Marcello Caetano

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

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Na Itália e na Alemanha, os Camisas Negras e Pardas amam o fascismo e exterminam você, seu comunista!
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D. Marcello Caetano
D. Marcello Caetano
O ditador mais parvo de todos os tempos
Nascimento 17 de Agosto de 1889
Lisboa, Bandeira de Portugal Portugal
Falecimento 26 de Outubro de 1980
Rio de Janeiro, Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação Ditador fracassado


Cquote1.png Ora, que tem um bando de paneleiro com um cravo na lapela querendo atacar o Palácio do Governo? Bem que devia ter mandado matar os emos desse país! Cquote2.png
Marcello Caetano
Cquote1.png Você é a vergonha dos ditadores, ó Marcello! Cquote2.png
Mussolini sobre Marcello Caetano
Cquote1.png Dos ditadores sanguinários eu fui o mais mediano, mas tu foste o mais medíocre, ó pá! Cquote2.png
Salazar sobre Marcello Caetano
Cquote1.png Como assim existiu outro ditador em Portugal depois de Salazar? Cquote2.png
Português sobre Marcello Caetano
Cquote1.png Esta ditadura do Estado Novo já cheira a mofo. Cquote2.png
Qualquer um sobre Marcello Caetano
Cquote1.png Eu irei continuar a sua obra, Doutor Marcello! Cquote2.png
Aníbal Cavaco Silva sobre Marcello Caetano
Cquote1.png Querias! Cquote2.png
Marcelo Rebelo de Sousa sobre citação acima


Professor Doutor Marcello Caetano (com dois "l's" porque ele era um português fashion, conhecido pelos amigos como "Nello" ou "Nellinho") foi um jurista e pseudoditador da História de Portugal, sucessor de Salazar; quer dizer, tentou ser o sucessor, mas não conseguiu. Ficou conhecido na História como o primeiro tirano, a nível mundial, que caiu por causa de uma rebelião de floristas, a tal Revolução dos Cravos.

A Ascensão do Nello[editar]

Marcello tentando fazer cosplay de Doutor Roberto.

Nascido na capital do Sul de Portugal, Lisboa, e, ao contrário do Salazar que era um pobretanas, Marcello nasceu numa família de gente rica, sendo filho de um sargento premiado e membro honorário de umas quantas associações católicas, desejoso para lamber as botas ao primeiro ditador que aparecesse para encabeçar a Ditadura Militar instaurada em 1926 e que ia durar até 1933, ano em que Salazar decide dar uma arrumação na casa e implementar o Estado Novo. A infância do Nellinho foi marcada pela morte da mãe, quando tinha 10 anos: então, jurou que, como retaliação, se algum dia chegasse ao poder ia enviar os pais e filhos e irmãos de todas as mães deste país para uma guerra absurda pelas colónias em África. Tal como o seu ídolo, Salazar, esteve para ser padre, e depois médico, mas acabou por ir para Letras no Liceu Camões, em Lisboa, e, seguindo os passos do seu mestre, entrou para a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde mais tarde viria a treinar o seu afilhado Marcelo Rebelo de Sousa nas artes do Lado Fascista da Força e do Direito.

Nellinho a comprovar que não era fascista.

Depois de se doutorar em 1931, casa com uma rica qualquer, e em 1933 torna-se professor de Direito na Faculdade de Lisboa graças a uma cunha de Salazar, de quem já era amigalhaço desde 1929. Aliás, desde 1926 que Nello vinha a demonstrar as suas verdadeiras cores políticas, como dirigente de círculos políticos monárquicos católicos e participante na criação de revistas fascistas que se autointitulavam de "anti-modernas, anti-liberais e anti-democráticas". Quando rompeu a Ditadura Militar, obviamente, se tornou um fervoroso apoiante e, posteriormente, andou em torno das saias de Salazar à espera de um posto no governo, e viria a ter um papel importante na cagada na nova Constituição Portuguesa de 1933. Torna-se num dos principais fachos filhos da puta do Estado Novo, sendo o comissário pedófilo nacional da Mocidade Portuguesa entre 1940 e 1944, ministro das Colónias entre 1944 e 1947. Entre 1955 e 1958 foi o lacraio pessoal de Salazar, até o ditador-mor pressentir que o Nellinho lhe estava a tentar passar a perna como cabecilha do Estado Novo, e deu-lhe um pontapé na bunda e arremassou-o, em 1959, para a reitora da Universidade de Lisboa, cargo que viria a fracassar por causa da rebelião dos estudantes universitários comunas em 1962, fazendo com que se demitisse do cargo. A ditadura portuguesa já estava na merda e, em 1961, Salazar lançou Portugal para a cagada da Guerra Colonial em África, pelo que Nellinho dedicou-se a pousar de escritor de manuais de Direito, e dizem os historiadores fachos que empreendeu numa verdadeira reforma na administração pública e foi o pai do Direito moderno português, tornando Portugal mais burocrático do que já era: agora, em vez de preencher 3 papéis na repartição das finanças, os portugueses tinham de preencher 10! No fundo, o que o Nellinho fez foi dificultar a vida aos portugueses para que estes não soubessem que estavam a ser enrabados enganados pelo governo. Em 1968, Salazar caiu da cadeira e os cafetões do regime acharam que ele estava impossibilitado de governar, pelo que tinham de nomear um substituto para o presidente do concelho.

A Primavera Marcelista[editar]

Reacção do Nellinho ao saber que vai substituir Salazar como ditador de Portugal.

A 27 de Setembro de 1968, Américo Thomaz chama Marcello Caetano para substituir Salazar como cabecilha do Estado Novo. A ala marcelista do Estado Novo é dita mais "liberal" e queria "democratizar" o regime, o que é uma parvoíce, visto que tornar uma ditadura mais democrática é uma estupidez, e foi mais uma mentira inventada pelos fachos para manter os portugueses quietos e de rédea curta. Portanto, o governo do Nellinho foi apelidado de "Primavera marcelista" pelos porcos capitalistas, pois agora o ouro amealhado por Salazar ia ser distribuído pela burguesia e pelos ricos, e o país ia mamar à custa do dinheiro estranheiro. De resto, não mudou quase nada relativamente ao governo anterior de Salazar, excepto ter mudado o nome da PIDE para "Direcção-Geral de Segurança" (porque o Fascismo já estava fora de moda na Europa3 décadas), ainda que as torturas e desaparecimentos misteriosos continuassem, e fez regressar alguns comunas do exílio, como o caso de Mário Soares. De resto, a vida dos portugueses continuava uma bosta facilitada, com censura, falta de liberdade de expressão e com eleições forjadas, apesar de agora os comunas poderem concorrer para facilitar a sua prisão.

Propaganda marcelista.

Em 1969, foi para a televisão nacional tentar explicar aos portugueses as suas políticas parvas, mas como mais de metade da população era analfabeta isso só servia para encher chouriços. O Nellinho foi um fracasso tão grande como ditador que só conseguiu aumentar a oposição à ditadura, o que culminou com a crise académica da Universidade de Coimbra, onde os estudantes vaiaram Américo Thomaz e mandaram os fachos irem tomar no cu. E, ora, qualquer político que intitule as suas reformas de "primavera" está a exercer uma provocação directa nos floristas, que viram esta associação com um regime fascista como uma afronta.

A Cagada da Guerra Colonial (1961 - 1974)[editar]

O lema da ditadura Portuguesa era Bacalhau pouco, meu azeite primeiro. Na verdade, os portugueses estavam meio perdidos, então fingiam que não estavam na Europa nem na África: todo o governo do Oliveirinha e do Nellinho foi uma tentativa desesperada de descobrirem a Viagem no Tempo para poderem retornar as tempos de glória de D. Manuel I. Em 1961, os angolanos se cansaram de ser escravos de Portugal e iniciaram movimentos de guerrilhas para botar os portugueses de Angola para fora! Pouco depois, Moçambique e Guiné-Bissau fizeram o mesmo. Salazar, do alto da sua iluminada inteligência decidiu mandar exércitos para esses três países africanos só porque fez birra e achou que aqueles países pertenciam a Portugal e não aos respectivos habitantes, que, por sua vez, combatiam pela sua liberdade nacional, apoiados pela União Soviética e pelos Bastardos Unidos, as duas potências do mundo de então.

Com Salazar fora de cena depois da vitoriosa missão das cadeiras rebeldes, os portugueses burros (ou seja, os apoiantes da ditadura) pensaram que o Nellinho ia terminar com a Guerra Colonial ou, pelo menos, resolver esta cagada de um modo racional, mas tudo permaneceu igual e a guerra continuou. Como já ninguém suportava ditadores por aquela altura, os estudantes universitários nunca largaram o pé ao Nello e os comunas iam ganhando terreno como força de oposição. Para além de ter levado com várias greves e revoltas de estudantes, o Nellinho ainda continuou com a palermice da Guerra Colonial em África, mesmo depois da crise do petróleo de 1973 ter arrebentado com os cofres portugueses. Pelo que não é de estranhar que a 25 de Abril de 1974 aquela merda do Estado Novo deu o peido, com a Revolução dos Cravos, e a Guerra Colonial só terminaria com os comunas que lideravam a revolução.

Pós-25 de Abril de 1974[editar]

Após a revolução dos floristas, o Nellinho perdeu todos os seus cargos de facho e exiliou-se no Brasil, onde foi viver à custa do dinheiro dos brasileiros: aliás, ele achava que sem as "colónias", Portugal não era nada, pelo que sempre optou por mamar o dinheiro dos outros países. Virou presunto no Rio de Janeiro em 1980, e nunca foi autorizado a regressar a Portugal, pelo que foi o Brasil a levar com as despesas do funeral, do enterro e da manutenção.

Afiliados[editar]

Precedido por
Salazar
Ditador de Portugal e Algarves
1968 - 1974
Sucedido por
Coisa Ruim Manuel Pinto de Jesus, presidente de Portugal


v d e h
Grandes Padeiros de Portugal