o nome desse hell lugar para Novo Horizonte. É, na verdade, o maior gueto nordestino do Norte do Brasil, já que dez em cada nove vieram de lugares ermos (no entanto, menos ermos que o próprio bairro) do interior do Maranhão, do Ceará e o caralho a quatro. É onde os marginais e futuros presidiários do Renascer que são muito pobres para comprar o ingresso do Haras gostam de realizar o porradal suas festas de brega.
  • Ipê: É o último bairro da cidade para quem vai pela Estrada da morte do Curiaú, Os moradores, a maioria muito abestados, são assaltados 135 vezes ao dia pelos maloqueiros que vem de bicicleta (com aquele tradicional cano, é claro) do Jardim Felicidade II. Mas os policiais sempre se confudem e se perdem em meio à densa floresta amazônica existente no bairro (onde os malacos se escondem para não serem presos) e acabam indo parar em uma dimensão paralela onde o Michael Jackson nunca ficou branco e o Kennedy, ainda vivo, está casado com uma Dercy Gonçalves que não fala “Porra caralho filho da puta viado do caralho vai te fuder seu corno d’uma égua filho de quenga escrota vai dá o cu, seu porra!” o dia todo.
  • Cidade Nova I: É o primeiro anexo do Perpétuo Socorro, criado por malacos analfabetos e muito fudidos pobres que queriam criar a própria máfia de venda de drogas e de canos de bicicleta, já que no P-Help a concorrência era muito grande.
  • Cidade Nova II: É o segundo anexo do Perpétuo Socorro, surgido com o crescimento da malacagem populacional do Cidade Nova versão 1.0. Os marginais daqui, dez em cada nove moradores, se jogam no Canal do Jandiá para fugir dos puliça que invadem fazem a segurança do bairro de eco-bike, já que o bairro é um enorme labirinto de pontes apodrecidas onde só não se perde quem é morador antigo do local (e quem não está chapado).
  • Pacoval: É um enorme buraco no meio da cidade. A maioria das pessoas que moraa lá são uma bandidagem pé-rapada e cara de pau que fugiu do IAPEN. Eles fazem uma grande cagada nas ruas e quando as vias de acesso não está cercadas pelo BOPE, estão tomadas pelo tráfico, putaria e por balas perdidas. Num panorama geral é um bairro de baixa qualidade e cheio malacos.
  • Boné Azul: É um grande lixo na beira da BR-210, onde não há nada que preste. O Boné Azul é o prenúncio da bosta que vem a seguir, o Brasil Novo.
  • Brasil Novo: É o P-Help da Zona Norte. Tudo começou quando duas gangues de malacos, uma do Beirol liderada pelo Cleidiskleuson dos Santos da Silva dos Anjos; e a outra do Trem liderada pelo travesti-prostituta-maloqueira Makita Chiclééétchiii; se enfrentaram em uma grande porradaria que aconteceu numa festa de melody (claro!) na Toca da Onça (olha o nome desse hell), no maior porradal da história do mundo de Macapá. A disputa era pelo monópolio de assalto das pessoas que passeiam no LB e pelo direito de tomar banho no Canal da Mendonça Júnior, já que nem no Beirol e nem no Trem há água encanada. A gangue do Cleidiskleuson, que perdeu a pancadaria, foi obrigado a se retirar para a Zona Norte, onde foi fundado a Cleidiskleuson City, mais tarde rebatizado Bairro Brasil Novo, já que o nível de cabuquisse do nome original era muito grande. Depois de alguns anos, muitos marginais e viciados derrotados do Perpétuo Socorro e imigrantes pobres vindos de toda as partes da Escrotolândia do Brasil se mudaram para a Cleidiskleuson City o Brasil Novo, que se tornou o maior foco de terçadadas, assaltos a mini-box, cabuçus, bregeuiros, piriguetes e molecas pirentas da ponte de toda a galáxia Macapá.
  • Amazonas: Bairro nojento que fica no fim da Tancredo Neves e consequentemente da cidade, é o bairro-dormitório dos carapirás, os catadores do Lixão Municipal, que é mais cheiroso que o próprio bairro. É tão longe que alguns macapaenses juram que fica em Ferreira Gomes.
  • Lago da Vaca: Olha o nome dessa merda. Não existe vaca nenhuma aqui, o nome se refere às putas e travestis que fazem ponto atrás da Assembleia Legislativa. Ruas não existem, só pontes. Algumas são tão longas que fazem conexão com a Lagoa dos Índios.
Macapá também tem o seu Borba Gato, mas aqui eles o chamam de Cabralzinho.

[editar] Zona Sul

Geralmente quando se fala "Zona Sul", se imaginam os bairros top da cidade, mas em Macapá os melhores bairros ainda assim são uma imundície sem esgoto e sem asfaltamento, como podemos conferir na parte alta do Jardim Marco Zero, onde só tem casa de barão, mas o esgoto residencial escorre para o meio-fio. É por isso que os mega ricaços moram nos loteamentos da Rodovia JK, bem longe da pobreza do Muca e do Congós.

  • Muca: é a maior cagada de toda a Zona Sul. Habitado quase que exclusivamente por paraenses fudidos e/ou ex-presidiários, é onde se localiza a maior concentração de igrejas evangélicas por metro quadrado de todo o planeta. Na verdade é uma gigantesca área de pontes onde só existem duas ruas: a Santos Dumont e a famigerada Rua do Copala. Essa rua explica a quantidade de igrejas nesse lugar, só Deus mesmo nesse bairro de merda. A Rua do Copala costumava só uma ponte decrépita, mas os moradores cagaram tanto dentro da ressaca e jogaram tanto lixo (só não jogaram os CDs dos Acorrentados) que ela foi aterrada pela bosta e pelo lixo. Aí o Governo só fez vir e asfaltar e a Copala subiu de status, de ponte para rua. A malacagem era tão grande que até os maloqueiros do Perpétuo Socorro passavam longe do lugar. A ponte, apinhada de casas de madeira podre de semianalfabetos das classes E, F, G, H, I, etc… era o maior ponto de tráfico de drogas, terçadadas, pinguços e festas de arrocha da cidade, tudo controlado pelo chefão do lugar, o Ewangesvildson de Jesus, vulgo “Copala”, que nunca era preso pela polícia porque pulava nas águas da ressaca toda a vez que (ousavam) aparecer. O porradal era diário e nove entre dez moradores já foram esfaqueados pelo menos 15 vezes. Um dia, depois de tanto fumar crack e ouvir melody, Copala levou o farelo e seu império de malacagem e cabuquisse desmoronou.
  • Pedrinhas: (Uma grande cagada). é onde os pirentos marginais do Aturiá vem roubar as pessoas, já que as pontes todas de lá alagaram e foram levadas pelo rio. O nome do lugar vem do fato de ser o maior ponto de venda das pedrinhas (de crack) da cidade.
  • Aturiá: É habitado 100% por maranhenses fodidos e por marginais viciados em crack. É o tipo do lugar onde o Rio Amazonas enche e o lugar todo vai pro fundo.
  • Buritizal: Bairro imundo e fedorento, é onde acontece a maior parte da putaria da cidade. Atrás do Cemitério, se pode encontrar toda uma variedade de quengas arrombadas garotas de programa à sua disposição. É onde fica também o Bar da Lora, o maior puteiro centro cultural da cidade, onde se reunem as moças de vida fácil e os punheteiros mal amados homens respeitáveis da sociedade. Suas baixadas são perigosas e são violentas até o caralho. Passam por lá muitos cheira-colas e travecos e o bairro, além de abandonado, é o que mais mostra sinais do narcotráfico em Macapá, além de suas megaaparelhagens que tocam melody o dia todo. Na segunda boate mais badalada do Estado, o Tigrão Show, se pode curtir o melhor do bolero, arrocha e saudade com grandes divas como Salma Menezes e Regina Brandão (e, às vezes, diretamente de Belém, Wanderley Andrade).
  • Novo Buritizal: versão escrotizada do velho Buritizal, é onde os marginais da zona sul se encontram para pintar o cabelo de loiro. As casas desse bairro são muito escrotas e as pessoas que aqui moram se sentem jogando GTA. As ruas esburacadas desse bairro são tão pequenas que as pessoas precisam usar o cipó para se locomoverem. Resumindo: É a Bed-Stuy macapaense onde todos os seus moradores já foram estuprados com pernas-mancas. A faceta lúdica do lugar se dá no Bar Castanhal, onde se pode curtir o melhor da bolero’s music e do arrocha, com artistas locais fudidos renomados como Batan e Cezinha do Teclados (e, às vezes, diretamente de Belém, Wanderley Andrade).
  • Congós: É alguma piada?! O Congós é um lugar torto, feio, sujo e infestado de pobres, travecos e putas. O esgoto corre a céu aberto e as ruas são uma poeirada desgraçada. É um bairro totalmente isolado da cidade e que morre mais gente lá do que no Iraque durante a guerra.
  • Beirol: bairro decadente na beira do Rio Amazonas, é onde se encontra o “residencial” Vila do Mucajá, um gueto horroroso e (mal) contruído na beira de um precipício, que se esforça para superar o nível de malacagem do Perpétuo Socorro. Na Vila do Mucajá é onde se podia encontrar o ex-prefeito de Macapá, RoUberto Góes, em sua atividade de lazer favorita, que segundo o próprio, é confraternização com a população feia, pobre e fudidaça economicamente desprovida de recursos financeiros (sim, ele achava que os macapaenses eram completamente tapados e com razão), até a população mandar ele se fuder e eleger o Clécio Luiz para a prefeitura. Muito estranhamente, RoUberto sempre aparecia com colete a prova de balas (e de facadas) e com 50 seguranças (por que será, né!?). Os malacos mirins da vila que são capturados pela polícia são levados ao centro de detenção de menores que fica logo ao lado; para fugir de volta para suas casas, eles pulam o muro; então a polícia os captura e então eles pulam o muro e a polícia os captura novamente e assim sucessivamente, até que algum com um QI mais elevado tenha a ideia de fugir para o Aturiá.
  • Araxá: Entrega na mão de Deus. Algumas pessoas dizem que não existe favela em Macapá, elas são loucas. O Araxá é a fonte de quase todo crime na cidade. Andando por suas ruas é fácil encontrar calcinha de mulher velha e algum Sacissauro assaltando uma pessoa. Os moradores daqui são muito pobres e quase todos usam algum tipo de droga (uma lenda diz que as crianças que nascem aqui começam a fumar e a beber no mesmo dia). O trabalho escravo é o mais comum do bairro e o mais procurado por alguns estúpidos.
  • Zerão: Bairro longe do centro, sujo e maltratado (assim como o resto da cidade). Possívelmente é o melhor destino gay de Macapá, e sabe o que esse bairro tem de mais? NADA! É chato e medíocre como os outros bairros e cheio de "manos" e "manas" que enchem o saco de seus papaizinhos para deixá-los ir ao Shopping para assistir algum filme viadinho.
  • Universidade: É mais um exemplo da criatividade do povo amapaense. O nome "Universidade" foi dado porque o bairro é ao lado de uma universidade (é mesmo é?). É, e pra completar essa merdada, é cheio de ladrões de galinha e fugitivos da justiça (o Collor mora lá?). O lado bom (ou não) é que vai ter um shopping lá perto (só em 2154).
Outro ônibus caindo nos buracos das ruas de Macapá.
  • Jardim Marco Zero: também chamado "Conjunto da Égua", dá uma ideia da classe do lugar. Ex-invasão e atual bairro de classe média decadente, esse conjunto é um point de marginais, prostitutas e cheira-cola. É onde está a sede do sindicato dos mototaxistas, que se autodenominam “Galera da Moto”, famoso grupo de melody que que deveria ser conhecido como "Galera da Faca", já que nove entre dez já foram esfaqueados nas tranquilas festas de brega do Curiaú.
  • Santa Inês: ou Orla, é onde os (animais) locais se reúnem para ouvir funk no último volume e beber cachaça até à 4 da manhã, hora em que os maloqueiros do Perpétuo Socorro aparecem para meter a faca no teu bucho, levar a tua grana e fugir de volta o hell a ponte.
Paisagem paradisíaca da Orla do Santa Inês

[editar] Zona Oeste

  • Nova Esperança: : Além de ser o bairro mais FUDIDO de Macapá,é também uma antiga favela habitada por toda a sorte de analfabetos e desocupados. Era antigamente chamada “Coreia” e daí já se deduz o grau da porradaria que assola o local. É o tipo do lugar onde cai uma gota de água de chuva e o bairro todo vai para o fundo, pois os moradores, em um surto de criatividade e inteligência, contruíram suas choças casas sobre as ressacas e o canal do bairro, para depois aterrar tudo com suas próprias fezes. Conclusão: não há esperança nesta porra.
  • Alvorada: bairro top da city, é onde moram os engranados: políticos corruptos, advogados de araque e alguns muambeiros empresários. Apesar disso, algumas ruas não têm asfalto. Em relação ao Centro, é um lugar calmo, a não ser que tu dê o azar de estudar no CEAP. Além dessa faculdade de 5ª categoria, tem o Hospital do Índio, que na verdade é um Posto de Saúde do índio para onde os ladrões do bairro vão já que não tem nenhuma delegacia no bairro.
  • Cabralzinho: Traduzindo: Balas perdidas. Por ser perto do clube do IAPEN, o Cabralzinho é temido por um monte de gente. As ruas desse ridículo bairro são feias e quase todo dia são cenários de algum arrastão. Os ônibus que passam por aqui são charretes velhas e sujas (bem apropiadas para os moradores daqui) e é facil se encontrar alguém de classe baixa ou bandido por aqui. A Escola Estadual Socorro Smith é considerada o maior centro de formação de malacos do Amapá.
  • Marabaixo 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, ∞...: O Marabaixo é a espécie de bairro que vai crescendo e crescendo sem ordem e príncipalmente sem lei. Se você pensa em morar aqui, se mate, é mais ganho para você. Aqui você encontra o maior número de putas por metro quadrado de Macapá e onde você encontra várias mulheres peladas, mas tira o olho, elas são de algum barão do tráfico ou foram sequestradas. É preciso ter muito cuidado ao visitar o bairro, porque ele vive em fogo cruzado e quando isso ocorre, todo mundo se esconde em botecos e aproveitam para tomar uma(ou várias) garrafa de Duelo ou de Caninha da Roça. Outro nome dado ao Marabaixo é de "Capital do Crack" (os moradores não entendem até hoje a razão do nome).

[editar] Distritos adjacentes

Com Macapá crescendo desesperada e desordenamente para tentar se comparar a qualquer outra capital decente do Brasil, alguns distritos foram engolidos pela cidade (o que na prática, só significa mais bregueiros e malacos).

  • Coração: Ninguém sabe onde direito onde fica, principalmente a Prefeitura. Localizado na beira da Rodovia Duca Serra, quase todos os moradores já foram atropelados por motoqueiros da GDM (ou por aqueles malucos com uma caixa de som torando os ouvidos ao voltar de alguma festa de brega na Sede da Maria da Paz) ao voltar de bicicleta do Centro até o bairro, já que esperar um ônibus Macapá-Santana que tenha ainda algum espaço é um martírio. Um dos motivos para que ninguém que ira visitar o bairro é o mal-cheiro dos moradores locais, que não têm o hábito de tomar banho, ou melhor, nem água eles tem em casa.
Meio de transporte mais comum entre o cabuçus macapaenses.
  • Fazendinha: Fica na beira de uma praia artificial muito escrota que alguns têm a audácia de chamar de ponto turístico apesar de ter sido criada com um pouco de areia de gato (usada) e da água barrenta do Rio Amazonas misturada com sangue e vísceras oriundas do Matadouro Municipal que fica logo ao lado. Uma festa para os "candirus", peixes carnívoros e minúsculos que se cansaram da refeição do Matadouro e buscam as partes íntimas de bêbados nadadores desavisados. O resto de Macapá só se lembra que este cu existe na época da Expofeira Agropecuária e do Macapá Verão, quando toda a pobreza e a cabuquice da cidade resolver se reunir para tomar banho nesse local que é um verdadeiro hell paraíso na Terra. Acadêmicos de Filosofia da UNIFAP estão até recorrendo a Sócrates, Platão, Marx e Nietzsche em loucas elucubrações filosóficas e intelectuais para se chegar à conclusão se Fazendinha fica de fato em Macapá ou em Santana.
  • Igarapé da Fortaleza: é para onde se mudam os cabocos paraenses quando eles se cansam do Afuá, de Breves e dessas ilhas toscas do Pará quando eles se cansam de catar açaí na beira do rio.

[editar] Internet

Amapaense esperando a sua internet discada carregar uma simples página.

Macapá tem a internet mais lenta de toda a nação, excetuando talvez o Acre (mas eu disse, talvez) com apenas 10 kbps em condições favoráveis. Tudo isso graças ao antigo prefeito que mandou puxar 85% da banda de internet para sua residência.

Eu estou digitando cerca de uma letra a cada 2 segundos e meio, mas já ocorreu de um cara subir com um notebook até o topo do monumento do Marco Zero do Equador para ter um acesso a internet (pelo menos) um pouco melhor.

Ele baixou o Adobe Flash Player em menos de 1 ano (sorte, não?). Hoje esse cara é milionário e vende copias do software para os índios cachaceiros. A elite possui internet via satélite por apenas 100 mil reais, mais 5 mil mensal para ter acesso a internet de 56 kilobytes por segundo (é um grande negócio pra quem quer sanar os seus vícios tecnológicos).

[editar] Coisas dos macapaenses

[editar] Esportes

[editar] Futebol e futelama

Existem dois pseudo-clubes de futebol de peladeiros de fim de semana, o Esporte Clube Macapá e o Cristal Atlético Clube, que há milênios estão na Série Z do Campeonato Brasileiro e daí não pretendem sair. Falando em futebol, impossível esquecer do grande "Futelama" (que era para ser chamado de fudilama), por que se o cara termina a partida sem lama no cu ou na pica parece que o jogo nunca está completo. As competições acontecem dentro do Rio Amazonas, onde é tradicional se banhar nos esgotos do Santa Inês antes de iniciar a partida.

[editar] Empinação de Rabiola no Meio da Rua

As competições acontecem sempre em julho entre moleques, geralmente pimbudos, das pontes. É imprescindível ser praticada em ruas movimentadas, estreitas e sem asfalto. Os participantes irrelevam o risco de serem atropelados pelos motoristas de ônibus assim como os mototaxistas, quase todos da GDM, e ignoram o risco de terem suas cabeças decepadas pelas linhas com cerol.

Fora esses exitem outros esportes olímpicos, como os tradicionais campeonatos de subida no açaizeiro, surfe no Canal da Mendonça Júnior, pira-pega, gazetagem de aula, queimada, penduração em cipó titica, tacobol e bandeirinha.



v d e h
NOVA SARNEYLÂNDIA AMAPÁ
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