Marcelo Valle Silveira Mello

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Cake big.png Marcelo Valle Silveira Mello é obeso(a), ou está "acima do peso"

E não almoçou hoje pra arrasar na festa.

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Google sobre Marcelo Valle Silveira Mello
Cquote1.svg Uma espécie de Danilo Gentili que deu ruim! Cquote2.svg
Capitão Sarcasmo sobre Psytoré
Cquote1.svg O PCC e o Comando Vermelho aguardam Marcelo Valle Silveira Mello para boas vindas na cadeia! Cquote2.svg
Lola Aronovich sobre Marcelo Valle Silveira Mello
Cquote1.svg Vai virar sabão mulherzinha na cadeia! Cquote2.svg
Hitler Mussolini sobre Psycl0n

Marcelo Valle Silveira Mello (Psytoré) na cadeia
Psy quando se fodeu foi dar uma voltinha com os guardas camaradas

Marcelo Valle Silveira Mello (Psy, Batoré, Psytoré ou Marcelo Maluco) (Brasília, 9 de agosto de 1985) é o nome abominado de um otaku débil mental e mais fedido que e-girl que sofria bullying na escola por conta disso e que resolveu se vingar da sociedade e de todos os seus pretensos inimigos, que no geral nem ligavam para quem ele era. Preso nas operações Intolerância e Bravata da Polícia Federal, Marcelo tem uma longa trajetória criminosa. Incel (frustrado que não consegue pegar mulher), Marcelo começou atacar negros, mulheres, homossexuais e outras minorias nas redes sociais e em chans na deep web e acabou preso por racismo, terrorismo e pedofilia. Agora está na cadeia. O advogado de Marcelo alega insanidade mental para tirar o retardado de dentro do presídio (mas sabemos que a Justiça vai manter o vagabundo preso no xadrez).

Marcelo sempre gostou da cultura japonesa. Leitor de mangás e telespectador de animes, virou um otaku e viajou para o Japão. Marcelo considera os japoneses um povo superior ao povo brasileiro. Frustrado sexualmente por não encontrar uma namorada japonesa, Marcelo virou um incel e começou a sentir ódio de todas as mulheres e principalmente das feministas.

História[editar]

Marcelo Valle Silveira Mello é tão bandido que recebeu na cadeia os apelidos de Batoré e Psytoré

Marcelo nasceu em uma família de classe média-alta de Brasília, até porque ser classe média em Brasília é quase sinônimo de ser pobre mesmo, dado que é lá que rola o alto das maracutaias que envolvem corrupção, burocracia e enriquecimento ilícito, sendo que foi nesse ambiente muito saudável que o mesmo veio a dar os seus primeiros passos em sua vida de playboy mal resolvido na vida.

Para piorar o nível de desmoronamento de sua base familiar, o pai de Marcelo morreu quando o mesmo ainda era uma criança e sua mãe acabou sendo internada por conta de problemas psiquiátricos, sendo que ao fim o mesmo foi criado pela avó, que ficou responsável por assumir as broncas de lidar com o mesmo, apesar de estar quase na hora de pedir a própria aposentadoria por não aguentar mais dar no couro.

Como toda criança criada pela avó e mantida a base de leite com pera, Marcelo sempre foi muito mimado e teve tudo que queria, até mesmo quando o que queria fosse algo meio que absurdo para uma criança normal, sendo que essa falta de limites viria a apresentar problemas mais tarde, quando o mesmo teve de se relacionar socialmente com outras pessoas.

Estudou nos melhores colégios particulares de Brasília, onde foi constantemente vítima de bullying de outros playboys mais cheios de marra do que ele e por fim se isolou, indo pros estudos universitários na área de ciência da computação, pela qual se graduou na Universidade Católica de Brasília, sendo que no seu auge, também chegou a morar na Asa Sul de Brasília e tinha uma vida suntuosa o suficiente para ter condições de frequentar os melhores restaurantes da cidade.

Encrencas no Orkut[editar]

Psytoré depois de tomar um esculacho de uns maluco na rua.

Inicialmente, o mesmo, como típico wannabe de Danilo Gentili, digo, como típico playboyzinho querendo aparecer, foi começar a postar fotos no Orkut pra querer impressionar, sendo que as primeiras fotos que o mesmo postou pra se posar de ultramegafodástico foi de uma festa onde ele teria espancado a então namorada e lá postou fotos da mesma com um monte de hematomas no rosto e também pelo corpo na intenção de impressionar outros pobres de espírito como ele na terra sem lei que era tal ambiente.

Além disso, ele teria arrumado encrenca no Orkut com todos os alunos negros e pardos da Universidade de Brasília usando como pretexto para tal a questão das cotas raciais, chegando a responder por crime de racismo por conta disso, sendo que segundo as más línguas, algumas das tretas teriam sido motivadas pelo mesmo ter perdido uma peguete para o Motumbo, que na época também frequentava aquele ambiente , sendo que tal peguete teria preferido participar de um gangbang a ficar com ele, dada a forma bruta com a qual o mesmo tratava eventuais parceiras do sexo oposto.

Nesse ambiente, o mesmo teria arranjado também encrencas com gays e principalmente com feministas, enquanto se pagava de SANCTO, ainda que não passasse de um mero santo do pau oco.

Relação com Emerson Eduardo Rodrigues Setim[editar]

Psycl0n e sua esposa: Vejam a cara de pedófilo!

Em meio a esse ambiente tumultuado, Marcelo conhece Emerson Eduardo Rodrigues Setim, um outro piá de prédio que atuava como técnico de informática, mas que fingia ser engenheiro pra posar de bacana e impressionar nas redes sociais, sendo que nessa época o Marcelo mudou para um condomínio de luxo onde Emerson morava enquanto mantinha a sua vida de bon-vivant as custas de papai, de mamãe e de dorgas em geral, mas que também andava tendo grande insucesso com o sexo oposto, a ponto de ter de se contentar com menininhas pra satisfazer o desejo de uma foda.

Juntos os mesmos montam um site com o nome de Silvio Koerich - O Perdedor mais foda do mundo, onde usavam de uma argumentação digna de Revista Veja para convencer outros perdedores sem vida social dos supostos males do feminismo e do quanto o mesmo era um movimento fracassado (apesar de até então o feminismo mal passar de uma manifestação de Centro Acadêmico), com vistas a tentar tirar desforra das feministas, que segundo ele, sempre atrapalharam a vida do mesmo nas frustradas tentativas dos mesmos no sentido de tentar pegar mulher, até pela tendência de quererem forçar paradas como poliamor e lesbianismo para as que não eram iniciadas nisso.

Com vistas a manter o contato com seu miguxo íntimo Emerson, o mesmo se muda para Curitiba, onde tempos depois é pego na Operação Intolerância da Polícia Federal por conta da obra podre deixada em seu sitezinho mequetrefe baseado no Blogspot, sendo que na época já havia informações ainda não confirmadas do envolvimento do mesmo no Massacre do Realengo e em outras tentativas de atentado a moda Columbine com vista a tocar o terror no meio escolar e universitário.

Constam informações que depois da prisão, a relação de Emerson e de Marcelo nunca mais foi a mesma, em especial pelo Marcelo ter supostamente sido vítima de abusos contra o seu esfincter anal, o que até o momento não foi confirmado pelo fato de ninguém aqui ter tido contato com eventuais carcereiros ou companheiros de cela do mesmo, sendo que ao fim o Marcelo conseguiu livramento da prisão alegando insanidade, o que colou naquele momento, até por se tratar de um piá de prédio então bem situado financeiramente.

Há inclusive quem diga que Psytoré teve uma treta com seu comparsa Emerson Eduardo Rodrigues Setim com trocas de acusações pelo fato de que Psytoré tem curso superior e Emerson então não tinha e por isso Psytoré teve algumas regalias na cadeia, como receber visitas íntimas de um negão traveco uma vez por semana, assistir televisão (Jornal Nacional, Sessão da Tarde e novelas do SBT), ouvir rádio (Jovem Pan), assistir a missa da pastoral carcerária aos domingos e tomar banho de sol todos os dias, enquanto Emerson quebrava pedras, descascava batatas e limpava os banheiros da penitenciária para ter direito a remissão da pena. Emerson também entrou no programa de leitura de livros, criado por Olavo de Carvalho, para ter direito a remissão da pena, mas não conseguiu terminar de ler Crime e Castigo de Dostoiévski nem com a ajuda de um dicionário e tirou nota zero na prova para saber se ele leu o livro (na verdade Emerson só sabia ler gibis da Turma da Mônica e revistinhas em quadrinhos).

Colaboração com Wellington Menezes de Oliveira e outras investigações da Polícia Federal[editar]

Carinho de um miguxo de outros tempos no chan para cima do psytoré

Psycl0n também é acusado de ter ajudado o assassino do massacre de Realengo, Wellington Menezes de Oliveira, que frequentava o Dogolachan e pedia dicas para executar o atentado. Anos mais tarde Psycl0n também ajudou os assassinos de outro atentado, em Suzano, no estado de São Paulo. O objetivo dos dois atentados em escolas públicas era matar crianças e adolescentes indefesos e desarmados. A Polícia Federal também investiga a ligação de Psycl0n com grupos neonazistas que atuam em Brasília desde 1982. Um desses grupos organizou uma festa de aniversário para uma menina de 5 anos e fez um bolo no formato de uma suástica (um crime TERRÍVEL de apologia ao nanismo, digo, ao nazismo). O comparsa de Marcelo, Emerson Eduardo Rodrigues, também é investigado por diversas agressões contra a ex-esposa, como chutes e socos, além de assassinatos de negros em Curitiba por motivação racista e pela morte de Rogério Gaspar.

Criação do Dogolachan[editar]

Marcelo Maluco no Profissão Repórter da Rede Globo: "Se eu for preso vou sair logo logo!"

Depois de sair da cadeia, Marcelo passou a frequentar diversos chans na internet, mas foi expulso de todos eles por conta de seu comportamento tóxico, criando o seu próprio chan, o Dogolachan, um site de ódio inicialmente na surface, mas que hoje jaz na deep web, com vistas a assim buscar vingança em relação a seus desafetos, em especial contra a Lola Aronovich, uma espécie de Olavo de Carvalho do feminismo tupiniquim, chegando-se nisso ao ponto grotesco de fazer sites fakes com o nome da mesma com o objetivo de difamá-la, o que ao fim acabou apenas levantando mais e mais a fama da Lola a ponto de hoje se ter uma lei a "homenageando" e que no fim acabou sendo bem útil para levá-lo a cadeia novamente.

Além disso, o mesmo, a exemplo do que fazia nos tempos de Orkut, continuou a ostentar com as coisas erradas que fazia, tais como clonagem de cartão e armava outros golpes se utilizando de seus conhecimentos de computeiro com vistas a manter a boa vida, sendo que isso acabou não dando muito certo, pois mesmo com seus eventuais patrões não o mandando de volta pra cadeia por conta de suas lambanças, o mesmo ficava cada vez mais e mais queimado com seus eventuais empregadores, a ponto de ao final de sua carreira fora das grades, o mesmo se dar por feliz por ganhar um salário pouco maior que o de um pedreiro atuando na condição de pejotizado.

Ao fim de tudo, Marcelo foi preso novamente na Operação Bravata da Polícia Federal e desde então encontra-se preso em um presídio de segurança máxima em Campo Grande no Mato Grosso do Sul, sendo que além de ser condenado a mais de 40 anos de prisão, ele foi condenado à reparação de danos de R$ 1 milhão e ao pagamento de 678 dias-multa (no valor de um décimo do salário mínimo vigente em dezembro de 2016. O valor da reparação de danos, segundo o despacho, será destinado a programas de combate aos crimes cibernéticos e programas educativos da área.

Ameaças de morte ao ex-deputado federal Jean Wyllys e aos ministros do STF e ameaças de bombas nas universidades[editar]

Marcelo no jornal

Marcelo também é acusado de ameaçar de morte o ex-deputado federal Jean Wyllys, que segundo a Polícia Federal fugiu do Brasil com medo das ameaças de morte do Marcelo, que incluía nomes de ex-namorados e os bares e boates gays que o parlamentar frequentava, provando que Marcelo é um excelente detetive e que sabe tudo sobre suas vítimas

Marcelo também ameaçou de morte os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) através do grupo terrorista UR-MV (que significa Unidos do Realengo - Marcelo Valle), sendo que por conta de seus enormes tiros no pé, foi incapaz até mesmo de tentar tirar algum proveito que fosse da onda do bolsonarismo, o que se formos ver bem, foi um bem pra sociedade, pois assim o Brasil fica livre de mais um trolha metendo seu dedo podre nos rumos políticos do país.

Mesmo preso e condenado a 41 anos de reclusão, Marcelo continua sendo investigado no inquérito do Supremo Tribunal Federal que apura ofensas e ameaças aos ministros da suprema corte, provando que Marcelo não é apenas maluco e sem noção, mas maluco e perigoso e que faz ameaças aos magistrados que julgarão seu habeas corpus, impetrado por seu advogado que sempre é o último a saber das presepadas do cliente doidão.

Marcelo também ameaçou explodir bombas nas universidades. Daí o nome "Operação Bravata" da Polícia Federal, que prendeu Marcelo por terrorismo.

Criação do BolsoCoin[editar]

BolsoCoin

Marcelo também é o criador do BolsoCoin, uma criptomoeda usada no Dogolachan como forma de pagamento por crimes cibernéticos, cujo objetivo inicial era de concorrer com criptomoedas como a BitCoin e a Monero no submundo da lavagem de dinheiro, que ao fim serve pra manter as aparências de anarcoscammers como o Daniel Fraga que espalham tais scams para os incautos como um investimento confiável, se achando super revolucionários por estarem passando seus recursos por fora do sistema fiduciário dos bancos centrais dos governos mundo afora, desconsiderando que cédulas bancárias já eram emitidas nos tempos do Barão de Mauá.

O nome vem de Jair Bolsonaro, o presidente poser que pra apelar se juntou a neonazistas e que foi denunciado por genocídio e crimes contra a humanidade no Tribunal Penal Internacional por Lulistas que se aproveitaram da inação do mesmo na questão do Coronavírus para tentar jogá-lo em uma cilada no campo político, uma vez que o joguinho sujo de sair acusando os outros de neoliberal, fascista, nazista, racista, homofóbico, transfóbico ou o que o valha já estava dando com os burros n'água.

De qualquer forma, tal criptomoeda acabou por ser utilizada em fóruns anônimos na deep web como forma de pagamento para atividades chamadas de doxxing e swatting. A primeira diz respeito a usurpação de dados privados no BR para que os mesmos sejam expostos a outras pessoas (em especial, estelionatários) e a segunda é usada para uma espécie de trote a serviços de emergência. O objetivo da primeira é chantagear a pessoa, enquanto a segunda pretende apenas constranger a vítima.

O BolsoCoin também seria usado para a compra de drogas na deep web em sites parecidos com o Silk Road, sendo que tal criptomoeda, disponível na plataforma GitHub, foi criada pelo usuário Psycl0n, que se identifica em sua página como Marcelo Mello. Uma reportagem do jornal Correio Braziliense informa que trata-se de Marcelo Valle Silveira Mello. Não foi difícil para os jornalistas descobrirem a identidade do Psytoré.

Os planos iniciais eram de que Psytoré e sua patota enriquecessem em cima de tal criptomoeda a ponto de estarem livres da Polícia Federal, sendo que em tal intento, tal projeto foi um retumbante fracasso.

Vida de presidiário[editar]

Mesmo preso, Psytoré e sua quadrilha continuam aprontando, invadindo reuniões virtuais de feministas e semeando o caos na internet.

Reportagem do Profissão Repórter[editar]

Música[editar]

Ver também[editar]

CAPTURADO

Albatone.jpg

Anunciamos que Marcelo Valle Silveira Mello não fará(ão) mais mal a ninguém,
pois se encontra(m) preso(s), morto(s) ou/e finalmente derrotado(s).

Agradecemos à(s)/a(o)(s): Polícia Federal pela sua captura.
Obrigado, Polícia Federal, certamente as pessoas poderão
dormir mais tranquilas graças a você(s).