Maranhão Atlético Clube

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Maranhão Atlético Clube
Escudo do Maranhão.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial Macarrão Atlético Clube
Origem link={{{3}}} Maranhão - São Luís
Apelidos
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote Bode
Torcedor Ilustre
Estádio
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Maranhense
Divisão Primeira divisão
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Maranhão Atlético Clube é um time do futebol, terceira potência do futebol maranhense, definição esta que por si só já define a porcaria que é esta equipe que sequer consegue ser vice naquele estado onde o futebol profissional nem existe ainda. Possui muitos apelidos bizarros, mas Merdão é o mais comum.

História[editar]

Fundação[editar]

O time foi fundado no ano de 1932, época em que a cidade de São Luís experimentava uma onda de prosperidade econômica e social (conforme o avô de qualquer maranhense sempre fala que antigamente tudo era melhor) e assim um grupinho de playboys decidiu fundar este time de futebol de nome criativo chamado Maranhão. A ideia inicial era de que o time servisse para que os mendigos de São Luís pudessem ter algo o que fazer além de beber cachaça, e apoiassem o time nos fins de semana.

No ano de 1937 já ganharia seu primeiro título de campeão maranhense (grandes bosta), e ganharia mais um punhado de campeonatinhos estaduais nos vindouros anos 40 (grandes bosta). Se o estadual maranhense já é ruim hoje, nem queira imaginar como era nessa época.

Na década de 50 o time do Maranhão passou em branco, observando Moto Club ser hepta-campeão estadual e depois Sampaio Correa ser penta-campeão estadual, época em que o Maranhão se estabeleceu fortemente como terceira potência do futebol maranhense, status este em que se mantém até hoje.

Campeonato Brasileiro de 1979[editar]

O grande orgulho da história do Maranhão foi sua campanha na Série A do Brasileirão de 1979. Nessa época em que o futebol brasileiro tinha regulamentos escritos com a bunda, não havia meritocracia e todos times eram chamados a participar na base do convite, caso do Maranhão, o que explica a participação de 94 times no campeonato. Falam de uma invencibilidade de 9 jogos na primeira fase, mas foram confronto contra 9 lixos do futebol brasileiro como Ríver do Piauí e Uberaba SC.

Chegando na segunda fase já perdeu logo 5 jogos, e olha que nem eram times sequer intermediários, ficando atrás até do XV de Jaú, um timaço para as pretensões do pobre Maranhão, que se despediu da competição nessa segunda fase. Após cálculos de alguns matemáticos formados em Havard, o Maranhão foi arbitrariamente colocado como 26º daquela competição, mesmo que muitos dos times jamais tenham se enfrentado devido aos chaveamentos o que torna essa posicionamento totalmente aleatório.

Naquela competição o time do Maranhão tornou-se notório pela tática nefasta de seus jogadores apertarem o pênis dos adversários como forma de intimidação, assim ganhando mais um apelido bizarro dentre tantos outros, a alcunha de Demolidor de Caralhos.

Campeonato Brasileiro de 1980[editar]

Após o sucesso de 1980 o Maranhão acreditou piamente que poderia ser grandes coisas, no Campeonato Brasileiro de 1980, agora com apenas 44 times, o Maranhão foi convidado a ser o sparring e saco de pancadas do Grupo D da competição, tomando 14 gols e marcando apenas 3 gols em nove jogos, ficando na disparada lanterna do grupo tornando-se o primeiro time da história do Maranhão a rebaixar.

Década de 80[editar]

A década de 80 representou 10 anos em branco para o time do Maranhão, uma equipe que sequer dava conta de ganhar um mísero estadual cujos únicos rivais são só um par de times lamentáveis. Como na época não havia terceira divisão no Brasil, o time ficou largado na Série B do Brasileiro durante todo esse tempo.

A única campanha de destaque pode-se dizer que foi a Série B de 1986 onde o Maranhão aparece como vice, embora quando aquele campeonato seja estudado mais aprofundadamente, percebe-se que houveram uns 6 campeões e outros 6 vices-campeões, algo que desafia a lógica humana e que só pode acontecer em torneios varzeanos de fim de semana. Tal feito foi considerado tão desprezível que o Maranhão sequer foi cogitado a jogar a primeira divisão de 1987, ano em que a Copa União fora criada e o time maranhense foi sumariamente arremessado no Módulo Branco (equivalente a Série D) onde conviveu com times do porte de Catuense e Tuna Luso, terminando a competição em 15º.

Década de 90[editar]

Com estamos falando do estado do Maranhão, até mesmo este time homônimo ao estado é capaz de ganhá-la uma vez ou outra, e assim na década de 90 o time destaca-se pela conquista do tri-campeonato estadual de 1993, 1994 e 1995. Com estas conquistas, o time garante participação na recém-criada Copa do Brasil, onde destaca-se como time café-com-leite destinado a ser eliminado na primeiríssima fase dos times café-com-leite. Aconteceu ao tomar um 3x0 para o Clube do Remo em 94, depois 2x0 para o Kaburé EC (o que é isso?) em 1995, e 4x1 para o EC Vitória em 1996.

Anos 2000[editar]

A temporada de 2000 foi bastante movimentada, a começar pela conquista do vice da Copa Norte (embora o Maranhão seja do Nordeste, vai entender a escolaridade de geografia da CBF) com derrota para o São Francisco do Pará. No mesmo ano teve sua melhor a mais magnânima participação numa Copa do Brasil quando chegou até a terceira fase da competição, grandes merdas, tudo para tomar um 6x0 do Fluminense num jogo grátis para o time carioca.

Vale ainda lembrar a participação do clube na Copa do Brasil de 2008, quando num episódio típico de time de várzea, a equipe do Maranhão escalou 8 jogadores irregulares para o jogo contra São Caetano, como se a Copa do Brasil fosse a várzea que é o Maranhão onde qualquer um joga a hora que quiser.

Segunda Divisão Estadual[editar]

2014 foi um ano inesquecível na história do pobre Maranhão, não apenas por ter conquistado o penta-campeonato de eliminações em primeira fase da Copa do Brasil com derrota garantida para o Paysandu, como também exibiu o futebol mais deplorável possível no estadual maranhense, ficando na vice-lanterna atrás de times amadores de curta existência como Balsas e Araioses rebaixando assim para a incrível segunda divisão do estadual maranhense.

Cientistas de todo o mundo foram convocados para pesquisar a possibilidade de tamanha singularidade, que seria a possibilidade de existência de um campeonato ainda mais inferior que o campeonato maranhense. Físicos teóricos de todas partes tentavam entender como tal fenômeno era possível, como um time num campeonato de tão baixa qualidade marcaria apenas 7 pontos e rebaixaria para algo que não parecia ser possível piorar. É então que o Comprimento de Planck é postulado por matemáticos, e o Maranhão Atlético Clube pode então ir disputar a segunda divisão do estadual maranhense no mundo real das leis da física no ano de 2015, vencendo o primeiro turno, e tendo a capacidade de não vencer o segundo turno e ter que fazer uma final contra o Marília, a qual pelo menos venceu e voltou à elite estadual em 2016.

Títulos[editar]

  • Primeiro time do Maranhão a ser rebaixado em alguma coisa (Campeonato Brasileiro de 1980)
  • Campeonato Maranhense 15 vezes (1937, 1939*, 1941, 1943, 1951, 1963, 1969, 1970, 1979, 1993, 1994, 1995, 1999, 2007 e 2013)
  • Eliminações na primeira fase da Copa do Brasil: (1994 1995 1996 2008 2014)
  • Campeonato Maranhense Série B: 1 vez (2015)

* Título roubado