Manuscrito

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Antigo manuscrito gravado nos muros da cidade pré-histórica de São Paulo.
Manuscrito da Biblioteca de Alexandria, com técnicas de escrita cromatizada.

Um manuscrito (ou mano-escritu) é um texto escrito por um mano, geralmente pertencente à torcida do Corinthians (ou não). Esses manuscritos especialmente feitos na área urbana enfeitam as cidades de modo a dar inveja em qualquer cidade da época dourada de cidades da Grécia antiga, pois nenhum artista chegava aos pés dos manos.

Arte manuscrita[editar]

Os manos entendem disso muito bem e sabem mais do que qualquer arqueólogo o que cada papiro de qualquer época quer dizer, e expressam isso com toda sua exímia arte nos muros e paredes das metrópoles. Eles começam muito cedo, desde que treinavam na fase infantil com pintura a dedo feito com material especial nas paredes até nos banheiros de seus próprios barracos suas próprias residências, deixando suas mamães fodidas da cara e orgulhosas de tanto talento precoce.

E é depois de muito esforço, se dependurando até em sacadas (quando elas não têm malvados arames farpados), que eles transformam sua arte em heroísmo e mantêm viva a arte dos manuscritos, deixando-os bem vistosos, saindo apenas dos papéis e pelos de dromedários para serem vistos e apreciados por todo mundo, melhor do que qualquer propaganda em pontos de ônibus e outdoors. Os manos primais ainda não tinham sprays, então tinham que passar ideias sublimes e documentos importantes apenas em rolos: mas com a modernidade, nem tudo que é manuscrito precisa ficar em segredo, então eles exprimem pra todos verem. Pena que não é todo mundo que consegue entender a sabedoria passada, bem como nem todos entendem arte abstrata, mas os manuscritos foram feitos pra poucos entenderem mesmo, numa forma de passar recados a quem deve entendê-los, então tudo certo... Apesar da humanidade não entender os manos, um dia todos entenderão os manuscritos, não importando em que linguagem e em que caracteres.

Como fazer um[editar]

Manuscrito facinho de se restaurar e compreender. O mano que o escreveu foi no baile de debutante da Cleópatra.

Primeiro deve-se ter uma superfície, que deve ser um muro, uma parede ou um papiro. Essa superfície abençoada e especial deve ser usada por um mano, que sabe se comunicar de forma requintada, com traços exímios, fazendo da escrita uma arte. Por isso os manuscritos feitos por manos sempre foram tão bem elaborados, nunca deixando de comunicar muito bem as ideias que expõe. Após escreverem, os manos apenas correm da polícia, porque dos cachorros eles sempre escapam, e enxugam a testa assim como qualquer artista ao terminar seu grande feito.

Fazer um "manuscristo" nem é um problema, porém o mesmo não pode ser dito da confusão que um simples pedaço de papel pode causar. Quem lê um manuscrito fica muito mais atento do que quem lê qualquer outra coisa ou um documento comum. Principalmente os manuscritos que precisam ser, antes de tudo, abertos. Melhor ainda se tiver fita, o ato fica mais sublime porque sempre há a chance de rasgar o negócio. O destinatário o pega com cuidado, abre com mais cuidado ainda, por mais ansioso e se borrando que esteja, e então, trêmulo ou ao menos sério, abre e lê. Caso a mensagem seja ruim, ele então faz uma expressão mais horrenda que uma carranca de São Francisco. Se as notícias forem boas, ele sorri e pode mesmo comemorar, sem soltar nem danificar o manuscrito. E quando não entende a mensagem, simplesmente a devolve para o lugar de onde ela não deveria ter saído.


Este esboço parece ter sido inspirado nas teorias de Richard Dawkins.
Faça-o se tornar mais verdadeiro.