Maceió

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Nudflameprincess.png Este artigo é queeeente!

Se quiser editar este artigo, entre numa geladeira, ligue o ar condicionado no máximo e beba uma coca-cola gelada. E não lute contra Sailor Mars!


Município de Maceió
"Inferno das Águas"
Bandeira de Maceió.png
Bandeira
Aniversário Ninguém se interessa em lembrar
Fundação Não disponível
Gentílico mundiços
Lema
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Maceió
Estado link={{{3}}} Alagoas
Mesorregião Onde tem Água
Microrregião Maceió se Achando Cidade Grande
Região metropolitana Maceió e suas Favelas
Municípios limítrofes Barra de Santo Antônio, Paripueira, Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte, Coqueiro Seco, Marechal Deodoro, São Luís do Quitunde
Distância até a capital Os maceioenses pensam que é 0, mas Maceió está longe de poder ser chamada de capital, então até Recife são 203 quilômetros
Características geográficas
Área Uns 500 km quadrados, mas se tirar os Beneditos Bentes da conta, não deve chegar a 200 km²
População 900 mil analfabetos e na elite da cidade alguns poucos hab. 2014
Idioma alagoês
Densidade Excessiva concentração de peixeiras e ignorância por km quadrado, causando uma constante redução no número de hab./km²
Altitude Quando não chove, 2 metros, e quando chove -2 metros
Clima desértico no final e no começo do ano, dilúvio no meio do ano
Fuso horário UTC -3
Indicadores
IDH <0
PIB R$ Podem ser encontrados apenas nos bairros de Ponta Verde e Jatiúca
PIB per capita R$ 1 por cabeça de gado cidadão de Maceió
Fatos.png
Conheça os fatos sobre Maceió


Cquote1.png Você quis dizer: Amassa o Ó Cquote2.png
Google sobre Maceió
Cquote1.png Aí dento, viado! O que o cu tem a ver com as calças? Cquote2.png
Maceioense sobre falando em seu típico alagoês
Cquote1.png Estamos aqui diretamente da capital de Sergipe. Cquote2.png
Galvão Bueno sobre Maceió
Cquote1.png Pocô o cabo do acelerador. Tem que trocar Cquote2.png
Mecânico maceioense falando em alagoês sobre cabo partido de um carro
Cquote1.png Tem as praias mais bonitas do Brasil Cquote2.png
Qualquer maceioense sobre as praias de Maceió
Cquote1.png Mar'num tome banho em nenhuma dar'praia daqui essa semana não, qui tão tudo suja de isgoto! Cquote2.png
O mesmo maceioense para os turistas sobre praias de Maceió
Cquote1.png Cidade mais linda de Pernambuco Cquote2.png
Alguém sobre Maceió
Cquote1.png Pajuçara, Ponta Verde, Jatiúca, saindo agora... só falta um! Pajuçara, Ponta Verde Jatiúca, aceita vale-transporte, só falta um! Cquote2.png
Taxista sobre transporte irregular em Maceió
Cquote1.png Olha o améduim torrado, é 50 o torrado, é na casca o torrado, olha o améduim torrado. Cquote2.png
Conceituado vendedor de amendoim sobre Maceió
Cquote1.png Sururu freeeeeeeesco!! Cquote2.png
vendedora de sururu no Pontal da Barra sobre Maceió
Cquote1.png Óia o munguzáááááááá!! Moça bunita num paga, mas tambéin num pode... saboreaaaaar! Cquote2.png
vendedor de munguzá que trabalha pelas bandas de Jatiúca
Cquote1.png Eita Boba da peste! Cquote2.png
tipico alagoano espantado sobre Maceió
Cquote1.png Ah, macetoso fidocabrunco, fidapeste, fi dos sete cranco! Cquote2.png
tipico alagoano sobre alguém preguiçoso de Maceió
Cquote1.png Vende-se frau Cquote2.png
Típica placa na frente de uma casa no bairro do Vergel
Cquote1.png OOOOOOLHAAAAAAAA A BASSSSSSOOUUUURAAAAAA. Cquote2.png
Típica vendedora de vassoura de Maceió
Cquote1.png É a melhor cidade para se viver. Cquote2.png
Pinóquio sobre Maceió
Cquote1.png Olá, senhores passageiros... Cquote2.png
Típico pedinte em ônibus coletivo de Maceió

Maceió é o um distante, porém mais populoso bairro de Hellcife, considerado também como a capital de um feudo denominado de Alagoas, estado criado apenas para punir Pernambuco por algo que ele fez há muito tempo atrás, em 1817 pra ser mais exato. Maceió é uma "vontade de ser cidade" com características de cidade grande apenas nos aspectos de criminalidade, violência e trânsito caótico, mas sem possuir nenhum ponto positivo do que é ser realmente uma cidade grande, como tecnologia e avanço. Neste quesito possui características de cidade pequena, como estupidez coletiva e ausência de uma agenda cultural que possa agradar pessoas com QI acima de dois dígitos.

História[editar]

A história de Maceió data de 1609, com a construção de um porto na região que servia para abastecer embarcações que visavam levar para a Europa o resquício de mata nativa que ainda havia na região. Desde essa época, os habitantes locais já se acostumaram a agredir a natureza, o que explica bem os estranhos hábitos culturais dos maceioenses que perduram até hoje que envolve jogar lixo em qualquer lugar e cagar no meio da rua (aqueles que cagam em vasos sanitários podem observar a própria bosta descendo a sarjeta de suas ruas até chegar ao mar).

No ano de 1673 o rei de Portugal mandou construir um forte na cidade para proteger a costa de possíveis invasões. Como não havia nenhum ponto que fosse 100% efetivo para uma boa defesa, os antigos governadores locais tiveram uma excelente ideia: Começaram a espalhar um falso boato de que Maceió era a capital de alguma capitania hereditária, atraindo assim uma grande variedade de roceiros, farofeiros, pé-rapados, bóias-frias e toda sorte de marginal. Tal aglomerado de pessoas geraria um esgoto urbano nojento que tornaria Maceió a cidade mais poluída e mais indigesta do mundo, o que resultaria no fato de nenhuma nação estrangeira se interessar em invadir o local. Quanto ao falso boato, de tanto insistir ele ganhou ares de verdade, e por isso Alagoas foi criada e Maceió realmente passou a ser uma capital.

Assim em 1839 Maceió adquiria autonomia política e administrativa, tornando-se uma "cidade". Como em 1819 Alagoas havia sido desmembrada de Pernambuco para punir o estado do norte, Maceió acabou se tornando uma capital, a pior capital do Brasil, totalmente despreparada para tal. Exatamente por causa dessas insatisfações, que em 1844 aconteceu o carnaval mais agitado da história de Maceió, quando playboys, marombeiros e bebuns se digladiaram em todos os pontos da cidade, uns defendendo que Maceió deveria continuar a capital, e outros desejando a transferência imediata. Os nativos tentavam se defender mostrando suas belas praias e lindas putas dos principais puteiros da cidade, enquanto os invasores (hoje chamados de "turistas") mijavam em todas as ruas para deixar a capital fedida e em declínio.

Um fato histórico ocorreu em 1912, um evento denominado de Quebra de Xangô, quando no carnaval daquele ano a população local aderiu a uma brincadeira de mal gosto que consistia em chutar todas macumbas da cidade. Até hoje devido ao ocorrido os macumbeiros sobreviventes são tratados acima da lei, como reparação pelo ocorrido.

Ao longo do século XX Maceió cresceu desordenadamente, estabelecendo-se assim como uma megalópole nordestina por reunir adequadamente lixo, caos no trânsito e gente feia aos montes! O ápice da falta de organização e de como os políticos são o reflexo de uma população pobre de espírito, em 1997 o saudoso prefeito Divaldo Suruagy atrasou 6 meses de salários forçando seus empresários a se suicidarem para obrigar o governo a pagar alguma pensão para suas famílias, havendo então o primeiro de muitos impeachments do município.

Devido à crise contínua e o panorama de que nada poderia melhorar Maceió, a partir de 2011 a capital alagoana sucumbiu ao anarquismo. Prefeitos e veradores passaram a ter função apenas decorativa, e o governador e os deputados estaduais apenas teriam o direito de residir em Maceió, enquanto a cidade passou a ser comandada pela sua própria população formada por gente falsa e fofoqueira nos casos mais brandos e por gente criminosa e assassina nos piores dos casos coordenando arrastões e gente fazendo o que quiser. A cidade tem sido desde então assolada por uma seita de ninjas-traficantes-anarko-punks (Com "k" mesmo, eles são analfabetos e escrevem o nome deles assim mesmo) que espalham risos medo na população, deixando sua marca nas paredes.

Geografia[editar]

Maceió é um acidente geográfico definido como "terrível agressão ao meio ambiente". Poluição, lixo, erosão, desertificação, enfim, tudo o que imaginar de ruim para solo, águas e ar Maceió faz questão de ser. Por localizar-se no litoral, a população local acha que o Oceano Atlântico é grande demais, e que umas toneladas de esgoto diário despejado nele não farão mal algum. Infelizmente a influência do governo de Hellcife foi grande o bastante pra transformar a cidade de Maceió em mais um ícone do fedor de esgoto. Maceió consegue competir em fedor com Hellcife, mesmo sendo esta infinitamente maior que aquela, o que irrita bastante os pernambucanos, conhecidos pela secular tradição de manter as ruas sujas e fedidas.

Clima[editar]

Em Maceió faz um calor infernal e não adianta tomar banho para sair, uma caminhada de vinte metros é o suficiente pra te deixar suado como tampa de chaleira.

Economia[editar]

Um típico mercado público de Maceió, facilmente reconhecido como tal por sua estrutura precária, ausência completa de higiene com alimentos repletos de estafilococos, gente pegando em carnes, carnes no chão, bancadas quebradas, gambiarras por toda parte, telhado caindo, goteiras, e outras condições típicas de Maceió, uma cidade abandonada.

Existiam três protótipos de shoppings na cidade. Um deles faliu, o outro continua fingindo que é shopping. E o terceiro foi ampliado, sendo promovido a categoria de "aspirante a Shopping decente". Agora, com a conclusão do "Pátio Mancha Azul", o qual foi assaltado na inauguração por usuários homônimos, aguardamos a falência do pseudo-shopping da elite da parte baixa da cidade, o que não é muito provável por causa de seus fiéis frequentadores: coloridos, emos e a mancha azul. Também foi construído um shopping (de verdade) para a elite maceioense na Cruz das Almas, chamado Shopping Parque Maceió, causando constantes confusões e desentendimentos em relação aos nomes dos projetos de shopping e do shopping, já que eles copiaram os nomes um do outro (Maceió, Pátio Maceió e Parque Maceió). Entretanto, é provável que ele vá a falência devido a falta de pessoas com dinheiro suficiente para comprar sequer uma garrafa de água lá.

Política[editar]

Como qualquer cidade alagoana, Maceió é um município esquecido, e portanto sua economia é precária. As principais atividades para angariar dinheiro são assaltar, furtar ou enganar os outros.

Maceió é famosa poe ser o berço dos maiores políticos filhos da puta que a história brasileira já teve, do longínquo Deodoro da Fonseca até Fernando Collor de Mello (que apesar de ser carioca foi criado nesta cidade) a tradição de formar políticos filhos da puta é marca forte da cidade. Tal fato de políticos tão ruins ocorre porque com toda miséria de Maceió - notadamente a capital mais miserável e atrasada do país e até os dias de hoje preservada em estado original como se estivéssemos no século XV - políticas populistas, compras de voto e coronelismo funcionam adequadamente para a região.

Educação[editar]

Prateleira exibindo toda a merenda escolar mensal de uma escola pública de Maceió.

Os colégios de Maceió, mesmo aqueles nos quais a elite da cidade estuda, são de baixíssimo nível, por isso, poucos são os maceioenses que entram para a UFAL e os que entraram em outras universidades federais desde que Maceió foi fundada podem ser contados nos dedos.

Por causa da falta de qualidade das escolas maceioenses, todos os estudantes do ensino médio de Maceió (leia-se "analfabetos que passaram por aprovação automática") se inscrevem em vários cursinhos para ter alguma chance mínima de passar na UFAL por cota. Os cursinhos, por sua vez, estão sempre lotados devido ao desespero generalizado dos que não tem mais de 8000 reais sobrando para pagar as mensalidades do CESMAC, da Unit, da Maurício de Nassau ou qualquer outra faculdade para filhinho de papai que não conseguem passar em nenhum vestibular e precisam comprar seus diplomas.

Devido a este aspecto sócio-cultural, Maceió tem o maior número de faculdades de Direito clandestinas de todo o Brasil. São 5 vagas para cada cidadão com renda acima de dois salários mínimos. Os candidatos concorrem apenas contra o tempo e o acaso. Por causa da prova da OAB, a regra dos cursinhos também se aplica a eles.

Saúde[editar]

Os médicos de Maceió recebem um salário miserável desde os tempos do Collor (que além de pagar apenas um salário mínimo, atrasava o salário em seis meses) e a saúde pública está sempre em crise, os hospitais lotados, remédios faltando, a mesma ladainha e miséria de sempre, de modo que o povo acha absolutamente normal sofrer em fila de hospital. A mortalidade infantil continua campeã, fazendo Maceió a maior dentre as capitais do Brasil, apesar de ter parado de quebrar os próprios recordes.

Saneamento básico[editar]

O saneamento básico é mundialmente famoso por não existir em Maceió nem nos bairros mais riquíssimos. Quem mora na beira da lagoa mora na merda e quem mora na beira da praia vive a beira da bosta. A propósito, todo e qualquer maceioense falará pra todo e qualquer ser humano da face da terra que sua cidade tem as praias mais bonitas do Brasil, mesmo sendo poluídas por esgotos domésticos, detritos da fábrica Braskem, águas do Riacho Salgadinho (que corta todas as favelas da cidade) e esgotos clandestinos dos edifícios onde moram os grã-finos da cidade. Mas de fato, nem toda essa sujeira do mundo pode competir com as águas barrentas de Sergipe, cheias de tubarão em Pernambuco ou gélidas de Balneário Camboriú ou Rio de Janeiro.

A parte podre esnobe da sociedade, já não se contenta em ter que dividir o mar que fica em frente aos seus prédios e por isso se isolam em condomínios fechados em praias mais distantes.

Transportes[editar]

Famoso Trem-bala de Maceió, tem este nome, não por possuir tecnologia em velocidade, mas por ser cravado de balas.

Dizem que Maceió é a cidade com mais "caminhonetes" no Brasil, mas isso só se você não levar em conta as cidades dominadas pelo poder paralelo dos maloqueiros, traficantes, assaltantes e projetos-de-zé-pequeno, como Benedito Bentes I e II, Clima Bom, Trapiche e etc.

O transporte público é administrado por sádicos que propositadamente retém os ônibus no horário de pico, colocando o popular modelo "Gonzagão" (bi articulado) apenas nos períodos das duas às quatro da tarde, tudo pelo prazer de ver a população se fodendo, se esfregando e se ferrando na volta pra casa.

Os prefeitos tem um peculiar gosto por viadutos (o mais recente é o famoso "Tobogã João Lyra"), é o mais próximo que chegam de uma "obra faraônica", dessa forma impressionando os centenas de milhares de miseráveis, restando apenas poucos caipiras de classe média para ter o voto comprado. Aliás, todas as obras em Maceió, antes mesmo de saírem do papel já possuem o nome de um político ladrão, principalmente se ele estiver vivo, contrariando a legislação.

Culinária[editar]

Maceió é uma cidade com um acervo de comidas típicas muito grande, vejamos alguns exemplos:

  • Tapioca
  • Tapioca de manteiga
  • Tapioca de coco
  • Tapioca de queijo
  • Tapioca de queijo coalho
  • Tapioca de queijo e presunto
  • Tapioca de quatro queijos
  • Tapioca de carne
  • Tapioca de carne com catupiry
  • Tapioca de carne do sol
  • Tapioca de carne do sol com catupiry
  • Tapioca de charque
  • Tapioca de bacalhau
  • Tapioca de bacalhau com catupiry
  • Tapioca de charque com catupiry,
  • Tapioca de frango,
  • Tapioca com frango e catupiry
  • Tapioca de camarão
  • Tapioca de camarão com catupiry
  • Tapioca de peixe
  • Tapioca de peixe com catupiry
  • Tapioca de leite condensado
  • Tapioca de peru
  • Tapioca de peru com catupiry
  • Tapioca de presunto
  • Tapioca de presunto com catupiry
  • Tapioca de goiabada
  • Tapioca de chocolate
  • Tapioca de brigadeiro
  • Tapioca de banana
  • Tapioca de doce de leite
  • Tapioca de mel
  • Tapioca com catupiry
  • Tapioca

Na hora do almoço, não tem errada, o prato é: feijão, arroz, bife, salada, farinha e macarrão. Coloca-se tudo em um prato, um ingrediente por cima do outro, então mistura-se tudo utilizando garfo e faca (não esquecendo de cortar o macarrão e a alface), depois mexe até ficar uma massa homogênea e nem um pouco apetitosa, e assim está pronto o almoço diário dos maceioenses, sem esquecer da sobremesa; uma deliciosa tapioca, claro.

Maceió, além de tudo isso traz uma inovação na culinária brasileira, a versão alagoana para o famoso acarajé baiano, "o alagajé", um mini-acarajé frito em azeite de dendê misturado com óleo de soja, e que você ainda pode pedir como recheio: salada, pimenta e camarões invisíveis cozidos com pedaços generosos de batata e chuchu. Uma grande aberração.

Esportes[editar]

Cuidado ao tomar ônibus em dias de jogos, eles podem terminar assim

Maceió consegue ter alguma projeção nacional no futebol, com times que frequentam as piores divisões do futebol brasileiro e frequentemente aparecem na Copa do Brasil para serem eliminados rapidamente. Cidade que tem a Mancha Azul, Comando Vermelho e Flamengo do Rio de Janeiro como as maiores torcidas do estado, sendo o Flamengo o maior deles, ganhando em torcida em todos os aspectos. A torcida do Flamengo em Maceió é maior do que a torcida dos dois times juntos. O Maceioense prefere dar valor aos times do Sudeste e Sul, do que os times do próprio Nordeste, reflexo da mentalidade brasileira de vira-lata que é ainda mais forte nessa cidade.

O CRB é o tradicional cavalo paraguaio que sempre escapa na última rodada do rebaixamento, em 2008 amargou a queda para a terceira divisão do campeonato brasileiro, fazendo jus aos times alagoanos! O CRB existe graças à incapacidade de seus dirigentes de leva-lo á falência, com 14 participações, escapando do bico do corvo na última rodada. Em 2008, com a prisão dos deputados Taturanas pela Polícia Federal, o CRB não conseguiu mais se manter, pois seus principais colaboradores e o ex-presidente estavam assistindo o sol nascer quadrado, sem direito à tv, nem radinho de pilha e nem pizzafone...

O outro time, o CSA, tem apenas o feito de trazer para Maceió uma final da Copa Commebol, na época em que o Collor comprou boa parte dos juízes, mas infelizmente o jogo de volta era lá na Argentina, ficou caro demais para o nosso Marajá, que assistiu seu CSA perder para o "Talheres". Depois disso, Collor deixou o CSA falir.

Lazer[editar]

Banhistas e bactérias convivem pacificamente, criando um clima familiar, no imundo local..
Belas praias de maceió atraem belos turistas do Brasil inteiro.

Os habitantes de Maceió tem muitas opções de lazer, eles podem: Ver a praia; Ir à praia; Tomar banho de esgoto mar; Pegar uma doença de pele por tomar banho de mar; Pegar uma doença estomacal por tomar banho de mar; Pegar uma doença respiratória por tomar banho de mar; Tomar sol na praia; Tomar sol no mar; Surfar; Olhar o outro surfar; Tomar banho de mar enquanto o outro surfa; Surfar enquanto o outro toma banho de mar; Olhar as turistas de biquíni na praia pois as únicas mulheres bonitas são de fora e elas nunca tem coragem de entrar na água poluída; Tomar uma na praia; Fazer xixi na areia da praia; Fazer xixi na água d apraia; Fazer cocô na areia da praia; Fazer cocô na água da praia (90% chance de acontecer!); Fazer castelinho de areia na praia; Jogar bolas de areia na praia; Enterrar-se na areia na praia; Caçar "Marias Farinhas" na praia; Comer tapioca na praia; Comer alagajé na praia; Comer no McDonald's da praia; Andar de bicicleta na ciclovia da praia; Andar de skate na ciclovia da praia; Andar de skate nas pistas da praia; Correr na praia e desviar do lixo; Fumar na beira da praia; Tomar cachaça na praia; Fazer luau na beira da praia; Jogar futebol na beira da praia; Jogar vôlei na beira da praia; Jogar basquete na beira da praia; Jogar frescobol na praia; Olhar as turistas branquelas azedas gostosas tomando sol na praia com nojo da água; Dançar forró no Lampião com as turistas prostitutas; Olhar as desdentadas nicas moreninhas maceioenses tomando sol na praia; Bater punheta na beira da praia; Transar na beira da praia; Ser assaltado na praia; Ser estuprado na praia; Ser assassinado na praia (pra falar a verdade você pode fazer isso em qualquer lugar de Maceió); Tomar café na beira da praia; Lanchar na beira da praia; Almoçar na beira da praia; Jantar na beira da praia; Malhar na beira da praia; Cochilar na beira da praia; Dormir na beira da praia; Observar a praia na beira da praia; Ouvir música na beira da praia; Relaxar na beira da praia; Jogar lixo na praia; Catar lixo na praia (geralmente apenas os ecochatos fazem isso); Comer bolinho de bacalhau na beira da praia; Comer bolinho de carne na beira da praia; Comer bolinho de frango na beira da praia; Comer bolinho de chocolate da vovó na beira da praia; Fazer Le Parkour na beira da praia; Não fazer nada na praia

Turismo[editar]

Maceió possui uma grande variedade de locais para visitar, como a Praia de Jatiúca, a Praia de Ponta Verde, a Praia de Pajuçara, a Praia de Jaraguá, a Praia de Cruz das Almas, a Praia da Sereia, a Praia do Posto 7, a praia de Jacarecica, a Praia do Pontal e a praia da Avenida. Em todas elas o turista pode apreciar a belíssima paisagem de banhistas convivendo pacificamente com lixo e esgoto, criando bebendo uma água cheia de bactérias que veio direto do esgoto despejar-se no mar e gente feia, gorda com a pele horrível interagindo com as águas fétidas repletas de coliformes fecais. Tal visão única e inigualável torna Maceió um destino turístico certo para quem gosta de coisas exóticas.