Margarida Rebelo Pinto

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Margarida Rebelo Pinto
Margarida Rebelo Pinto
Pousando de escritora.
Nascimento 7 de Junho de 1965
Lisboa, Portugal
Nacionalidade Portuguesa
Ocupação Socialite e Pseudoescritora
Gênero Literatura para gurias retardadas e quarentonas desocupadas
Principais trabalhos Sei Lá (1999), Diário da tua Ausência (2006)
Cônjuge Algum milionário
Filho(s) Não interessa.
Desentrevistasminibox.PNG
O Desentrevistas
possui uma entrevista com
Margarida Rebelo Pinto

Cquote1.png Você quis dizer: Frustrada? Cquote2.png
Google sobre Margarida Rebelo Pinto
Cquote1.png Experimente também: A Escritora mais Odiada de Portugal Cquote2.png
Sugestão do Google para Margarida Rebelo Pinto
Cquote1.png Olhe, sinto até repulsa de quem escreveu este artigo, tá a perceber? Tal como aqueles pobres que se manifestam nas bancadas do parlamento, mete-me noijo, tá! Falta de classe... Cquote2.png
Margarida Rebelo Pinto sobre este artigo
Cquote1.png Histórias lindas demais! Falam tanto para mim! Cquote2.png
Guria retardada sobre Margarida Rebelo Pinto
Cquote1.png Haverá para sempre no mercado livreiro nacional um momento “antes” e outro “depois” de «Sei Lá...» Cquote2.png
Jornalismo português nas ruas da amargura
Cquote1.png Perderia o outro olho se isso significasse a erradicação dessa criatura da Literatura Portuguesa! Cquote2.png
Luís Vaz de Camões sobre Margarida Rebelo Pinto
Cquote1.png A Margarida Rebelo Pinto nasceu para provar que nem todos aqueles que escrevem, sabem escrever! (...) A Margarida Rebelo Pinto em génio nunca chega a pólvora seca e em talento é pim-pam-pum! (...) A Margarida Rebelo Pinto é o escárnio da consciência! Se a Margarida Rebelo Pinto é portuguesa, eu quero ser espanhol! A Margarida Rebelo Pinto é a vergonha da intelectualidade portuguesa! Cquote2.png
Almada Negreiros, sempre visionário, no seu «Manifesto Anti-Margarida Rebelo Pinto»
Cquote1.png Sei Lá como é que esta bosta ganhou o prémio FNAC. Cquote2.png
Eu sobre Margarida Rebelo Pinto
Cquote1.png Essa não é aquela que andou a fazer broches ao editor para lhe venderem os livros? Cquote2.png
Teu pai sobre Margarida Rebelo Pinto


Margarida Rebelo Pinto é uma socialite portuguesa que também se dedica a ser pseudo-escritora, cuja obra é destinada a pessoas desprovidas de inteligência, geralmente adolescentes virgens e retardadas, quarentonas que querem ser jovens outra vez, membros do jet-set português, cujo nível de parolice é equivalente ao da dita cuja, e aos seus miguxos do PSD e do CSD.

Em resumo, não passa de uma versão mais brega e portuguesa do Nicholas Sparks misturada com uma pseudo Carrie Bradshaw.

Supostamente é a escritora mais lida em Portugal, mas todos sabem que essas estatísticas são forjadas.

Obras publicadas[editar]

Margarida convencendo o editor a vender os seus livros.

Margarida Rebelo Pinto consegue a proeza de escrever dois livros por ano, mas para escrever merda também não é preciso muito tempo.

As suas obras, desprovidas de complexidade, recheadas de senso comum e imitação do roteiro da novela da noite, que são escritas quando a querida Margarida se sente aborrecidíssima na sua vida de jet-set, fazem as delícias do mesmo público do Nicholas Sparks. Há que destacar que a Stephenie Meyer escreve melhor do que a Margarida Rebelo Pinto, o que já deixa claro o nível de merdice da própria.

Toda a obra de Margarida Rebelo Pinto é completamente irrelevante para a Literatura Portuguesa, e quem aprecia esses livros de merda devia levar réguadas na aula de Português. As sinopses dos livros são mais bem-escritos do que o livro em si. No universo de Margarida Rebelo Pinto não existem pessoas pobres nem gordas, até porque a própria odeia ambos os tipos.


  • 1999 Sei Lá... - Foi o primeiro e último prémio que Margarida Rebelo Pinto alguma vez receberá em toda a sua carreira. Imitação rasca de O Sexo e a Cidade, sendo a cidade, Lisboa. A protagonista é Madalena, uma retardada iludida que vai descobrindo juntamente com suas miguxas igualmente retardadas e no meio do seu privilégio de ricas, que a vida não é cor-de-rosa.
  • 2002 Alma de Pássaro - Três mulheres com vidas miseráveis (no conceito de "miserável" de Margarida Rebelo Pinto) partilham suas experiências em conversas idiotas. Para dar o ar de tragédia, uma é casada com um drogado, a outra perdeu a mãe e a outra não consegue ter filhos.
  • 2003 I'm in Love with a Pop Star - Margarida Rebelo Pinto pega no sonho de qualquer guria retardada e transporta-o para a literatura. Uma Pita de dezasseis anos "apaixona-se" por um cantor famoso e decide conhecê-lo.
  • 2005 Pessoas como Nós - Três idiotas frustradas e traumatizadas (como a própria Margarida) partilham a história aborrecida das suas vidas.
  • 2006 Diário da Tua Ausência - Supostamente é uma carta para fazer os homens acreditar no amor das mulheres. Mas se a Margarida Rebelo Pinto pensa que para ser heterossexual tem de se ler esta merda, é preferível ser Gay.
  • 2008 Português Suave - Já sem ideias, resolveu pegar no nome de uma marca de tabaco. Margarida Rebelo Pinto resolve escrever acerca de décadas passadas mas como não tem a mínima noção, pensou que não precisava de qualquer investigação histórica para falar acerca das décadas da ditadura.
  • 2009 O Dia em Que Te Esqueci - Relato brega e trouxa de um amor perdido, escrito num tom frustrado e repleto de cliché e senso comum, com filosofias de café acerca do amor.
  • 2011 Minha Querida Inês - Quando já não tinha mais nada acerca do que escrever, resolveu arruinar a lenda de Inês de Castro.
  • 2012 O Amor é Outra Coisa - Margarida regressa ao cliché de que as mulheres não desistem dos seus amados e que os homens têm medo de amar, transformando a mulher numa stalker obsessiva que não compreende quando um homem não está afim.

Citações de Margarida Rebelo Pinto[editar]

Margarida Rebelo Pinto escreve grandes citações, daquelas frases que marcam e que uma pessoa nunca se esquece de tão profundas que são. Ou não.

Cquote1.png Mas o amor é mesmo assim: absoluto, estúpido e tudo menos sensato. Cquote2.png

Cquote1.png Não há nada mais triste do que um gajo com um par de cornos na cabeça Cquote2.png

Cquote1.png O problema é que hoje em dia eles são perfeitamente dispensáveis. Já não nos sustentam. Não nos protegem. Cquote2.png

Cquote1.png Acha-me com cara de possidónia? Cquote2.png

Cquote1.png É extraordinário as barbaridades que se dizem depois das três da manhã. Cquote2.png

Cquote1.png Está um frio de rachar e ligo o aquecedor para ver se não morro congelada. Cquote2.png

Cquote1.png Ser gira dá trabalho e requer alguma diplomacia. Que o digam as minhas amigas mais bonitas e boazonas que foram vendo a sua reputação ser sistematicamente denegrida por dois tipos de pessoas: os tipos que nunca as conseguiram levar para a cama e as gordas que teriam gostado de ter sido levadas para a cama por esses ou por outros. Cquote2.png


E a minha favorita:

Cquote1.png Quero ser o Manoel de Oliveira da Literatura Portuguesa. Cquote2.png

Reacção dos portugueses.


Margarida Rebelo Pinto é uma escirtora de gandre calibri!

Contributo Social[editar]

Mas Margarida Rebelo Pinto não é apenas uma pseudo-escritora de merda e uma socialite, é também uma grande activista dos direitos sociais e cívicos do povo português.

É uma excelente comediante, aliás, Portugal necessita de mais pessoas como a querida Margarida, para fazer rir os portugueses nos tempos de crise económica, com as suas opiniões de menina mimada completamente alienada da realidade.

Vejamos algumas das opiniões de Margarida Rebelo Pinto acerca do povo português:


Cquote1.png Fico profundamente triste enquanto cidadã portuguesa ao ver este tipo de manifestações que demonstram falta de civismo das pessoas que vão interromper e tentar perturbar o trabalho daqueles que, neste momento, governam o País. (...) Quem é contra as medidas excessivas de austeridade, são pessoas pouco inteligentes, são pouco cívicas (...) Considero uma falta de respeito, falta de responsabilidade civil a forma como se protesta nas bancadas do parlamento, sinto até repulsa! Cquote2.png

De facto, querida Margarida. Concordo plenamente consigo. O que é que a plebe quer? Lá por não terem emprego ou passarem fome, não é? Que falta de nível, quer dizer... Há que ter respeito pelos ricos, não é? Na época do meu querido Salazar não era nada assim, os pobres andavam de rédea curta! Onde é que este país vai parar...


Cquote1.png Eu vivia numa casa com jardim e piscina e saí dessa casa porque decidi que tinha que fazer um downsizing do meu lifestyle. Cquote2.png

Estou solidária com a sua dor, querida Margarida. As minhas preces estão consigo. Ninguém merece viver numa casa sem jardim e sem piscina, não é? A crise chega a todos... Porque não aproveita a oportunidade para fazer um data erasure ao seu cérebro?


Cquote1.png Nunca vi a minha mãe de pantufas ou as minhas avós saírem à rua sem luvas. Faz parte de uma coqueterie que sempre foi cultivada. Na minha família ninguém vai mal arranjado para um jantar. Aliás, uma coisa que me faz confusão em Portugal é as pessoas andarem cada vez mais andrajosas e mal arranjadas. Não fazerem a barba, não cortarem o cabelo. Cquote2.png

Finalmente alguém falou acerca das prioridades do país! Tem completa razão, querida Margarida. Como é que Portugal pode evoluir com pessoas com tanta falta de coqueterie, não é? O que aconteceu à etiqueta? As ruas estão repletas de pobres a pedir, quer dizer, homens com barba por fazer na fila para a sopa da caridade? Por amor de Deus... Se vejo alguém com a camisa fora das calças num jantar em minha casa, vai logo fazer a refeição para o pé dos criados na cozinha!


Cquote1.png Toda a gente tem dinheiro para ter uma máquina que corta o cabelo em casa, que é mais barato que ir ao barbeiro, e toda a gente tem dinheiro para comprar uma Gilette e fazer a barba, acho eu. A ideia de a crise servir de desculpa para tudo não pega! Cquote2.png

A verdade dura e crua! O que interessa comprar um litro de leite ou uma lata de atum quando se pode comprar uma máquina de barbear? Quem é que não tem 80 euros para comprar uma máquina na Worten, hã? Estes pobres só arranjam desculpas para andar mal-apresentáveis...


Cquote1.png Não consigo deixar de me revoltar quando vejo pessoas com 20 e tal anos que vão para uma manifestação – os chamados “indignados” – e filmam o protesto com telefones mais caros que o meu. Lamento, mas isso é uma estupidez. Cquote2.png

Muito bem dito, querida Margarida! Isso da crise é tudo uma balela! Concordo, plenamente. Quer dizer, os recém-licenciados revolta-se por não terem emprego, quando têm telemóveis topo de gama? Ora, que vão vender os telemóveis para ganhar dinheiro, não é? Finalmente alguém apresentou a solução para a questão do desemprego jovem em Portugal!


Cquote1.png Em Portugal adora-se dizer mal, deitar abaixo, demolir. Já viu o que fizeram agora há pouco tempo à Isabel Jonet? Uma vergonha. Cquote2.png

Quer dizer, lá porque a senhora directora do Banco Alimentar afirmou que não existe miséria em Portugal, que se anda a viver acima das possibilidades e que não devemos comer bifes todos os dias, a plebe vai logo a exigir a demissão dela? Isto realmente...


Cquote1.png Eu sou contra a misoginia. Cquote2.png

A querida Margarida é Feminista!? Tem a certeza que é mesmo contra a misoginia? Quer dizer, você critica constantemente as outras mulheres, é gordofóbica e faz slut-shaming. Quer dizer, mas quem é que se importa com essas e com as pobres, não é? As mulheres ricas e giras é que devem ter os mesmos direitos que os homens, não é?


Cquote1.png Uma mulher gira não pode falar alto nem dizer palavrões que lhe caem logo em cima. Já uma Gordinha pode dizer e fazer tudo o que lhe passar pela cabeça, porque conquistou um inexplicável estatuto de impunidade. Cquote2.png

Exactamente, querida Margarida! Ser-se gira é muito difícil nesta sociedade... Nós as magras somos umas coitadinhas, constantemente a ser discriminadas pelos homens, quer dizer... Com as gordinhas ninguém goza, são o ideal de beleza da Sociedade Ocidental, não é? Agora as magras? Não nos dão emprego por causa do nosso tipo físico, apontam para nós e riem-se... Olhe, querida Margarida, se fosse a si, consultava um médico com grande urgência, é possível que tenha o intestino grosso ligado ao cérebro.

Afiliados[editar]

MainardiInv.JPG Este artigo se trata de uma personalidade mortalmente, incrivelmente e filhadaputamente odiada!
A casa dessa pessoa vive quebrada e pichada.

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