Malandragem

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Tomadinha do poder.jpg Malandragem tem PODER!
E te levará para qualquer lado da Força

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Cquote1.png Você quis dizer: Otário pagando de inteligente Cquote2.png
Google sobre Malandragem
Cquote1.png Eu só peço a Deus, um pouco de malandragem... Cquote2.png
Cássia Eller sobre Malandragem
Cquote1.png Vagabundo! Vagabundo! Vagabundo! Cquote2.png
Alborghetti sobre Malandro

Rááááá!!!

Malandragem, do latim Sergius Malandriuns, é um termo que designa a maioria dos brasileiros, em especial os que trabalham em repartições públicas ou moram perto do litoral. Foi dinfundido por todo Brasil pelo mega comunicador Sérgio Malandro e pelo personagem da Disney conhecido como Zé-Carioca.

Cassia Eller: Pedinte de malandragem.

Etimologia[editar]

O termo Malandragem foi criado pelo sambista Bezerra da Silva para designar a não ação executada por aquele que não quer fazer porra nenhuma. Também conhecida como vadiagem (não confundir com viadagem), borestagem (ato de estar de boresta), de prega, encostado, de boa, na moral, etc, a malandragem se difundiu por todo Brasil através do vírus do Aedes aegipty. Esse mosquito foi desenvolvido pelos egípcios para transformar todo mundo em múmia, porém sofreu uma mutação após consumir água contaminada pela usina de Springfield, lar dos Simpsons, passando a transmitir a dengue, que é a manifestação física da malandragem. Uma vez sofrendo da doença, o indivíduo se muda para o Rio de Janeiro ou Salvador, para poder aproveitar a vida de sodomismo, putaria, sacanagem e vadiação. Tem como sintoma principal um estranho e constante sorriso no rosto, além de uma propensão para o uso de camisas florais e sandálias havaianas.

Uso pejorativo[editar]

Pejorativamente, a malandragem vem sendo utilizada para designar indivíduos que se apropriam de bens alheios, também conhecidos como bicho-solto, mão de pluma, filhote-de-cruz-credo, canela leve, gatuno-dos-infernos ou simplesmente políticos. A confusão entre o cabra mordido pelo Aedes aegipty e o bicho-solto, salafrário, ordinário, filho-de-chocadeira ou político, se dá, pois o último (bicho-solto, mão de pena, mau elemento, filho do exu, enviado-do-inimigo ou político), após encher os bolsos com o dinheiro alheio, tende a assumir comportamento similar ao malandro, evitando esforços físicos.

Veja também, seu malandro![editar]