Manteiga

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Manteiga.
...e no oitavo dia, Deus disse, que haja manteiga. E ele viu que era bom.

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Bacon sobre manteiga

A manteiga é um alimento gorduroso nutritivo produzido a partir do óleo excretado pelo fruto da Mantegueira Africana Ocidental; batido pelas mãos de habilidosos artesões em uma substância sólida e amarelada que pode ser descrita em apenas uma palavra: Deliciosa!. Ainda que, quando aplicada (consumida, usada como lubrificante ou qualquer outro uso que você pense em fazer dela) em grandes quantidades pode torná-lo(a) incrivelmente obeso(a) e/ou repulsivamente oleoso(a), a manteiga é considerada por muitos cozinheiros entusiastas a melhor coisa desde o pão de queijo, torrada com geléia e assistentes de palco gostosas. A história por trás da manteiga é um fascinante e inspirador conto de trabalho duro, sacrifício e lactose.


O Mais Sagrado dos Óleos[editar]

Se você acreditasse em tudo o que a mídia diz, certamente pensaria que aquela camada de manteiga na sua batata assada tomaria um desvio imediato do seu estômago, direto para a sua aorta. É claro que isso são caliúnias, já que estudos recentes mostram que a manteiga não merece a má reputação que tem. É importante lembrar que cada célula no seu corpo necessita de gordura, transformando a manteiga na pedra angular da boa saúde. Nosso cérebro e hormônios precisam de uma dose diária de manteiga para funcionar bem. Ela suporta nosso Sistema Imunológico, combate doenças e pode até ser a cura para o Câncer. A manteiga deixa a nossa pele clara e nossos cabelos sedosos, regula nosso sistema digestivo e nos dá a sensação de satisfação após uma refeição (rima não proposital ou não). É o combustível supremo do nosso corpo, provendo-nos com duas vezes mais energia do que a mesma quantidade de carboidratos e proteínas. A manteiga também ajuda o corpo a absorver nutrientes como cálcio e as vitaminas essenciais L, E, I, T e, de novo, E.

A palavra Manteiga é derivada de "Manteigus", que significa "No pão ou na pipoca" em Latim, logo alguns estudiosos acreditam que estes seriam os primeiros usos a serem dados à tal substância (seguidos por lubrificante e tônico capilar). Através dos séculos, o gosto pela manteiga cresceu tanto que era até pecado consumí-la em dias especiais. Durante a Idade média ela era um dos alimentos banidos durante a Quaresma, então os papas da época e as pessoas que gostavam de consumí-la tinham que comprá-la de reservas especiais da Igreja, que usou o dinheiro arrecadado para construir a majestosa "Catedral de Sans-Manteigus de Butyrum" em Roma (que mais tarde acabou por derreter durante a foderosa erupção do Vulcão Santorini).

Similar a religião ocidental do "Queijesus", os orientais possuem o "Budeiga"

Os antigos Hebreus inseriram a manteiga em várias passagens do Velho Testamento, fazendo da Bíblia a primeira grande publicação sobre a arte de fazer manteiga. Naturalmente muitos presumem que depois de 4.000 anos o processo de fabricação de manteiga evoluiria consideravelmente embora, na realidade, não tenha mudado porra nenhuma. Pra fazer manteiga, tudo o que você precisa é bater. Simples assim. Se quiser saber mais sobre o processo, então vá para a Wikipedia, seu nerd!.

Ela é considerada sagrada em alguns países, e muitas culturas acreditam que a manteiga representa generosidade, intelecto obstinado e prazer selvagem

Os melhores usos para a manteiga[editar]

Não apenas ela tem sido considerada desde tempos imemoriais como um alimento digno dos deuses, mas seus usos são extensos, prometendo até mesmo imunidade contra as forças do mal. De acordo com antigas referências Hititas (desenhadas na parede das cavernas), a manteiga não era usada apenas como alimento, mas também medicamento, cosmético e até mesmo como objeto de adoração. Seus mais famosos e antigos rituais (1.500 a.C, por aí...) incluíam até um sacrifício, jogando o líquido dourado no fogo. Temos aqui um trecho do mantra que era cantado durante a cerimônia:

"Deusa do vinho”, "elixir da imortalidade”;
Esta é a substância mais preciosa,
Provida pela noz mais sagrada da Terra.
Nós lhe daremos o nome de Manteiga!
Estas ondas de manteiga fluam como gazelas antes da caçada…
Vomitando, o fogo ama a todos e é satisfeito.

Ela é usada em todos os tipos de massagens (com ou sem final feliz). É uma excelente base para a adição de óleos essenciais, e é o ingrediente-chave dos mais famosos produtos de beleza e sabões. A manteiga também pode ser utilizada como condicionador para estimular o crescimento capilar, como gel pra cabelo ou máscaras de beleza. Você pode até usá-la no seu carro como substituta para o óleo de motor e ter uma melhor performance, além de dirigir o dia inteiro sentindo aquele delicioso aroma matinal de torrada!

Quem foi o maldito que colocou a manteiga no... ei espera... Esse artigo não é sobre mostarda!

Outros usos[editar]

  • Lubrificante Sexual e excelente simuladora de sexo oral muito melhor que o óleo de soja ou o sabonete..
  • Creme antirrugas e antiestrias.
  • Amaciante para as mãos, cotovelos e solas dos pés, além de fortalecer cutículas e unhas.
  • Aplicada direto nas narinas como descongestionante nasal.
  • Redutor de atrito para um certo tipo de conjunção carnal (como mostrado no filme O Último Tango em Paris).

Acusações de não fazer bem à saúde[editar]

Em 1845, alguns cientistas idiotas clamaram que manteiga em excesso não faz bem à saúde, ao contrário do que muitos acreditavam. Diziam que havia uma porrada de Gorduras Trans nela, que poderiam entupir artérias e fazê-lo parecer o Jô Soares. Isso foi provado durante a Crise da Manteiga de 1847, quando 100 pessoas que adotavam a dieta da manteiga começaram a engordar e ficarem parecidas com minis-Jôs dentro de 4 meses. Ainda que médicos ao redor do mundo afirmassem que esses sintomas eram apenas temporários, uma semana depois, 72% desse povo morreu de infarto. O governo Britânico reduziu a quantidade de manteiga que poderia ser vendida por pessoa/mês, passando de um barril de 15L a um potinho com algumas gramas. O famoso escritor e filósofo Charles Darwin, autor do conhecido livro "A Origem Das Fezes", escreveu um novo manuscrito chamado "Manteigus Fatalis Maximus: A manteiga e sua letal traição". O livro se tornou um sucesso mundial, e o consumo da manteiga foi banido ou severamente restringido em quase todos os países, com excessão do Acre, onde obstinados mantegueiros continuam a extrair manteiga do pau para vender aos escassos habitantes da região.

Veja Também[editar]