Mangueira Boy

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Cquote1.png Mangueira é coisa de loco Cquote2.png
Guina, Paulo.

Uma discussão acalorada sobre mangueiras, na qual Mangueira Boy palpita em serviço que não entende.

Mangueira Boy é um cara que não tira o boné nem pra dar o cu.

História[editar]

Nasceu dentro de um caminhão de bombeiros. A primeira coisa que viu ao abrir os olhos foi uma mangueira bem grossa, grande e gostosa. Foi amor a primeira vista.

Na infância, por ser um garoto muito responsável, sempre se oferecia para lavar o quintal, o carro e regar as plantas. Isso apenas para poder segurar numa mangueira.

Na escola, sofreu bullying, pois não tirava o boné nem pra brincar de médico com seus amiguinhos machinhos. Acredita-se que boa parte da virilidade de Mangueira Boy seja proveniente deste acessório.

Na adolescência, teve que se virar sozinho para sobreviver, pois o seu pai, urso grande, peludo e manso, saía frequentemente para relaxar com os caçadores da floresta, e ficava dias fora. Mas Mangueira conseguiu se sair bem, cozinhando nabos, pepinos e mandiocas. Alguns destes alimentos ainda podem ser encontrados debaixo de sua cama.

Porém, em uma bela manhã de outubro, Mangueira sentiu um cheiro estranho na mangueira de seu fogão. Não entendendo nada do assunto, chamou um amigo de seu pai, Paulo Guina, pois este cara entende um pouco de tudo, haja visto que já teve cerca de 105 profissões diferentes.

Agora que o serviço foi feito o Mangueira Boy pode relaxar à vontade

Quando Paulo Guina chegou e começou a analisar qualé o problema, Mangueira começou a palpitar em assunto que não entende, dizendo que o problema era "na parte di trás", o que deixou Guina um tanto quanto irritado. Foi então que, brincando, este sugeriu que o Mangueira Boy desse uma pegadinha, uma chupadinha em sua mangueira pessoal. E como o heroi deste artigo não resiste a uma mangueira, ele foi logo caindo de boca. As cenas que se seguiram não são aconselhadas para menores de 90 anos, e não é necessário detalhá-las, saiba somente que foi uma delícia, cara.

Retorno[editar]

Sabendo que o vício em mangueiras poderia acabar destruindo a sua vida (e o seu rabo), Mangueira Boy resolveu passar umas férias no meio do mato, entrando assim em um período de abstinência de mangueiras, começando a ter um interesse peculiar por varas de pesca e cobras.

Porém, como o destino gosta de pregar peças em jovens que não tiram o boné nem pra dar o cu, em uma tarde quente de agosto, enquanto Mangueira Boy fazia alguns ajustes em sua vara de pesca (a substituta das mangueiras), eis que Paulo Guina surge do nada (ele é especialista nisso), e pede para o protagonista deste artigo dar uma pegadinha em sua vara de pesca. Em um primeiro momento, apesar do sorriso maroto, Mangueira Boy recusa, pois quer cumprir suas obrigações na lagoa, pegando pacus. Mas Guina, especialista em persuasão de machos virgens, consegue convencer Mangueira Boy a não ir à lagoa, alegando que o céu estava escuro (o céu estava límpido, sem uma única nuvem). Caindo nesse conto, e sem ter outra coisa para fazer, Mangueira Boy cai de boca na vara de pesca de Guina, e o resto eu não preciso nem falar.

Atualmente[editar]

Tendo ficado conhecido mundialmente como "o cara que não tira o boné nem pra dar o cu", Mangueira Boy não consegue mais sair na rua sem sofrer bullying. Até os viados chamam o Mangueira Boy de viado. O paradeiro atual de Mangueira Boy é desconhecido, mas dizem as más línguas que ele está fazendo um estágio no corpo de bombeiros, onde, todos os dias, dá um talento na mangueiras grossas, grandes e gostosas dos caminhões.

Já alguns outros afirmam de pau junto que Mangueira Boy tornou-se um carnavalesco, idealizando os enredos da Estação Primeira de Mangueira, e que ele irá comparecer no sambódromo no Carnaval de 2015 apenas para ver a Mangueira entrar.

Ver também[editar]