Manfrinópolis

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Pela panorâmica, pode ter certeza que aí a densidade demográfica é tranquila.

Manfrinópolis... é... não, isso não, na verdade é... não. Nada disso. Agora sim, depois de passado o primeiro impacto. Manfrinópolis, apesar desse nome mais do que estranho é uma cidade do meu Paranã que fica em um trecho entre uma cidade e outra... sabe porque ela não se define direito onde fica? É uma longa história mas, apenas olhe para esse nome: Quer dizer man: homem, frinó: ânus, pólis: cidade. Ou seja: seu significado aproximado nem vou citar por vergonha mas, digamos que seja homem indefinido, se é que me entende, assim sendo, sua localização também é indefinida.

Como surgiu

Manfrinópolis não surgiu porque sempre esteve lá, ninguém mandou a terra aparecer do nada, mesmo que digam que a Atlântida esteja submersa, ainda assim as terras agora emersas (emersas preste atenção) existiam por sobre as águas. O mesmo acontece se você mijar dentro de um vaso com um pouco de terra: A terra continua existindo embaixo do mijo. Esssa coisa toda é porque algumas pessoas não acreditam que exista um lugar com esse nome, de modo que tem que ser muito bem explicado para que ninguém mais duvide de cidade ou munícipio (que é a mesma coisa) do meu Paranã.

Ninguém mais planta chuchu por lá, nem se orgulha desse passado... puro preconceito.

A história de Manfrinópolis (aprendi) é bem simples: No tempo em que deixaram aquela porção de terra (novamente) lá apenas para plantação de chuchu, uma parte dos moradores não quis saber de acordo e, nem eram agricultores em maioria mas eram criadores de vacas, não me referindo às distintas mulheres, mas eles eram especializados em laticínios mas, nos aredores queriam que eles plantassem chuchu. Alguns moradores simplesmente saíram de lá, outros tiveram uma ideia para se vingar do desaforo do chuchu.

Havia em Chuchuzal (nome original de Manfrinópolis) um padre que se dizia capaz de curar a veadagem o homossexualismo, de modo que algumas bibas iam lá ou eram levadas pelos familiares para se curar, essa fama de veadeiro, o padre conseguiu através de uma treta (treta, não teta) de um cara que mentia ser gay para conseguir clientes para seu salão de beleza, única coisa que conseguiu para ter seu sustento, depois que conseguiu outro trabalho, foi pro confessionário e saiu de lá curado, dando (mas não dava nada) as glórias ao padre.

No caso da vingança, os moradores começaram a fazer uma grande propaganda a respeito do dom do padre e, conseguiram mudar o vexatório nome da cidade para Manfrinópolis, onde o significado já foi especificado lá no topo do artiguinho. Você pode achar que foi trocar bosta por merda mas, não o foi pelo seguinte: Anda conseguiram fama de ser a única cidade do globo em que não havia nenhuma biba e, de tão machos ainda eram a única cidade que conseguia mudar os desejos afetivos e sexuais das pessoas. Depois o tempo que sempre passa, sempre passará, fez a história ser esquecida foi só inventarem outra mais bonitinha, daquelas parecidas com todas as que inventam e dizer que é a versão certa... olhe só, veja, você.

O que se faz em Manfrinópolis

Hoje em dia, se faz aí o mesmo de sempre: Trabalhar, dormir, comer, cagar, mijar, trepar, sugar, mamar, chupar, nascer, crescer, envelhecer... Sobre detalhes do quanto a cidade é agrícola, se tem fábricas grandes e essa coisa toda que o mongo desciclopedista que está fazendo esse artigo sempre faz, não vou fazer porque não sei e não quero pesquisar. Talvez na minha travessia pelo Paranã eu vá pra Manfrinópolis pessoalmente me curar da gayzice e descubra de forma mais direta possível. Se plantan muita mandioca, cenoura, pepino no lugar, eu trago um souvenyer para você.