Marabá

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Município de Marabá
"Marabagunça"
Bandeira de Marabá.png Brasãomaraba.png
Bandeira Brasão
Aniversário 1 de abril
Fundação 1 de abril de 1892
Gentílico marabaense, pistoleiro, neo-maranhense
Prefeito(a) Ahmadinejad Maurino Magalhães Rheza
Localização
Localização de Marabá
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Carajás
Microrregião Marabala
Região metropolitana Região Metropolitana de Marabá
Municípios limítrofes Novo Repartimento, Itupiranga, Nova Ipixuna, Rondon do Pará, São Geraldo do Araguaia, Chacinolândia, Curionópolis, Parauapebas, Bom Jesus do Tocantins, São João do Araguaia, São Domingos do Araguaia, São Félix do Xingu
Distância até a capital Se acha a capital km
Características geográficas
Área 15.000 km² km²
População 230.000 hab. IBGE/2010
Idioma marabaês, maloqueirês
Densidade 120.000 hab./km²
Altitude 7000 (acima do nível do mar) metros
Clima Equatorial Úmido Sub-infernal de Altitude (SIA)
Fuso horário UTC - 06.66
Indicadores
IDH 0,398 PNUD/2000
PIB R$ - \infty IBGE/2010
PIB per capita R$ - \infty IBGE/2010

Cquote1.png Você quis dizer: Faixa de Gaza Cquote2.png
Google sobre Marabá
Cquote1.png Eu não existo por lá Cquote2.png
Internet sobre Marabá
Cquote1.png Na União Soviética, o buraco no asfalto cai em VOCÊ Cquote2.png
Reversal Russa sobre Marabá
Cquote1.png Eu não vou lá Cquote2.png
TAM sobre Marabá
Cquote1.png Nem eu Cquote2.png
GOL sobre Marabá
Cquote1.png Eu vou Cquote2.png
Pau de Arara sobre Marabá
Cquote1.png Marabá é feia, suja e violenta Cquote2.png
Capitão óbvio sobre Marabá
Cquote1.png Eu prefiro Parauapebas Cquote2.png
Vale sobre Marabá
Cquote1.png Eu também Cquote2.png
Maranhese sobre Marabá
Cquote1.png Eu não gosto dessa cidade Cquote2.png
Higiene sobre Marabá
Cquote1.png A tempos não há vejo Cquote2.png
Paz sobre Marabá
Cquote1.png Marabá? fica no Pará ?? Cquote2.png
Ex-Governadora Ana Júlia sobre Marabá
Cquote1.png OxXxiIi, eEEoOoO adOoOoOoOooOooOOoro Marabáaix, Cquote2.png
Emo Retardado sobre Marabá
Cquote1.png Arebaba, essa cidade não é auspiciosa Cquote2.png
Opash sobre Marabá

Marabá mais conhecida como "Marabagunça" ou "Capital do faroeste brasileiro", é a capital e município mais populoso do estado do Carajás, município honorário do Maranhão e cidade-pólo da região do Bico do Papagaio, onde a principal atividade comercial é retirar e revender as balas que adentram os corpos das vítimas ao longo do dia.

É a cidade-sede do Sudeste Paraense, região famosa por nunca ter se registrado sequer um assassinato na história, porque não há polícia para efetuar tais registros, também é conhecida por "terra de ninguém". Fundada durante o processo de conquista da Amazônia, a cidade possui a população fundamentalmente composta por fazendeiros, sem terras, pistoleiros, jagunços, grileiros, e pessoas em geral de uma ética inquestionável (se questionar, come capim pela raiz).

Assim como existe a região do ABCD paulista, também existe a região do "ABCD" ("Aqui Bala Come Direto") carajaense, da qual Marabá faz parte e é polo.

Até mesmo sobrevoar a região é um risco muito grande, por esse e por outros motivos o hospital regional de Marabá custou 5 (cinco) vezes mais que o de Belém, justamente por necessitar ser construído com técnicas israelenses de engenharia e de defesa.

História[editar]

Marabá teve uma formação bem peculiar, criada a partir da reunião de madeireiros, devedores em fuga, grileiros, putas, matadores de aluguel e toda sorte de gente pobre advinda do sertão, uma grande miscigenação que marcaria eternamente a cultura e o modo de vida desta cidade. As raras pessoas de bem morreram de doenças tropicais, sobrando na estirpe genética da população apenas aquela quantidade infindável de farofeiros avistados quando qualquer um se aproxima da cidade. Em 1913 já havia sido oficializada como município, pois a destruição da floresta já estava num nível irreversível, e não havia mais nada que se pudesse fazer.

A cidade foi o palco principal da Guerrilha do Araguaia, quando por volta de 1970, já demonstrando toda sua aptidão à vagabundagem e mal-caratismo, a cidade abrigou um grupo de bandidos mercenários que não tinham nada melhor do que fazer da vida. Os militares fascistas que estavam no poder, declararam que vagabundagem era crime, e assim um grande conflito ocorreu na região, com vitória dos vagabundos, em troca do isolamento político e econômico a que a região foi lançada.

Outro episódio marcante foi o Massacre de São Bonifácio, porque apesar de haver muitos assassinatos em Marabá, isso geralmente ocorre só entre o próprio povo local, mas em 1987 um grupo de garimpeiros foram fuzilados pelo Exército Brasileiro que os confundiram com aliens quando estes ocupavam uma ponte por estarem fazendo o que todo marabaense sabe fazer de melhor: reclamar.

A partir de 1990 a cidade de Marabá entra em franco declínio econômico. Como todos por ali são preguiçosos presunçosos convencidos, jamais reconhecem que o motivo de todos seus males são eles mesmos, encontrando Belém e o Governo do Pará como bode expiatório para reclamar de todos seus males. Aliás, reclamar é o que marabaense faz de melhor. Surgiu assim o movimento separatista do Carajás.

A demanda pelo separatismo foi tão grande que em 2014 foi realizado um plebiscito sobre a possível criação de Carajás, que com 93,68% foi aprovado pela população marabaense, sendo assim instaurado o estado de Carajás com Marabá como sua grande capital.

Clima[editar]

Praia do tucunaré em Marabá, com muita limpeza e organização.

Além do adjetivo "tenso", outras coisas como "infernal", "dantesco", "escaldante", "insuportável", "que calor desgraçado" e "não é clima de gente" fazem a cabeça de quem tenta descrever a rotina climática de Marabá. Assim como todo o resto do Pará, não tem estação definida - tudo é verão. A diferença é que, ao contrário de Belém e de outras cidades como Abaeté, Saliplayboyzópolis e Soure, a cidade de Marabá é seca pra dedéu, e cheia de fumaça causada por índios, traficantes e grileiros que dão um tapa na pantera de vez em quando, ou seja, se você já achava o Nordeste paraense uma merda, você não conhece Marabá.

É comum na época das chuvas os rios subirem uns doze metros sumindo com mais da metade das casas da cidade, deixando assim a paisagem mais bonita ou menos escrota, mesmo com o lixo levado pela enchente. Ao chover na cidade é melhor pegar o seu barco pois a correnteza mórbida dos rios locais pode te levar e a chance de ser atacado durante as enchentes por bandos de piranhas assassinas mutantes contaminadas com lixo industrial é muito grande. É de se atentar também que durante as cheias dos rios locais o índice de gravidez aumenta substancialmente, isso porque botos tarados atacam se esfregando e fazendo sexo sacanagem com as humanas. Se ouvirem o canto dos botos poderá ser comido se apresse e saia das proximidades do rio pois poderá ser o próximo da lista.

Os moradores aproveitam o ar fresco, digo ar quente, e o calor molhado para ficar pulando da beira da Orla direto no rio, eles pulam, nadam até a beira, sobem e pulam de novo. Esta pratica dura o dia inteiro e as vezes madrugada adentro, eles aproveitam e se alimentam dos girinos que ficam presos em suas cuecas, sutiãs ou calcinhas e quando há sorte batem com a cabeça nas pedras do rio, em algum barco que fica parado por ali, ou então, somem na correnteza e nunca mais aparecem. Não é atoa que a cabeça dos moradores tradicionais da cidade costumam ter um terço a mais de tamanho em comparação uma cabeça normal de um ser humano.

Quando cai uma chuva em Marabá.
  • Temp. máxima registrada - 509º
  • Temp. máxima média - 300º
  • Temp. mínima média - 108º
  • Temp. mínima registrada - 99º (Nesta temperatura, parte da população com poder aquisitivo pensou que o local tinha virado o extremo sul e saía nas ruas toda empacotada com goro, suéter, cachecol e protetores de ouvido. A maior parte da população pobre morreu de hipotermia).

Economia[editar]

Umas das siderúrgicas de Marabá.

O que mais movimenta dinheiro em Marabá não são siderúrgicas e nem lojas, são os assaltos, o cara te rouba aqui e vai embora, mais na frente outro já rouba ele e assim vai, e o dinheiro circula por toda a cidade, é uma maravilha, só que mais na frente o cara percebe que roubou notas falsas, aí ele volta e resolve na bala. Tanto é que o PIB de Marabá é medido pela quantidade de armas que estão em circulação.

A pecuária é um dos setores que movimentam a economia marabaense sendo o maior rebanho da cidade localizado na Vila Militar da cidade, apelidada carinhosamente como Vila Chifre de Ouro.

Tem um polo industrial bem desenvolvido, só comparado a cidades como Pindaré-Mirim, Barra do Corda e Arame (Maranhão). Nela existem várias indústrias como: siderúrgicas, siderúrgicas, olaria e siderúrgicas.

Os principais serviços que podem ser contratados com facilidade são: assassinatos sob encomenda, patrulhas devidamente armadas para terras, acompanhantes, advogados especializados em grilagem e evidentemente seringueiros profissionais em tirar leite do pau. Entre outros serviços desgraçados estão o do entregador de leite misturado com merda de vaca que passa todos os dias de manhã nas ruas desta miserável cidade com latões sujos e cheias de moscas. O pior é que ainda tem pessoas que compram e ficam dizendo: é fresquinho essi leite aqui de Marabá,é forti. Antes do leite chegar na cozinha já virou queijo.

Política[editar]

Marabá é uma monarquia teocrática absolutista, onde prevalece as lideranças religiosas. Entre seus líderes estão: baiotolá Giovanni Queiroz Khomeini, Príncipe Rheza Tião Miranda Chupa Sapo Palef, Xá João Salame Ahmadinejad, Sultão Al Asdrubal Al Bentes Sadat e Gazela Bernadete Ten Caten Bin Laden.

Para dizer que existe democracia, eles fazem uma espécie de eleição primitiva - como seria mais fácil fazer uma eleição na Faixa de Gaza que em Marabá - faz-se mais simplificado e prático realizar tais eleições no céu (ou no inferno, ainda não se descobriu) onde só os habitantes mortos de Marabá votam: os candidatos que conseguirem "enviar" mais eleitores "pro lado de lá", estão eleitos.

O ex-prefeito de Marabá é Ahmadinejad Maurino Magalhães Rheza ganhou o pleito com o lema Yes, we can have dentures! (Sim, nós podemos ter dentaduras!), prometendo distribuir um milhão de dentaduras gratuitas aos moradores de Marabá.

Reina basicamente a "Lei do mais rápido no gatilho" que permite aqueles que tem mais armas e homens para impor sua própria lei em seus domínios e aplicar seu próprio Código Penal, ou seja, Lei é uma utopia, vista só pela televisão.

Em Marabá, os capacetes são objetos de uso obrigatório para todos os assaltantes, pistoleiros, jagunços, para a proteção de sua privacidade. Se o cidadão não for proprietário de um celular - que ele tenha MP3 ou seja um modelo bem moderno, os pivetes marabaenses te darão tanto tapa na cara que a vítima ficará coçando o rosto uns três dias. Eles gostam de celulares que tocam tudo, bicicletas de distraídos, chinelos havaianas, galinhas, e qualquer coisa que não sejam deles, roubam até pastores evangélicos.

População[editar]

Trem da Vale, com passageiros vindos do Maranhão.

A população de Marabá é formada por pessoas de todos os estados menos do próprio Pará. É formada principalmente por tribos indígenas, maranhenses, goianos, mineiros, paulistas e gaúchos, estes os formadores da população culta e educada da cidade. Em especial destacamos os Maranhenses, dizem que em marabá tem mais Maranhense do que gente, por isso que Marabá é chamada de "Maranhão Novo".

A miscigenação de pessoas e culturas em Marabá é simplismente fascinente, há todos os tipos de raças e estilos diferentes que embelezam assombram todo o município. Os turistas e novos moradores que chegam aos milhões pela ferrovia Carajás diariamente se alegram assustam com a quantidade de gente feia que há em Marabá, muitos ainda tentam embarcar de volta mas não há saída, pois quem é novo no município e não conhece o local, não tem o devido cuidado com sua própria vida sendo imediatamente atingido por balas perdidas. Os turistas e novos moradores então são levados para o que chamamos de hospital, contudo a melhor denominação - e como é verdadeiramente chamado o local - é açougue.

Bairros[editar]

Polícia e SAMU se preparam para entrar no Bairro da Coca-cola

Marabá, assim como as cidades Yankees, deu nomes aos seus bairros em homenagem a seus principais moradores ou a fatos históricos ocorridos nas localidades. São eles:

  • Bairro Nossa Senhora Aparecida (mais conhecido por Invasão da Coca-Cola) - Único lugar de Marabá onde o SAMU só entra escoltado pela polícia por isso não queira tomar um tiro lá. Se alguem requisitar o SAMU na Coca-Cola, o SAMU chama a Polícia Militar, que chama o Tático, que chama a Polícia Federal e ainda vem um Batalhão do Exército, possibilitando assim a entrada no local e ficam aguardando o IML chegar, para dar os últimos socorros ao cidadão.
  • Bairro Araguaia (mais conhecido com Fanta - isso mesmo é porque é ao lado da Coca-Cola) É só ler a descrição da Coca-Cola que você saberá que não pode entrar lá também.
  • Bairro da "Paz" (Invasão da Lucinha) - A paz nunca andou por lá.
  • Beco do Morcegão
  • Bairro Cavalo Morto
  • Grota Criminosa
  • Cabelo Seco
  • Mastigado da Jumenta
  • Buraco Raso
  • Minastown
  • Vila do Rato
  • El Ceará
  • Muru Muru
  • Las Marañonas
  • Cabacinhas (é disso que o povo gosta!)
  • Quatro Bocas (de fumo)
  • Belenense Quarter (o único quarteirão de não-migrantes)

Educação[editar]

Toda a educação marabaense pode ser avistada em passeios nas praças da cidade, na qual aqueles meninos inofensivos surgem do nada pedindo seu celular. Se você não tiver, já viu eles tiram uma caneta (faca ou canivete) e lhe pedem educadamente "passa logo vagabundo, me passa logo o celulá p%##@", provando o quanto a educação é fundamental no processo comunicativo.

Transportes[editar]

Trânsito calmo num Domingo em Marabá.

Não existe bem "trânsito" em Marabá,visto que a definição desta palavra no dicionário refere-se ao movimento de veículos motorizados, veículos não-motorizados e pedestres numa via. Mas carros em movimento é algo que simplesmente não existe nesta cidade, a palavra "horrível" é elogio ao trânsito desta cidade.

A cada quilômetro de asfalto há em média 3.500 remendos desnivelando toda a suposta rua, além de 200 buracos não remendados, 40 pneus, 30 litros de sangue, 50 quilos de ossos e 10 metros de miolos de cérebro.

Não há ciclovia ou qualquer chance de algo assim ser implementado, nem acostamento nas ruas. Marabá é ainda o único lugar do mundo onde se um ciclista parar para concertar a corrente de sua bicicleta, cria 15 quilômetros de congestionamento. Vale lembrar que durante esses congestionamentos a chance de ser atingido por um pau-de-arara é extremamente grande. Nestes casos, também é comum que algumas mortes aconteçam depois de breves a amigáveis discussões.

Em Marabá há somente 10 mil mototáxis cadastrados, contudo 20 mil estão na reserva e 50 mil são clandestinos. Eles fazem piruetas, andam só numa roda, andam em cima das muretas das pontes e fazem ultrapassagem por debaixo das carretas.

Gastronomia[editar]

O principal alimento da cidade é a castanha-do-pará, que tem alto poder de provocar uma disenteria em seres humanos, caso seja consumido em excesso (como toda e qualquer comida gordurosa). Somente a sua semente deve ser consumida, não o fruto, mesmo sendo ela altamente calórica, nada demais, pode comer a vontade, ou não (sim, é isso mesmo, não se come o fruto, se come a semente do fruto). A castanha-do-pará também é muito utilizada como supositório por nativos da Floresta amazônica e de regiões locais (e até internacionais) aonde a semente é encontrada, por meio de medicina natural, ou por coisas do tipo.

Outra iguaria local importada diretamente do Maranhão é o pudim de Arroz banhado ao leite de babaçu. Este é feito de arroz quebrado, sem sal, cozido e banhado ao leite do babaçu (um tipo de óleo que se usa na fabricação de fluído de freio). Elem vendem essa iguaria por toda a cidade pela manhã, na hora que eles costumam sair da "quitinete" (como chamam suas moradias).

Idioma[editar]

Ao contrario dos viciados em tecnobrega amazônidas da planície, como são chamados o povo que constrói suas casas no meio do lamaçal mangue, comem açaí com peixe no café, no almoço e na janta, ouvem tecnobrega, e assistem se destroçam durante o RExPA no mangueirão. O povo de Marabá possui o seu idioma próprio que está entre os mais diversos do país, consequência de sua originalidade e sua intensa miscigenação que faz com que ele se torne totalmente diferente do português original gerando um idioma híbrido com características Turcas, do mineirês, do Joelsantanês e do Portuguêsio. Abaixo estão alguns dos jargões mais usados pelos marabaenses.

Cquote1.png Vai te ferrar seu arrombado! Cquote2.png
Cumprimento educado de um marabaense a um recém chegado a cidade

Cquote1.png Ólha o Cremosinnn e o geladinnn Cquote2.png
Vendedores de droga cremosinho e sacolé na praia do Tucunaré

Cquote1.png I Êssi Artigu tá Pôdi? Cquote2.png
Maranhense residente em Marabá conhecendo a Desciclopédia

Cquote1.png É Um assalto, Perdeu Vagabundo, Perdeu!!! Cquote2.png
Assaltante marabaense de maneira muito educada, convencendo a vítima de que deve entregar seu Carro novo a ele

Cquote1.png Ò u AÇAÊÊÊÊÊ Cquote2.png
Espião Vendedor de Açaí paraense difarçando o sotaque pra não ser pego em Marabá

Cquote1.png Pô Véi Cquote2.png
Morador de Marabá copiando o sotaque dos paulistas

Cquote1.png Égua Mermão Cquote2.png
Morador de Marabá copiando o sotaque dos cariocas

Cquote1.png Tú e paia Ó!!! Cquote2.png
Morador de Marabá copiando o sotaque dos marabaenses

Cquote1.png inãnnnnnnnnnnn!!! Cquote2.png
Morador de Marabá dando uma negativa

Cquote1.png e aí Moço Cquote2.png
comprimento retardado comum de marabaense

Cquote1.png Anda, caminha! Cquote2.png
mãe marabaense apressando seu filho na rua

Esportes[editar]

Marabá tem o seu time de futebol falido que serve de saco de pancadas para os times de Belém, o inexpressivo Águia de Marabá Futebol Clube, cujo maior orgulho é ter permanecido um par de anos na Série C antes de rebaixar.

Fundado pelos indígenas no século XVI, sempre foi o time que fez número nos campeonatos amazônicos. Só foi reconhecido pela CBF quando profissionalizou-se em 1999, quando a banda Calypso se apresentou na cidade e comprou o clube.

Como a cidade de Marabá é uma tristeza só, o time rapidamente foi ganhando a simpatia do povo que agora encontrava uma boa desculpa para beber cachaça. Considerada a terceira torcida do Pará, tem uma torcida organizada, a "Torcida Filhos e Amigos do Marabá", porque a única torcida desse time são os filhos e amigos dos jogadores.

O então presidente do clube e irmão de Galvão Bueno, João Galvão, tal qual os fazendeiros de Marabá, matou todos seus concorrentes se tornando presidente, treinador, roupeiro, psicólogo, capitão, preparador de goleiros, auxiliar técnico e roupeiro do time.

O Águia sempre torceu para o Paysandu e o Remo estarem na série A ou B, porque assim garantia mais facilmente uma vaga na série D e poder enfrentar tribos indígenas de outros estados brasileiros.

Religião[editar]

99% da população da cidade e da região segue o judaísmo, mais especificamente a cabala. Religiosamente tudo na região é resolvido "cabala":

  • Brigas judiciais? Resolve-se cabala
  • Disputas por herança? Resolve-se cabala
  • Brigas por terras? Resolve-se cabala (esse principalmente)
  • Problemas passionais? Resolve-se cabala
  • Vizinho chato que não deixa dormir? Resolve-se cabala
  • Brigas de trânsito? Resolve-se cabala
  • No "tudo por R$ 1,99" a caixa não quer dar troco de R$ 0,01? Cabala!
  • Pedir para vigiar veÍculo no estacionamento e não pagar? além de lataria amassada e riscada, resolve-se cabala
  • Falar mal do Águia de Marabá? Resolve-se cabala

Os outros 1% são seguidores de Nossa Senhora de Nazaré. Refere-se a população da capital do estado residente no município, também conhecidos como "Genti di cidadi grandi".