Marconi Perillo

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Este artigo é Social-Democrata!

Ele(a) defende um socialismo light, com um Estado de bem-estar social para roubar tirar dos ricos e dar aos pobres através das vias democráticas, e não pela ditadura do proletariado.
Pelo direito de que os outros paguem as minhas contas!


Marconi Perillo
Marconiperillo.jpg
Marconi cheirado após ter seguido o rito de entrada típico do PSDB
Governador do Tucanistão 2/Maior exportadora de cantores sertanejos
Período 1 de Janeiro de 1999 - 1 de Janeiro de 2019
Partido PSDB
Nível de honestidade Icon 00 percent.png
Perfil
Nascimento
Goiânia, link={{{3}}} GoiásBandeira do Brasil Brasil
Partido PSDB
Religião bicheirismo
Dados Pessoais
Sexo Provavelmente com o Cachoeira


Cquote1.svg Você quis dizer: Carlinhos Cachoeira Cquote1.svg
Google sobre Marconi Perillo
Cquote1.svg Você quis dizer: Íris Rezende Cquote1.svg
Google sobre Marconi Perillo
Cquote1.png Experimente também: Ronaldo Caiado Cquote2.png
Sugestão do Google para Marconi Perillo
Cquote1.png Experimente também: Coronel do curral Goiás Cquote2.png
Sugestão do Google para Marconi Perillo
Cquote1.svg VAGABUNDO, CANALHA! Cquote2.svg
Jorge Kajuru sobre qualquer coisa que o Marconi faz/diz.
Cquote1.svg VAGABUNDO, CANALHA! Cquote2.svg
Íris Rezende também sobre qualquer coisa que o Marconi faz/diz, só que cuspindo.
Cquote1.svg Depois de tudo o que eu te fiz, você ainda torce pro Goiás ao invés do Atlético? Cquote2.svg
Carlinhos Cachoeira sobre Marconi.
Cquote1.svg Odeio ele, é o melhor amigo que eu poderia ter Cquote2.svg
Ronaldo Caiado em sua bipolaridade sobre Marconi.
Cquote1.svg Melhor governador da história de Goiais! Ele até pagava meu salário em dia! Cquote2.svg
Servidor público goiano qualquer sobre as maravilhas do governo de Marconi.

Marconi Ferreira Cachoeira Perillo Júnior é um coronel político do estado oligárquico de Goiás. Tendo passado pelo Senado de Goiás, também foi governador do estado por incríveis 20 anos.[1] Por ser do PSDB, quase conferiu ao estado centro-oestino o status de "Tucanistão 2: A Missão". Ainda que ele seja uma liderança regional cheiradora tucana, ainda bem que o PSDB prefere a morte a deixar ele ser um presidenciável tucano.

Biografia[editar]

Seria Marconi Perillo o avô de Wendel Bezerra? Fique agora com os próximos capítulos da nova novela das sete...

Marconi nasceu dentro de uma estação de rádio que, na realidade, era fachada pros verdadeiros negócios de seu pai: jogo do bicho. Renegado pela mãe e negligenciado pelo pai, que estava sempre muito ocupado, Marconi foi criado por seu meio-irmão mais velho: Carlos Augusto, ou, para os íntimos, Carlinhos Cachoeira ui. Sendo assim, Marconi aprendeu as maneiras da vida com ele. Todas. Isso significa todas as maneiras mesmo. Porém, um dia eles brigaram, porque Marconinho escolheu torcer pelo Goiás Esporte Clube, enquanto que Carlinhos pessoalmente preferia o Atlético-GO. Depois do que foi uma briga feia, cada um seguiu o seu caminho, embora Marconi nunca tenha esquecido de suas origens.

Seu primeiro e mais duradouro relacionamento amoroso. Nota-se que Cachoeira é o único que sorri do casal

Por mais que tenha nascido na capital GayGoiânia, Coninho (para os íntimos) passou a maior parte da sua infância aonde Judas perdeu as botas na puta que pariu do estado de Goiás: numa viela chamada Palmeiras de Goiás. O nome do local sugere o porquê do estado fracassar tanto no ranqueamento de qualquer coisa positiva durante os 20 anos do Reich Perillo.

Trajetória política[editar]

Como todo bom puxa-saco vagabundo político de hoje em dia que não estava ocupado nos anos 70/80 explodindo bancos e sequestrando aviões contra a Ditadura Militar, Marconi começou sua carreira política no glorioso Movimento Diabólico Brazuqueiro, também conhecido como PEM: Partido Encima do Muro.

Sendo assim, Perillo seria classificado nos dias de hoje pela facção bolsonarista como isentão comunista e pela facção lacriane como fascista de sapatênis (a.k.a. neoliberal). Portanto, ele pode ser considerado membro do famoso centrão, comandado por ninguém mais ninguém menos que Nhonho. Pode-se simplificar esse grupão como a "categoria dos colarinhos brancos que deviam estar na cadeia mas só ficaram presos por um ou dois dias". Isso parece, mas infelizmente, não é uma piada. Marconi chegou a ser preso recentemente, mas foi solto um nanossegundo depois.[2]

Depois de ingressar no verdadeiro puteiro que é a política brasileira e ser presidente do YMCA MDB jovem, entretanto, Coninho saiu dessa horda de vagabundos puxa-saco pra fundar uma outra horda de vagabundos puxa-saco, que hoje em dia atende pelo nome Partido de Parasitas Partido Progressista... (?)[3] Depois de ter sido deputado pelo partido, Marconi se viu obrigado a se filiar a algum partido que não fosse o PP ou o MDB, caso quisesse a chance de ser eleito a alguma coisa no Executivo de literalmente qualquer lugar no Brasil. Para não ficar só nas sombras, à espreita, ser vice de alguém e passar a perna na pessoa na primeira oportunidade, ele se filiou ao PSDBicha. A partir daí, Coninho teve sua grande oportunidade de ouro durante as eleições que todo goiano prefere esquecer.

Governador da Província du Goiais[editar]

Cquote1.svg Talvez se eu me esconder aqui atrás parem de me perguntar sobre o Demóstenes... Cquote2.svg

Marconi sabia que a luta para se tornar coroné de Goiás seria complicada, já que esse posto já tinha dono. Além dos filhotes de oligarca espalhados pelo estado, a província centro-oestina contava com seu ditador governador de longa data preferido no coração dos goianos: Íris Rezende Machado. Tendo sido prefeito da capital dos cornos durante a porra da ditadura militar, o homem bicentenário Íris Rezende estava concorrendo a governador pela quinquilhonésima vez em 1998. Tudo apontava pro sucesso do homem mais uma vez, mas ele não contava com a astúcia do nosso herói Coninho Cachoeira Perillo.

Coninho jovem. Tão fofinho e bochechudo que parece o gordinho excluído da sua turma

Com a ajuda de um comediante do Zorra Total (parece piada inventada da Desciclopédia, mas não é), Marconi conseguiu vender a ideia de que ele era a "renovação" que a política goiana precisava, chamando o então governador de uma bicha véia cuspona e enfatizando o dado de que ele era um jovem de bochechinhas rosadas com muito mais energia pra assaltar o tesouro estadual com seus 35 aninhos de idade, enquanto o eterno asfaltador de Goiânia já contava com 12064 anos de muita merda nas costas.[4] Foi então com o poder de apontar o óbvio e de prometer pagar o salário do mês aos funcionários públicos goianos ainda no século XX (pois com o Íris eles não tinham como ter certeza), que Coninho conseguiu derrotar seu concorrente e se elevar ao mais alto posto em Goiás: o de líder dos cornos.

Principais medidas[editar]

Já com a bunda sentada na cadeira de governador, Marconi começou a fazer tudo o que tinha prometido e mais um pouco e, quando confrontado com os inevitáveis protestos dos sindicatos da educação e dos ""movimentos sociais"", fez o que todo governador tucano faz nessa situação: soltou os cachorros. Ele mandou a polícia descer o cacete nos manifestantes.

Uma das ações mais notáveis de seu extenso reinado, além da advocação pela legalização do jogo do bicho, se trata da criação da UEG, a eterna sombra da UFG. Essa é uma daquelas famosas medidas que já funcionava antes em separado (a UEG era várias faculdades, não uma universidade), mas ele fundiu tudo em uma nova coisa que essencialmente dá na mesma pra dar a ilusão pro eleitorado que alguma belezura importante está sendo feita, comparável a "criação" do Bolsa Família pelo amado Lula.

Bem, pelo menos a Estadual de Goiás serviu pra formar muitos examinadores de trânsito mansos, o que facilitou a produção em escala industrial do principal produto interno do estado: motoristas navalhas que não dão seta nem sob a mira de uma arma. Vendo o tamanho da cagada que foi feita, Perillo tomou algumas medidas para frear tal problema, tais como: a implementação de milhares de radares fixos e móveis de tolerância de 5 km/h com o seu puliça escondido atrás de todos os arbustos possíveis por todas as GOs e com multas no valor de um salário de professor da rede estadual goiana (ou seja, aproximadamente meio salário mínimo), bem como fazer questão de deixar todas as rodovias estaduais quase ou sem uma reforma, pra forçar o motorista a andar com cuidado e devagar de um jeito ou de outro.

Exemplo do trabalho de qualidade exercido pela Enel

Em prol da educação, Marconi se utilizou de uma prática bastante comum entre vários coronéis por aí: fraudou o IDEB pra parecer que os alunos do fundamental goiano sabem fazer contas básicas e escrever mais que seus nomes. Além do mais, lançou o programa de incentivo mais eficiente que tem para os professores do estado: trabalhe por amor, não por dinheiro.

Depois de pegar umas dicas de governo com o FHC, ele também se decidiu por aderir a putaria privataria tucana e privatizar até mesmo a sua mãe, conseguindo o feito inédito (ou não) de deixar uma empresa privada pior do que quando ela era pública, no caso com o monte de bosta que já era a CELG (Companhia de Energia Elétrica de Goiás), que virou um monte de bosta com radiação gama, a Enel. Sociais-democratas? Meh... No fim, todo mundo sabe que o PSDB segue a tradição dos partidos brasileiros que nunca têm porra nenhuma a ver com o nome que carregam: liberais fodidos no Partido da Social-Democracia Brasileira, sindicalistas no Partido dos Trabalhadores, reaças pró-ditaduras no Partido Social Liberal, socialistas no Partido Socialismo E Liberdade, e por aí vai.

Referências[editar]

  1. Os caipiras desse estado todos convenientemente esquecem do governo do Cidinho, o ex-poste marconista.
  2. https://veja.abril.com.br/politica/justica-concede-habeas-corpus-a-marconi-perillo/
  3. Honestamente, que caralhos de partido "progressista" é esse? Fundado por sociais-democratas e que já teve o grande führer como integrante?
  4. Puta que pariu, como essa múmia aguenta ser o prefeito de Goiânia até hoje?